Sábado, Dezembro 10

Bookbuilding: entenda como funciona o procedimento de precificação de novas ofertas

Equipe InfoMoney, 09/12/05



SÃO PAULO - O bom desempenho do mercado de ações nos últimos anos trouxe de volta, para muitas empresas, a possibilidade de abrir seu capital em Bolsa. E com novas ofertas de ações, alguns termos, a grande maioria dos quais técnicos ou específicos a este mercado, voltaram a ser usados de forma mais intensa. Um deles é o bookbuilding.

O bookbuilding, em poucas palavras, pode ser descrito como o processo no qual o coordenador da oferta avalia, junto aos investidores, a demanda pela operação. O nome vem do inglês e representa bem o processo, que é efetivamente montar o livro de ofertas da transação.

Exemplo prático
Um exemplo simples pode ilustrar o processo. Baseado na avaliação da empresa e das condições de mercado, o coordenador da oferta determina um intervalo inicial para o preço de lançamento entre R$ 10 e R$ 15 por ação. Resta agora saber se os investidores estão interessados e, mais importante, a qual preço.

Através de consultas a investidores institucionais, como gestores de recursos, fundos de pensão, seguradoras e outros, o coordenador pode obter esta informação. Vamos considerar como exemplo uma oferta de R$ 500 milhões, e uma consulta a 100 investidores institucionais.

Cada investidor indica, formal ou informalmente, quantas ações ele quer comprar e qual o preço que está disposto a pagar. O coordenador tabula estas informações por ordem crescente de preço, de forma a obter qual seria a quantidade acumulada a determinado preço. Por exemplo, se somente dez investidores colocaram ordens de 2 milhões de ações cada a R$ 15,00 por ação, este não deve ser o preço da oferta.

Isso ocorre pois o total de ordens seria de 20 milhões de ações, com um total de R$ 300 milhões - que fica abaixo dos R$ 500 milhões que estão sendo ofertados. A solução é baixar o preço, de forma que outros investidores participem da oferta. Assim, o coordenador analisa o livro de oferta e atinge o patamar de preço pelo qual R$ 500 milhões possam ser vendidos confortavelmente.

Etapas do processo
O processo passa
por diversas etapas, começando pela definição de quais investidores institucionais serão contatados e do intervalo de preço da oferta. Em geral, esta fase é seguida de um roadshow, que consiste em uma série de apresentações para potenciais investidores. O passo seguinte é obter as indicações de preço e quantidade dos investidores.

Com a aproximação da data de precificação e início das negociações, o coordenador busca obter o número exato de ações que cada investidor institucional quer. Obtendo estas informações, o coordenador e a companhia, geralmente um dia antes do início das negociações, decidem qual será o preço por ação da oferta.

Procedimento vale para renda fixa e variável
Este procedimento é utilizado tanto para ofertas de ações como também para emissões de títulos de renda fixa, como debêntures, Eurobonds, bônus globais e outros. O ponto em comum é sempre o mesmo: identificar a que preço a quantidade de títulos oferecidos pode ser vendida de forma que a operação seja bem sucedida.

O processo, que antigamente era manual, com listas de papel no qual o interesse dos investidores era anotado a lápis, foi se sofisticando, passando pelo uso de planilhas eletrônicas e chegando a sistemas online, o que facilita o processo para todas as partes envolvidas.

No Brasil, por exemplo, a Bovespa disponibiliza e-Bookbuilding, ferramenta para a apuração de intenções de compra de ativos via Internet. Este sistema permite a realização de processos de bookbuilding de colocações primárias ou secundárias de ações, debêntures, notas promissórias e quotas de fundos.

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Bookbuilding: entenda como funciona o procedimento de precificação de novas ofertas

Equipe InfoMoney, 09/12/05



SÃO PAULO - O bom desempenho do mercado de ações nos últimos anos trouxe de volta, para muitas empresas, a possibilidade de abrir seu capital em Bolsa. E com novas ofertas de ações, alguns termos, a grande maioria dos quais técnicos ou específicos a este mercado, voltaram a ser usados de forma mais intensa. Um deles é o bookbuilding.

O bookbuilding, em poucas palavras, pode ser descrito como o processo no qual o coordenador da oferta avalia, junto aos investidores, a demanda pela operação. O nome vem do inglês e representa bem o processo, que é efetivamente montar o livro de ofertas da transação.

Exemplo prático
Um exemplo simples pode ilustrar o processo. Baseado na avaliação da empresa e das condições de mercado, o coordenador da oferta determina um intervalo inicial para o preço de lançamento entre R$ 10 e R$ 15 por ação. Resta agora saber se os investidores estão interessados e, mais importante, a qual preço.

Através de consultas a investidores institucionais, como gestores de recursos, fundos de pensão, seguradoras e outros, o coordenador pode obter esta informação. Vamos considerar como exemplo uma oferta de R$ 500 milhões, e uma consulta a 100 investidores institucionais.

Cada investidor indica, formal ou informalmente, quantas ações ele quer comprar e qual o preço que está disposto a pagar. O coordenador tabula estas informações por ordem crescente de preço, de forma a obter qual seria a quantidade acumulada a determinado preço. Por exemplo, se somente dez investidores colocaram ordens de 2 milhões de ações cada a R$ 15,00 por ação, este não deve ser o preço da oferta.

Isso ocorre pois o total de ordens seria de 20 milhões de ações, com um total de R$ 300 milhões - que fica abaixo dos R$ 500 milhões que estão sendo ofertados. A solução é baixar o preço, de forma que outros investidores participem da oferta. Assim, o coordenador analisa o livro de oferta e atinge o patamar de preço pelo qual R$ 500 milhões possam ser vendidos confortavelmente.

Etapas do processo
O processo passa
por diversas etapas, começando pela definição de quais investidores institucionais serão contatados e do intervalo de preço da oferta. Em geral, esta fase é seguida de um roadshow, que consiste em uma série de apresentações para potenciais investidores. O passo seguinte é obter as indicações de preço e quantidade dos investidores.

Com a aproximação da data de precificação e início das negociações, o coordenador busca obter o número exato de ações que cada investidor institucional quer. Obtendo estas informações, o coordenador e a companhia, geralmente um dia antes do início das negociações, decidem qual será o preço por ação da oferta.

Procedimento vale para renda fixa e variável
Este procedimento é utilizado tanto para ofertas de ações como também para emissões de títulos de renda fixa, como debêntures, Eurobonds, bônus globais e outros. O ponto em comum é sempre o mesmo: identificar a que preço a quantidade de títulos oferecidos pode ser vendida de forma que a operação seja bem sucedida.

O processo, que antigamente era manual, com listas de papel no qual o interesse dos investidores era anotado a lápis, foi se sofisticando, passando pelo uso de planilhas eletrônicas e chegando a sistemas online, o que facilita o processo para todas as partes envolvidas.

No Brasil, por exemplo, a Bovespa disponibiliza e-Bookbuilding, ferramenta para a apuração de intenções de compra de ativos via Internet. Este sistema permite a realização de processos de bookbuilding de colocações primárias ou secundárias de ações, debêntures, notas promissórias e quotas de fundos.

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Vendo 2006 favorável, SLW recomenda compra das ações da Vale

Por: Olivia Costa Alonso
09/12/05 - 16h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de uma reunirão com representantes da Vale do Rio Doce, os analistas da corretora SLW comentam a atual situação do setor de mineração, as perspectivas da empresa para 2006 e reiteram a recomendação de compra das ações da Vale, acreditando, porém, em uma volatilidade dos preços de tais papéis no curto prazo.

Os representantes da companhia afirmaram que o setor passará por um momento favorável em 2006 e, possivelmente, em 2007, se a demanda permanecer aquecida como têm sido neste ano.

China e Índia devem aquecer o setor
Neste ano, o crescimento da China foi um dos fatores que favoreceu o setor e dados mais recentes apontam para a continuidade da forte demanda por minério de ferro nos próximos meses. No acumulado de 2005, as importações chinesas somam R$ 225 milhões até o mês de outubro, o que corresponde a um aumento de 32,5% em relação aos dez primeiros meses do ano anterior.

No mesmo sentido, os analistas destacam que a Índia poderá se tornar uma potencial consumidora de aço, já que as perspectivas são de maior crescimento do país nos próximos anos, mostrando, portanto, grande potencial sobre o mercado transoceânico de minério de ferro.

Preços devem subir
Além disso, a Vale afirmou que fará investimentos que deverão elevar a produção em cerca de 20 milhões de toneladas em 2005 e 20 milhões em 2006. Atualmente o setor é caracterizado por um desequilíbrio entre a demanda e a oferta em função da limitação que enfrenta para ampliar sua capacidade em curto prazo.

Assim, mesmo com incremento da produção, as expectativas são de que não haja capacidade ociosa de produção do minério de ferro por mais algum tempo. Dessa forma, a continuidade deste cenário de demanda apertada e maior do que a oferta deverá influenciar as decisões em negociações de preços para 2006, levando a um reajuste positivo.

Interesse estratégico
A corretora comenta também a intenção da Vale de adquirir a Brasil Ferrovias, já que a empresa de transporte ferroviário atua em uma região estratégica para o escoamento da produção da mineradora, o que criaria sinergia para suas operações.

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Vendo 2006 favorável, SLW recomenda compra das ações da Vale

Por: Olivia Costa Alonso
09/12/05 - 16h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de uma reunirão com representantes da Vale do Rio Doce, os analistas da corretora SLW comentam a atual situação do setor de mineração, as perspectivas da empresa para 2006 e reiteram a recomendação de compra das ações da Vale, acreditando, porém, em uma volatilidade dos preços de tais papéis no curto prazo.

Os representantes da companhia afirmaram que o setor passará por um momento favorável em 2006 e, possivelmente, em 2007, se a demanda permanecer aquecida como têm sido neste ano.

China e Índia devem aquecer o setor
Neste ano, o crescimento da China foi um dos fatores que favoreceu o setor e dados mais recentes apontam para a continuidade da forte demanda por minério de ferro nos próximos meses. No acumulado de 2005, as importações chinesas somam R$ 225 milhões até o mês de outubro, o que corresponde a um aumento de 32,5% em relação aos dez primeiros meses do ano anterior.

No mesmo sentido, os analistas destacam que a Índia poderá se tornar uma potencial consumidora de aço, já que as perspectivas são de maior crescimento do país nos próximos anos, mostrando, portanto, grande potencial sobre o mercado transoceânico de minério de ferro.

Preços devem subir
Além disso, a Vale afirmou que fará investimentos que deverão elevar a produção em cerca de 20 milhões de toneladas em 2005 e 20 milhões em 2006. Atualmente o setor é caracterizado por um desequilíbrio entre a demanda e a oferta em função da limitação que enfrenta para ampliar sua capacidade em curto prazo.

Assim, mesmo com incremento da produção, as expectativas são de que não haja capacidade ociosa de produção do minério de ferro por mais algum tempo. Dessa forma, a continuidade deste cenário de demanda apertada e maior do que a oferta deverá influenciar as decisões em negociações de preços para 2006, levando a um reajuste positivo.

Interesse estratégico
A corretora comenta também a intenção da Vale de adquirir a Brasil Ferrovias, já que a empresa de transporte ferroviário atua em uma região estratégica para o escoamento da produção da mineradora, o que criaria sinergia para suas operações.

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Análise para o dia 12 de dezembro

Análise para 12 de dezembro

   Ibovespa fecha em alta de 1,36% com 32.921 pontos e volume financeiro de 1,34 bilhão. No intraday (60 minutos) recuperou a MM21 que havia sido perdida no fechamento de quarta. Para esta segunda, possui resistência em 32.997 pontos e no rompimento dela, voltará à tendência de alta intraday também pelo cruzamento das MM21/5 (gráfico de 60 min). No semanal formou um candle de indecisão sobre resistência (linha vermelha tracejada) e o Topo Histórico, portanto é importante que o Ibovespa não perca a mínima da semana em 32.476. Gráfico semanal do Ibovespa.

   SDIA4 - Fecha em queda de 3,27% com volume alto nos últimos 30 minutos de pregão, quando perdeu suporte de 6,05. Com a perda deste suporte, deixa a tendência de alta no curto prazo e entra em tendência indefinida, dentro de um triângulo simétrico. Evitar novas compras. Suporte em 5,65.

   ARCZ6 - Alta de 3,32% com volume de 19% abaixo da média diária. Deverá encontrar resistência em 9,15 e poderá gerar compra ao romper 9,38, onde confirmará pivot de alta no semanal. Aguardar melhor ponto de compra.

   BRKM5 - Ativo está no suporte do estocástico e suporte de 61,8% do fibo. O rompimento com volume da LTB com início em 28/11/05 pode gerar uma compra arrojada. A compra conservadora acontece somente no rompimento de 21,40.

   BBDC4 - Logo na abertura perdeu os 70 reais que trabalhavam como suporte e agora são a resistência. No diário formou um martelo imperfeito após tocar a MM21 em 67,65, indicando existir um suporte nesta região. Aguardar melhor ponto de compra.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
EMBR3, LIGH3, TLPP4, TMCP3

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
COCE5, RPSA4

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
CMET4, ELET6, ITAU4, LAME4


Download do metastock de 9 de dezembro
Clique aqui


Veja mais detalhes das operações aqui mencionadas em nosso site
www.cjb.com.br

 

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Análise para o dia 12 de dezembro

Análise para 12 de dezembro

   Ibovespa fecha em alta de 1,36% com 32.921 pontos e volume financeiro de 1,34 bilhão. No intraday (60 minutos) recuperou a MM21 que havia sido perdida no fechamento de quarta. Para esta segunda, possui resistência em 32.997 pontos e no rompimento dela, voltará à tendência de alta intraday também pelo cruzamento das MM21/5 (gráfico de 60 min). No semanal formou um candle de indecisão sobre resistência (linha vermelha tracejada) e o Topo Histórico, portanto é importante que o Ibovespa não perca a mínima da semana em 32.476. Gráfico semanal do Ibovespa.

   SDIA4 - Fecha em queda de 3,27% com volume alto nos últimos 30 minutos de pregão, quando perdeu suporte de 6,05. Com a perda deste suporte, deixa a tendência de alta no curto prazo e entra em tendência indefinida, dentro de um triângulo simétrico. Evitar novas compras. Suporte em 5,65.

   ARCZ6 - Alta de 3,32% com volume de 19% abaixo da média diária. Deverá encontrar resistência em 9,15 e poderá gerar compra ao romper 9,38, onde confirmará pivot de alta no semanal. Aguardar melhor ponto de compra.

   BRKM5 - Ativo está no suporte do estocástico e suporte de 61,8% do fibo. O rompimento com volume da LTB com início em 28/11/05 pode gerar uma compra arrojada. A compra conservadora acontece somente no rompimento de 21,40.

   BBDC4 - Logo na abertura perdeu os 70 reais que trabalhavam como suporte e agora são a resistência. No diário formou um martelo imperfeito após tocar a MM21 em 67,65, indicando existir um suporte nesta região. Aguardar melhor ponto de compra.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
EMBR3, LIGH3, TLPP4, TMCP3

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
COCE5, RPSA4

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
CMET4, ELET6, ITAU4, LAME4


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Sexta-feira, Dezembro 9

Minério de ferro: siderúrgicas e mineradoras discutem os reajustes de olho na China

Por: Cauê Todeschini de Assunção
08/12/05 - 11h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A China deve ser a principal variável considerada nas negociações para a definição dos preços do minério de ferro no próximo ano, conforme vem sendo veiculado pelas principais agências de notícias do país recentemente.

Geralmente, o mercado costuma orientar a definição dos preços pelo fechamento do primeiro contrato entre uma grande mineradora e uma siderúrgica, que normalmente é da Europa ou do Japão.

Para esse ano, no entanto, a expectativa é de que uma siderúrgica chinesa feche o primeiro contrato de fornecimento da matéria-prima, o que seria um marco para a indústria local. Porém, é importante ressaltar que as conversas entre siderúrgicas e mineradoras tiveram início há apenas algumas semanas e ainda devem adentrar os primeiros meses de 2006.

Pistas em relação aos preços?
Apesar das especulações apontarem para a desaceleração do crescimento no próximo ano e a limitação da produção no país, o que se verifica no mercado chinês é que apenas nesse ano, algo em torno de 100 milhões de toneladas por ano será adicionado à produção local.

Além disso, apesar da forte queda nos últimos meses, o preço do minério de ferro nos mercados spot ainda se situa próximo ao verificado nos grandes contratos de fornecimento.

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Minério de ferro: siderúrgicas e mineradoras discutem os reajustes de olho na China

Por: Cauê Todeschini de Assunção
08/12/05 - 11h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A China deve ser a principal variável considerada nas negociações para a definição dos preços do minério de ferro no próximo ano, conforme vem sendo veiculado pelas principais agências de notícias do país recentemente.

Geralmente, o mercado costuma orientar a definição dos preços pelo fechamento do primeiro contrato entre uma grande mineradora e uma siderúrgica, que normalmente é da Europa ou do Japão.

Para esse ano, no entanto, a expectativa é de que uma siderúrgica chinesa feche o primeiro contrato de fornecimento da matéria-prima, o que seria um marco para a indústria local. Porém, é importante ressaltar que as conversas entre siderúrgicas e mineradoras tiveram início há apenas algumas semanas e ainda devem adentrar os primeiros meses de 2006.

Pistas em relação aos preços?
Apesar das especulações apontarem para a desaceleração do crescimento no próximo ano e a limitação da produção no país, o que se verifica no mercado chinês é que apenas nesse ano, algo em torno de 100 milhões de toneladas por ano será adicionado à produção local.

Além disso, apesar da forte queda nos últimos meses, o preço do minério de ferro nos mercados spot ainda se situa próximo ao verificado nos grandes contratos de fornecimento.

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Quinta-feira, Dezembro 8

Como ganhar dinheiro com a análise gráfica

Mara Luquet, Valor Online

Um retângulo, você sabe, é uma figura geométrica, um quadrilátero cujos ângulos são retos. Mas quando o analista técnico olha um retângulo, pode enxergar uma estrela cadente, um homem enforcado, um mulher grávida, um martelo e muito mais. Para o analista, a metáfora pode render muito na Bolsa de Valores. Num gráfico com histórico do preço de ações, uma seqüência de retas com um retângulo ao final (forma que os analistas chamam de estrela cadente) sinaliza tendência de alta.

Um homem enforcado (uma reta com um retângulo na ponta) mostra que o mercado abriu e negocia próximo da cotação máxima. Já a mulher grávida (uma seqüência de retas, um retângulo na vertical seguido de outro na horizontal) mostra que há equilíbrio entre compradores e vendedores e que a tendência predominante perdeu força. Cuidado com o martelo (uma reta com um retângulo na horizontal na ponta): mercado tendendo a baixa.

Há outras formas. Elas estão bem explicadas, com figuras e textos leves para um autor cuja formação é computação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), no livro recém-lançado pela editora Saraiva "Comprar ou Vender? Como Investir na Bolsa Utilizando a Análise Gráfica".

Eduardo Matsura, o autor, além da formação pelo ITA, possui MBA em finanças pelo Ibmec São Paulo, é analista credenciado pela Comissão de Valores Mobiliários e dirige a CMA Educacional, unidade de negócios do grupo CMA que presta serviços de treinamento para investidores e "traders". Matsura conseguiu escrever um livro que está ao alcance de qualquer investidor que se interessa pelo mercado de ações. Sua tradução do mundo da análise gráfica para o público em geral é extremamente bem-sucedida e vem preencher um vácuo.

A análise gráfica é um dos caminhos que os investidores trilham atrás das boas oportunidades de negócios com ações. O outro é a análise fundamentalista. A diferença é que os primeiros vasculham o histórico de preços das ações, enquanto os fundamentalistas se preocupam em conhecer a empresa em profundidade.

Por trás de cada ordem de compra e venda de ações há uma pessoa com motivações e expectativas que influenciam sua decisão. Os analistas fundamentalistas enxergam a empresa, seus diretores, sua receita, lucro, dividendos e projeção de crescimento. Já os analistas técnicos não querem saber nem mesmo o nome da empresa; eles só enxergam o gráfico.

Matsura conta que, no início do século passado, Charles Dow estudou o histórico de índices, que refletiam o comportamento médio diário das Bolsas. "Ele observou que o mercado não é aleatório, que há uma lógica nos seus movimentos; e constatou que se move segundo tendências." Essas tendências podem ser identificadas por meio de gráficos que contêm toda a informação relevante. "Para se dar bem no mercado, o investidor os utiliza para identificar uma tendência e investir a seu favor", diz.

 


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Como ganhar dinheiro com a análise gráfica

Mara Luquet, Valor Online

Um retângulo, você sabe, é uma figura geométrica, um quadrilátero cujos ângulos são retos. Mas quando o analista técnico olha um retângulo, pode enxergar uma estrela cadente, um homem enforcado, um mulher grávida, um martelo e muito mais. Para o analista, a metáfora pode render muito na Bolsa de Valores. Num gráfico com histórico do preço de ações, uma seqüência de retas com um retângulo ao final (forma que os analistas chamam de estrela cadente) sinaliza tendência de alta.

Um homem enforcado (uma reta com um retângulo na ponta) mostra que o mercado abriu e negocia próximo da cotação máxima. Já a mulher grávida (uma seqüência de retas, um retângulo na vertical seguido de outro na horizontal) mostra que há equilíbrio entre compradores e vendedores e que a tendência predominante perdeu força. Cuidado com o martelo (uma reta com um retângulo na horizontal na ponta): mercado tendendo a baixa.

Há outras formas. Elas estão bem explicadas, com figuras e textos leves para um autor cuja formação é computação no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), no livro recém-lançado pela editora Saraiva "Comprar ou Vender? Como Investir na Bolsa Utilizando a Análise Gráfica".

Eduardo Matsura, o autor, além da formação pelo ITA, possui MBA em finanças pelo Ibmec São Paulo, é analista credenciado pela Comissão de Valores Mobiliários e dirige a CMA Educacional, unidade de negócios do grupo CMA que presta serviços de treinamento para investidores e "traders". Matsura conseguiu escrever um livro que está ao alcance de qualquer investidor que se interessa pelo mercado de ações. Sua tradução do mundo da análise gráfica para o público em geral é extremamente bem-sucedida e vem preencher um vácuo.

A análise gráfica é um dos caminhos que os investidores trilham atrás das boas oportunidades de negócios com ações. O outro é a análise fundamentalista. A diferença é que os primeiros vasculham o histórico de preços das ações, enquanto os fundamentalistas se preocupam em conhecer a empresa em profundidade.

Por trás de cada ordem de compra e venda de ações há uma pessoa com motivações e expectativas que influenciam sua decisão. Os analistas fundamentalistas enxergam a empresa, seus diretores, sua receita, lucro, dividendos e projeção de crescimento. Já os analistas técnicos não querem saber nem mesmo o nome da empresa; eles só enxergam o gráfico.

Matsura conta que, no início do século passado, Charles Dow estudou o histórico de índices, que refletiam o comportamento médio diário das Bolsas. "Ele observou que o mercado não é aleatório, que há uma lógica nos seus movimentos; e constatou que se move segundo tendências." Essas tendências podem ser identificadas por meio de gráficos que contêm toda a informação relevante. "Para se dar bem no mercado, o investidor os utiliza para identificar uma tendência e investir a seu favor", diz.

 


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SETOR PETROQUÍMICO - perspectivas

(Lopes Filho & Associados, 08 de dezembro de 2005)

 

No início deste ano, os fundamentos indicavam que este seria um bom período para as margens da indústria petroquímica, que entraria no chamado fly-up, ou pico de lucratividade, o qual se estenderia até 2006/07.

 

Pois bem, ao longo de 2005 este cenário não se confirmou, pelo menos para a indústria local, uma vez que no mercado internacional as margens obtidas nas resinas configuram um cenário de ciclo de alta, embora abaixo do que era esperado.

 

No mercado europeu, a margem média da resina PEBD deve ficar em US$ 484/t em 2005, acima dos US$ 437/t verificados em 2004 e dos US$ 291/t obtida em 2003. A pergunta é o que ocasionou o comportamento verificado ao longo de 2005, já que os fundamentos pelo lado da oferta apontavam, e continuam sinalizando, um ambiente de margens elevadas.

 

Em diversos Relatórios comentamos o comportamento de formação de estoques, em especial no mercado chinês, a partir de final de 2004, provocando oscilações bruscas nos preços das resinas, reduções que foram acompanhadas no mercado interno.

 

Outro elemento importante refere-se à forte alta do preço do petróleo, que pressionou sensivelmente o custo da nafta.

 

Contudo, quando observa-se a relação Nafta/Brent, nota-se que em 2005 deve situar-se em 8,7, a mais baixa dos últimos 5 anos, cuja média foi de 9,4, indicando a dificuldade do repasse da alta da nafta ao longo da cadeia petroquímica.

 

No mercado interno pode-se somar aos fatores citados o menor crescimento da atividade econômica e a apreciação cambial, visto que os preços do setor são formados com base nas cotações internacionais.

 

 

O que esperar para o 4o tri/05 e 2006?

 

Não acreditamos em recuperação relevante nas margens no último trimestre do ano.

 

No cenário internacional observa-se que os spreads ainda não se recuperaram da forma esperada, observando a evolução negativa do mercado asiático nas últimas semanas.

 

No cenário interno acreditamos que a combinação da apreciação cambial, a realização de estoques de matéria-prima formados a preços ainda elevados, o nível de vendas pouco aquecidas (em função da sazonalidade desta época do ano) e a possibilidade de aumento das importações poderão impedir um desempenho mais favorável das empresas do setor.

 

O aspecto positivo refere-se aos preços médio do 4o tri/05 que devem apresentar crescimento em relação ao trimestre anterior, possibilitando pequena recuperação nas margens.

 

Para o próximo ano, observando apenas os fundamentos pelo lado da oferta, o cenário é positivo para o setor, dado o equilíbrio existente entre a oferta e demanda por petroquímico previsto até 2008.

 

Contudo, para que as previsões sejam confirmadas, será importante o comportamento da atividade econômica, do câmbio e dos preços do petróleo.

 

Igualmente, deve-se lembrar a entrada da Rio Polímeros.

 

Neste sentido, acreditamos em recuperação gradual das margens ao longo de 2006, porém não esperamos que alcancem os patamares estimados anteriormente.

 

 

Nas próximas semanas estaremos revendo nossas estimativas para as empresas do setor.

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SETOR PETROQUÍMICO - perspectivas

(Lopes Filho & Associados, 08 de dezembro de 2005)

 

No início deste ano, os fundamentos indicavam que este seria um bom período para as margens da indústria petroquímica, que entraria no chamado fly-up, ou pico de lucratividade, o qual se estenderia até 2006/07.

 

Pois bem, ao longo de 2005 este cenário não se confirmou, pelo menos para a indústria local, uma vez que no mercado internacional as margens obtidas nas resinas configuram um cenário de ciclo de alta, embora abaixo do que era esperado.

 

No mercado europeu, a margem média da resina PEBD deve ficar em US$ 484/t em 2005, acima dos US$ 437/t verificados em 2004 e dos US$ 291/t obtida em 2003. A pergunta é o que ocasionou o comportamento verificado ao longo de 2005, já que os fundamentos pelo lado da oferta apontavam, e continuam sinalizando, um ambiente de margens elevadas.

 

Em diversos Relatórios comentamos o comportamento de formação de estoques, em especial no mercado chinês, a partir de final de 2004, provocando oscilações bruscas nos preços das resinas, reduções que foram acompanhadas no mercado interno.

 

Outro elemento importante refere-se à forte alta do preço do petróleo, que pressionou sensivelmente o custo da nafta.

 

Contudo, quando observa-se a relação Nafta/Brent, nota-se que em 2005 deve situar-se em 8,7, a mais baixa dos últimos 5 anos, cuja média foi de 9,4, indicando a dificuldade do repasse da alta da nafta ao longo da cadeia petroquímica.

 

No mercado interno pode-se somar aos fatores citados o menor crescimento da atividade econômica e a apreciação cambial, visto que os preços do setor são formados com base nas cotações internacionais.

 

 

O que esperar para o 4o tri/05 e 2006?

 

Não acreditamos em recuperação relevante nas margens no último trimestre do ano.

 

No cenário internacional observa-se que os spreads ainda não se recuperaram da forma esperada, observando a evolução negativa do mercado asiático nas últimas semanas.

 

No cenário interno acreditamos que a combinação da apreciação cambial, a realização de estoques de matéria-prima formados a preços ainda elevados, o nível de vendas pouco aquecidas (em função da sazonalidade desta época do ano) e a possibilidade de aumento das importações poderão impedir um desempenho mais favorável das empresas do setor.

 

O aspecto positivo refere-se aos preços médio do 4o tri/05 que devem apresentar crescimento em relação ao trimestre anterior, possibilitando pequena recuperação nas margens.

 

Para o próximo ano, observando apenas os fundamentos pelo lado da oferta, o cenário é positivo para o setor, dado o equilíbrio existente entre a oferta e demanda por petroquímico previsto até 2008.

 

Contudo, para que as previsões sejam confirmadas, será importante o comportamento da atividade econômica, do câmbio e dos preços do petróleo.

 

Igualmente, deve-se lembrar a entrada da Rio Polímeros.

 

Neste sentido, acreditamos em recuperação gradual das margens ao longo de 2006, porém não esperamos que alcancem os patamares estimados anteriormente.

 

 

Nas próximas semanas estaremos revendo nossas estimativas para as empresas do setor.

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Resultado da Oferta da Tractebel

O bookbuilding da Oferta, realizado em 07/12/2005, fixou o preço em R$ 13,00 por ação. Os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 4.000,00. Sobre o valor excedente a R$ 4.000,00, foi aplicado o rateio de 16,95%. A liquidação financeira será realizada no dia 13/12.Exemplo de rateio: um investidor que tenha feito uma reserva R$ 12.000,00, receberá R$ 5.356,00, resultado da soma de R$ 4.000,00 com R$ 1.356,00 (16,95% aplicado sobre o excedente R$ 8.000,00).

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Resultado da Oferta da Tractebel

O bookbuilding da Oferta, realizado em 07/12/2005, fixou o preço em R$ 13,00 por ação. Os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 4.000,00. Sobre o valor excedente a R$ 4.000,00, foi aplicado o rateio de 16,95%. A liquidação financeira será realizada no dia 13/12.Exemplo de rateio: um investidor que tenha feito uma reserva R$ 12.000,00, receberá R$ 5.356,00, resultado da soma de R$ 4.000,00 com R$ 1.356,00 (16,95% aplicado sobre o excedente R$ 8.000,00).

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Análise para o dia 9 de dezembro

Análise para 9 de dezembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,84% com 32.480 pontos e volume financeiro de 1,94 bilhão. Fechou praticamente na mínima do dia puxado pelo setor bancário e elétrico. O IFR do Ibovespa já está perdendo LTA e o parabólico que indica compra desde o final de outubro poderá indicar venda. Uma correção até os 32.000 pontos (espaço de realização de 1,47% em relação ao fechamento desta quinta) ainda pode ser considerado normal dentro da tendência de alta. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Fechou perigosamente na mínima do dia sobre LTA com início em 16/06/05 e sobre o último fundo de 21,45 do intraday. Comprados ainda podem manter posição, mas evitar novas compras, principalmente com opções já que faltam apenas 7 dias úteis para o vencimento da série L.

   VALE5 - Com esta quinta queda seguida, o IFR está muito próximo do suporte de 40 pontos que vem sendo respeitado desde junho deste ano. No ponto 1 foi gerada a compra um pouco depois de perder LTA (em vinho com início em 27/06/05) e ao formar um harami sobre fibo de 38,2 e suporte de 40 do IFR. No ponto 2 ela tem uma situação parecida, testando suporte do IFR e fundo anterior. No rompimento da máxima desta quinta pode ser feita um swing trade arrojado (risco/retorno favorável) com objetivo em 87 e stop na mínima do dia. A perda deste fundo projeta realização até 74 reais.

   ITSA4 - Queda de 5,4% com volume um pouco acima da média diária. Está perdendo LTA com início em 20/10/05, perdendo a MM21 do diário e acionando o stop do parabólico. Possui agora como suporte 7,25, e sua perda projeta realização até 6,80.

   TMCP4 - Alta de 5,17% com volume de 4% acima da média diária. Este é um tipo de ativo favorável para trades curtos e compras em suporte. No momento está próximo de testar forte resistência em 4,70. Evitar compras (risco/retorno desfavorável).

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
ARCZ6, BNCA3, CMET4, CRUZ3, FFTL4, FJTA4, GOAU4, MAGS5, MNDL4, TBLE3

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CMIG3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BBDC3, CMIG4, COCE5, CTAX4, CYRE3, EBTP4, ITSA4, KLBN4, SUZB5


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Análise para o dia 9 de dezembro

Análise para 9 de dezembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,84% com 32.480 pontos e volume financeiro de 1,94 bilhão. Fechou praticamente na mínima do dia puxado pelo setor bancário e elétrico. O IFR do Ibovespa já está perdendo LTA e o parabólico que indica compra desde o final de outubro poderá indicar venda. Uma correção até os 32.000 pontos (espaço de realização de 1,47% em relação ao fechamento desta quinta) ainda pode ser considerado normal dentro da tendência de alta. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Fechou perigosamente na mínima do dia sobre LTA com início em 16/06/05 e sobre o último fundo de 21,45 do intraday. Comprados ainda podem manter posição, mas evitar novas compras, principalmente com opções já que faltam apenas 7 dias úteis para o vencimento da série L.

   VALE5 - Com esta quinta queda seguida, o IFR está muito próximo do suporte de 40 pontos que vem sendo respeitado desde junho deste ano. No ponto 1 foi gerada a compra um pouco depois de perder LTA (em vinho com início em 27/06/05) e ao formar um harami sobre fibo de 38,2 e suporte de 40 do IFR. No ponto 2 ela tem uma situação parecida, testando suporte do IFR e fundo anterior. No rompimento da máxima desta quinta pode ser feita um swing trade arrojado (risco/retorno favorável) com objetivo em 87 e stop na mínima do dia. A perda deste fundo projeta realização até 74 reais.

   ITSA4 - Queda de 5,4% com volume um pouco acima da média diária. Está perdendo LTA com início em 20/10/05, perdendo a MM21 do diário e acionando o stop do parabólico. Possui agora como suporte 7,25, e sua perda projeta realização até 6,80.

   TMCP4 - Alta de 5,17% com volume de 4% acima da média diária. Este é um tipo de ativo favorável para trades curtos e compras em suporte. No momento está próximo de testar forte resistência em 4,70. Evitar compras (risco/retorno desfavorável).

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
ARCZ6, BNCA3, CMET4, CRUZ3, FFTL4, FJTA4, GOAU4, MAGS5, MNDL4, TBLE3

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CMIG3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
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Quarta-feira, Dezembro 7

Análise para o dia 7 de dezembro

Análise para 7 de dezembro

   Ibovespa fecha em alta de 1,6% com 33.233 pontos e volume financeiro de 2,52 bilhões. Está confirmando pela terceira vez no mês recorde de pontuação, desta vez com volume maior do que as anteriores. O desempenho do Ibovespa só não foi melhor devido às quedas do setor de mineração (VALE5, BRAP4 e CMET4). No intraday possui resistência em 33450 pontos e no diário em 33.850 pontos. Gráfico do Ibovespa.


   EBTP4 - Alta de 4,02% com volume de 57% acima da média diária. Aguardando confirmação nesta quarta-feira do rompimento do triângulo ascendente, podendo gerar nova entrada com objetivo no médio prazo.

   NETC4 - Alta de 6,86% com volume de 96% acima da média diária. Está confirmando o rompimento da resistência no diário e possui como objetivo no médio prazo 1,37. Suporte 1,03.

   TRPL4 - Continua em congestão, próximo à LTA com início em 26/07/05 e próximo de romper a LTB com início em 03/11/05. Aguardar melhor ponto de compra.

   GOAU4 - Rompendo TH com bom volume e sem sinais de divergência pelo IFR e OBV. Comprados podem manter posição, mas evitar novas compras (risco/retorno desfavorável).

   LAME4 - Demonstrando através dos últimos candles estar sentindo esta resistência do TH. Comprados podem manter posição, o ativo ainda continua interessante acima de 60 reais. Aguardar melhor momento para novas compras.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
CPSL3, CTAX4, CTNM4, CYRE3, ELET3, ETER3, GOAU4, GOLL4, GRND3, MYPK4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
ELET6, EMBR4, SUZB5, TNCP4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRAP4, ENBR3, LAME4, TLPP4


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Análise para o dia 7 de dezembro

Análise para 7 de dezembro

   Ibovespa fecha em alta de 1,6% com 33.233 pontos e volume financeiro de 2,52 bilhões. Está confirmando pela terceira vez no mês recorde de pontuação, desta vez com volume maior do que as anteriores. O desempenho do Ibovespa só não foi melhor devido às quedas do setor de mineração (VALE5, BRAP4 e CMET4). No intraday possui resistência em 33450 pontos e no diário em 33.850 pontos. Gráfico do Ibovespa.


   EBTP4 - Alta de 4,02% com volume de 57% acima da média diária. Aguardando confirmação nesta quarta-feira do rompimento do triângulo ascendente, podendo gerar nova entrada com objetivo no médio prazo.

   NETC4 - Alta de 6,86% com volume de 96% acima da média diária. Está confirmando o rompimento da resistência no diário e possui como objetivo no médio prazo 1,37. Suporte 1,03.

   TRPL4 - Continua em congestão, próximo à LTA com início em 26/07/05 e próximo de romper a LTB com início em 03/11/05. Aguardar melhor ponto de compra.

   GOAU4 - Rompendo TH com bom volume e sem sinais de divergência pelo IFR e OBV. Comprados podem manter posição, mas evitar novas compras (risco/retorno desfavorável).

   LAME4 - Demonstrando através dos últimos candles estar sentindo esta resistência do TH. Comprados podem manter posição, o ativo ainda continua interessante acima de 60 reais. Aguardar melhor momento para novas compras.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
CPSL3, CTAX4, CTNM4, CYRE3, ELET3, ETER3, GOAU4, GOLL4, GRND3, MYPK4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
ELET6, EMBR4, SUZB5, TNCP4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRAP4, ENBR3, LAME4, TLPP4


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Segunda-feira, Dezembro 5

Análise para o dia 6 de dezembro

Análise para 6 de dezembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,40% com 32.701 pontos e volume financeiro de 1,53 bilhão. O grande destaque do dia ficou por conta do setor de telecomunicações apresentando muita força compradora no leilão de abertura, o que provocou grandes GAP's no diário. Somente TCOC4, TLCP4 e SUBA3 continuaram com o GAP aberto. Ibovespa teve um dia de baixa volatilidade e apesar da queda, os vendidos tiveram pouca força, inclusive perdendo a disputa na última hora de pregão. No diário continua tentando o rompimento da resistência marcada pela linha vermelha tracejada. Gráfico do Ibovespa.


   VALE5 - No intraday (60 minutos), apresentou candles com fechamentos cada vez mais baixos, mas encerrou o dia com um martelo sobre LTA com início em 21/10. Ainda no intraday possui suporte mais forte em 83,60. No diário continua respeitando a MM21 como suporte.

   BRKM5 - Queda de 2,34% com volume um pouco acima da média diária. No intraday respeitou o suporte de 19,00 e no diário possui suporte em 18,78. Comprados podem manter posição, mas evitar novas compras.

   TCOC4 - Abertura com GAP no diário muito grande que ficou próximo de ser fechado ao encerrar o dia negociado na mínima do dia. Mesmo assim, apresentou alta de 8,16% e volume 481% superior à média diária. Risco/retorno desfavorável.

   PCAR4 - Em tendência primária indefinida, secundária e terciária de alta. Está próximo de testar TH em 79 reais. IMV-4 indicando que as últimas altas foram sem volume. Aguardar rompimento de TH para abrir novas posições.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BRAP4, DASA3, DURA4, GGBR3, ITAU4, LAME4, LIGH3, SBSP3

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
AMBV4, CSNA3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRTO3, EBTP4, TCSL3


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Análise para o dia 6 de dezembro

Análise para 6 de dezembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,40% com 32.701 pontos e volume financeiro de 1,53 bilhão. O grande destaque do dia ficou por conta do setor de telecomunicações apresentando muita força compradora no leilão de abertura, o que provocou grandes GAP's no diário. Somente TCOC4, TLCP4 e SUBA3 continuaram com o GAP aberto. Ibovespa teve um dia de baixa volatilidade e apesar da queda, os vendidos tiveram pouca força, inclusive perdendo a disputa na última hora de pregão. No diário continua tentando o rompimento da resistência marcada pela linha vermelha tracejada. Gráfico do Ibovespa.


   VALE5 - No intraday (60 minutos), apresentou candles com fechamentos cada vez mais baixos, mas encerrou o dia com um martelo sobre LTA com início em 21/10. Ainda no intraday possui suporte mais forte em 83,60. No diário continua respeitando a MM21 como suporte.

   BRKM5 - Queda de 2,34% com volume um pouco acima da média diária. No intraday respeitou o suporte de 19,00 e no diário possui suporte em 18,78. Comprados podem manter posição, mas evitar novas compras.

   TCOC4 - Abertura com GAP no diário muito grande que ficou próximo de ser fechado ao encerrar o dia negociado na mínima do dia. Mesmo assim, apresentou alta de 8,16% e volume 481% superior à média diária. Risco/retorno desfavorável.

   PCAR4 - Em tendência primária indefinida, secundária e terciária de alta. Está próximo de testar TH em 79 reais. IMV-4 indicando que as últimas altas foram sem volume. Aguardar rompimento de TH para abrir novas posições.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BRAP4, DASA3, DURA4, GGBR3, ITAU4, LAME4, LIGH3, SBSP3

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
AMBV4, CSNA3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRTO3, EBTP4, TCSL3


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Sábado, Dezembro 3

Análise para o dia 5 de dezembro

Análise para 5 de dezembro

   Ibovespa fecha em alta de 0,66% com 32.832 pontos e volume financeiro de 1,6 bilhão. Confirmou novamente nesta sexta rompimento de TH, desta vez com volume próximo à média diária. No intraday trabalhou numa estreita faixa durante o dia inteiro, com máxima e mínima definidas na primeira hora de pregão. No diário está conseguindo romper resistência da linha vermelha e possui como objetivo os 34.000 pontos na linha cinza. Gráfico do Ibovespa.


   BBAS3 - Alta de 6,32% com volume 80% acima da média diária. Com o harami de alta formado no diário na quinta, o ativo rompeu LTB nesta sexta logo na primeira hora de pregão confirmando compra com objetivo inicial em 44,15.

   PTIP4 - Alta de 4,85% com volume de 182% acima da média diária. Está confirmando pivot de alta no semanal com objetivos em 30.99, 33.84, 37.34 e 43.01 e stop em 22,66.

   WEGE4 - Ativo em tendência indefinida no curto e médio prazo, está ameaçando rompimento do triângulo simétrico, podendo entrar em tendência de alta. Aguardar rompimento com volume.

   BRTO4 - Após estas 3 últimas altas, voltou ao canal de alta, rompeu o retângulo onde se encontrava. e agora possui como objetivo 12,80. Risco/retorno desfavorável.

   TSPP4 - Destaque do dia com alta de 15% e volume de 480% acima da média diária. Rompeu esta semana LTB com início em 17/02/05, mas segue abaixo ainda da longa LTB com início em 05/04/04. Tendência de alta para o curto prazo e baixa para o médio prazo.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
CLSC6, DASA3, TNLP3

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
RPSA4, TNCP4, TRPL4

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
BRKM5, KLBN4, TCSL4


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Análise para o dia 5 de dezembro

Análise para 5 de dezembro

   Ibovespa fecha em alta de 0,66% com 32.832 pontos e volume financeiro de 1,6 bilhão. Confirmou novamente nesta sexta rompimento de TH, desta vez com volume próximo à média diária. No intraday trabalhou numa estreita faixa durante o dia inteiro, com máxima e mínima definidas na primeira hora de pregão. No diário está conseguindo romper resistência da linha vermelha e possui como objetivo os 34.000 pontos na linha cinza. Gráfico do Ibovespa.


   BBAS3 - Alta de 6,32% com volume 80% acima da média diária. Com o harami de alta formado no diário na quinta, o ativo rompeu LTB nesta sexta logo na primeira hora de pregão confirmando compra com objetivo inicial em 44,15.

   PTIP4 - Alta de 4,85% com volume de 182% acima da média diária. Está confirmando pivot de alta no semanal com objetivos em 30.99, 33.84, 37.34 e 43.01 e stop em 22,66.

   WEGE4 - Ativo em tendência indefinida no curto e médio prazo, está ameaçando rompimento do triângulo simétrico, podendo entrar em tendência de alta. Aguardar rompimento com volume.

   BRTO4 - Após estas 3 últimas altas, voltou ao canal de alta, rompeu o retângulo onde se encontrava. e agora possui como objetivo 12,80. Risco/retorno desfavorável.

   TSPP4 - Destaque do dia com alta de 15% e volume de 480% acima da média diária. Rompeu esta semana LTB com início em 17/02/05, mas segue abaixo ainda da longa LTB com início em 05/04/04. Tendência de alta para o curto prazo e baixa para o médio prazo.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
CLSC6, DASA3, TNLP3

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
RPSA4, TNCP4, TRPL4

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
BRKM5, KLBN4, TCSL4


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Quinta-feira, Dezembro 1

Ibovespa fecha em alta de mais de 2% e estabelece novo recorde de pontos

Por: Equipe InfoMoney
01/12/05 - 19h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Em um dia bastante positivo para os mercados brasileiros, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o pregão em forte alta de 2,19% nesta quinta-feira (1º), cotado a 32.617 pontos, estabelecendo novo recorde histórico de fechamento. O volume financeiro expressivo movimentou R$ 2,193 bilhões.

Basicamente, a valorização significativa das principais bolsas norte-americanas e um tom mais otimista da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) contribuíram para o forte avanço do índice paulista.

Bolsas dos EUA em campo positivo
No cenário internacional, as bolsas dos EUA operam em alta de mais de 1%, o que é considerado expressivo. A divulgação de indicadores econômicos bastante positivos trouxe otimismo aos mercados norte-americanos, o que acabou favorecendo as negociações na bolsa paulista.

Internamente, investidores interpretaram como factível a aceleração do ritmo do afrouxamento monetário nas próximas reuniões do Copom, após o colegiado do Banco Central divulgar a ata de seu último encontro. O documento ressaltou que o espaço para juros reais menores no futuro continuará se consolidando de forma natural.

Ademais, o mercado parece ter reagido de forma positiva à cassação do ex-deputado José Dirceu, na noite da última quinta-feira. Por 293 votos a favor e 192 contra, Dirceu teve os seus direitos políticos suspensos. Eram necessários 257 para a cassação do seu mandato.

Dando continuidade à recente trajetória positiva, as ações ordinárias da Contax fecharam em alta de 6,11% nesta quinta-feira, sendo negociadas a R$ 3,82. Rumores de uma eventual troca de controle na companhia, somados a resultados trimestrais surpreendentes, vêm favorecendo os papéis da operadora de call center.

Em um pregão em que a tendência de alta foi generalizada, apenas cinco ativos encerraram em queda, sendo a maior delas a dos papéis preferenciais da TIM Participações, que recuaram 1,06%, para R$ 5,60, com investidores realizando lucros após três altas consecutivas.

Dólar fechou em forte alta
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2220, o que representa uma alta de 0,91% frente ao fechamento anterior. Intervenções intensas do Banco Central, via leilão de swap cambial invertido e compra de dólares no mercado à vista, impulsionaram a divisa..

O contrato com vencimento em Janeiro de 2007, que apresenta maior liquidez, encerrou apontando taxa de 16,66%, baixa de 0,05 ponto percentual frente à apresentada na sessão anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 125,10% de seu valor de face, o que representa uma alta de 1,34%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 328 pontos base, baixa de 11 pontos base em relação ao fechamento anterior, no valor mínimo de toda a série histórica.

Bolsas dos EUA avançam
Nos Estados Unidos, diante da divulgação de uma série de indicadores econômicos positivos, as principais bolsas do país operam em alta.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em alta de 1,56% e atinge 2.268 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 valoriza-se 1,21% a 1.265 pontos. Da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, subiu 1,01% a 10.915 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou alta de 1,51% e atingiu 4.636 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valorizou-se 1,41% chegando a 5.267 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, subiu 1,16% a 5.486 pontos.

Atenção ao Relatório do Emprego dos EUA na sexta-feira
Nesta sexta-feira, a agenda econômica brasileira não mostra indicadores relevantes.

Nos Estados Unidos, será publicado o Employment Report de novembro, com informações extremamente importantes a respeito do mercado de trabalho dos EUA.

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Ibovespa fecha em alta de mais de 2% e estabelece novo recorde de pontos

Por: Equipe InfoMoney
01/12/05 - 19h40
InfoMoney

SÃO PAULO - Em um dia bastante positivo para os mercados brasileiros, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou o pregão em forte alta de 2,19% nesta quinta-feira (1º), cotado a 32.617 pontos, estabelecendo novo recorde histórico de fechamento. O volume financeiro expressivo movimentou R$ 2,193 bilhões.

Basicamente, a valorização significativa das principais bolsas norte-americanas e um tom mais otimista da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária) contribuíram para o forte avanço do índice paulista.

Bolsas dos EUA em campo positivo
No cenário internacional, as bolsas dos EUA operam em alta de mais de 1%, o que é considerado expressivo. A divulgação de indicadores econômicos bastante positivos trouxe otimismo aos mercados norte-americanos, o que acabou favorecendo as negociações na bolsa paulista.

Internamente, investidores interpretaram como factível a aceleração do ritmo do afrouxamento monetário nas próximas reuniões do Copom, após o colegiado do Banco Central divulgar a ata de seu último encontro. O documento ressaltou que o espaço para juros reais menores no futuro continuará se consolidando de forma natural.

Ademais, o mercado parece ter reagido de forma positiva à cassação do ex-deputado José Dirceu, na noite da última quinta-feira. Por 293 votos a favor e 192 contra, Dirceu teve os seus direitos políticos suspensos. Eram necessários 257 para a cassação do seu mandato.

Dando continuidade à recente trajetória positiva, as ações ordinárias da Contax fecharam em alta de 6,11% nesta quinta-feira, sendo negociadas a R$ 3,82. Rumores de uma eventual troca de controle na companhia, somados a resultados trimestrais surpreendentes, vêm favorecendo os papéis da operadora de call center.

Em um pregão em que a tendência de alta foi generalizada, apenas cinco ativos encerraram em queda, sendo a maior delas a dos papéis preferenciais da TIM Participações, que recuaram 1,06%, para R$ 5,60, com investidores realizando lucros após três altas consecutivas.

Dólar fechou em forte alta
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2220, o que representa uma alta de 0,91% frente ao fechamento anterior. Intervenções intensas do Banco Central, via leilão de swap cambial invertido e compra de dólares no mercado à vista, impulsionaram a divisa..

O contrato com vencimento em Janeiro de 2007, que apresenta maior liquidez, encerrou apontando taxa de 16,66%, baixa de 0,05 ponto percentual frente à apresentada na sessão anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 125,10% de seu valor de face, o que representa uma alta de 1,34%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 328 pontos base, baixa de 11 pontos base em relação ao fechamento anterior, no valor mínimo de toda a série histórica.

Bolsas dos EUA avançam
Nos Estados Unidos, diante da divulgação de uma série de indicadores econômicos positivos, as principais bolsas do país operam em alta.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em alta de 1,56% e atinge 2.268 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 valoriza-se 1,21% a 1.265 pontos. Da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, subiu 1,01% a 10.915 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou alta de 1,51% e atingiu 4.636 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valorizou-se 1,41% chegando a 5.267 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, subiu 1,16% a 5.486 pontos.

Atenção ao Relatório do Emprego dos EUA na sexta-feira
Nesta sexta-feira, a agenda econômica brasileira não mostra indicadores relevantes.

Nos Estados Unidos, será publicado o Employment Report de novembro, com informações extremamente importantes a respeito do mercado de trabalho dos EUA.

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Ibovespa encerra pregão em alta e encosta nos 32 mil pontos

Por: Equipe InfoMoney
30/11/05 - 19h25
InfoMoney

SÃO PAULO - Voltando a se aproximar do patamar de 32 mil pontos, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em alta de 0,84% nesta quarta-feira (30), cotado a 31.917 pontos, a despeito da divulgação dos dados do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. O volume financeiro foi de R$ 2,207 bilhões.

Pela manhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a economia nacional registrou uma retração de 1,2% no terceiro trimestre do ano, frente aos três meses imediatamente anteriores. O resultado decepcionou as projeções já bastante pessimistas para o desempenho do PIB do país no período.

Apesar de negativo, os dados dão força à expectativa de aceleração do ritmo do afrouxamento monetário, o que, se confirmado, tenderia a beneficiar as aplicações em renda variável.

Cenário político
Ademais, o mercado parece ter reagido de maneira positiva à confirmação da votação do processo de cassação do deputado José Dirceu para esta quarta-feira. "A votação está mantida para hoje em sessão extraordinária que terá início às 19h05", afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, a jornalistas.

No âmbito internacional, a economia norte-americana deu mais um sinal de robustez no terceiro trimestre. O PIB dos EUA avançou 4,3% no período, superando as estimativas do mercado, que giravam em torno de 4%.

As principais bolsas daquele país reagiram positivamente aos dados do PIB, entretanto, acabaram perdendo força, depois de sinais de desaceleração da atividade empresarial do meio-oeste em novembro. O Chicago PMI apurou 61,7 pontos no período, recuando frente aos 62,9 pontos registrados no mês anterior.

Com forte valorização nesta quarta-feira, as ações preferenciais da Sadia fecharam em alta de 4,63%, a R$ 6,09. A expectativa de boa parte do mercado é de que o fim da greve dos fiscais, na última sexta-feira, deve beneficiar as exportações da companhia.

Em contrapartida, os papéis ordinários da Brasil Telecom Participações recuaram 3,23%, para R$ 26,90. As incertezas em relação à estratégia a ser adotada pela nova gestão da companhia, após o afastamento do Opportunity, associados a riscos setoriais e a um desempenho pouco expressivo no terceiro trimestre deste ano, vêm impedindo as ações da companhia de ter uma boa performance.

Dólar volta aos R$ 2,20
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2020, o que representa uma alta de 0,64% frente ao fechamento anterior. As atuações do Banco Central no câmbio, via compra de dólares no mercado à vista e leilão de swap invertido, impulsionaram a divisa.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 123,45% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,80%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 339 pontos base, baixa de 11 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA sem tendência
Nos Estados Unidos, as principais bolsas do país operam sem tendência definida. O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, opera em leve baixa de 0,41% e atinge 10.844 pontos, seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvaloriza-se 0,36% a 1.253 pontos. Por outro lado, a Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em leve alta de 0,06% atingindo 2.234 pontos.

Na Europa, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registrou baixa de 1,23% e atingiu 5.423 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 0,46% chegando a 4.567 pontos e o DAX 30, da bolsa de Frankfurt, caiu 0,12% a 5.193 pontos.

Ata do Copom sai na quinta-feira
A próxima quinta-feira ganha destaque com a ata do Copom no Brasil. Serão divulgadas também as informações sobre a balança comercial brasileira no mês de novembro. Elas estão a cargo do Ministério do Comércio Exterior.

A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), que fornece uma visão mais imediata da inflação. O índice diz respeito à quarta quadrissemana de novembro.

Quanto aos Estados Unidos, o Departamento de Comércio publicará o Personal Income - renda individual dos cidadãos referente a outubro - e o Personal Spending - gastos dos consumidores, que dizem respeito ao mesmo mês.

Na quinta-feira, também saem os gastos decorrentes da construção de imóveis em outubro, que estão no Construction Spending, organizado pelo Departamento de Comércio dos EUA. Em complemento, o ISM Index, denotando o nível de atividade industrial no país em novembro, e o Initial Claims, indicador semanal que mede os pedidos de auxílio-desemprego.

Cabe ainda ressaltar que, nesta data, o Banco Central Europeu ajustará as diretrizes da política monetária; entre elas, o nível básico de juros. Atualmente, a taxa está fixada em 2,0% ao ano.

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Ibovespa encerra pregão em alta e encosta nos 32 mil pontos

Por: Equipe InfoMoney
30/11/05 - 19h25
InfoMoney

SÃO PAULO - Voltando a se aproximar do patamar de 32 mil pontos, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em alta de 0,84% nesta quarta-feira (30), cotado a 31.917 pontos, a despeito da divulgação dos dados do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro. O volume financeiro foi de R$ 2,207 bilhões.

Pela manhã, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou que a economia nacional registrou uma retração de 1,2% no terceiro trimestre do ano, frente aos três meses imediatamente anteriores. O resultado decepcionou as projeções já bastante pessimistas para o desempenho do PIB do país no período.

Apesar de negativo, os dados dão força à expectativa de aceleração do ritmo do afrouxamento monetário, o que, se confirmado, tenderia a beneficiar as aplicações em renda variável.

Cenário político
Ademais, o mercado parece ter reagido de maneira positiva à confirmação da votação do processo de cassação do deputado José Dirceu para esta quarta-feira. "A votação está mantida para hoje em sessão extraordinária que terá início às 19h05", afirmou o presidente da Câmara dos Deputados, Aldo Rebelo, a jornalistas.

No âmbito internacional, a economia norte-americana deu mais um sinal de robustez no terceiro trimestre. O PIB dos EUA avançou 4,3% no período, superando as estimativas do mercado, que giravam em torno de 4%.

As principais bolsas daquele país reagiram positivamente aos dados do PIB, entretanto, acabaram perdendo força, depois de sinais de desaceleração da atividade empresarial do meio-oeste em novembro. O Chicago PMI apurou 61,7 pontos no período, recuando frente aos 62,9 pontos registrados no mês anterior.

Com forte valorização nesta quarta-feira, as ações preferenciais da Sadia fecharam em alta de 4,63%, a R$ 6,09. A expectativa de boa parte do mercado é de que o fim da greve dos fiscais, na última sexta-feira, deve beneficiar as exportações da companhia.

Em contrapartida, os papéis ordinários da Brasil Telecom Participações recuaram 3,23%, para R$ 26,90. As incertezas em relação à estratégia a ser adotada pela nova gestão da companhia, após o afastamento do Opportunity, associados a riscos setoriais e a um desempenho pouco expressivo no terceiro trimestre deste ano, vêm impedindo as ações da companhia de ter uma boa performance.

Dólar volta aos R$ 2,20
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2020, o que representa uma alta de 0,64% frente ao fechamento anterior. As atuações do Banco Central no câmbio, via compra de dólares no mercado à vista e leilão de swap invertido, impulsionaram a divisa.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 123,45% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,80%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 339 pontos base, baixa de 11 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA sem tendência
Nos Estados Unidos, as principais bolsas do país operam sem tendência definida. O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, opera em leve baixa de 0,41% e atinge 10.844 pontos, seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvaloriza-se 0,36% a 1.253 pontos. Por outro lado, a Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, opera em leve alta de 0,06% atingindo 2.234 pontos.

Na Europa, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registrou baixa de 1,23% e atingiu 5.423 pontos; no mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 0,46% chegando a 4.567 pontos e o DAX 30, da bolsa de Frankfurt, caiu 0,12% a 5.193 pontos.

Ata do Copom sai na quinta-feira
A próxima quinta-feira ganha destaque com a ata do Copom no Brasil. Serão divulgadas também as informações sobre a balança comercial brasileira no mês de novembro. Elas estão a cargo do Ministério do Comércio Exterior.

A FGV anuncia o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), que fornece uma visão mais imediata da inflação. O índice diz respeito à quarta quadrissemana de novembro.

Quanto aos Estados Unidos, o Departamento de Comércio publicará o Personal Income - renda individual dos cidadãos referente a outubro - e o Personal Spending - gastos dos consumidores, que dizem respeito ao mesmo mês.

Na quinta-feira, também saem os gastos decorrentes da construção de imóveis em outubro, que estão no Construction Spending, organizado pelo Departamento de Comércio dos EUA. Em complemento, o ISM Index, denotando o nível de atividade industrial no país em novembro, e o Initial Claims, indicador semanal que mede os pedidos de auxílio-desemprego.

Cabe ainda ressaltar que, nesta data, o Banco Central Europeu ajustará as diretrizes da política monetária; entre elas, o nível básico de juros. Atualmente, a taxa está fixada em 2,0% ao ano.

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Telemar: analistas avaliam reestruturação envolvendo Pegasus Telecom

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
01/12/05 - 13h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A Telemar Norte Leste (TMAR), empresa subsidiária da Telemar (TNLP), informou na última quarta-feira a incorporação da Pegasus Telecom pela Oi.

Segundo o comunicado da Telemar, a incorporação tem como principal objetivo o aproveitamento de sinergias operacionais e financeiras existentes entre estas duas empresas.

Difícil mensuração dos efeitos práticos
As corretoras Brascan e Agora Sênior, em uma primeira análise da operação, reconheceram a dificuldade de mensurar os efeitos práticos desta incorporação em função, principalmente, da ausência de maiores detalhes sobre a iniciativa.

Entretanto, a Brascan ressaltou que a perspectiva de eventuais sinergias entre as empresas é positiva. Ademais, em um primeiro momento, a corretora lembrou que a operação poderia viabilizar um benefício fiscal, posto que a Pegasus Telecom possui prejuízos acumulados. Diante deste cenário, a Brascan reiterou sua recomendação de compra para as ações da Telemar, com preço justo de R$ 57,27, sugerindo um potencial de valorização de cerca de 25%.

No mesmo sentido, a Ágora destacou que não vê nenhum risco para os acionistas minoritários da Telemar provenientes desta operação. Deste modo, a corretora segue também com a recomendação de compra para os papéis da Telemar, com destaque para as ações preferenciais classe A da Telemar Norte Leste, que são classificadas como top pick.

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Telemar: analistas avaliam reestruturação envolvendo Pegasus Telecom

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
01/12/05 - 13h45
InfoMoney

SÃO PAULO - A Telemar Norte Leste (TMAR), empresa subsidiária da Telemar (TNLP), informou na última quarta-feira a incorporação da Pegasus Telecom pela Oi.

Segundo o comunicado da Telemar, a incorporação tem como principal objetivo o aproveitamento de sinergias operacionais e financeiras existentes entre estas duas empresas.

Difícil mensuração dos efeitos práticos
As corretoras Brascan e Agora Sênior, em uma primeira análise da operação, reconheceram a dificuldade de mensurar os efeitos práticos desta incorporação em função, principalmente, da ausência de maiores detalhes sobre a iniciativa.

Entretanto, a Brascan ressaltou que a perspectiva de eventuais sinergias entre as empresas é positiva. Ademais, em um primeiro momento, a corretora lembrou que a operação poderia viabilizar um benefício fiscal, posto que a Pegasus Telecom possui prejuízos acumulados. Diante deste cenário, a Brascan reiterou sua recomendação de compra para as ações da Telemar, com preço justo de R$ 57,27, sugerindo um potencial de valorização de cerca de 25%.

No mesmo sentido, a Ágora destacou que não vê nenhum risco para os acionistas minoritários da Telemar provenientes desta operação. Deste modo, a corretora segue também com a recomendação de compra para os papéis da Telemar, com destaque para as ações preferenciais classe A da Telemar Norte Leste, que são classificadas como top pick.

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Merrill Lynch projeta um 2006 positivo para as ações dos mercados emergentes

Por: Cauê Todeschini de Assunção
01/12/05 - 16h06
InfoMoney

SÃO PAULO - Os analistas da Merrill Lynch mantiveram suas perspectivas positivas em relação ao desempenho dos mercados emergentes no curto e médio prazo, em relatório divulgado nesta quinta-feira.

A aposta do banco norte-americano é de que o bom momento destas economias se mantenha no médio prazo, ao menos enquanto a China seguir apresentando um crescimento significativo e o Fed continuar enxergando a necessidade de manutenção do ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos.

Para os analistas da Merrill Lynch, esses dois fatores garantem condições favoráveis para os mercados emergentes, ou seja, o momento positivo no ciclo de preços das commodities e a elevada liquidez no mercado internacional.

Late cycle
A economia mundial se encontra no chamado "late cycle", segundo a Merrill Lynch, que é um momento de aceleração no crescimento econômico, elevação das expectativas de inflação e início dos ciclos de aperto monetários nos principais bancos centrais mundiais.

Em momentos como esse, as ações de mercados emergentes, como o brasileiro, tendem a se beneficiar e esta é a expectativa da Merrill Lynch para o primeiro semestre do próximo ano.

Os preferidos
Entre os mercados emergentes, no entanto, a Merrill Lynch também tem suas preferências. A classificação do banco considera, em especial, a magnitude dos saldos em conta corrente, em âmbito macroeconômico, e a atratividade das relações preço sobre lucro, no cenário corporativo.

Nesse sentido, as principais apostas ficam com Brasil, Coréia do Sul, Rússia e Indonésia. Vale destacar que a posição da Merrill Lynch nestes mercados é overweight, ou seja, acima da média do mercado.

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Merrill Lynch projeta um 2006 positivo para as ações dos mercados emergentes

Por: Cauê Todeschini de Assunção
01/12/05 - 16h06
InfoMoney

SÃO PAULO - Os analistas da Merrill Lynch mantiveram suas perspectivas positivas em relação ao desempenho dos mercados emergentes no curto e médio prazo, em relatório divulgado nesta quinta-feira.

A aposta do banco norte-americano é de que o bom momento destas economias se mantenha no médio prazo, ao menos enquanto a China seguir apresentando um crescimento significativo e o Fed continuar enxergando a necessidade de manutenção do ciclo de aperto monetário nos Estados Unidos.

Para os analistas da Merrill Lynch, esses dois fatores garantem condições favoráveis para os mercados emergentes, ou seja, o momento positivo no ciclo de preços das commodities e a elevada liquidez no mercado internacional.

Late cycle
A economia mundial se encontra no chamado "late cycle", segundo a Merrill Lynch, que é um momento de aceleração no crescimento econômico, elevação das expectativas de inflação e início dos ciclos de aperto monetários nos principais bancos centrais mundiais.

Em momentos como esse, as ações de mercados emergentes, como o brasileiro, tendem a se beneficiar e esta é a expectativa da Merrill Lynch para o primeiro semestre do próximo ano.

Os preferidos
Entre os mercados emergentes, no entanto, a Merrill Lynch também tem suas preferências. A classificação do banco considera, em especial, a magnitude dos saldos em conta corrente, em âmbito macroeconômico, e a atratividade das relações preço sobre lucro, no cenário corporativo.

Nesse sentido, as principais apostas ficam com Brasil, Coréia do Sul, Rússia e Indonésia. Vale destacar que a posição da Merrill Lynch nestes mercados é overweight, ou seja, acima da média do mercado.

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CESP comunica transferência de ações preferenciais da Transmissão Paulista

01/12/05 - 17h20
Bovespa

SÃO PAULO - A CESP enviou o seguinte comunicado à Bolsa de Valores de São Paulo

"A CESP - Companhia Energetica de Sao Paulo, em atendimento as disposicoes da Instrucao CVM 358, de 3 de janeiro de 2002, vem a publico informar que o seu acionista controlador, a Fazenda do Estado de Sao Paulo, transferiu a CESP, em 9 de setembro de 2005, o volume de 1.290.014.822 acoes preferenciais da CTEEP - Companhia de Transmissao de Energia Eletrica Paulista (0,9% do capital total) e 6.764.470.012 acoes ordinarias da EMAE - Empresa Metropolitana de Aguas e Energia S.A (18,38% do capital total), como parte do aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administracao em 15 de abril de 2005 e conforme Aviso aos Acionistas publicado em 21 de julho de 2005 (veiculado no BDI de 22/7/2005), no valor total de R$ 120 milhoes, compromissado em contrato de financiamento firmado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social - BNDES.

Referida transferencia encontra-se refletida nas Informacoes Trimestrais - ITR de 30/9/2005, tendo este valor sido registrado no Ativo Permanente como Investimentos, em contrapartida ao Passivo Exigivel como Recursos Destinados a Aumento de Capital, detalhado a Nota Explicativa n 11 das Informacoes Trimestrais.

O aumento de capital da CESP no montante de R$ 120 milhoes ainda nao foi homologado em Assembleia Geral de Acionistas, o que somente sera feito apos o leilao especial de sobras, a ser proximamente realizado na Bolsa de Valores de Sao Paulo - BOVESPA, cujas condicoes constam de edital ora em apreciacao pela Comissao de Valores Mobiliarios - CVM.

Com a transferencia das acoes ordinarias da EMAE, a CESP passa a deter 46,17% do capital social em acoes ordinarias daquela Empresa, permanecendo a Fazenda do Estado de Sao Paulo com o controle acionario da Empresa, na qual detem 51,44% das acoes ordinarias. As Demonstracoes Financeiras da CESP para 31 de dezembro de 2005 serao apresentadas tambem com as informacoes da EMAE consolidadas."

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CESP comunica transferência de ações preferenciais da Transmissão Paulista

01/12/05 - 17h20
Bovespa

SÃO PAULO - A CESP enviou o seguinte comunicado à Bolsa de Valores de São Paulo

"A CESP - Companhia Energetica de Sao Paulo, em atendimento as disposicoes da Instrucao CVM 358, de 3 de janeiro de 2002, vem a publico informar que o seu acionista controlador, a Fazenda do Estado de Sao Paulo, transferiu a CESP, em 9 de setembro de 2005, o volume de 1.290.014.822 acoes preferenciais da CTEEP - Companhia de Transmissao de Energia Eletrica Paulista (0,9% do capital total) e 6.764.470.012 acoes ordinarias da EMAE - Empresa Metropolitana de Aguas e Energia S.A (18,38% do capital total), como parte do aumento de capital aprovado pelo Conselho de Administracao em 15 de abril de 2005 e conforme Aviso aos Acionistas publicado em 21 de julho de 2005 (veiculado no BDI de 22/7/2005), no valor total de R$ 120 milhoes, compromissado em contrato de financiamento firmado com o Banco Nacional de Desenvolvimento Economico e Social - BNDES.

Referida transferencia encontra-se refletida nas Informacoes Trimestrais - ITR de 30/9/2005, tendo este valor sido registrado no Ativo Permanente como Investimentos, em contrapartida ao Passivo Exigivel como Recursos Destinados a Aumento de Capital, detalhado a Nota Explicativa n 11 das Informacoes Trimestrais.

O aumento de capital da CESP no montante de R$ 120 milhoes ainda nao foi homologado em Assembleia Geral de Acionistas, o que somente sera feito apos o leilao especial de sobras, a ser proximamente realizado na Bolsa de Valores de Sao Paulo - BOVESPA, cujas condicoes constam de edital ora em apreciacao pela Comissao de Valores Mobiliarios - CVM.

Com a transferencia das acoes ordinarias da EMAE, a CESP passa a deter 46,17% do capital social em acoes ordinarias daquela Empresa, permanecendo a Fazenda do Estado de Sao Paulo com o controle acionario da Empresa, na qual detem 51,44% das acoes ordinarias. As Demonstracoes Financeiras da CESP para 31 de dezembro de 2005 serao apresentadas tambem com as informacoes da EMAE consolidadas."

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