Sexta-feira, Setembro 30

Análise para o dia 3 de outubro

Análise para 3 de outubro

   Ibovespa fecha em alta de 1,20% com 31.583 pontos e volume financeiro de 1,72 bilhão. Rompeu novamente o topo histórico, fechando na máxima do dia. No mês, o Ibovespa acumulou alta de 12,61%, a maior rentabilidade mensal desde fevereiro deste ano. Para esta próxima semana, graficamente estão interessantes USIM5, CPLE6, ACES4, AMBV4, SDIA4, LAME4, PRGA4 e PCAR4. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Encontra-se em congestão no intraday. No diário há a possibilidade de estar armando um mastro e bandeira. Novas compras devem ser feitas após rompimento da resistência de 37,88.

   PETR4 - No semanal formou um candle de indecisão próximo à resistência. Comprados podem subir stop para 34,40 ou aguardar melhor momento para lançar opções e tentar garantir uma taxa extra.

   EBTP4 - Tendência de baixa no intraday, aguardando rompimento de LTB no gráfico de 15 minutos. No semanal fechou abaixo da resistência de 5,41 que agora trabalhava como suporte.

   BRKM5 - Entrou em tendência de baixa para o curto prazo. O ponto de compra conservador é após candle de reversão em 21,30 ou após romper a neck line do OCO invertido (com dois ombros) em 26,03.

   LAME4 - Rompeu importante resistência de 50,00, também indicado pelo IFR e OBV.

   NETC4 - Formou uma shooting-star no diário (forte padrão baixista) sobre a resistência. No semanal rompeu resistência de 0,96 e continua indicando tendência de alta para o médio prazo.

   CPLE6 - Mais uma alta com bom volume, formando possível GAP de fuga. Tendência primária indefinida, secundária e terciária de alta.

   VALE5 - Alta de 0,19% com volume um pouco abaixo da média. Tendência primária, secundária e terciária de alta. Manter posições e evitar novas compras.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
AMBV4, BBAS3, CNFB4, COCE5, CSNA3, EMBR3, GOLL4, MAGS5, PETR4, PRGA4, TLPP4

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
ETER3, FFTL4

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
CGAS5, CSNA3, RIPI4, TCOC4, TLPP3


Download do metastock de 30 de setembro
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Veja mais detalhes das operações aqui mencionadas em nosso site
www.cjb.com.br

 

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Análise para o dia 3 de outubro

Análise para 3 de outubro

   Ibovespa fecha em alta de 1,20% com 31.583 pontos e volume financeiro de 1,72 bilhão. Rompeu novamente o topo histórico, fechando na máxima do dia. No mês, o Ibovespa acumulou alta de 12,61%, a maior rentabilidade mensal desde fevereiro deste ano. Para esta próxima semana, graficamente estão interessantes USIM5, CPLE6, ACES4, AMBV4, SDIA4, LAME4, PRGA4 e PCAR4. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Encontra-se em congestão no intraday. No diário há a possibilidade de estar armando um mastro e bandeira. Novas compras devem ser feitas após rompimento da resistência de 37,88.

   PETR4 - No semanal formou um candle de indecisão próximo à resistência. Comprados podem subir stop para 34,40 ou aguardar melhor momento para lançar opções e tentar garantir uma taxa extra.

   EBTP4 - Tendência de baixa no intraday, aguardando rompimento de LTB no gráfico de 15 minutos. No semanal fechou abaixo da resistência de 5,41 que agora trabalhava como suporte.

   BRKM5 - Entrou em tendência de baixa para o curto prazo. O ponto de compra conservador é após candle de reversão em 21,30 ou após romper a neck line do OCO invertido (com dois ombros) em 26,03.

   LAME4 - Rompeu importante resistência de 50,00, também indicado pelo IFR e OBV.

   NETC4 - Formou uma shooting-star no diário (forte padrão baixista) sobre a resistência. No semanal rompeu resistência de 0,96 e continua indicando tendência de alta para o médio prazo.

   CPLE6 - Mais uma alta com bom volume, formando possível GAP de fuga. Tendência primária indefinida, secundária e terciária de alta.

   VALE5 - Alta de 0,19% com volume um pouco abaixo da média. Tendência primária, secundária e terciária de alta. Manter posições e evitar novas compras.

 

h Candles de Alta - Gráfico Semanal h
AMBV4, BBAS3, CNFB4, COCE5, CSNA3, EMBR3, GOLL4, MAGS5, PETR4, PRGA4, TLPP4

n Candles de Indecisão - Gráfico Semanal n 
ETER3, FFTL4

 i Candles de Baixa - Gráfico Semanal i
CGAS5, CSNA3, RIPI4, TCOC4, TLPP3


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Ibovespa bate novo recorde e fecha acima dos 31.500 pontos

Por: Equipe InfoMoney
30/09/05 - 18h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Com os investidores retomando o otimismo no mercado acionário brasileiro, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou em alta de 1,20% nesta sexta-feira (30), cotado a 31.584 pontos e estabelecendo um novo recorde histórico de fechamento. O volume financeiro foi de R$ 1,722 bilhão.

Na ausência de indicadores econômicos de maior relevância, o cenário macro favorável, aliado ao recuo dos preços do petróleo no mercado internacional, voltou a pesar sobre as negociações nesta sexta-feira.

Depois de uma sessão de ajustes na véspera, quando o índice paulista mostrou resistência ao patamar recorde de pontos e recuou, o ambiente externo de farta liquidez, a percepção de que a adoção de uma política monetária menos restritiva deve impulsionar o crescimento econômico e a expectativa em torno de uma possível elevação do rating dos títulos soberanos do país devolveram o otimismo à Bolsa de Valores de São Paulo.

JPMorgan eleva recomendação para papéis brasileiros
Corroborando com esta perspectiva, o banco norte-americano JPMorgan elevou nesta sexta-feira sua recomendação para os títulos da dívida externa brasileira de neutral para overweight, acreditando que os papéis apresentarão um retorno superior à média do mercado.

Já no cenário internacional, os preços do petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira, acompanhando os contratos de gasolina de outubro, que venceram na sessão, colaborando assim para o clima positivo no mercado de renda variável brasileiro.

As maiores altas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
ACES4 Acesita PN 35,50 +11,28 -4,03 23,89M
CTAX3 Contax ON 2,00 +6,38 n/d 1,40M
CPLE6 * Copel PNB 17,41 +5,51 +54,45 55,77M
CRTP5 CRT Celular PNA 53,00 +4,95 +3,86 2,87M
EMBR3 Embraer ON 16,50 +3,77 +7,30 1,14M


As maiores baixas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
EBTP4 * Embratel PN 5,20 -1,70 +4,50 16,31M
CMIG3 * Cemig ON 67,42 -1,57 +25,46 162,50K
BRKM5 Braskem PNA 22,99 -1,33 -30,20 61,26M
CMIG4 * Cemig PN 85,00 -0,93 +36,97 37,18M
TMAR5 Telemar NLeste PNA 57,50 -0,86 -6,67 12,42M



As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
BBDC4 Bradesco PN 108,80 +0,36 206,26M 72,10M 533
PETR4 Petrobras PN 35,65 +0,30 122,83M 148,24M 2.421
VALE5 Vale Rio Doce PNA 86,87 +0,19 121,20M 124,10M 1.709
TNLP4 Telemar PN 36,74 +0,93 111,68M 88,88M 1.380
BRKM5 Braskem PNA 22,99 -1,33 61,26M 35,28M 3.063

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

No último pregão do terceiro trimestre, os papéis preferenciais da Acesita fecharam em forte alta de 11,28%, cotados a R$ 35,50, refletindo a notícia de que a Arcelor fez uma proposta para a aquisição da participação dos fundos de pensão na siderúrgica.

Por outro lado, contrariando a tendência de alta do índice, as ações preferenciais da Embratel recuaram 1,70%, encerrando a R$ 5,20, ampliando as perdas na semana para 6,31%, depois de um bom desempenho no início do mês.

Em sessão volátil, dólar avançou
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2260, o que representa uma alta de 0,63% frente ao fechamento anterior. A sessão foi de intensa volatilidade, em função da disputa entre "comprados" e "vendidos" pela formação da Ptax, taxa que será utilizada para a liquidação dos contratos futuros na BM&F na próxima segunda-feira.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 122,75% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,97%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JPMorgan, fechou cotado a 349 pontos base, estável em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA fecharam em alta
Beneficiadas pelo recuo dos preços do petróleo, as principais bolsas norte-americanas fecharam em alta nesta sexta-feira.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em leve alta de 0,49% e atingiu 2.152 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones valorizou-se 0,15% a 10.569 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, subiu 0,09% a 1.229 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou leve alta de 0,46% e atingiu 4.600 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valorizou-se 0,46% a 5.044 pontos. Por outro lado, o FTSE 100 da bolsa de Londres fechou em leve baixa de 0,01%, atingindo 5.478 pontos.

Agenda cheia na segunda-feira
A próxima segunda-feira começa com o relatório Focus, organizado pelo Banco Central e, no mesmo dia, sairão os dados da Balança Comercial, denotando exportações e importações do mês de setembro.

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal), referente à última semana de setembro. Já a Bolsa de Valores de São Paulo marca para esta data o vencimento de opções e contratos futuros sobre o IBrX-50.

No cenário externo, os norte-americanos conhecerão o Construction Spending, que denota os gastos decorrentes da construção de imóveis em agosto. Sai também o ISM Index, que fornece o nível de atividade industrial nos EUA no mês de setembro.

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Ibovespa bate novo recorde e fecha acima dos 31.500 pontos

Por: Equipe InfoMoney
30/09/05 - 18h52
InfoMoney

SÃO PAULO - Com os investidores retomando o otimismo no mercado acionário brasileiro, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, encerrou em alta de 1,20% nesta sexta-feira (30), cotado a 31.584 pontos e estabelecendo um novo recorde histórico de fechamento. O volume financeiro foi de R$ 1,722 bilhão.

Na ausência de indicadores econômicos de maior relevância, o cenário macro favorável, aliado ao recuo dos preços do petróleo no mercado internacional, voltou a pesar sobre as negociações nesta sexta-feira.

Depois de uma sessão de ajustes na véspera, quando o índice paulista mostrou resistência ao patamar recorde de pontos e recuou, o ambiente externo de farta liquidez, a percepção de que a adoção de uma política monetária menos restritiva deve impulsionar o crescimento econômico e a expectativa em torno de uma possível elevação do rating dos títulos soberanos do país devolveram o otimismo à Bolsa de Valores de São Paulo.

JPMorgan eleva recomendação para papéis brasileiros
Corroborando com esta perspectiva, o banco norte-americano JPMorgan elevou nesta sexta-feira sua recomendação para os títulos da dívida externa brasileira de neutral para overweight, acreditando que os papéis apresentarão um retorno superior à média do mercado.

Já no cenário internacional, os preços do petróleo fecharam em queda nesta sexta-feira, acompanhando os contratos de gasolina de outubro, que venceram na sessão, colaborando assim para o clima positivo no mercado de renda variável brasileiro.

As maiores altas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
ACES4 Acesita PN 35,50 +11,28 -4,03 23,89M
CTAX3 Contax ON 2,00 +6,38 n/d 1,40M
CPLE6 * Copel PNB 17,41 +5,51 +54,45 55,77M
CRTP5 CRT Celular PNA 53,00 +4,95 +3,86 2,87M
EMBR3 Embraer ON 16,50 +3,77 +7,30 1,14M


As maiores baixas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
EBTP4 * Embratel PN 5,20 -1,70 +4,50 16,31M
CMIG3 * Cemig ON 67,42 -1,57 +25,46 162,50K
BRKM5 Braskem PNA 22,99 -1,33 -30,20 61,26M
CMIG4 * Cemig PN 85,00 -0,93 +36,97 37,18M
TMAR5 Telemar NLeste PNA 57,50 -0,86 -6,67 12,42M



As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
BBDC4 Bradesco PN 108,80 +0,36 206,26M 72,10M 533
PETR4 Petrobras PN 35,65 +0,30 122,83M 148,24M 2.421
VALE5 Vale Rio Doce PNA 86,87 +0,19 121,20M 124,10M 1.709
TNLP4 Telemar PN 36,74 +0,93 111,68M 88,88M 1.380
BRKM5 Braskem PNA 22,99 -1,33 61,26M 35,28M 3.063

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

No último pregão do terceiro trimestre, os papéis preferenciais da Acesita fecharam em forte alta de 11,28%, cotados a R$ 35,50, refletindo a notícia de que a Arcelor fez uma proposta para a aquisição da participação dos fundos de pensão na siderúrgica.

Por outro lado, contrariando a tendência de alta do índice, as ações preferenciais da Embratel recuaram 1,70%, encerrando a R$ 5,20, ampliando as perdas na semana para 6,31%, depois de um bom desempenho no início do mês.

Em sessão volátil, dólar avançou
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2260, o que representa uma alta de 0,63% frente ao fechamento anterior. A sessão foi de intensa volatilidade, em função da disputa entre "comprados" e "vendidos" pela formação da Ptax, taxa que será utilizada para a liquidação dos contratos futuros na BM&F na próxima segunda-feira.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 122,75% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,97%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JPMorgan, fechou cotado a 349 pontos base, estável em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA fecharam em alta
Beneficiadas pelo recuo dos preços do petróleo, as principais bolsas norte-americanas fecharam em alta nesta sexta-feira.

O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em leve alta de 0,49% e atingiu 2.152 pontos. Seguindo esta tendência, o índice Dow Jones valorizou-se 0,15% a 10.569 pontos, da mesma forma, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, subiu 0,09% a 1.229 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou leve alta de 0,46% e atingiu 4.600 pontos; no mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt valorizou-se 0,46% a 5.044 pontos. Por outro lado, o FTSE 100 da bolsa de Londres fechou em leve baixa de 0,01%, atingindo 5.478 pontos.

Agenda cheia na segunda-feira
A próxima segunda-feira começa com o relatório Focus, organizado pelo Banco Central e, no mesmo dia, sairão os dados da Balança Comercial, denotando exportações e importações do mês de setembro.

A FGV (Fundação Getúlio Vargas) publica o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal), referente à última semana de setembro. Já a Bolsa de Valores de São Paulo marca para esta data o vencimento de opções e contratos futuros sobre o IBrX-50.

No cenário externo, os norte-americanos conhecerão o Construction Spending, que denota os gastos decorrentes da construção de imóveis em agosto. Sai também o ISM Index, que fornece o nível de atividade industrial nos EUA no mês de setembro.

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Quinta-feira, Setembro 29

Realização de lucros volta a dominar os negócios

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão desta quinta-feira com leve queda. O índice Ibovespa registrou desvalorização de -0,35%, situando-se em 31.208 pontos e com volume financeiro negociado de R$ 1,713 bilhão. A bolsa paulista iniciou a sessão de hoje em terreno positivo, atingindo novamente o patamar dos 31.500 pontos, mas logo em seguida inverteu a tendência, pressionada por uma forte onda de vendas. Segundo operadores, o movimento foi de realização de lucros, com os investidores estrangeiros atuando na ponta de venda. No cenário interno, FGV informou que o IGP-M registrou deflação de 0,53% neste mês, 0,12 ponto percentual menor do que o apurado em agosto. Já o Banco Central (BC), em seu relatório de inflação, informou que espera que o IPCA fique em 5% no ano, sendo que sua projeção anterior era de 5,8%. Isso alimenta apostas sobre o ritmo de queda dos juros. Falando em juros, o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu hoje manter a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) inalterada, novamente em 9,75% ao ano.

Segundo o diretor de Assuntos Internacionais do BC, Alexandre Schwartsman, a expectativa de inflação foi mantida estável em 5,50% ao ano, enquanto o Risco Brasil ficou inalterado, para o CMN, em 4,25% (425 pontos base). Somando-se as duas variáveis, chega-se ao valor de 9,75% ao ano para a TJLP no último trimestre de 2.005. Atualmente, o Risco Brasil opera na faixa dos 350 pontos base, enquanto que a projeção do mercado para o IPCA dos próximos doze meses está em 4,77%. Questionado sobre a razão para a manutenção da TJLP, o diretor Schwartsman afirmou que o CMN trabalha com "alguma suavização". "Em outras ocasiões, tinha de aumentar e nós não aumentamos. Estamos tentando tornar a definição da TJLP menos volátil", justificou. Acrescentou que, em algum momento, "não se sabe quando", a TJLP vai cair.

Entre as maiores quedas, apareceu as ações PNA da Braskem, que foi o assunto do d ia. Hoje termina o prazo para que a Petroquisa finalize a lista de ativos que ofertará à Braskem, como forma de pagamento se exercer a opção para aumento da participação de 10% para até 30% no capital votante da companhia privada. No entanto, o mercado trabalhou com a possibilidade de que a troca não incluísse a Copesul e as ações foram duramente penalizadas. Analistas destacaram ainda, que se os ativos forem de fato transferidos e aceitos pela Braskem, ela terá de contabilizá-los como um aumento de capital e terá de estendê-lo aos minoritários.

Em Wall Street, as principais bolsas norte-americanas operaram durante a maior parte da sessão de hoje em alta, revertendo as perdas do inicio do dia. Os indicadores econômicos divulgados, produziram efeito positivo entre os investidores. O PIB final do terceiro trimestre mostrou crescimento de 3,3% da economia, mesma expansão da prévia anterior e em linha com as estimativas dos economistas. O número de pedidos d e auxílio-desemprego caiu 79 mil na semana até 24 de setembro, superando a estimativa de queda de 2 mil pedidos dos analistas.

Maiores quedas: Braskem PNA N1 (BRKM5) recuou fortes -6,04%, CRT Celular PNA (CRTP5) desvalorizou -3,49%, Tele Centro Oeste PN (TCOC4) perdeu -3,40%, Embraer ON (EMBR3) caiu -3,28% e a Acesita PN (ACES4) fechou com queda de -2,83%, cotada a R$ 31,90.

Maiores altas: Copel PNB (CPLE6) avançou fortes +5,76%, Telesp Celular Participações PN (TSPP4) ganhou +3,16%, Net PN N2 (NETC4) subiu +3,15%, Celesc PNB N2 (CLSC6) valorizou +2,85% e a Tim Participações S/A ON (TCSL3) fechou com alta de +2,58%, cotada a R$ 5,16.

Maiores volumes: Petrobras PN (PETR4) movimentou R$ 173,500 milhões, cotada a R$ 35,54 e queda de -2,41%, Vale do Rio Doce PNA N1 (VALE5) transacionou R$ 140, 454 milhões, fechando com alta de +0,69% a R$ 86,70, Bradesco PN N1 (BBDC4) girou R$ 122,742 milhões, cotado a R$ 108,40 e alta de +0,64% e a Telemar PN (TNLP4) negociou R$ 80,686 milhões, encerrando com baixa de -0,70% a R$ 36,40.

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Realização de lucros volta a dominar os negócios

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) encerrou o pregão desta quinta-feira com leve queda. O índice Ibovespa registrou desvalorização de -0,35%, situando-se em 31.208 pontos e com volume financeiro negociado de R$ 1,713 bilhão. A bolsa paulista iniciou a sessão de hoje em terreno positivo, atingindo novamente o patamar dos 31.500 pontos, mas logo em seguida inverteu a tendência, pressionada por uma forte onda de vendas. Segundo operadores, o movimento foi de realização de lucros, com os investidores estrangeiros atuando na ponta de venda. No cenário interno, FGV informou que o IGP-M registrou deflação de 0,53% neste mês, 0,12 ponto percentual menor do que o apurado em agosto. Já o Banco Central (BC), em seu relatório de inflação, informou que espera que o IPCA fique em 5% no ano, sendo que sua projeção anterior era de 5,8%. Isso alimenta apostas sobre o ritmo de queda dos juros. Falando em juros, o Conselho Monetário Nacional (CMN) decidiu hoje manter a TJLP (Taxa de Juros de Longo Prazo) inalterada, novamente em 9,75% ao ano.

Segundo o diretor de Assuntos Internacionais do BC, Alexandre Schwartsman, a expectativa de inflação foi mantida estável em 5,50% ao ano, enquanto o Risco Brasil ficou inalterado, para o CMN, em 4,25% (425 pontos base). Somando-se as duas variáveis, chega-se ao valor de 9,75% ao ano para a TJLP no último trimestre de 2.005. Atualmente, o Risco Brasil opera na faixa dos 350 pontos base, enquanto que a projeção do mercado para o IPCA dos próximos doze meses está em 4,77%. Questionado sobre a razão para a manutenção da TJLP, o diretor Schwartsman afirmou que o CMN trabalha com "alguma suavização". "Em outras ocasiões, tinha de aumentar e nós não aumentamos. Estamos tentando tornar a definição da TJLP menos volátil", justificou. Acrescentou que, em algum momento, "não se sabe quando", a TJLP vai cair.

Entre as maiores quedas, apareceu as ações PNA da Braskem, que foi o assunto do d ia. Hoje termina o prazo para que a Petroquisa finalize a lista de ativos que ofertará à Braskem, como forma de pagamento se exercer a opção para aumento da participação de 10% para até 30% no capital votante da companhia privada. No entanto, o mercado trabalhou com a possibilidade de que a troca não incluísse a Copesul e as ações foram duramente penalizadas. Analistas destacaram ainda, que se os ativos forem de fato transferidos e aceitos pela Braskem, ela terá de contabilizá-los como um aumento de capital e terá de estendê-lo aos minoritários.

Em Wall Street, as principais bolsas norte-americanas operaram durante a maior parte da sessão de hoje em alta, revertendo as perdas do inicio do dia. Os indicadores econômicos divulgados, produziram efeito positivo entre os investidores. O PIB final do terceiro trimestre mostrou crescimento de 3,3% da economia, mesma expansão da prévia anterior e em linha com as estimativas dos economistas. O número de pedidos d e auxílio-desemprego caiu 79 mil na semana até 24 de setembro, superando a estimativa de queda de 2 mil pedidos dos analistas.

Maiores quedas: Braskem PNA N1 (BRKM5) recuou fortes -6,04%, CRT Celular PNA (CRTP5) desvalorizou -3,49%, Tele Centro Oeste PN (TCOC4) perdeu -3,40%, Embraer ON (EMBR3) caiu -3,28% e a Acesita PN (ACES4) fechou com queda de -2,83%, cotada a R$ 31,90.

Maiores altas: Copel PNB (CPLE6) avançou fortes +5,76%, Telesp Celular Participações PN (TSPP4) ganhou +3,16%, Net PN N2 (NETC4) subiu +3,15%, Celesc PNB N2 (CLSC6) valorizou +2,85% e a Tim Participações S/A ON (TCSL3) fechou com alta de +2,58%, cotada a R$ 5,16.

Maiores volumes: Petrobras PN (PETR4) movimentou R$ 173,500 milhões, cotada a R$ 35,54 e queda de -2,41%, Vale do Rio Doce PNA N1 (VALE5) transacionou R$ 140, 454 milhões, fechando com alta de +0,69% a R$ 86,70, Bradesco PN N1 (BBDC4) girou R$ 122,742 milhões, cotado a R$ 108,40 e alta de +0,64% e a Telemar PN (TNLP4) negociou R$ 80,686 milhões, encerrando com baixa de -0,70% a R$ 36,40.

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Análise para o dia 30 de setembro

Análise para 30 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,34% com 31.208 pontos e volume financeiro de 1,71 bilhão. Está entrando em congestão no intraday com resistência em 31530 e suporte em 30.600. No diário o suporte está em 29.621, local onde poderão ser feitas novas compras conservadoras. Destaque para as altas de CPLE6 e NETC4, e para as quedas de BRKM5 e TCOC4. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Para quem está zerado, possui dois pontos de compra: após fazer candle de reversão próximo a 35,90 ou no rompimento de 37,88.

   PETR4 - Não conseguiu romper resistência de 36,65 logo na abertura e fechou o dia com um engolfo de baixa no diário. Pelo IFR deverá testar suporte (linha amarela do fundo anterior de agosto e LTA vermelha com início em 18/04/2005) nos próximos dias. Perdendo este suporte no IFR, o mesmo pode acontecer para o preço.

   EBTP4 - Perdeu LTA no intraday e pode confirmar pivot de baixa no gráfico de 60 minutos perdendo 5,17.

   BRKM5 - Abriu com GAP de baixa e fechou na mínima do dia com forte volume. No after-market ainda mostrou alguma recuperação, mas comprados devem ter acionado o stop na perda do suporte de 23,75.

   NETC4 - Fechou negociado a 0,98, rompendo resistência de 0,96 com bom volume. Mostrou muita força compradora das 14:00 até 16:00 e teve como principais compradores Deutsche Bank e Pactual.

   CPLE6 - Maior alta do Ibovespa, rompendo resistência e com volume 124% acima da média.

   VALE5 - Abriu com forte realização, mas não chegou a testar o suporte de 84,00, reagindo durante o resto do dia e fechando com alta de 0,69%. É interessante observar que a opção de maior gamma e mais negociada é a VALEJ88, muita gente acreditando que a VALE5 passará dos 88,00 até o vencimento em 17/10.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BELG4, BRAP4, BRTO3, CSTB4, DASA3, DURA4, MYPK4, POMO4, RPSA4, SDIA4, TRPL4, TSPP4, UBBR11, VALE3

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CRUZ3, ITAU4, MNDL4, VALE5, VCPA4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
CNFB4, COCE5, CSNA3, EBTP4, GOLL4, PETR3, PETR4, PTIP4, TCOC4, TCSL4, UNIP6, USIM5


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Análise para o dia 30 de setembro

Análise para 30 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,34% com 31.208 pontos e volume financeiro de 1,71 bilhão. Está entrando em congestão no intraday com resistência em 31530 e suporte em 30.600. No diário o suporte está em 29.621, local onde poderão ser feitas novas compras conservadoras. Destaque para as altas de CPLE6 e NETC4, e para as quedas de BRKM5 e TCOC4. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Para quem está zerado, possui dois pontos de compra: após fazer candle de reversão próximo a 35,90 ou no rompimento de 37,88.

   PETR4 - Não conseguiu romper resistência de 36,65 logo na abertura e fechou o dia com um engolfo de baixa no diário. Pelo IFR deverá testar suporte (linha amarela do fundo anterior de agosto e LTA vermelha com início em 18/04/2005) nos próximos dias. Perdendo este suporte no IFR, o mesmo pode acontecer para o preço.

   EBTP4 - Perdeu LTA no intraday e pode confirmar pivot de baixa no gráfico de 60 minutos perdendo 5,17.

   BRKM5 - Abriu com GAP de baixa e fechou na mínima do dia com forte volume. No after-market ainda mostrou alguma recuperação, mas comprados devem ter acionado o stop na perda do suporte de 23,75.

   NETC4 - Fechou negociado a 0,98, rompendo resistência de 0,96 com bom volume. Mostrou muita força compradora das 14:00 até 16:00 e teve como principais compradores Deutsche Bank e Pactual.

   CPLE6 - Maior alta do Ibovespa, rompendo resistência e com volume 124% acima da média.

   VALE5 - Abriu com forte realização, mas não chegou a testar o suporte de 84,00, reagindo durante o resto do dia e fechando com alta de 0,69%. É interessante observar que a opção de maior gamma e mais negociada é a VALEJ88, muita gente acreditando que a VALE5 passará dos 88,00 até o vencimento em 17/10.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BELG4, BRAP4, BRTO3, CSTB4, DASA3, DURA4, MYPK4, POMO4, RPSA4, SDIA4, TRPL4, TSPP4, UBBR11, VALE3

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CRUZ3, ITAU4, MNDL4, VALE5, VCPA4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
CNFB4, COCE5, CSNA3, EBTP4, GOLL4, PETR3, PETR4, PTIP4, TCOC4, TCSL4, UNIP6, USIM5


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Quarta-feira, Setembro 28

Análise para o dia 29 de setembro

Análise para 29 de setembro

   Ibovespa fecha em alta de 1,43% com 31.317 pontos e volume financeiro de 1,83 bilhão. Logo na primeira hora subiu 1,33% com bom volume. Nas horas seguintes não apresentou novidades, nem candles importantes. Destaque positivo para BRTO4 e SDIA4 que tiveram forte alta com volume um pouco acima da média. Destaque também para o IBRX50 que rompeu novo topo histórico. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Ativo conseguiu se manter sobre a LTA com início em 10/05/2004 onde encontrou suporte próximo a 36,25. Resistência em 37,85. Estudo de travas:

  Borboleta simétrica ( J34 +1000 J36 -2000 J38 +1000 ) - Custando 340 reais para montagem, spread favorável. É uma operação com boa alavancagem, mas com alto risco devido à volatilidade dos últimos dias. Uma pequena alta ou baixa sem proteção adequada daria 100% de prejuízo, além dos gastos com corretagem que costumam ser caros para esta operação.

   PETR4 - Entrou em tendência de alta no intraday com resistência em 36,65. É importante que o rompimento desta resistência seja com volume superior ao desta quarta, projetando assim alcançar a próxima resistência de 37,49, onde poderão ser lançadas PETRJ96.

   EBTP4 - Alta de 3,26%, formou um harami de alta no diário e rompeu LTB no intraday. Apesar do candle de alta, aguardar melhor momento para compras pois o risco/retorno não está favorável.

   USIM5 - Formou um candle de reversão na tendência de baixa de curto prazo. Como se encontra em tendência de alta para o médio prazo, gera compra no rompimento de 51,75 com objetivo em 56,56 e stop em 48,70. Utilize nosso simulador para verificar se o seu gerenciamento de risco está adequado.

   NETC4 - Mais um GAP de alta aberto junto com bom volume. Fechou na mínima e com um DOJI Lápide no topo, indicando forte resistência nessa região.

   VALE5 - Mais um candle de candle de indecisão no diário, com volume abaixo da média, indicando perda de força compradora nesta tendência de alta. O aparecimento de seguidos Doji's não indica reversão imediata. Comprados devem manter posição e evitar novas compras. O financiamento com a VALEJ86 está rendendo 2,86% faltando 19 dias corridos para o vencimento.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BBAS3, BBDC4, BOBR4, COCE5, CRTP5, CRUZ3, EBTP4, FFTL4, GOAU4, MNDL4, PTIP4, TCOC4, TLPP3, TLPP4, UBBR11, USIM5

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
BBDC3, VALE5

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRTO3, CGAS5, CPLE6, FESA4, GGBR3, TMCP3


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Análise para o dia 29 de setembro

Análise para 29 de setembro

   Ibovespa fecha em alta de 1,43% com 31.317 pontos e volume financeiro de 1,83 bilhão. Logo na primeira hora subiu 1,33% com bom volume. Nas horas seguintes não apresentou novidades, nem candles importantes. Destaque positivo para BRTO4 e SDIA4 que tiveram forte alta com volume um pouco acima da média. Destaque também para o IBRX50 que rompeu novo topo histórico. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Ativo conseguiu se manter sobre a LTA com início em 10/05/2004 onde encontrou suporte próximo a 36,25. Resistência em 37,85. Estudo de travas:

  Borboleta simétrica ( J34 +1000 J36 -2000 J38 +1000 ) - Custando 340 reais para montagem, spread favorável. É uma operação com boa alavancagem, mas com alto risco devido à volatilidade dos últimos dias. Uma pequena alta ou baixa sem proteção adequada daria 100% de prejuízo, além dos gastos com corretagem que costumam ser caros para esta operação.

   PETR4 - Entrou em tendência de alta no intraday com resistência em 36,65. É importante que o rompimento desta resistência seja com volume superior ao desta quarta, projetando assim alcançar a próxima resistência de 37,49, onde poderão ser lançadas PETRJ96.

   EBTP4 - Alta de 3,26%, formou um harami de alta no diário e rompeu LTB no intraday. Apesar do candle de alta, aguardar melhor momento para compras pois o risco/retorno não está favorável.

   USIM5 - Formou um candle de reversão na tendência de baixa de curto prazo. Como se encontra em tendência de alta para o médio prazo, gera compra no rompimento de 51,75 com objetivo em 56,56 e stop em 48,70. Utilize nosso simulador para verificar se o seu gerenciamento de risco está adequado.

   NETC4 - Mais um GAP de alta aberto junto com bom volume. Fechou na mínima e com um DOJI Lápide no topo, indicando forte resistência nessa região.

   VALE5 - Mais um candle de candle de indecisão no diário, com volume abaixo da média, indicando perda de força compradora nesta tendência de alta. O aparecimento de seguidos Doji's não indica reversão imediata. Comprados devem manter posição e evitar novas compras. O financiamento com a VALEJ86 está rendendo 2,86% faltando 19 dias corridos para o vencimento.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BBAS3, BBDC4, BOBR4, COCE5, CRTP5, CRUZ3, EBTP4, FFTL4, GOAU4, MNDL4, PTIP4, TCOC4, TLPP3, TLPP4, UBBR11, USIM5

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BBDC3, VALE5

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRTO3, CGAS5, CPLE6, FESA4, GGBR3, TMCP3


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Bovespa e Finep apresentam empresas para investidores

Heloisa Magalhães Do Rio

 

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Financiadora de Estudos e Projetos

(Finep) apresentam hoje a investidores, corretoras e bancos de fomento quatro

empresas de médio porte - com faturamento na faixa de R$ 50 milhões - para

serem candidatas à abertura de capital ou a receberem investimento de fundos de

participações. Essas companhias podem, por exemplo, lançar ações no Bovespa

Mais, segmento de acesso ao mercado de capitais para companhias de menor porte

que a bolsa paulista pretende lançar.

 

Após seis meses de análises, as quatro companhias foram pinçadas num universo de

20. Foram identificadas como empresas inovadoras, com perspectivas de

crescimento. O evento, que se realiza no hotel Blue Tree Morumbi, será o

Fórum Brasil Abertura de Capital.

 

"O encontro acontece não só em momento interessante da Bolsa, que é o lançamento

do Bovespa Mais, como também auxilia na profissionalização de companhias

inovadoras, de porte médio com perspectivas de crescimento, que estejam

dispostas a aceitar regras de transparência ao mercado", explica o analista de

projetos da Finep, André Calazans.

 

Desta vez, as empresas escolhidas têm perfil bem diferente uma da outra e não

são unicamente da área de tecnologia, com vem acontecendo. Uma delas é da área

de construção civil, a paulista Company, a quinta maior em São Paulo. Faturou

R$ 70 milhões no primeiro semestre.

 

Outra é a Democrata, fabricante de sapatos e cintos de Franca (SP). Produz 8 mil

pares por dia, exporta desde 2001 e atualmente mantém relações com 57 países.

Faturou, em 2004, US$ 20 milhões.

 

A TCI File é especializada no gerenciamento de documentos. A quinta no mercado

brasileiro. Acompanha a informação em meio físico, que envolve auditoria,

organização, higienização e guarda de papéis, passando pela conversão digital,

até o gerenciamento e armazenamento de dados.

 

A Netuno está entra as maiores processadoras e exportadoras de pescados do país.

Opera com 14 unidades industriais, com capacidade de processar 62 mil toneladas

anuais de lagostas, camarões e tilápias, entre outros pescados. A proposta é de

até 2010 crescer a taxas anuais de 20% a 30%.

 

O diretor regional da TCI File para São Paulo e Brasília, Fábio Fischer, explica

que, a companhia faturou R$ 9,2 milhões em 2004 e trabalha com a perspectiva de

atingir R$ 60 milhões neste ano. "Nossos projetos são de longa maturação, daí o

salto na receita este ano", diz.

 

Ele explica que a proposta de participar do Fórum é parte do projeto de

reestruturação societária pelo qual a companhia está passando. Há sete anos,

foi adquirida por um novo controlador, Roberto Campos Marinho Filho, e busca

recursos para crescer. O modelo final ainda não está definido. Pode vir a optar

por captação de longo prazo junto a entidades de fomento, lançamento de ações no

Bovespa Mais ou private equity. Os planos são de levantar R$ 44 milhões.

 

A Company, segundo Calazans, da Finep, é uma empresa de engenharia inovadora em

processos, na vanguarda da arquitetura de prédios residenciais e na

comercialização dos imóveis. O diretor da companhia, Luiz Rogélio, explicou

que, a partir do contato de hoje, a proposta é vir a definir o caminho para

captação de recursos. Pode vir a ser via abertura de capital por meio do

Bovespa Mais ou na própria Bovespa, ou, ainda, receber recursos de fundos de

participações. Ele diz que a Company tomou a decisão a partir dos recentes

casos de sucesso de abertura de capital. (Colaborou Carolina Mandl, de São

Paulo)

 

 

 

 

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Bovespa e Finep apresentam empresas para investidores

Heloisa Magalhães Do Rio

 

Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) e a Financiadora de Estudos e Projetos

(Finep) apresentam hoje a investidores, corretoras e bancos de fomento quatro

empresas de médio porte - com faturamento na faixa de R$ 50 milhões - para

serem candidatas à abertura de capital ou a receberem investimento de fundos de

participações. Essas companhias podem, por exemplo, lançar ações no Bovespa

Mais, segmento de acesso ao mercado de capitais para companhias de menor porte

que a bolsa paulista pretende lançar.

 

Após seis meses de análises, as quatro companhias foram pinçadas num universo de

20. Foram identificadas como empresas inovadoras, com perspectivas de

crescimento. O evento, que se realiza no hotel Blue Tree Morumbi, será o

Fórum Brasil Abertura de Capital.

 

"O encontro acontece não só em momento interessante da Bolsa, que é o lançamento

do Bovespa Mais, como também auxilia na profissionalização de companhias

inovadoras, de porte médio com perspectivas de crescimento, que estejam

dispostas a aceitar regras de transparência ao mercado", explica o analista de

projetos da Finep, André Calazans.

 

Desta vez, as empresas escolhidas têm perfil bem diferente uma da outra e não

são unicamente da área de tecnologia, com vem acontecendo. Uma delas é da área

de construção civil, a paulista Company, a quinta maior em São Paulo. Faturou

R$ 70 milhões no primeiro semestre.

 

Outra é a Democrata, fabricante de sapatos e cintos de Franca (SP). Produz 8 mil

pares por dia, exporta desde 2001 e atualmente mantém relações com 57 países.

Faturou, em 2004, US$ 20 milhões.

 

A TCI File é especializada no gerenciamento de documentos. A quinta no mercado

brasileiro. Acompanha a informação em meio físico, que envolve auditoria,

organização, higienização e guarda de papéis, passando pela conversão digital,

até o gerenciamento e armazenamento de dados.

 

A Netuno está entra as maiores processadoras e exportadoras de pescados do país.

Opera com 14 unidades industriais, com capacidade de processar 62 mil toneladas

anuais de lagostas, camarões e tilápias, entre outros pescados. A proposta é de

até 2010 crescer a taxas anuais de 20% a 30%.

 

O diretor regional da TCI File para São Paulo e Brasília, Fábio Fischer, explica

que, a companhia faturou R$ 9,2 milhões em 2004 e trabalha com a perspectiva de

atingir R$ 60 milhões neste ano. "Nossos projetos são de longa maturação, daí o

salto na receita este ano", diz.

 

Ele explica que a proposta de participar do Fórum é parte do projeto de

reestruturação societária pelo qual a companhia está passando. Há sete anos,

foi adquirida por um novo controlador, Roberto Campos Marinho Filho, e busca

recursos para crescer. O modelo final ainda não está definido. Pode vir a optar

por captação de longo prazo junto a entidades de fomento, lançamento de ações no

Bovespa Mais ou private equity. Os planos são de levantar R$ 44 milhões.

 

A Company, segundo Calazans, da Finep, é uma empresa de engenharia inovadora em

processos, na vanguarda da arquitetura de prédios residenciais e na

comercialização dos imóveis. O diretor da companhia, Luiz Rogélio, explicou

que, a partir do contato de hoje, a proposta é vir a definir o caminho para

captação de recursos. Pode vir a ser via abertura de capital por meio do

Bovespa Mais ou na própria Bovespa, ou, ainda, receber recursos de fundos de

participações. Ele diz que a Company tomou a decisão a partir dos recentes

casos de sucesso de abertura de capital. (Colaborou Carolina Mandl, de São

Paulo)

 

 

 

 

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Vale ou CAEMI? saiba qual é a melhor opção no setor de mineração

Por: Cauê Todeschini de Assunção
28/09/05 - 10h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Mesmo após os expressivos desempenhos em bolsa desde o início do ano, as ações do setor de mineração seguem no topo das listas de recomendações dos analistas, dadas as boas perspectivas para o setor neste e nos próximos anos e os fortes fundamentos das empresas. O que a maioria dos investidores se pergunta, no entanto, é qual a melhor opção de investimento entre as duas maiores mineradoras brasileiras, ou seja, entre Vale e CAEMI.

Em uma primeira comparação dos papéis, por meio da média entre preços alvo atribuídos por vários analistas, a Vale leva a melhor, uma vez que, com preço alvo médio de R$ 110,71, suas ações preferenciais classe A possuem potencial de valorização de mais de 30% até o final do ano, enquanto o dos papéis preferenciais da CAEMI é de apenas 15%, dado seu preço alvo médio de R$ 3,82.

Outro aspecto favorável à Vale é o número de recomendações dentro das carteiras dos analistas, uma vez que, entre oito carteiras consultadas, os papéis da maior mineradora brasileira aparecem em todas elas, enquanto as da CAEMI constam em cinco.

Indicadores favorecem CAEMI
Uma análise dos indicadores projetados pelas corretoras, no entanto, coloca a CAEMI em ligeira vantagem sobre a Vale. A expectativa dos analistas da Ágora Senior é de que o Ebitda, que mede a geração operacional de caixa, da primeira avance quase 100% em 2005 e mais 39% em 2006, enquanto o da segunda deve crescer 75% e 30% nos próximos dois anos.

A comparação entre as razões Valor da Empresa / Ebitda, ainda segundo a Ágora Senior, também mostra múltiplos favoráveis à CAEMI, que deve ter seus papéis negociados com razão próxima de 4,8x neste ano e 2,9x no próximo, ao passo que as ações da Vale negociarão com razões de 5,4x e 4,0x em 2005 e 2006.

Outro indicador favorável à CAEMI, agora segundo os dados do Banco Espírito Santo (BES), é a margem Ebitda, medida de eficiência operacional, que deve ficar em 58% em 2005 e 61% em 2006, enquanto os da Vale giram em torno de 50% e 52%.

Por outro lado, uma comparação da distribuição de proventos das empresas em 2006, projetados pelo Pactual, põe à frente a Vale, que deve oferecer um dividend yield correspondente a 5,5% em 2006, frente aos 5,4% estimados pelo banco carioca para a CAEMI.

Duas boas opções
A conclusão a que podemos chegar é a de que os papéis das duas mineradoras constituem boa opção de investimento, tanto que ambas são consideradas top pick pela Ágora Senior e pelo Pactual, dado o alto nível em que ocorrem as comparações e as boas perspectivas para os preços do minério de ferro e seus volumes nos próximos anos.

Nesse sentido, não é de se estranhar que os papéis preferenciais classe A da Vale tenham acumulado variação positiva de mais de 30% desde o início do ano, mesmo período em que as ações preferenciais da CAEMI avançaram mais de 50%.

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Vale ou CAEMI? saiba qual é a melhor opção no setor de mineração

Por: Cauê Todeschini de Assunção
28/09/05 - 10h50
InfoMoney

SÃO PAULO - Mesmo após os expressivos desempenhos em bolsa desde o início do ano, as ações do setor de mineração seguem no topo das listas de recomendações dos analistas, dadas as boas perspectivas para o setor neste e nos próximos anos e os fortes fundamentos das empresas. O que a maioria dos investidores se pergunta, no entanto, é qual a melhor opção de investimento entre as duas maiores mineradoras brasileiras, ou seja, entre Vale e CAEMI.

Em uma primeira comparação dos papéis, por meio da média entre preços alvo atribuídos por vários analistas, a Vale leva a melhor, uma vez que, com preço alvo médio de R$ 110,71, suas ações preferenciais classe A possuem potencial de valorização de mais de 30% até o final do ano, enquanto o dos papéis preferenciais da CAEMI é de apenas 15%, dado seu preço alvo médio de R$ 3,82.

Outro aspecto favorável à Vale é o número de recomendações dentro das carteiras dos analistas, uma vez que, entre oito carteiras consultadas, os papéis da maior mineradora brasileira aparecem em todas elas, enquanto as da CAEMI constam em cinco.

Indicadores favorecem CAEMI
Uma análise dos indicadores projetados pelas corretoras, no entanto, coloca a CAEMI em ligeira vantagem sobre a Vale. A expectativa dos analistas da Ágora Senior é de que o Ebitda, que mede a geração operacional de caixa, da primeira avance quase 100% em 2005 e mais 39% em 2006, enquanto o da segunda deve crescer 75% e 30% nos próximos dois anos.

A comparação entre as razões Valor da Empresa / Ebitda, ainda segundo a Ágora Senior, também mostra múltiplos favoráveis à CAEMI, que deve ter seus papéis negociados com razão próxima de 4,8x neste ano e 2,9x no próximo, ao passo que as ações da Vale negociarão com razões de 5,4x e 4,0x em 2005 e 2006.

Outro indicador favorável à CAEMI, agora segundo os dados do Banco Espírito Santo (BES), é a margem Ebitda, medida de eficiência operacional, que deve ficar em 58% em 2005 e 61% em 2006, enquanto os da Vale giram em torno de 50% e 52%.

Por outro lado, uma comparação da distribuição de proventos das empresas em 2006, projetados pelo Pactual, põe à frente a Vale, que deve oferecer um dividend yield correspondente a 5,5% em 2006, frente aos 5,4% estimados pelo banco carioca para a CAEMI.

Duas boas opções
A conclusão a que podemos chegar é a de que os papéis das duas mineradoras constituem boa opção de investimento, tanto que ambas são consideradas top pick pela Ágora Senior e pelo Pactual, dado o alto nível em que ocorrem as comparações e as boas perspectivas para os preços do minério de ferro e seus volumes nos próximos anos.

Nesse sentido, não é de se estranhar que os papéis preferenciais classe A da Vale tenham acumulado variação positiva de mais de 30% desde o início do ano, mesmo período em que as ações preferenciais da CAEMI avançaram mais de 50%.

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Na hora de investir em ações, defina e mantenha sua estratégia

Por: Equipe InfoMoney
28/09/05 - 18h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Todos nós já ouvimos que a melhor estratégia, quando investimos em ações, é manter as aplicações por um longo prazo. Tentar definir o melhor momento para entrar e sair do mercado de ações pode até garantir retornos atrativos para alguns investidores mais especializados, mas não é a estratégia mais recomendada.

Neste sentido, vale lembrar que vários estudos de retorno de carteira de investimentos constatam que o retorno de uma carteira de investimentos pode ser explicado por três fatores: a alocação estratégica (91,5%), a seleção dos produtos (6,7%) e, finalmente, pelo market timing (1,8%).

As duas primeiras variáveis estão relacionadas à escolha das classes de ativos que irão compor a carteira do fundo, assim como a definição dos produtos específicos, dentro de cada classe de ativos. Já o market timing está relacionado com o momento de entrada e saída do mercado.

Estratégia deve ser mantida
Estudo elaborado pelo grupo de Asset Management do Bank Boston constatou que o erro na definição da data de entrada e saída do mercado de ações pode ter implicações significativas no retorno da aplicação.

A tabela abaixo ilustra o retorno do Ibovespa no período entre 1999 e 2003, e compara qual teria sido este retorno caso o investidor estivesse fora do mercado nos melhores dias de desempenho do índice.

Retorno 1999-2003
Todo o período 174%
Sem o melhor dia 128%
Sem os 2 melhores dias 92%
Sem os 5 melhores dias 31%
Sem os 10 melhores dias -36%
Fonte: Bank Boston Asset Management

A discrepância entre os resultados é impressionante, e não deixa dúvidas quanto à importância de se definir uma estratégia de investimento e mantê-la tanto nos momentos em que a bolsa registra um bom desempenho, quanto nos que ela sofre perdas.

Não é difícil concluir que, quando o assunto é investimento, a decisão de rever uma estratégia deve ser baseada em mudanças nas condições de mercado e não na sua incapacidade de lidar com as flutuações do mercado. Sair do mercado de ações ao primeiro sinal de queda pode fazer o investidor perder os momentos de recuperação, o que significa a diferença entre ganhar e perder dinheiro na bolsa.

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Na hora de investir em ações, defina e mantenha sua estratégia

Por: Equipe InfoMoney
28/09/05 - 18h20
InfoMoney

SÃO PAULO - Todos nós já ouvimos que a melhor estratégia, quando investimos em ações, é manter as aplicações por um longo prazo. Tentar definir o melhor momento para entrar e sair do mercado de ações pode até garantir retornos atrativos para alguns investidores mais especializados, mas não é a estratégia mais recomendada.

Neste sentido, vale lembrar que vários estudos de retorno de carteira de investimentos constatam que o retorno de uma carteira de investimentos pode ser explicado por três fatores: a alocação estratégica (91,5%), a seleção dos produtos (6,7%) e, finalmente, pelo market timing (1,8%).

As duas primeiras variáveis estão relacionadas à escolha das classes de ativos que irão compor a carteira do fundo, assim como a definição dos produtos específicos, dentro de cada classe de ativos. Já o market timing está relacionado com o momento de entrada e saída do mercado.

Estratégia deve ser mantida
Estudo elaborado pelo grupo de Asset Management do Bank Boston constatou que o erro na definição da data de entrada e saída do mercado de ações pode ter implicações significativas no retorno da aplicação.

A tabela abaixo ilustra o retorno do Ibovespa no período entre 1999 e 2003, e compara qual teria sido este retorno caso o investidor estivesse fora do mercado nos melhores dias de desempenho do índice.

Retorno 1999-2003
Todo o período 174%
Sem o melhor dia 128%
Sem os 2 melhores dias 92%
Sem os 5 melhores dias 31%
Sem os 10 melhores dias -36%
Fonte: Bank Boston Asset Management

A discrepância entre os resultados é impressionante, e não deixa dúvidas quanto à importância de se definir uma estratégia de investimento e mantê-la tanto nos momentos em que a bolsa registra um bom desempenho, quanto nos que ela sofre perdas.

Não é difícil concluir que, quando o assunto é investimento, a decisão de rever uma estratégia deve ser baseada em mudanças nas condições de mercado e não na sua incapacidade de lidar com as flutuações do mercado. Sair do mercado de ações ao primeiro sinal de queda pode fazer o investidor perder os momentos de recuperação, o que significa a diferença entre ganhar e perder dinheiro na bolsa.

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Análise por Múltiplos: um instrumento útil para ver se uma ação está "cara"

Felipe Abi-Acl de Miranda, 26/09/05, InfoMoney



SÃO PAULO - Animados com a forte valorização acumulada pelos principais índices de ação brasileiro, que nos últimos 12 meses varia entre 36% e 52%, muitos investidores consideram se seria esse o momento para investir em ações.

É através da análise do mercado de ações que o investidor pode ter pistas para entender se esse é, ou não, um bom momento para investir. Quando falamos de mercado de ações, existem basicamente duas metodologias de análise: a análise técnica e a análise fundamentalista.

Enquanto a análise técnica é mais indicada para se entender tendências de curto prazo do mercado, a análise fundamentalista é mais indicada para quem procura entender o desempenho de uma ação no médio e longo prazo do mercado.

Múltiplos dão idéia de valor relativo
Se existe um consenso no mercado é que o valor justo das ações de uma empresa é definido pela sua capacidade de geração de lucros no futuro. Como discutimos anteriormente, a Análise por Fluxo de Caixa Descontado (FCD)) pode ser usada para determinar o valor justo de uma ação.

Já a análise fundamentalista trabalha com o conceito de múltiplos, sendo que esses múltiplos são calculados dividindo o valor de mercado da empresa por uma série de indicadores financeiros da empresa como, por exemplo, o lucro líquido, receitas, fluxo de caixa, valor patrimonial, etc. Feito isso, você pode comparar os múltiplos que obteve para as ações de uma determinada empresa com aqueles de outras empresas de forma a avaliar se a ação de seu interesse está ou não cara.

Porém, é importante tomar alguns cuidados. Antes de concluir, através da análise de múltiplos, que uma delas está cara, você precisa se assegurar que os indicadores financeiros utilizados no cálculo dos múltiplos são comparáveis, ou seja, são calculados da mesma forma, e pertencem a empresas que atuam no mesmo setor.

Fazendo uma analogia para o setor imobiliário, você só pode considerar que o m2 de um imóvel está caro ou não quando compara com imóveis da mesma região. Caso contrário, sua conclusão pode não ser correta. Certamente um imóvel localizado na região da Avenida Paulista em São Paulo tem um m2 mais caro do que outro localizado em Itaquera. Daí a importância de comparar múltiplos de empresas do mesmo setor.

Olhando os fundamentos
Mas, como entender a relação entre a análise de fluxo de caixa descontado e a análise de múltiplos de uma empresa? Simples. Ainda que se possa calcular os múltiplos de uma empresa utilizando dados históricos, ou seja, dados do último demonstrativo divulgado, a maior parte dos analistas se baseia nos múltiplos calculados com base nos dados projetados pela análise de fluxo de caixa descontado.

Em outras palavras, ao invés de calcular o múltiplo da empresa com base nos resultados referentes a 2004, os dados projetados para 2005 e 2006 podem ser usados, sendo que os dados previstos provêm do modelo de FCD. Somente assim é possível entender o impacto de mudanças nas variáveis de projeção da empresa, como taxa de crescimento de vendas, riscos, etc., nos múltiplos de mercado das ações desta empresa.

Feito isso, compara-se os múltiplos da empresa com aqueles de empresas do mesmo setor. Se esta relação estiver muito inferior à média deste múltiplo no setor de atuação da companhia, isto indica que o mercado pode estar sub-avaliando a empresa em questão. De maneira análoga, quando este indicador está alto na comparação com os seus pares, ou até mesmo em relação à média histórica deste próprio múltiplo, é possível que o mercado esteja sobre-valorizando esta firma.

Porém, como sempre quando o assunto é análise de ações, é importante entender todos os fatores que influenciam o preço de uma ação. Muitas vezes, os múltiplos mais baixos refletem menor liquidez das ações, instabilidade da base acionária, etc. Daí a importância de nunca restringir sua decisão de compra ou venda de ações a apenas um fator.

Limitações no uso dos múltiplos
Dentre as principais vantagens da análise de múltiplos podemos citar que ela é uma ferramenta útil para avaliar se as ações de uma empresa estão caras ou baratas frente a ações de outras empresas, permitindo, portanto, estabelecer um preço justo através desta comparação.

Além disso, a metodologia permite comparar o preço atual de uma ação com o seu preço em períodos passados, comparar empresas domésticas com seus pares internacionais, servindo, assim, como complemento para outros métodos de análise quantitativa e qualitativa.

Porém, como era de se esperar, a análise de múltiplos apresenta algumas limitações, que não podem ser esquecidas. Dependendo dos indicadores utilizados, a análise de múltiplos não captura mudanças estruturais de estratégia e gestão de uma empresa, sobretudo quando o impacto da adoção de uma determinada estratégia só é sentido no médio-longo prazo.

Isso acontece porque a análise de múltiplos em geral restringe seu horizonte ao ano corrente e os dois anos seguintes. Nesse sentido, tende a penalizar companhias que estão investindo em projetos cujo retorno só é auferido no futuro. Assim, por exemplo, um investimento efetuado em 2005 que só gere retorno em 2008 poderia se traduzir em múltiplos menos vantajosos para a empresa.

Outro fator limitante é a existência de diferenças contábeis e tributárias entre empresas e, sobretudo, entre países. Assim, por exemplo, a menos que se trabalhe com demonstrativos padronizados, o analista precisa efetuar ajustes nos múltiplos, o que nem sempre é fácil de ser implementado.

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Análise por Múltiplos: um instrumento útil para ver se uma ação está "cara"

Felipe Abi-Acl de Miranda, 26/09/05, InfoMoney



SÃO PAULO - Animados com a forte valorização acumulada pelos principais índices de ação brasileiro, que nos últimos 12 meses varia entre 36% e 52%, muitos investidores consideram se seria esse o momento para investir em ações.

É através da análise do mercado de ações que o investidor pode ter pistas para entender se esse é, ou não, um bom momento para investir. Quando falamos de mercado de ações, existem basicamente duas metodologias de análise: a análise técnica e a análise fundamentalista.

Enquanto a análise técnica é mais indicada para se entender tendências de curto prazo do mercado, a análise fundamentalista é mais indicada para quem procura entender o desempenho de uma ação no médio e longo prazo do mercado.

Múltiplos dão idéia de valor relativo
Se existe um consenso no mercado é que o valor justo das ações de uma empresa é definido pela sua capacidade de geração de lucros no futuro. Como discutimos anteriormente, a Análise por Fluxo de Caixa Descontado (FCD)) pode ser usada para determinar o valor justo de uma ação.

Já a análise fundamentalista trabalha com o conceito de múltiplos, sendo que esses múltiplos são calculados dividindo o valor de mercado da empresa por uma série de indicadores financeiros da empresa como, por exemplo, o lucro líquido, receitas, fluxo de caixa, valor patrimonial, etc. Feito isso, você pode comparar os múltiplos que obteve para as ações de uma determinada empresa com aqueles de outras empresas de forma a avaliar se a ação de seu interesse está ou não cara.

Porém, é importante tomar alguns cuidados. Antes de concluir, através da análise de múltiplos, que uma delas está cara, você precisa se assegurar que os indicadores financeiros utilizados no cálculo dos múltiplos são comparáveis, ou seja, são calculados da mesma forma, e pertencem a empresas que atuam no mesmo setor.

Fazendo uma analogia para o setor imobiliário, você só pode considerar que o m2 de um imóvel está caro ou não quando compara com imóveis da mesma região. Caso contrário, sua conclusão pode não ser correta. Certamente um imóvel localizado na região da Avenida Paulista em São Paulo tem um m2 mais caro do que outro localizado em Itaquera. Daí a importância de comparar múltiplos de empresas do mesmo setor.

Olhando os fundamentos
Mas, como entender a relação entre a análise de fluxo de caixa descontado e a análise de múltiplos de uma empresa? Simples. Ainda que se possa calcular os múltiplos de uma empresa utilizando dados históricos, ou seja, dados do último demonstrativo divulgado, a maior parte dos analistas se baseia nos múltiplos calculados com base nos dados projetados pela análise de fluxo de caixa descontado.

Em outras palavras, ao invés de calcular o múltiplo da empresa com base nos resultados referentes a 2004, os dados projetados para 2005 e 2006 podem ser usados, sendo que os dados previstos provêm do modelo de FCD. Somente assim é possível entender o impacto de mudanças nas variáveis de projeção da empresa, como taxa de crescimento de vendas, riscos, etc., nos múltiplos de mercado das ações desta empresa.

Feito isso, compara-se os múltiplos da empresa com aqueles de empresas do mesmo setor. Se esta relação estiver muito inferior à média deste múltiplo no setor de atuação da companhia, isto indica que o mercado pode estar sub-avaliando a empresa em questão. De maneira análoga, quando este indicador está alto na comparação com os seus pares, ou até mesmo em relação à média histórica deste próprio múltiplo, é possível que o mercado esteja sobre-valorizando esta firma.

Porém, como sempre quando o assunto é análise de ações, é importante entender todos os fatores que influenciam o preço de uma ação. Muitas vezes, os múltiplos mais baixos refletem menor liquidez das ações, instabilidade da base acionária, etc. Daí a importância de nunca restringir sua decisão de compra ou venda de ações a apenas um fator.

Limitações no uso dos múltiplos
Dentre as principais vantagens da análise de múltiplos podemos citar que ela é uma ferramenta útil para avaliar se as ações de uma empresa estão caras ou baratas frente a ações de outras empresas, permitindo, portanto, estabelecer um preço justo através desta comparação.

Além disso, a metodologia permite comparar o preço atual de uma ação com o seu preço em períodos passados, comparar empresas domésticas com seus pares internacionais, servindo, assim, como complemento para outros métodos de análise quantitativa e qualitativa.

Porém, como era de se esperar, a análise de múltiplos apresenta algumas limitações, que não podem ser esquecidas. Dependendo dos indicadores utilizados, a análise de múltiplos não captura mudanças estruturais de estratégia e gestão de uma empresa, sobretudo quando o impacto da adoção de uma determinada estratégia só é sentido no médio-longo prazo.

Isso acontece porque a análise de múltiplos em geral restringe seu horizonte ao ano corrente e os dois anos seguintes. Nesse sentido, tende a penalizar companhias que estão investindo em projetos cujo retorno só é auferido no futuro. Assim, por exemplo, um investimento efetuado em 2005 que só gere retorno em 2008 poderia se traduzir em múltiplos menos vantajosos para a empresa.

Outro fator limitante é a existência de diferenças contábeis e tributárias entre empresas e, sobretudo, entre países. Assim, por exemplo, a menos que se trabalhe com demonstrativos padronizados, o analista precisa efetuar ajustes nos múltiplos, o que nem sempre é fácil de ser implementado.

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PIBB: A todo vapor

Mara Luquet e Daniele Camba | Valor Econômico - 27/09/2005 - edicão nº 1354

 

Poucos cotistas do fundo Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB) estão atentos a excelente oportunidade que se abriu com o lançamento do novo PIBB: estender a proteção dada pelo BNDES. O mecanismo é simples: o cotista pede o resgate de sua aplicação e realiza o lucro de quase 70% com a valorização das cotas. Mas como o investimento é bom, ele mantém a aplicação, mas numa outra carteira, a do novo PIBB, que abriu para captação no último dia 12. O investidor permanece com sua aplicação na carteira do PIBB, mas com a garantia de que se nos próximos 14 meses e meio houver uma queda na bolsa, o seu investimento está intacto. Isso porque o BNDES se comprometeu a comprar as ações pelo valor original no final desse período. O PIBB antigo também contava com este benefício, mas que venceu em julho passado. Fazendo a troca, o investidor consegue estender o prazo.

"Se eu tivesse meus recursos lá fazia a troca sem pensar", diz um experiente gestor de fundos. "É o melhor dos mundos porque você tem as chances de ganhar com a alta sem o risco da queda", diz. Os números mostram que a migração de recursos dos antigos PIBBs para os novos ainda é tímida, embora tenha crescido bastante. Os resgates dos antigos fundos tiveram um salto de cerca de 188% desde o último dia 9. Para os observadores desse mercado, o motivo é uma saída de recursos dessas carteiras para os novos PIBBs.

Mas, em que se pese o aumento dos resgates, a transferência de recursos do PIBB antigo para o novo é pequena se comparada ao volume de captação dos fundos. Do total de R$ 198,7 milhões captados até o dia 22 pelo novo PIBB, cerca de R$ 7 milhões representam migração dos PIBBs antigos para os novos, segundo dados do site Fortuna. Desde o dia 9, esse é o volume de resgates nos fundos antigos.

"Ainda há poucos investidores pedalando o PIBB", diz um analista. Ele acredita que esse volume poderá aumentar nos próximos dias, mas deve ser engrossado muito mais por investidores profissionais que por pessoas físicas. "As pessoas físicas não costumam ficar atentas a essas oportunidades", acrescenta.

Além disso, há uma discussão sobre a tributação que deve ser levada em conta principalmente por aqueles investidores que querem aplicar mais de R$ 15 mil. Esse é o valor que o BNDES garante que não haverá rateio. Acima disso, se a demanda for superior aos R$ 800 milhões ofertados, o BNDES fará uma divisão proporcional e, o que superar o valor estabelecido, voltará para a conta do cliente e será tributado.

A segunda operação do PIBB, por enquanto, está indo muito melhor que a primeira que ocorreu no ano passado. Números do Fortuna mostram que, nos primeiros dez dias de reserva, os novos fundos já captaram 25% dos R$ 800 milhões do total da oferta que serão destinados ao varejo. Na operação passada, de R$ 600 milhões, o varejo ficou com R$ 300 milhões e os institucionais com a outra metade, sendo que o grosso das captações ocorreu nos últimos dias. Três dias antes do fim da oferta anterior, as carteiras haviam captado algo como R$ 150 milhões. O patrimônio dos novos fundos, de R$ 199,2 milhões, já é maior, inclusive, que o volume de recursos presente nas antigas carteiras, que hoje é de R$ 157,4 milhões.

O bom desempenho do primeiro PIBB - que até sexta-feira acumulava ganho de 69,4% - e o fato de o mercado já conhecer os detalhes do negócio são os principais fatores para o interesse do investidor ser muito maior desta vez. Entre os bancos, o BankBoston é líder de captações. Até o dia 22, o fundo da instituição com opção de venda já captou R$ 108,1 milhões.

A superintendente de serviços de investimentos do Boston, Sinara Figueiredo, diz que no ano passado o fundo do banco captou apenas R$ 30 milhões. "Além de conhecer mais sobre o PIBB, a maioria dos clientes que ainda não possui aplicações em bolsa está aproveitando a oportunidade para estrear em renda variável e num produto que protege o capital por um período", diz. Em média, cada cliente está aplicando R$ 25 mil. Desde o início dessa nova operação, o fundo antigo do Boston teve R$ 4 milhões de resgates - volume que, segundo a superintendente, provavelmente foi para o novo PIBB. No entanto, é uma migração menor do que o banco esperava.

Para Sinara, entusiasmados com o retorno que o fundo já ofereceu, os investidores estão deixando os recursos nas antigas carteiras e aproveitando a nova oferta para aplicar recursos novos, aumentando assim o percentual do patrimônio em bolsa. O Boston está recomendando a migração apenas se este for o único recurso do cliente em bolsa. "Do contrário, não vale a pena antecipar o pagamento de imposto de renda para resgatar do velho para entrar no novo", diz.

O Banco do Brasil é o único banco que, além dos fundos novos, registra captação também na carteira antiga sem opção de venda. Desde o dia 9, o fundo BB FITVM PIBB sem opção de venda captou R$ 2,8 milhões. O gerente executivo do BB, Nelson Gonçalves do Nascimento, não descarta a possibilidade de o investidor ter aplicado no fundo por engano, achando que está entrando na operação de agora e com o direito de vender ao BNDES pelo mesmo valor daqui um ano. "Estamos entrando em contato com todos os clientes para checar em qual fundo realmente queriam aplicar", diz Gonçalves.

Em tese, não faz sentido alguém investir nos PIBBs antigos sem a opção de venda, especialmente neste momento em que há os novos fundos com a opção. Nas carteiras novas, o BB já captou R$ 20,8 milhões na com opção de venda e R$ 1,2 bilhão na sem opção.

 


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PIBB: A todo vapor

Mara Luquet e Daniele Camba | Valor Econômico - 27/09/2005 - edicão nº 1354

 

Poucos cotistas do fundo Papéis Índice Brasil Bovespa (PIBB) estão atentos a excelente oportunidade que se abriu com o lançamento do novo PIBB: estender a proteção dada pelo BNDES. O mecanismo é simples: o cotista pede o resgate de sua aplicação e realiza o lucro de quase 70% com a valorização das cotas. Mas como o investimento é bom, ele mantém a aplicação, mas numa outra carteira, a do novo PIBB, que abriu para captação no último dia 12. O investidor permanece com sua aplicação na carteira do PIBB, mas com a garantia de que se nos próximos 14 meses e meio houver uma queda na bolsa, o seu investimento está intacto. Isso porque o BNDES se comprometeu a comprar as ações pelo valor original no final desse período. O PIBB antigo também contava com este benefício, mas que venceu em julho passado. Fazendo a troca, o investidor consegue estender o prazo.

"Se eu tivesse meus recursos lá fazia a troca sem pensar", diz um experiente gestor de fundos. "É o melhor dos mundos porque você tem as chances de ganhar com a alta sem o risco da queda", diz. Os números mostram que a migração de recursos dos antigos PIBBs para os novos ainda é tímida, embora tenha crescido bastante. Os resgates dos antigos fundos tiveram um salto de cerca de 188% desde o último dia 9. Para os observadores desse mercado, o motivo é uma saída de recursos dessas carteiras para os novos PIBBs.

Mas, em que se pese o aumento dos resgates, a transferência de recursos do PIBB antigo para o novo é pequena se comparada ao volume de captação dos fundos. Do total de R$ 198,7 milhões captados até o dia 22 pelo novo PIBB, cerca de R$ 7 milhões representam migração dos PIBBs antigos para os novos, segundo dados do site Fortuna. Desde o dia 9, esse é o volume de resgates nos fundos antigos.

"Ainda há poucos investidores pedalando o PIBB", diz um analista. Ele acredita que esse volume poderá aumentar nos próximos dias, mas deve ser engrossado muito mais por investidores profissionais que por pessoas físicas. "As pessoas físicas não costumam ficar atentas a essas oportunidades", acrescenta.

Além disso, há uma discussão sobre a tributação que deve ser levada em conta principalmente por aqueles investidores que querem aplicar mais de R$ 15 mil. Esse é o valor que o BNDES garante que não haverá rateio. Acima disso, se a demanda for superior aos R$ 800 milhões ofertados, o BNDES fará uma divisão proporcional e, o que superar o valor estabelecido, voltará para a conta do cliente e será tributado.

A segunda operação do PIBB, por enquanto, está indo muito melhor que a primeira que ocorreu no ano passado. Números do Fortuna mostram que, nos primeiros dez dias de reserva, os novos fundos já captaram 25% dos R$ 800 milhões do total da oferta que serão destinados ao varejo. Na operação passada, de R$ 600 milhões, o varejo ficou com R$ 300 milhões e os institucionais com a outra metade, sendo que o grosso das captações ocorreu nos últimos dias. Três dias antes do fim da oferta anterior, as carteiras haviam captado algo como R$ 150 milhões. O patrimônio dos novos fundos, de R$ 199,2 milhões, já é maior, inclusive, que o volume de recursos presente nas antigas carteiras, que hoje é de R$ 157,4 milhões.

O bom desempenho do primeiro PIBB - que até sexta-feira acumulava ganho de 69,4% - e o fato de o mercado já conhecer os detalhes do negócio são os principais fatores para o interesse do investidor ser muito maior desta vez. Entre os bancos, o BankBoston é líder de captações. Até o dia 22, o fundo da instituição com opção de venda já captou R$ 108,1 milhões.

A superintendente de serviços de investimentos do Boston, Sinara Figueiredo, diz que no ano passado o fundo do banco captou apenas R$ 30 milhões. "Além de conhecer mais sobre o PIBB, a maioria dos clientes que ainda não possui aplicações em bolsa está aproveitando a oportunidade para estrear em renda variável e num produto que protege o capital por um período", diz. Em média, cada cliente está aplicando R$ 25 mil. Desde o início dessa nova operação, o fundo antigo do Boston teve R$ 4 milhões de resgates - volume que, segundo a superintendente, provavelmente foi para o novo PIBB. No entanto, é uma migração menor do que o banco esperava.

Para Sinara, entusiasmados com o retorno que o fundo já ofereceu, os investidores estão deixando os recursos nas antigas carteiras e aproveitando a nova oferta para aplicar recursos novos, aumentando assim o percentual do patrimônio em bolsa. O Boston está recomendando a migração apenas se este for o único recurso do cliente em bolsa. "Do contrário, não vale a pena antecipar o pagamento de imposto de renda para resgatar do velho para entrar no novo", diz.

O Banco do Brasil é o único banco que, além dos fundos novos, registra captação também na carteira antiga sem opção de venda. Desde o dia 9, o fundo BB FITVM PIBB sem opção de venda captou R$ 2,8 milhões. O gerente executivo do BB, Nelson Gonçalves do Nascimento, não descarta a possibilidade de o investidor ter aplicado no fundo por engano, achando que está entrando na operação de agora e com o direito de vender ao BNDES pelo mesmo valor daqui um ano. "Estamos entrando em contato com todos os clientes para checar em qual fundo realmente queriam aplicar", diz Gonçalves.

Em tese, não faz sentido alguém investir nos PIBBs antigos sem a opção de venda, especialmente neste momento em que há os novos fundos com a opção. Nas carteiras novas, o BB já captou R$ 20,8 milhões na com opção de venda e R$ 1,2 bilhão na sem opção.

 


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Como juntar um patrimônio de R$ 1 milhão?

Fernanda de Lima, 26/09/05, InfoMoney

 

SÃO PAULO - Juntar R$ 1 milhão é um sonho de muita gente. Porém, se você não tem paciência para esperar, ou não consegue poupar nada no final do mês e não está disposto ao sacrifício envolvido neste tipo de estratégia financeira, então sua melhor chance de alcançar este objetivo é jogando na Mega Sena.

Mas, se você está disposto a mudar a sua vida financeira, deixando para trás as dores de cabeça que o mau gerenciamento das contas lhe traz, então vale a pena levar em consideração os tópicos abaixo.

Quanto você pode poupar por mês?
Esta é uma pergunta importante, mas de difícil resposta. A maioria de nós ainda não consegue poupar nada no final do mês, mas se você não se esforçar e poupar regularmente provavelmente não conseguirá juntar R$ 1milhão.

Não se esqueça do mais importante na hora de investir: consistência. Ou seja, nada de investir uma quantia elevada no final do ano, para depois sacar tudo no início do ano quando as contas se acumulam. Aproveite para rever esta meta de poupança para cima sempre que a sua situação financeira permitir.

Uma estratégia mais eficiente é separar as quantias que acredita irá precisar para pagar as contas em aplicações de curto prazo, e o restante em aplicações de prazo mais longo, que permitam a adoção de uma alíquota mais baixa de imposto de renda.

Analise com cuidado o seu orçamento e estabeleça uma meta de poupança mensal em função desse orçamento. É importante que se atenha a essa meta, e que só efetue revisões para acima à medida que seu poder aquisitivo crescer com o crescimento profissional.

Onde investir o dinheiro poupado?
Se sua intenção é alcançar um objetivo de investimento ambicioso como este, o ideal é que mantenha certo conservadorismo na hora de investir, sobretudo no início, quanto ainda estiver começando o seu pé de meia.

É bem verdade que estamos falando de investimento de longo prazo, o que permite assumir riscos um pouco maiores, mas a grande dificuldade é que você precisa se manter motivado e não preocupado.

E aplicar o dinheiro que apenas começou a poupar em investimentos muito voláteis, ou seja, cujo preço oscila muito, pode fazer com que você fique nervoso e tome uma atitude precipitada com relação a sua estratégia de investimento. Portanto, no início opte pela renda fixa, pelo menos até ter acumulado uma quantia um pouco mais elevada, que permita o direcionamento dos recursos para aplicações mais agressivas, como os fundos de ações, por exemplo.

A decisão de quanto é preciso acumular para se adotar uma postura mais agressiva de investimento varia de pessoa para pessoa, mas em geral para os mais conservadores, a partir do momento em que tiver acumulado uma reserva de emergência de pelo menos seis meses de despesas correntes, você já pode começar a diversificar suas aplicações correndo um pouco mais de risco.

Que tipo de retorno posso esperar?
Mantenha os pés no chão, não é porque o mercado de ações subiu 5% em um mês que você pode esperar esse retorno sempre. Na verdade este é o grande risco e, para alguns, o atrativo da renda variável, pois em alguns meses você pode ganhar muito dinheiro, mas em outros pode ver tudo aquilo que acumulou virar pó.

Que investiu na bolsa no início de 2003 e manteve a aplicação durante todo o ano ganhou muito dinheiro já que o Ibovespa rendeu quase 100%. Porém, no ano seguinte, em 2004, o rendimento do Ibovespa foi de 16,72% e ficou bastante próximo daquele registrado pelas aplicações em renda fixa. Já em 2005, a bolsa vem oferecendo um retorno maior que o da renda fixa, mas certamente nada na magnitude do registrado em 2003.

Exatamente por isso, ao tentar estimar o retorno de longo prazo das suas aplicações, o mais recomendável é que use a renda fixa como parâmetro para o cálculo do retorno médio. Mas, é importante lembrar da inflação e dos impostos, pois isso pode fazer muita diferença nas suas contas.

Em geral, quando se projeta resultados para um prazo longo de tempo, o melhor é fazer a projeção considerando o retorno já descontando a inflação, ou seja, utilizar a taxa real. Quanto ao imposto é bem verdade que pode haver mudanças no caminho, mas dada às regras atuais, se optar pelos fundos de investimento de longo prazo, é de se esperar que seja tributado a uma alíquota de 15%.

Invista em educação!
Com esses parâmetros em mãos você já está pronto para estabelecer uma estratégia de investimento que permita o acúmulo de R$ 1milhão. A rapidez com que essa meta será alcançada vai depender da sua poupança mensal e do sucesso com que irá administrar o seu patrimônio.

Para isso a melhor recomendação é investir na sua educação! Através da educação financeira você irá melhorar sua capacidade de gestão de recursos e tomada de decisão de investimento. Já o investimento na capacitação profissional pode abrir novas portas no mercado profissional, contribuindo para o aumento da sua renda, e, portanto, da sua poupança mensal. Boa sorte!

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Como juntar um patrimônio de R$ 1 milhão?

Fernanda de Lima, 26/09/05, InfoMoney

 

SÃO PAULO - Juntar R$ 1 milhão é um sonho de muita gente. Porém, se você não tem paciência para esperar, ou não consegue poupar nada no final do mês e não está disposto ao sacrifício envolvido neste tipo de estratégia financeira, então sua melhor chance de alcançar este objetivo é jogando na Mega Sena.

Mas, se você está disposto a mudar a sua vida financeira, deixando para trás as dores de cabeça que o mau gerenciamento das contas lhe traz, então vale a pena levar em consideração os tópicos abaixo.

Quanto você pode poupar por mês?
Esta é uma pergunta importante, mas de difícil resposta. A maioria de nós ainda não consegue poupar nada no final do mês, mas se você não se esforçar e poupar regularmente provavelmente não conseguirá juntar R$ 1milhão.

Não se esqueça do mais importante na hora de investir: consistência. Ou seja, nada de investir uma quantia elevada no final do ano, para depois sacar tudo no início do ano quando as contas se acumulam. Aproveite para rever esta meta de poupança para cima sempre que a sua situação financeira permitir.

Uma estratégia mais eficiente é separar as quantias que acredita irá precisar para pagar as contas em aplicações de curto prazo, e o restante em aplicações de prazo mais longo, que permitam a adoção de uma alíquota mais baixa de imposto de renda.

Analise com cuidado o seu orçamento e estabeleça uma meta de poupança mensal em função desse orçamento. É importante que se atenha a essa meta, e que só efetue revisões para acima à medida que seu poder aquisitivo crescer com o crescimento profissional.

Onde investir o dinheiro poupado?
Se sua intenção é alcançar um objetivo de investimento ambicioso como este, o ideal é que mantenha certo conservadorismo na hora de investir, sobretudo no início, quanto ainda estiver começando o seu pé de meia.

É bem verdade que estamos falando de investimento de longo prazo, o que permite assumir riscos um pouco maiores, mas a grande dificuldade é que você precisa se manter motivado e não preocupado.

E aplicar o dinheiro que apenas começou a poupar em investimentos muito voláteis, ou seja, cujo preço oscila muito, pode fazer com que você fique nervoso e tome uma atitude precipitada com relação a sua estratégia de investimento. Portanto, no início opte pela renda fixa, pelo menos até ter acumulado uma quantia um pouco mais elevada, que permita o direcionamento dos recursos para aplicações mais agressivas, como os fundos de ações, por exemplo.

A decisão de quanto é preciso acumular para se adotar uma postura mais agressiva de investimento varia de pessoa para pessoa, mas em geral para os mais conservadores, a partir do momento em que tiver acumulado uma reserva de emergência de pelo menos seis meses de despesas correntes, você já pode começar a diversificar suas aplicações correndo um pouco mais de risco.

Que tipo de retorno posso esperar?
Mantenha os pés no chão, não é porque o mercado de ações subiu 5% em um mês que você pode esperar esse retorno sempre. Na verdade este é o grande risco e, para alguns, o atrativo da renda variável, pois em alguns meses você pode ganhar muito dinheiro, mas em outros pode ver tudo aquilo que acumulou virar pó.

Que investiu na bolsa no início de 2003 e manteve a aplicação durante todo o ano ganhou muito dinheiro já que o Ibovespa rendeu quase 100%. Porém, no ano seguinte, em 2004, o rendimento do Ibovespa foi de 16,72% e ficou bastante próximo daquele registrado pelas aplicações em renda fixa. Já em 2005, a bolsa vem oferecendo um retorno maior que o da renda fixa, mas certamente nada na magnitude do registrado em 2003.

Exatamente por isso, ao tentar estimar o retorno de longo prazo das suas aplicações, o mais recomendável é que use a renda fixa como parâmetro para o cálculo do retorno médio. Mas, é importante lembrar da inflação e dos impostos, pois isso pode fazer muita diferença nas suas contas.

Em geral, quando se projeta resultados para um prazo longo de tempo, o melhor é fazer a projeção considerando o retorno já descontando a inflação, ou seja, utilizar a taxa real. Quanto ao imposto é bem verdade que pode haver mudanças no caminho, mas dada às regras atuais, se optar pelos fundos de investimento de longo prazo, é de se esperar que seja tributado a uma alíquota de 15%.

Invista em educação!
Com esses parâmetros em mãos você já está pronto para estabelecer uma estratégia de investimento que permita o acúmulo de R$ 1milhão. A rapidez com que essa meta será alcançada vai depender da sua poupança mensal e do sucesso com que irá administrar o seu patrimônio.

Para isso a melhor recomendação é investir na sua educação! Através da educação financeira você irá melhorar sua capacidade de gestão de recursos e tomada de decisão de investimento. Já o investimento na capacitação profissional pode abrir novas portas no mercado profissional, contribuindo para o aumento da sua renda, e, portanto, da sua poupança mensal. Boa sorte!

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Terça-feira, Setembro 27

Realização de lucros persiste e Ibovespa engata segunda queda consecutiva

Por: Equipe InfoMoney
27/09/05 - 18h35
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao movimento de realização de lucros iniciado na véspera, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 0,86% nesta terça-feira (27), cotado a 30.875 pontos. O volume financeiro movimentou R$ 17,787 bilhão.

Após um período bastante positivo na semana passada, quando o Ibovespa registrou três recordes históricos de pontos, os mercados brasileiros passam por um processo de ajuste, acentuado pelos sinais de aceleração da inflação e pelas turbulências no cenário político.

Preços em alta
Reflexo do recente reajuste dos preços dos combustíveis, o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor - Fipe), referente à terceira quadrissemana de setembro, apurou inflação de 0,26%, frente ao referencial anterior de alta de 0,03% nos preços.

Já na esfera política, investidores acompanharam a defesa de José Dirceu no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O ex-ministro chefe da Casa Civil reiterou ser inocente e não ter participado do esquema de "mensalão". Ainda no cenário político, a possibilidade de derrota do Governo na eleição para a presidência da Câmara também trouxe certa apreensão ao mercado.

Discorrendo a respeito da recente instabilidade política doméstica, a agência internacional de classificação de risco Fitch Ratings afirmou que a crise atual tem influência sobre a percepção de risco do país.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:


Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
BBAS3 Brasil ON 41,50 -4,42 +32,97 8,67K
EBTP4 * Embratel PN 5,21 -4,40 +4,70 19,09M
TLPP4 Telesp PN 42,30 -3,84 -2,89 3,43K
USIM5 Usiminas PNA 50,24 -3,75 +3,33 86,71M
UBBR11 Unibanco UNT 22,70 -3,11 +33,63 24,76M



As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:


Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
ELET3 * Eletrobras ON 42,49 +4,11 +12,44 24,75M
CESP4 * Cesp PN 13,18 +3,77 +1,78 3,04M
ELET6 * Eletrobras PNB 41,15 +3,41 +25,57 58,68M
NETC4 Net PN N2 0,94 +3,29 +119,27 41,49M
PETR4 Petrobras PN 35,98 +2,21 +53,33 160,00M



As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :


Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg

PETR4 Petrobras PN 35,98 +2,21 160,00M 140,58M 2.301

BBDC4 Bradesco PN 106,70 -1,65 140,53M 61,47M 635

VALE5 Vale Rio Doce PNA 85,50 -0,34 132,83M 119,05M 2.130

USIM5 Usiminas PNA 50,24 -3,75 86,71M 63,87M 2.090

TNLP4 Telemar PN 36,41 -1,48 80,01M 88,35M 1.514

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil M - Milhão B - Bilhão)

Depois de subir em oito dos nove pregões anteriores, as ações ordinárias do Banco do Brasil fecharam em forte queda de 4,42%, cotadas a R$ 41,50, com investidores embolsando parte dos recentes ganhos.

Por outro lado, as ações ordinárias (+4,11%) e preferenciais classe B (+3,41%) da Eletrobrás tiveram bom desempenho, depois da companhia anunciar a adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa.

Dólar avançou
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2590, o que representa uma alta de 0,40% frente ao fechamento anterior. A moeda norte-americana apresentou um movimento de ajuste após atingir o menor patamar em mais de quatro anos na sessão anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 122,35% de seu valor de face, o que representa uma alta de 0,74%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 351 pontos base, baixa de 3 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA fecharam sem tendência
Nos Estados Unidos, as principais bolsas do país fecharam em direções opostas. Enquanto o Dow Jones avançou, beneficiado pelo recuo dos preços do petróleo, o Nasdaq fechou em queda, com o fraco desempenho do setor de chips.

O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,12% e atingiu 10.456 pontos, enquanto o índice S&P 500 fechou estável, a 1.216 pontos. Por outro lado, a Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em leve baixa de 0,24%, atingindo 2.116 pontos.

Na Europa, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registrou baixa de 0,65% e atingiu 4.966 pontos. No mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 0,44%, chegando a 4.547 pontos, e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,11%, a 5.447 pontos.

Foco em indicadores dos EUA na quarta-feira
Para a próxima quarta-feira não estão previstos indicadores relevantes na economia brasileira. Já nos EUA, será divulgado o Durable Goods Orders referente a agosto. Este índice mede os pedidos e entregas de bens duráveis no país.

Além disso, Administração de Informações sobre Energia anuncia o nível dos estoques de petróleo norte-americanos.

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Realização de lucros persiste e Ibovespa engata segunda queda consecutiva

Por: Equipe InfoMoney
27/09/05 - 18h35
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência ao movimento de realização de lucros iniciado na véspera, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 0,86% nesta terça-feira (27), cotado a 30.875 pontos. O volume financeiro movimentou R$ 17,787 bilhão.

Após um período bastante positivo na semana passada, quando o Ibovespa registrou três recordes históricos de pontos, os mercados brasileiros passam por um processo de ajuste, acentuado pelos sinais de aceleração da inflação e pelas turbulências no cenário político.

Preços em alta
Reflexo do recente reajuste dos preços dos combustíveis, o IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor - Fipe), referente à terceira quadrissemana de setembro, apurou inflação de 0,26%, frente ao referencial anterior de alta de 0,03% nos preços.

Já na esfera política, investidores acompanharam a defesa de José Dirceu no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados. O ex-ministro chefe da Casa Civil reiterou ser inocente e não ter participado do esquema de "mensalão". Ainda no cenário político, a possibilidade de derrota do Governo na eleição para a presidência da Câmara também trouxe certa apreensão ao mercado.

Discorrendo a respeito da recente instabilidade política doméstica, a agência internacional de classificação de risco Fitch Ratings afirmou que a crise atual tem influência sobre a percepção de risco do país.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:


Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
BBAS3 Brasil ON 41,50 -4,42 +32,97 8,67K
EBTP4 * Embratel PN 5,21 -4,40 +4,70 19,09M
TLPP4 Telesp PN 42,30 -3,84 -2,89 3,43K
USIM5 Usiminas PNA 50,24 -3,75 +3,33 86,71M
UBBR11 Unibanco UNT 22,70 -3,11 +33,63 24,76M



As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:


Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
ELET3 * Eletrobras ON 42,49 +4,11 +12,44 24,75M
CESP4 * Cesp PN 13,18 +3,77 +1,78 3,04M
ELET6 * Eletrobras PNB 41,15 +3,41 +25,57 58,68M
NETC4 Net PN N2 0,94 +3,29 +119,27 41,49M
PETR4 Petrobras PN 35,98 +2,21 +53,33 160,00M



As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :


Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg

PETR4 Petrobras PN 35,98 +2,21 160,00M 140,58M 2.301

BBDC4 Bradesco PN 106,70 -1,65 140,53M 61,47M 635

VALE5 Vale Rio Doce PNA 85,50 -0,34 132,83M 119,05M 2.130

USIM5 Usiminas PNA 50,24 -3,75 86,71M 63,87M 2.090

TNLP4 Telemar PN 36,41 -1,48 80,01M 88,35M 1.514

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil M - Milhão B - Bilhão)

Depois de subir em oito dos nove pregões anteriores, as ações ordinárias do Banco do Brasil fecharam em forte queda de 4,42%, cotadas a R$ 41,50, com investidores embolsando parte dos recentes ganhos.

Por outro lado, as ações ordinárias (+4,11%) e preferenciais classe B (+3,41%) da Eletrobrás tiveram bom desempenho, depois da companhia anunciar a adesão ao Nível 1 de Governança Corporativa.

Dólar avançou
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,2590, o que representa uma alta de 0,40% frente ao fechamento anterior. A moeda norte-americana apresentou um movimento de ajuste após atingir o menor patamar em mais de quatro anos na sessão anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 122,35% de seu valor de face, o que representa uma alta de 0,74%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 351 pontos base, baixa de 3 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA fecharam sem tendência
Nos Estados Unidos, as principais bolsas do país fecharam em direções opostas. Enquanto o Dow Jones avançou, beneficiado pelo recuo dos preços do petróleo, o Nasdaq fechou em queda, com o fraco desempenho do setor de chips.

O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,12% e atingiu 10.456 pontos, enquanto o índice S&P 500 fechou estável, a 1.216 pontos. Por outro lado, a Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, fechou em leve baixa de 0,24%, atingindo 2.116 pontos.

Na Europa, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt registrou baixa de 0,65% e atingiu 4.966 pontos. No mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 0,44%, chegando a 4.547 pontos, e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,11%, a 5.447 pontos.

Foco em indicadores dos EUA na quarta-feira
Para a próxima quarta-feira não estão previstos indicadores relevantes na economia brasileira. Já nos EUA, será divulgado o Durable Goods Orders referente a agosto. Este índice mede os pedidos e entregas de bens duráveis no país.

Além disso, Administração de Informações sobre Energia anuncia o nível dos estoques de petróleo norte-americanos.

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Análise para o dia 28 de setembro

Análise para 28 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,86% com 30.874 pontos e volume financeiro de 1,80 bilhão. Após as três primeiras horas com queda, Ibovespa formou dois candles de reversão com mínimas de 30.594, demonstrando existir um suporte intraday nesta região. IFR e OBV apontam para baixo indicando perda de força compradora. Ficar de olho em PETR4, TRPL4 e PCAR4. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Confirmou a existência de forte resistência em 37,85 no diário. Graficamente possui espaço para realizar até 35,75. No intraday, possui suporte próximo a 36,15, por onde passa a LTA com início em 16/09/2005 às 10:00. Um candle de reversão no gráfico de 60 minutos sobre ela gera um day-trade.

   PETR4 - Rompeu LTB no intraday e mostrou força compradora nos últimos trinta minutos, fechando o diário com um engolfo de alta, na máxima. Deverá testar resistências em 36,71 e 37,49.

   EBTP4 - Queda de 4,40%. Aguardar formação de candle de reversão no diário sobre o suporte de 5,10 nesta quarta, que poderá gerar compra na quinta.

   ARCZ6 - Fechou sobre LTA com início em 16/05/2005. Ainda não há sinais de reversão da tendência de queda, portanto novas compras devem ser evitadas.

   WEGE4 - Perdeu LTA com início em 17/05/2005. Tendência de queda para o curto prazo com suportes em 7,25 e 6,98.

   NETC4 - Fechou sobre a resistência de 0,94 com bom volume. Evitar compras antes de romper esta e a resistência de 0,96.

   VALE5 - Formou um "enforcado" no diário sem muita importância, já que não é um padrão de reversão forte. Comprados devem ficar atentos ao padrão a ser formado na sexta-feira no gráfico semanal. A formação de um DOJI (caso feche próximo a 85,68 na sexta) ou caso feche abaixo de 84, poderá indicar reversão de tendência. Antes disso, evitar vendas ou novas compras.

  Obs: Estamos procurando estagiários e profissionais de diversas áreas para trabalhar conosco. Entre na área "Trabalhe conosco" em nosso site e saiba mais.

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BOBR4, CESP4, CMET4, CMIG3, ELET3, PCAR4, PETR3, PETR4, TMCP3, TMCP4, TNCP4, TRPL4, UGPA4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CTNM4, CYRE3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRAP4, CPLE3, GOLL4, TBLE3, TLPP4


Download do metastock de 27 de setembro
Clique aqui


Veja mais detalhes das operações aqui mencionadas em nosso site
www.cjb.com.br

 

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Análise para o dia 28 de setembro

Análise para 28 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,86% com 30.874 pontos e volume financeiro de 1,80 bilhão. Após as três primeiras horas com queda, Ibovespa formou dois candles de reversão com mínimas de 30.594, demonstrando existir um suporte intraday nesta região. IFR e OBV apontam para baixo indicando perda de força compradora. Ficar de olho em PETR4, TRPL4 e PCAR4. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Confirmou a existência de forte resistência em 37,85 no diário. Graficamente possui espaço para realizar até 35,75. No intraday, possui suporte próximo a 36,15, por onde passa a LTA com início em 16/09/2005 às 10:00. Um candle de reversão no gráfico de 60 minutos sobre ela gera um day-trade.

   PETR4 - Rompeu LTB no intraday e mostrou força compradora nos últimos trinta minutos, fechando o diário com um engolfo de alta, na máxima. Deverá testar resistências em 36,71 e 37,49.

   EBTP4 - Queda de 4,40%. Aguardar formação de candle de reversão no diário sobre o suporte de 5,10 nesta quarta, que poderá gerar compra na quinta.

   ARCZ6 - Fechou sobre LTA com início em 16/05/2005. Ainda não há sinais de reversão da tendência de queda, portanto novas compras devem ser evitadas.

   WEGE4 - Perdeu LTA com início em 17/05/2005. Tendência de queda para o curto prazo com suportes em 7,25 e 6,98.

   NETC4 - Fechou sobre a resistência de 0,94 com bom volume. Evitar compras antes de romper esta e a resistência de 0,96.

   VALE5 - Formou um "enforcado" no diário sem muita importância, já que não é um padrão de reversão forte. Comprados devem ficar atentos ao padrão a ser formado na sexta-feira no gráfico semanal. A formação de um DOJI (caso feche próximo a 85,68 na sexta) ou caso feche abaixo de 84, poderá indicar reversão de tendência. Antes disso, evitar vendas ou novas compras.

  Obs: Estamos procurando estagiários e profissionais de diversas áreas para trabalhar conosco. Entre na área "Trabalhe conosco" em nosso site e saiba mais.

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BOBR4, CESP4, CMET4, CMIG3, ELET3, PCAR4, PETR3, PETR4, TMCP3, TMCP4, TNCP4, TRPL4, UGPA4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CTNM4, CYRE3

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
BRAP4, CPLE3, GOLL4, TBLE3, TLPP4


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Grupo Cosan vai ao mercado e pode ser boa oportunidade

Mara Luquet  - Valor

 

Deve ter início nas próximas semanas a apresentação do grupo Cosan para o mercado. A primeira reunião será com corretores de valores na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), provavelmente nesta semana, embora a data ainda não esteja confirmada. Na seqüência terá início a programação de encontros com os investidor. Vale a pena acompanhar essa movimentação e a opinião dos analistas de investimento sobre as apresentações. Isso porque esta é uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que pode se traduzir numa boa oportunidade de negócios. O grupo Cosan é um dos maiores produtores e exportadores mundiais de açúcar e vai abrir capital este ano. Será a primeira empresa do setor sucro-alcooleiro a ter ações negociadas na Bovespa. Isso, por si só, já seria um bom motivo para dedicar uma atenção à análise dessa alternativa de investimento. Mas há dois pontos extremamente relevantes: o setor sucro-alcooleiro vive um momento de expansão e as ações da Cosan serão negociadas no Novo Mercado.

 

Fábio Silveira, sócio da MS Consult, empresa de consultoria e análise setorial, diz que a taxa média de crescimento do setor até o final desta década deverá ser de 4% ao ano. "Os preços do açúcar estão num patamar muito bom e a demanda é forte tanto para o açúcar como para o álcool", diz Silveira. O crescimento das vendas dos veículos bicombustíveis garantem a estabilidade da demanda por álcool, segundo os analistas.

 

O setor sucro-alcooleiro é um dos que mais exportam com vendas anuais ao exterior na ordem de US$ 4,5 bilhões. Além disso, as empresas estão recebendo aportes de capital estrangeiro e a gestão tem se modernizado bastante. "O potencial do setor é enorme", diz Silveira. "Os grupos grandes do setor estão muito profissionalizados", acrescenta.

 

Mauro Giorgi, analista da Geração Futuro, diz que este é um setor que tem tecnologia de ponta e a entrada da Cosan na bolsa de valores é reflexo do processo de modernização da administração das empresas do setor. A expectativa dos analistas e de que outros grupos do setor sigam os mesmos passos da Cosan no próximo ano.

 

Os analistas esperam que a Cosan faça uma captação de até US$ 300 milhões com o lançamento de suas ações no mercado e os recursos servirão para o pagamento de dívidas e o financiamento da expansão do grupo.

 

"A imagem dos coronéis do Nordeste ou os usineiros do interior de São Paulo pressionando para aliviar as dívidas com o Banco do Brasil já não são uma unanimidade no setor", diz Giorgi. Pelo menos o fato de a empresa abrir capital no Novo Mercado é um "hedge" (proteção) de governança, segundo Giorgi. Por essas razões, os analistas estão vendo com bons olhos a emissão da Cosan. Assim é muito importante acompanhar a evolução do processo de abertura de capital da empresa, principalmente porque nessas reuniões os administradores da empresas estarão conhecendo os analistas.

 

Afinal, até agora esta era uma empresa fechada e, portanto, sem tradição de entregar informações ao mercado e relacionamento com os analistas. Nessas reuniões os analistas poderão formar melhor sua opinião sobre a qualidade dos administradores e sua disposição em ser transparente. Por fim, é necessário esperar para ver o preço que o papel vai chegar ao mercado. Afinal, este é um detalhe que pode ffazer toda a diferença. A companhia pode ser muito boa, o setor promissor, mas se estiver cara será melhor esperar um bom momento de compra, ou seja, quando a ação for cotada a preços mais baixos.

 

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Grupo Cosan vai ao mercado e pode ser boa oportunidade

Mara Luquet  - Valor

 

Deve ter início nas próximas semanas a apresentação do grupo Cosan para o mercado. A primeira reunião será com corretores de valores na sede da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), provavelmente nesta semana, embora a data ainda não esteja confirmada. Na seqüência terá início a programação de encontros com os investidor. Vale a pena acompanhar essa movimentação e a opinião dos analistas de investimento sobre as apresentações. Isso porque esta é uma oferta inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) que pode se traduzir numa boa oportunidade de negócios. O grupo Cosan é um dos maiores produtores e exportadores mundiais de açúcar e vai abrir capital este ano. Será a primeira empresa do setor sucro-alcooleiro a ter ações negociadas na Bovespa. Isso, por si só, já seria um bom motivo para dedicar uma atenção à análise dessa alternativa de investimento. Mas há dois pontos extremamente relevantes: o setor sucro-alcooleiro vive um momento de expansão e as ações da Cosan serão negociadas no Novo Mercado.

 

Fábio Silveira, sócio da MS Consult, empresa de consultoria e análise setorial, diz que a taxa média de crescimento do setor até o final desta década deverá ser de 4% ao ano. "Os preços do açúcar estão num patamar muito bom e a demanda é forte tanto para o açúcar como para o álcool", diz Silveira. O crescimento das vendas dos veículos bicombustíveis garantem a estabilidade da demanda por álcool, segundo os analistas.

 

O setor sucro-alcooleiro é um dos que mais exportam com vendas anuais ao exterior na ordem de US$ 4,5 bilhões. Além disso, as empresas estão recebendo aportes de capital estrangeiro e a gestão tem se modernizado bastante. "O potencial do setor é enorme", diz Silveira. "Os grupos grandes do setor estão muito profissionalizados", acrescenta.

 

Mauro Giorgi, analista da Geração Futuro, diz que este é um setor que tem tecnologia de ponta e a entrada da Cosan na bolsa de valores é reflexo do processo de modernização da administração das empresas do setor. A expectativa dos analistas e de que outros grupos do setor sigam os mesmos passos da Cosan no próximo ano.

 

Os analistas esperam que a Cosan faça uma captação de até US$ 300 milhões com o lançamento de suas ações no mercado e os recursos servirão para o pagamento de dívidas e o financiamento da expansão do grupo.

 

"A imagem dos coronéis do Nordeste ou os usineiros do interior de São Paulo pressionando para aliviar as dívidas com o Banco do Brasil já não são uma unanimidade no setor", diz Giorgi. Pelo menos o fato de a empresa abrir capital no Novo Mercado é um "hedge" (proteção) de governança, segundo Giorgi. Por essas razões, os analistas estão vendo com bons olhos a emissão da Cosan. Assim é muito importante acompanhar a evolução do processo de abertura de capital da empresa, principalmente porque nessas reuniões os administradores da empresas estarão conhecendo os analistas.

 

Afinal, até agora esta era uma empresa fechada e, portanto, sem tradição de entregar informações ao mercado e relacionamento com os analistas. Nessas reuniões os analistas poderão formar melhor sua opinião sobre a qualidade dos administradores e sua disposição em ser transparente. Por fim, é necessário esperar para ver o preço que o papel vai chegar ao mercado. Afinal, este é um detalhe que pode ffazer toda a diferença. A companhia pode ser muito boa, o setor promissor, mas se estiver cara será melhor esperar um bom momento de compra, ou seja, quando a ação for cotada a preços mais baixos.

 

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VALE PROPÕE PAGAR US$ 800 MILHÕES EM DIVIDENDOS NO DIA 31/10

São Paulo, 26 - A Companhia Vale do Rio Doce informou na sexta-feira à noite que sua diretoria
executiva submeterá à apreciação do conselho de administração, na reunião marcada para 14 de
outubro, a proposta para distribuição de até US$ 800 milhões em dividendos.

Deste montante, US$ 500 milhões referem-se à segunda parcela da remuneração mínima aos
acionistas anunciada em 31 de janeiro de 2005, no montante de US$ 1 bilhão
. Os outros US$ 300
milhões correspondem a dividendos adicionais.

Se a proposta for aprovada, a Vale pagará no dia 31 de outubro o equivalente a US$ 0,695 por ação.
O valor em reais será determinado com base no valor da taxa de câmbio de venda do dólar
norte-americano (Ptax - opção 5) a ser informada pelo Banco Central do Brasil em 13 de outubro.

Segundo a companhia, "a remuneração adicional proposta está associada ao desempenho do fluxo
de caixa da companhia em 2005 e é consistente com a manutenção de níveis prudentes de
alavancagem e com a otimização da gestão financeira."

O pagamento proposto aos acionistas para o ano de 2005, no valor total de US$ 1,3 bilhão, será
superior em 65% ao valor distribuído em 2004, com crescimento anual médio de 39% desde 2002,
informa a Vale.


(Téo Takar, Agencia Estado)

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VALE PROPÕE PAGAR US$ 800 MILHÕES EM DIVIDENDOS NO DIA 31/10

São Paulo, 26 - A Companhia Vale do Rio Doce informou na sexta-feira à noite que sua diretoria
executiva submeterá à apreciação do conselho de administração, na reunião marcada para 14 de
outubro, a proposta para distribuição de até US$ 800 milhões em dividendos.

Deste montante, US$ 500 milhões referem-se à segunda parcela da remuneração mínima aos
acionistas anunciada em 31 de janeiro de 2005, no montante de US$ 1 bilhão
. Os outros US$ 300
milhões correspondem a dividendos adicionais.

Se a proposta for aprovada, a Vale pagará no dia 31 de outubro o equivalente a US$ 0,695 por ação.
O valor em reais será determinado com base no valor da taxa de câmbio de venda do dólar
norte-americano (Ptax - opção 5) a ser informada pelo Banco Central do Brasil em 13 de outubro.

Segundo a companhia, "a remuneração adicional proposta está associada ao desempenho do fluxo
de caixa da companhia em 2005 e é consistente com a manutenção de níveis prudentes de
alavancagem e com a otimização da gestão financeira."

O pagamento proposto aos acionistas para o ano de 2005, no valor total de US$ 1,3 bilhão, será
superior em 65% ao valor distribuído em 2004, com crescimento anual médio de 39% desde 2002,
informa a Vale.


(Téo Takar, Agencia Estado)

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Segunda-feira, Setembro 26

É hora do aço: saiba qual a siderúrgica com o maior potencial até o final do ano

Por: Cauê Todeschini de Assunção

26/09/05 - 09h50

InfoMoney

SÃO PAULO - A média das projeções dos analistas aponta as ações preferenciais classe A da Usiminas como as mais atrativas entre as principais siderúrgicas brasileiras, com preço alvo médio de R$ 73,27, o que implica um potencial de valorização de cerca de 37%.

Com a forte valorização do Ibovespa nas últimas semanas, o momento deve ser propício para o posicionamento nos papéis do setor de siderurgia, uma vez que, historicamente, estes papéis costumam apresentar alta correlação com o desempenho da bolsa.

Papel tem boas perspectivas
Além da maior exposição ao mercado interno, que trabalha com preços mais atrativos do que o externo, e ao setor automobilístico, que vem registrando forte desempenho nos últimos meses, a siderúrgica mineira também possui boas perspectivas em alguns segmentos específicos, nos quais é uma das principais players do mercado internacional, como, por exemplo, o de chapas grossas.

Outro ponto positivo levantado pelos analistas é o substancial dividend yield projetado para o papel neste ano, de 12,1%, segundo a Ágora Senior, e de 9,6%, de acordo com o Pactual.

Outros destaques: Gerdau e CSN
Entre as outras siderúrgicas, destaque para Gerdau e CSN, cujas ações preferenciais e ordinárias respectivamente possuem preços alvo médios de R$ 42,41 e R$ 67,08, o que implica potenciais de valorização de 25,7% e 26,1%.

Enquanto a primeira acumula boas perspectivas em relação à recuperação do segmento de aços longos, tanto no cenário interno quanto no externo, a segunda, assim como a Usiminas, é beneficiada por sua maior exposição ao mercado doméstico.

Por fim, as ações preferenciais da CST, controlada pelo grupo Arcelor, possuem o menor potencial de valorização entre os papéis do setor, com preço alvo médio de R$ 175,90 e upside de 6,6%.

 

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É hora do aço: saiba qual a siderúrgica com o maior potencial até o final do ano

Por: Cauê Todeschini de Assunção

26/09/05 - 09h50

InfoMoney

SÃO PAULO - A média das projeções dos analistas aponta as ações preferenciais classe A da Usiminas como as mais atrativas entre as principais siderúrgicas brasileiras, com preço alvo médio de R$ 73,27, o que implica um potencial de valorização de cerca de 37%.

Com a forte valorização do Ibovespa nas últimas semanas, o momento deve ser propício para o posicionamento nos papéis do setor de siderurgia, uma vez que, historicamente, estes papéis costumam apresentar alta correlação com o desempenho da bolsa.

Papel tem boas perspectivas
Além da maior exposição ao mercado interno, que trabalha com preços mais atrativos do que o externo, e ao setor automobilístico, que vem registrando forte desempenho nos últimos meses, a siderúrgica mineira também possui boas perspectivas em alguns segmentos específicos, nos quais é uma das principais players do mercado internacional, como, por exemplo, o de chapas grossas.

Outro ponto positivo levantado pelos analistas é o substancial dividend yield projetado para o papel neste ano, de 12,1%, segundo a Ágora Senior, e de 9,6%, de acordo com o Pactual.

Outros destaques: Gerdau e CSN
Entre as outras siderúrgicas, destaque para Gerdau e CSN, cujas ações preferenciais e ordinárias respectivamente possuem preços alvo médios de R$ 42,41 e R$ 67,08, o que implica potenciais de valorização de 25,7% e 26,1%.

Enquanto a primeira acumula boas perspectivas em relação à recuperação do segmento de aços longos, tanto no cenário interno quanto no externo, a segunda, assim como a Usiminas, é beneficiada por sua maior exposição ao mercado doméstico.

Por fim, as ações preferenciais da CST, controlada pelo grupo Arcelor, possuem o menor potencial de valorização entre os papéis do setor, com preço alvo médio de R$ 175,90 e upside de 6,6%.

 

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Vale: dividendos decepcionam, mas Merrill Lynch recomenda compra

Por: Cauê Todeschini de Assunção

26/09/05 - 14h18

InfoMoney

SÃO PAULO - Os números da distribuição extraordinária de dividendos da Vale decepcionaram os analistas da Merrill Lynch, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira. De acordo com os analistas do banco, o pagamento de dividendos da empresa foi prejudicada pela oferta para a aquisição da mineradora canadense Canico Resources, que mantém um projeto de exploração de níquel no estado do Pará.

Conforme anunciado, a Vale deve distribuir cerca de US$ 300 milhões aos seus acionistas, o que, somados ao US$ 1 bilhão aprovados no início do ano, representam um dividend yield por volta de 2,6% no ano de 2005, abaixo da média histórica, que gira em torno de 3,5% a 4,5%.

Para o próximo ano, a Merrill Lynch acredita que a empresa elevará em 74% sua distribuição de dividendos, o que significa o pagamento de algo próximo a US$ 2,26 bilhões. A expectativa é sustentada na projeção de um crescimento de 42% da geração operacional de caixa, com um crescimento de 10% dos preços do minério de ferro e 7,5% dos volumes vendidos.

Aquisição da Canico deve ser positiva
Apesar de ter afetado a distribuição de dividendos da Vale neste ano, o negócio envolvendo a mineradora canadense Canico Resources é considerado positivo no longo prazo pelos analistas da Merrill Lynch.

Com retorno do investimento esperado entre 17% e 19%, o banco norte-americano acredita que a aquisição do projeto gere um ganho em torno de US$ 300 milhões em sinergias.

Com isso, a Merrill Lynch manteve sua recomendação de compra das ADR´s da Vale, com preço alvo de US$ 60 e potencial de valorização de cerca de 40%.

 

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Vale: dividendos decepcionam, mas Merrill Lynch recomenda compra

Por: Cauê Todeschini de Assunção

26/09/05 - 14h18

InfoMoney

SÃO PAULO - Os números da distribuição extraordinária de dividendos da Vale decepcionaram os analistas da Merrill Lynch, segundo relatório divulgado nesta segunda-feira. De acordo com os analistas do banco, o pagamento de dividendos da empresa foi prejudicada pela oferta para a aquisição da mineradora canadense Canico Resources, que mantém um projeto de exploração de níquel no estado do Pará.

Conforme anunciado, a Vale deve distribuir cerca de US$ 300 milhões aos seus acionistas, o que, somados ao US$ 1 bilhão aprovados no início do ano, representam um dividend yield por volta de 2,6% no ano de 2005, abaixo da média histórica, que gira em torno de 3,5% a 4,5%.

Para o próximo ano, a Merrill Lynch acredita que a empresa elevará em 74% sua distribuição de dividendos, o que significa o pagamento de algo próximo a US$ 2,26 bilhões. A expectativa é sustentada na projeção de um crescimento de 42% da geração operacional de caixa, com um crescimento de 10% dos preços do minério de ferro e 7,5% dos volumes vendidos.

Aquisição da Canico deve ser positiva
Apesar de ter afetado a distribuição de dividendos da Vale neste ano, o negócio envolvendo a mineradora canadense Canico Resources é considerado positivo no longo prazo pelos analistas da Merrill Lynch.

Com retorno do investimento esperado entre 17% e 19%, o banco norte-americano acredita que a aquisição do projeto gere um ganho em torno de US$ 300 milhões em sinergias.

Com isso, a Merrill Lynch manteve sua recomendação de compra das ADR´s da Vale, com preço alvo de US$ 60 e potencial de valorização de cerca de 40%.

 

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Análise para o dia 27 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,48% com 31.146 pontos e volume financeiro de 1,89 bilhão. Os quinze primeiros minutos foram de alta e com bom volume, sucedidos por uma baixa provocada principalmente por PETR4, BBDC4, CSNA3, VALE5 e USIM5 entre 10:15 e 10:45. Ibovespa possui suporte em 30.400 e resistência em 31.370. Comprados devem ficar atentos aos candles de reversão gerados, com destaque para os engolfos de baixa de: CESP4, CSNA3, CSTB4, PTIP4 e WEGE4.Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Possui resistência no diário em 37,85 (linha preta pontilhada). Tocou nesta resistência na abertura e às 12:30, sem conseguir rompê-la. Tendência primária e secundária indefinida, terciária de alta. Aguardar melhor momento pra compras.

   PETR4 - Apesar do martelo formado no diário, entrou em tendência de baixa para o curto prazo ao perder 35,35. Continua em tendência de alta para o médio prazo, conservadores podem elevar o stop para 33,65 ou lançar opções como proteção. O financiamento com a PETRJ2 (ex. em 35,00) está rendendo 3,27% e garante uma proteção até 33,85 no vencimento em 17/10/2005. Aguardar melhor momento para novas compras.

   EBTP4 - Queda de 1,80%, fechou sobre o suporte que trabalhava como resistência. Ponto de compra: 5,10 após candle de reversão no diário. Tendência terciária de alta e primária indefinida.

   ARCZ6 - Fechou sobre LTA com início em 16/05/2005. Formou um engolfo de baixa no diário, indicando continuação de tendência de baixa para o curto prazo. Caso forme um candle de reversão nesta terça, pode gerar compra na quarta.

   BRKM5 - Confirmou primeiro objetivo de 25,83 às 11:15, fez o topo em 26,10 e reverteu durante a tarde. Possui suporte intraday em 25,00. Comprados devem manter stop em 23,75 e aguardar melhor oportunidade para elevá-lo.

   NETC4 - Alta de 4,59%, volume um pouco acima da média. Fechou em 0,91 e possui resistência em 0,94. Tendência de alta para o médio prazo.

   VALE5 - IMV +4 indicando que as quatro últimas altas foram com volume. Abriu em forte queda, se recuperou após 11hs e fechou com um candle de indecisão no diário, indicando indefinição para esta terça. Aguardar melhor momento para novas compras.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BRTO3, CTNM4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CTAX4, ITSA4, TMAR5

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
ARCZ6, BELG4, BOBR4, CESP4, CGAS5, COCE5, CSNA3, CSTB4, ELPL4, GOLL4, PTIP4, RIPI4, TMCP3, USIM3, VCPA4, WEGE4


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Análise para o dia 27 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,48% com 31.146 pontos e volume financeiro de 1,89 bilhão. Os quinze primeiros minutos foram de alta e com bom volume, sucedidos por uma baixa provocada principalmente por PETR4, BBDC4, CSNA3, VALE5 e USIM5 entre 10:15 e 10:45. Ibovespa possui suporte em 30.400 e resistência em 31.370. Comprados devem ficar atentos aos candles de reversão gerados, com destaque para os engolfos de baixa de: CESP4, CSNA3, CSTB4, PTIP4 e WEGE4.Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Possui resistência no diário em 37,85 (linha preta pontilhada). Tocou nesta resistência na abertura e às 12:30, sem conseguir rompê-la. Tendência primária e secundária indefinida, terciária de alta. Aguardar melhor momento pra compras.

   PETR4 - Apesar do martelo formado no diário, entrou em tendência de baixa para o curto prazo ao perder 35,35. Continua em tendência de alta para o médio prazo, conservadores podem elevar o stop para 33,65 ou lançar opções como proteção. O financiamento com a PETRJ2 (ex. em 35,00) está rendendo 3,27% e garante uma proteção até 33,85 no vencimento em 17/10/2005. Aguardar melhor momento para novas compras.

   EBTP4 - Queda de 1,80%, fechou sobre o suporte que trabalhava como resistência. Ponto de compra: 5,10 após candle de reversão no diário. Tendência terciária de alta e primária indefinida.

   ARCZ6 - Fechou sobre LTA com início em 16/05/2005. Formou um engolfo de baixa no diário, indicando continuação de tendência de baixa para o curto prazo. Caso forme um candle de reversão nesta terça, pode gerar compra na quarta.

   BRKM5 - Confirmou primeiro objetivo de 25,83 às 11:15, fez o topo em 26,10 e reverteu durante a tarde. Possui suporte intraday em 25,00. Comprados devem manter stop em 23,75 e aguardar melhor oportunidade para elevá-lo.

   NETC4 - Alta de 4,59%, volume um pouco acima da média. Fechou em 0,91 e possui resistência em 0,94. Tendência de alta para o médio prazo.

   VALE5 - IMV +4 indicando que as quatro últimas altas foram com volume. Abriu em forte queda, se recuperou após 11hs e fechou com um candle de indecisão no diário, indicando indefinição para esta terça. Aguardar melhor momento para novas compras.

 

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BRTO3, CTNM4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CTAX4, ITSA4, TMAR5

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ARCZ6, BELG4, BOBR4, CESP4, CGAS5, COCE5, CSNA3, CSTB4, ELPL4, GOLL4, PTIP4, RIPI4, TMCP3, USIM3, VCPA4, WEGE4


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Sexta-feira, Setembro 23

Análise para o dia 26 de setembro

   Ibovespa fecha em alta de 2,00% com 31.294 pontos e volume financeiro de 2,09 bilhões. Com esta alta, a LTA do Ibovespa na escala logarítmica com início em 11/05/04 foi recuperada. O topo do OBV formado em 07/03/05 foi rompido pela primeira vez nesta sexta. Além disso o IMV indica que o Ibovespa teve volume acima da média nos últimos sete dias, dando mais credibilidade ao rompimento do topo histórico ocorrido em 16/09/05. Destaque para EBTP4, BRTO4 e UBBR11. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Com este grande candle de alta formado, fez dois importantes movimentos: Rompeu LTB com início em 07/03/05 e recuperou a LTA com início em 10/05/05.

   No gráfico a seguir, mostramos a correlação do Ibovespa e Telemar PN nos últimos meses. Podemos ver que sempre que o Ibovespa sobe, Telemar a acompanha. Até o mês de agosto, indicado pelo número 1, onde caminharam em sentido oposto. Em azul está destacada o quanto Telemar está atrasada em relação ao Ibovespa. Isto não significa necessariamente que ela irá buscar o Ibovespa no curto prazo. Clique aqui para ver o gráfico.

   PETR4 - Apesar da queda, o suporte de 35,35 foi respeitado. A perda deste suporte indica reversão de tendência para o curto prazo, já que foi formado um Dark Cloud na quinta sobre a resistência (linha azul). Para o médio prazo, o ativo segue em tendência de alta, comprados devem manter posição, mas podem subir stop para 33,65.

   EBTP4 - Alta de 8,39%, Rompe mais uma resistência (5,41) no semanal e deverá buscar 5,79 no médio prazo. Como ainda faltam três semanas para o vencimento de opções da série J, comprados que lançaram EBTPJ45 ou EBTPJ5, podem buscar melhores taxas na EBTPJ55 ou EBTPJ14.

   ARCZ6 - Ainda não gerou o sinal de compra conservador, que seria após candle de reversão próximo à LTA e fibo de 38,2%. Está emitindo um sinal de compra arrojado pelo estocástico, com compra no rompimento de 8,88 com objetivo em 9,30 (curto prazo) e 10,12 (médio prazo). Stop em 8,50, o que proporciona um risco/retorno favorável.

   BRKM5 - Após gerar compra na quinta-feira, o OBV rompeu nesta sexta o topo anterior e o estocástico respeitou o fundo anterior. Objetivo em 25,83 e 27,93 com stop em 23,75.

   BRTO4 - Confirmou pivot de alta nesta sexta e possui projeções para: 10,75 , 11,34 e 12,29 no médio prazo. Evitar novas compras.

   NETC4 - Pelo semanal é mais fácil perceber que os dois últimos candles de baixa são apenas uma pequena correção dentro de uma tendência de alta secundária. Comprados devem manter posição, mas evitar novas compras.

   VALE5 - Alta de 1,90% com volume acima da média. Somente neste mês, o ativo já subiu mais de 20%. Tendência primária, secundária e terciária de alta. Observar pelo IFR(14) que com a alta desta sexta, o topo anterior foi rompido, diminuindo a possibilidade de uma divergência baixista. O valor do IFR(14) é de 83, mas neste caso não deve ser considerado como um sinal de sobrecompra, já que o ativo não está em congestão.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BBDC3, CCRO3, CRUZ3, CSTB4, ELPL4, ENBR3, SUBA3, TCOC4, TCSL3, TSPP4, UNIP6

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
CTAX4, MYPK4, NETC4, RAPT4, SDIA4, TNCP4

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Análise para o dia 26 de setembro

   Ibovespa fecha em alta de 2,00% com 31.294 pontos e volume financeiro de 2,09 bilhões. Com esta alta, a LTA do Ibovespa na escala logarítmica com início em 11/05/04 foi recuperada. O topo do OBV formado em 07/03/05 foi rompido pela primeira vez nesta sexta. Além disso o IMV indica que o Ibovespa teve volume acima da média nos últimos sete dias, dando mais credibilidade ao rompimento do topo histórico ocorrido em 16/09/05. Destaque para EBTP4, BRTO4 e UBBR11. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Com este grande candle de alta formado, fez dois importantes movimentos: Rompeu LTB com início em 07/03/05 e recuperou a LTA com início em 10/05/05.

   No gráfico a seguir, mostramos a correlação do Ibovespa e Telemar PN nos últimos meses. Podemos ver que sempre que o Ibovespa sobe, Telemar a acompanha. Até o mês de agosto, indicado pelo número 1, onde caminharam em sentido oposto. Em azul está destacada o quanto Telemar está atrasada em relação ao Ibovespa. Isto não significa necessariamente que ela irá buscar o Ibovespa no curto prazo. Clique aqui para ver o gráfico.

   PETR4 - Apesar da queda, o suporte de 35,35 foi respeitado. A perda deste suporte indica reversão de tendência para o curto prazo, já que foi formado um Dark Cloud na quinta sobre a resistência (linha azul). Para o médio prazo, o ativo segue em tendência de alta, comprados devem manter posição, mas podem subir stop para 33,65.

   EBTP4 - Alta de 8,39%, Rompe mais uma resistência (5,41) no semanal e deverá buscar 5,79 no médio prazo. Como ainda faltam três semanas para o vencimento de opções da série J, comprados que lançaram EBTPJ45 ou EBTPJ5, podem buscar melhores taxas na EBTPJ55 ou EBTPJ14.

   ARCZ6 - Ainda não gerou o sinal de compra conservador, que seria após candle de reversão próximo à LTA e fibo de 38,2%. Está emitindo um sinal de compra arrojado pelo estocástico, com compra no rompimento de 8,88 com objetivo em 9,30 (curto prazo) e 10,12 (médio prazo). Stop em 8,50, o que proporciona um risco/retorno favorável.

   BRKM5 - Após gerar compra na quinta-feira, o OBV rompeu nesta sexta o topo anterior e o estocástico respeitou o fundo anterior. Objetivo em 25,83 e 27,93 com stop em 23,75.

   BRTO4 - Confirmou pivot de alta nesta sexta e possui projeções para: 10,75 , 11,34 e 12,29 no médio prazo. Evitar novas compras.

   NETC4 - Pelo semanal é mais fácil perceber que os dois últimos candles de baixa são apenas uma pequena correção dentro de uma tendência de alta secundária. Comprados devem manter posição, mas evitar novas compras.

   VALE5 - Alta de 1,90% com volume acima da média. Somente neste mês, o ativo já subiu mais de 20%. Tendência primária, secundária e terciária de alta. Observar pelo IFR(14) que com a alta desta sexta, o topo anterior foi rompido, diminuindo a possibilidade de uma divergência baixista. O valor do IFR(14) é de 83, mas neste caso não deve ser considerado como um sinal de sobrecompra, já que o ativo não está em congestão.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BBDC3, CCRO3, CRUZ3, CSTB4, ELPL4, ENBR3, SUBA3, TCOC4, TCSL3, TSPP4, UNIP6

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CTAX4, MYPK4, NETC4, RAPT4, SDIA4, TNCP4

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A China, agora, dita as regras

Érica Fraga, Valor Econômico - 23/09/2005 - edicão nº 1352

No início, era uma mistura de admiração e perplexidade. Agora, as reações do resto do mundo diante do surpreendente ritmo de crescimento da China têm se convertido em um debate prático sobre que lições os demais países em desenvolvimento podem tirar do exemplo do gigante asiático. Essa discussão de política econômica começa a ganhar fôlego, inclusive na América Latina, e já foi batizada de Consenso de Pequim. A expressão, cravada no título de um artigo escrito pelo consultor americano Joshua Cooper Ramo, é usada como contraponto ao chamado Consenso de Washington, receituário de medidas neoliberais formulado na década de 90 para países em desenvolvimento.

A escassez de resultados nos países que abraçaram as reformas neoliberais, como os latino-americanos, tem dado espaço à busca de alternativas inspiradas no modelo da China, uma das poucas nações emergentes que não seguiram as orientações do Consenso de Washington. "A China está marcando um caminho para outras nações que estão tentando descobrir não apenas como se desenvolver, mas também como se encaixar na ordem internacional de forma que possam ser verdadeiramente independentes (...) Chamo essa nova física do poder e desenvolvimento de Consenso de Pequim. Substitui o amplamente desacreditado Consenso de Washington, uma teoria econômica famosa nos anos 90 por sua abordagem prescritiva, 'Washington-sabe-melhor', de dizer a outras nações como administrar a si mesmas", diz trecho do artigo.

O "Consenso de Pequim" foi publicado pelo respeitado Centro de Política Externa (The Foreign Policy Centre), instituto de pesquisa baseado em Londres que tem como patrono o primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Recentemente, tanto a expressão como as teses de Ramo têm ganhado tom de debate e já foram citadas em artigos de publicações como "Financial Times", "Newsweek" e textos de outros acadêmicos, inclusive brasileiros.

"Os dois países que ignoraram mais notavelmente o Consenso de Washington, Índia e China, têm resultados que parecem atrativos. Então, no lado econômico, acho que há uma reação natural de tentar pensar sobre que lições poderiam ser aprendidas da experiências desses dois países muito grandes e muito pobres", disse Ramo ao Valor.

O artigo de Ramo - que, além de atuar como consultor de negócios, principalmente na China, é acadêmico e já foi editor da revista "Time" - foi escrito depois de mais de cem conversas do autor com importantes intelectuais e políticos chineses. O texto defende a idéia de que a experiência chinesa mostra que cada país precisa encontrar seu próprio caminho de desenvolvimento. O modelo chinês, diz Ramo, "é tão flexível que nem é classificado como doutrina e não impõe soluções uniformes para todas as situações". Mas, de acordo com o autor, podem ser retirados dele três teoremas básicos.

- O primeiro teorema diz que a China - que cresce a uma média de 9% há duas décadas - tem se beneficiado de investimentos em alta tecnologia, inovação e educação. São formas de aumentar a produtividade total dos fatores da economia chinesa. E, observa Ramo, as mudanças ocorrem em velocidade tão alta que a inovação constante é a única forma de combater os problemas causados pelas próprias transformações. Mesmo quando fracassam, as tentativas são vistas como positivas. Essa é uma das idéias de Deng Xiaoping recicladas pela China em sua contínua busca de um caminho próprio rumo a uma economia de mercado, globalizada, mas com "características chinesas".

- O segundo teorema afirma que as taxas elevadas de crescimento não bastam e que é preciso buscar uma expansão sustentada e maior igualdade na distribuição dos ganhos com as reformas do país. Desde o início de seu processo de abertura controlada, marcada por um modelo exportador agressivo, iniciado por Xiaoping, a China deixou de ser uma das nações mais igualitárias do mundo para figurar no time das mais desiguais.

Apesar do forte controle político sobre a população, as pressões sociais têm aumentado, diz Shaun Breslin, professor da Universidade de Warwick, no Reino Unido, respeitado especialista europeu em China. "Há greves e motins diariamente sobre os quais não ouvimos porque não são sempre divulgados na China por razões óbvias. Se há um desafio para o Partido Comunista no curto prazo, não olhe para a classe média; ele pode vir daqueles que vêm sendo deixados para trás", afirma Breslin.

A insatisfação com a agressão ao meio ambiente e com a corrupção também é crescente. Por isso, de acordo com Ramo, há sinais claros de que o foco do pensamento desenvolvimentista chinês está se voltando para as discussões sobre sustentabilidade e igualdade. A percepção da desigualdade como risco à estabilidade social somada ao temor de que as taxas de crescimento acabem esbarrando em limites estruturais de recursos levou o governo do presidente Hu Jintao e do primeiro-ministro Wen Jiabao a encampar o discurso da necessidade de "desenvolvimento equilibrado".

Esse deverá ser o tema central do novo plano econômico de cinco anos que será discutido pelo comitê central do Partido Comunista agora em outubro. Para Ramo, essa é a segunda perna do tripé do Consenso de Pequim.

- Seu terceiro sustentáculo é o que Ramo chama de teoria da autodeterminação, descrição fascinante de como a China tenta controlar seu destino, usando o que o autor chama de alavancagem para dar grandes passos. O foco é sobre a política externa. "Em vez de construir um poder no estilo dos EUA, encrespado com armas e intolerante com as visões do mundo dos outros, o poder emergente da China é baseado no exemplo do seu próprio modelo, a força de seu sistema econômico e defesa rígida da soberania nacional", diz trecho do artigo.

O Partido Comunista chinês tem propagado a tese de que busca uma ascensão pacífica. Mas tem sabido, ao mesmo tempo, comenta Ramo, construir armas poderosas no mundo globalizado. Exemplo: suas reservas internacionais de mais de US$ 700 bilhões, boa parte acumulada em títulos do governo dos EUA, que são um reflexo da política de manutenção de uma taxa de câmbio desvalorizada, um dos motores do modelo exportador chinês. "Estas 'armas assassinas' são importante parte do Consenso de Pequim em segurança. Não porque Pequim é ambiciosa por hegemonia, assunto que deixarei para outros discutirem, mas porque oferecem a chance para uma verdadeira autodeterminação", diz Ramo.

Tentativas de teorizar sobre o segredo do exuberante crescimento chinês, principalmente as bem delineadas e perceptivas como é o caso do trabalho de Ramo, chamam a atenção da América Latina. Não é por acaso que acadêmicos brasileiros como Theotonio dos Santos, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e coordenador do Reggen, uma rede internacional de pesquisa econômica patrocinada pela UNESCO, têm se dedicado a estudar o Consenso de Pequim. "É evidente que este tema se encontra no centro do debate contemporâneo na China. Trata-se de definir o final do Consenso de Washington que Joseph Stiglitz (economista americano) tão bem prognosticou. O pós-Consenso de Washington será, sobretudo, um Consenso de Pequim", afirma Santos.

Ele e outros acadêmicos da América Latina e de diversas partes do mundo têm participado de seminários na China sobre o modelo de crescimento do país, fortemente controlado pela mão do Partido Comunista. A busca por uma nova estratégia de desenvolvimento global como alternativa às orientações neoliberais é conseqüência da decepção com o Consenso de Washington. Existe a percepção de que as reformas - baseadas em políticas de liberalização financeira e comercial, privatizações, redução do papel do Estado na condução da economia, aperto fiscal e controle da inflação - não geraram os resultados esperados principalmente em termos de crescimento sustentado e desenvolvimento.

Os diversos seminários sobre política econômica realizados na China são um sinal do interesse que o governo chinês tem na disseminação do Consenso de Pequim. Na opinião de Ramo, os chineses entendem que, tanto do ponto de vista econômico, como do geopolítico, "quanto mais eles puderem ajudar outras nações a se fortalecerem, melhor será o mundo para a China".

A China também tenta aprender com os erros da América Latina. Por encomenda do governo, a Academia Chinesa de Ciências Sociais publicou, em 2004, um livro chamado "Análises do Neoliberalismo". A obra, uma compilação de artigos de respeitados acadêmicos chineses, escrita sob um ponto de vista marxista, considera a Rússia e a América Latina como áreas do "desastre" do neoliberalismo. Um dos capítulos trata das vítimas latinas das reformas liberais.

Não faltam sinais, portanto, de que ganha fôlego a discussão de alternativas nessa fase de pós-Consenso de Washington. Mas permanece uma grande dúvida: o Consenso de Pequim é, realmente, viável para outros países em desenvolvimento, como o Brasil? Ramo cita em seu artigo o interesse crescente de acadêmicos brasileiros pelo fenômeno chinês. Destaca também que, antes da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático, o governo brasileiro disse em nota oficial que o interesse do Brasil ia além dos laços econômicos, englobando também projetos chineses que visavam a "melhorar a vida das pessoas".

O problema é que não está claro se o modelo bem-sucedido de crescimento chinês vai, de fato, se converter em um projeto igualmente bem-sucedido de desenvolvimento que beneficie parcela mais significativa da população. Por enquanto, como diz Ramo, as políticas chinesas permanecem carregadas de "contradições, tensões e armadilhas".

Sobre a possibilidade de o Brasil tirar lições do modelo chinês, Breslin, da Universidade de Warwick, diz o seguinte: "O crescimento chinês tem sido em parte baseado em salários baixos e na supressão dos direitos dos trabalhadores. Isso é algo que o Brasil gostaria de estabelecer?" O especialista vai além. Lembra de outros aspectos inerentes ao regime chinês, que são a manutenção do poder político centralizado, ao qual não se permite contestação, e o sistema bancário inadequado, cujos empréstimos ainda alimentam muitos investimentos no país. Esses são aspectos talvez negligenciados no artigo de Ramo.

"O que os outros países querem é a parte brilhante e bem-sucedida da China -Xangai - sem os pontos baixos. Recomendo aos formuladores de políticas que levantem os tapa-olhos e vejam a história toda, e não apenas os lados positivos", afirma Breslin.

Mesmo considerando os aspectos inaceitáveis do regime chinês do ponto de vista democrático, como recomenda Breslin, a essência do Consenso de Pequim, a defesa de que cada país tem de buscar seu caminho, soa como um argumento convincente mesmo para quem discorda da tese de forma mais geral. Na opinião de Jorge Arbache, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), o caso da China é peculiar e não deve ser visto como modelo. Como Breslin, ele também destaca o "absoluto controle político e do processo de tomada de decisões", além de peculiaridades do regime chinês. Mas ressalta o seguinte: "A grande lição chinesa é que é possível um país encontrar seu caminho de prosperidade, desde, é claro, que algumas condições econômicas e políticas estejam presentes. Outra lição que podemos tirar do caso chinês é que eles sabem o que querem, o que pavimenta o caminho do sucesso."

Ramo, por sua vez, é enfático em relação às chances de propagação do Consenso de Pequim. Embora afirme que nenhum outro país poderá repetir a experiência chinesa, ele diz que certos aspectos, como os investimentos em inovação tecnológica, são altamente atraentes para outros países. E destaca a importância do princípio de que sem estabilidade não há desenvolvimento.

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A China, agora, dita as regras

Érica Fraga, Valor Econômico - 23/09/2005 - edicão nº 1352

No início, era uma mistura de admiração e perplexidade. Agora, as reações do resto do mundo diante do surpreendente ritmo de crescimento da China têm se convertido em um debate prático sobre que lições os demais países em desenvolvimento podem tirar do exemplo do gigante asiático. Essa discussão de política econômica começa a ganhar fôlego, inclusive na América Latina, e já foi batizada de Consenso de Pequim. A expressão, cravada no título de um artigo escrito pelo consultor americano Joshua Cooper Ramo, é usada como contraponto ao chamado Consenso de Washington, receituário de medidas neoliberais formulado na década de 90 para países em desenvolvimento.

A escassez de resultados nos países que abraçaram as reformas neoliberais, como os latino-americanos, tem dado espaço à busca de alternativas inspiradas no modelo da China, uma das poucas nações emergentes que não seguiram as orientações do Consenso de Washington. "A China está marcando um caminho para outras nações que estão tentando descobrir não apenas como se desenvolver, mas também como se encaixar na ordem internacional de forma que possam ser verdadeiramente independentes (...) Chamo essa nova física do poder e desenvolvimento de Consenso de Pequim. Substitui o amplamente desacreditado Consenso de Washington, uma teoria econômica famosa nos anos 90 por sua abordagem prescritiva, 'Washington-sabe-melhor', de dizer a outras nações como administrar a si mesmas", diz trecho do artigo.

O "Consenso de Pequim" foi publicado pelo respeitado Centro de Política Externa (The Foreign Policy Centre), instituto de pesquisa baseado em Londres que tem como patrono o primeiro-ministro britânico, Tony Blair. Recentemente, tanto a expressão como as teses de Ramo têm ganhado tom de debate e já foram citadas em artigos de publicações como "Financial Times", "Newsweek" e textos de outros acadêmicos, inclusive brasileiros.

"Os dois países que ignoraram mais notavelmente o Consenso de Washington, Índia e China, têm resultados que parecem atrativos. Então, no lado econômico, acho que há uma reação natural de tentar pensar sobre que lições poderiam ser aprendidas da experiências desses dois países muito grandes e muito pobres", disse Ramo ao Valor.

O artigo de Ramo - que, além de atuar como consultor de negócios, principalmente na China, é acadêmico e já foi editor da revista "Time" - foi escrito depois de mais de cem conversas do autor com importantes intelectuais e políticos chineses. O texto defende a idéia de que a experiência chinesa mostra que cada país precisa encontrar seu próprio caminho de desenvolvimento. O modelo chinês, diz Ramo, "é tão flexível que nem é classificado como doutrina e não impõe soluções uniformes para todas as situações". Mas, de acordo com o autor, podem ser retirados dele três teoremas básicos.

- O primeiro teorema diz que a China - que cresce a uma média de 9% há duas décadas - tem se beneficiado de investimentos em alta tecnologia, inovação e educação. São formas de aumentar a produtividade total dos fatores da economia chinesa. E, observa Ramo, as mudanças ocorrem em velocidade tão alta que a inovação constante é a única forma de combater os problemas causados pelas próprias transformações. Mesmo quando fracassam, as tentativas são vistas como positivas. Essa é uma das idéias de Deng Xiaoping recicladas pela China em sua contínua busca de um caminho próprio rumo a uma economia de mercado, globalizada, mas com "características chinesas".

- O segundo teorema afirma que as taxas elevadas de crescimento não bastam e que é preciso buscar uma expansão sustentada e maior igualdade na distribuição dos ganhos com as reformas do país. Desde o início de seu processo de abertura controlada, marcada por um modelo exportador agressivo, iniciado por Xiaoping, a China deixou de ser uma das nações mais igualitárias do mundo para figurar no time das mais desiguais.

Apesar do forte controle político sobre a população, as pressões sociais têm aumentado, diz Shaun Breslin, professor da Universidade de Warwick, no Reino Unido, respeitado especialista europeu em China. "Há greves e motins diariamente sobre os quais não ouvimos porque não são sempre divulgados na China por razões óbvias. Se há um desafio para o Partido Comunista no curto prazo, não olhe para a classe média; ele pode vir daqueles que vêm sendo deixados para trás", afirma Breslin.

A insatisfação com a agressão ao meio ambiente e com a corrupção também é crescente. Por isso, de acordo com Ramo, há sinais claros de que o foco do pensamento desenvolvimentista chinês está se voltando para as discussões sobre sustentabilidade e igualdade. A percepção da desigualdade como risco à estabilidade social somada ao temor de que as taxas de crescimento acabem esbarrando em limites estruturais de recursos levou o governo do presidente Hu Jintao e do primeiro-ministro Wen Jiabao a encampar o discurso da necessidade de "desenvolvimento equilibrado".

Esse deverá ser o tema central do novo plano econômico de cinco anos que será discutido pelo comitê central do Partido Comunista agora em outubro. Para Ramo, essa é a segunda perna do tripé do Consenso de Pequim.

- Seu terceiro sustentáculo é o que Ramo chama de teoria da autodeterminação, descrição fascinante de como a China tenta controlar seu destino, usando o que o autor chama de alavancagem para dar grandes passos. O foco é sobre a política externa. "Em vez de construir um poder no estilo dos EUA, encrespado com armas e intolerante com as visões do mundo dos outros, o poder emergente da China é baseado no exemplo do seu próprio modelo, a força de seu sistema econômico e defesa rígida da soberania nacional", diz trecho do artigo.

O Partido Comunista chinês tem propagado a tese de que busca uma ascensão pacífica. Mas tem sabido, ao mesmo tempo, comenta Ramo, construir armas poderosas no mundo globalizado. Exemplo: suas reservas internacionais de mais de US$ 700 bilhões, boa parte acumulada em títulos do governo dos EUA, que são um reflexo da política de manutenção de uma taxa de câmbio desvalorizada, um dos motores do modelo exportador chinês. "Estas 'armas assassinas' são importante parte do Consenso de Pequim em segurança. Não porque Pequim é ambiciosa por hegemonia, assunto que deixarei para outros discutirem, mas porque oferecem a chance para uma verdadeira autodeterminação", diz Ramo.

Tentativas de teorizar sobre o segredo do exuberante crescimento chinês, principalmente as bem delineadas e perceptivas como é o caso do trabalho de Ramo, chamam a atenção da América Latina. Não é por acaso que acadêmicos brasileiros como Theotonio dos Santos, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e coordenador do Reggen, uma rede internacional de pesquisa econômica patrocinada pela UNESCO, têm se dedicado a estudar o Consenso de Pequim. "É evidente que este tema se encontra no centro do debate contemporâneo na China. Trata-se de definir o final do Consenso de Washington que Joseph Stiglitz (economista americano) tão bem prognosticou. O pós-Consenso de Washington será, sobretudo, um Consenso de Pequim", afirma Santos.

Ele e outros acadêmicos da América Latina e de diversas partes do mundo têm participado de seminários na China sobre o modelo de crescimento do país, fortemente controlado pela mão do Partido Comunista. A busca por uma nova estratégia de desenvolvimento global como alternativa às orientações neoliberais é conseqüência da decepção com o Consenso de Washington. Existe a percepção de que as reformas - baseadas em políticas de liberalização financeira e comercial, privatizações, redução do papel do Estado na condução da economia, aperto fiscal e controle da inflação - não geraram os resultados esperados principalmente em termos de crescimento sustentado e desenvolvimento.

Os diversos seminários sobre política econômica realizados na China são um sinal do interesse que o governo chinês tem na disseminação do Consenso de Pequim. Na opinião de Ramo, os chineses entendem que, tanto do ponto de vista econômico, como do geopolítico, "quanto mais eles puderem ajudar outras nações a se fortalecerem, melhor será o mundo para a China".

A China também tenta aprender com os erros da América Latina. Por encomenda do governo, a Academia Chinesa de Ciências Sociais publicou, em 2004, um livro chamado "Análises do Neoliberalismo". A obra, uma compilação de artigos de respeitados acadêmicos chineses, escrita sob um ponto de vista marxista, considera a Rússia e a América Latina como áreas do "desastre" do neoliberalismo. Um dos capítulos trata das vítimas latinas das reformas liberais.

Não faltam sinais, portanto, de que ganha fôlego a discussão de alternativas nessa fase de pós-Consenso de Washington. Mas permanece uma grande dúvida: o Consenso de Pequim é, realmente, viável para outros países em desenvolvimento, como o Brasil? Ramo cita em seu artigo o interesse crescente de acadêmicos brasileiros pelo fenômeno chinês. Destaca também que, antes da visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao país asiático, o governo brasileiro disse em nota oficial que o interesse do Brasil ia além dos laços econômicos, englobando também projetos chineses que visavam a "melhorar a vida das pessoas".

O problema é que não está claro se o modelo bem-sucedido de crescimento chinês vai, de fato, se converter em um projeto igualmente bem-sucedido de desenvolvimento que beneficie parcela mais significativa da população. Por enquanto, como diz Ramo, as políticas chinesas permanecem carregadas de "contradições, tensões e armadilhas".

Sobre a possibilidade de o Brasil tirar lições do modelo chinês, Breslin, da Universidade de Warwick, diz o seguinte: "O crescimento chinês tem sido em parte baseado em salários baixos e na supressão dos direitos dos trabalhadores. Isso é algo que o Brasil gostaria de estabelecer?" O especialista vai além. Lembra de outros aspectos inerentes ao regime chinês, que são a manutenção do poder político centralizado, ao qual não se permite contestação, e o sistema bancário inadequado, cujos empréstimos ainda alimentam muitos investimentos no país. Esses são aspectos talvez negligenciados no artigo de Ramo.

"O que os outros países querem é a parte brilhante e bem-sucedida da China -Xangai - sem os pontos baixos. Recomendo aos formuladores de políticas que levantem os tapa-olhos e vejam a história toda, e não apenas os lados positivos", afirma Breslin.

Mesmo considerando os aspectos inaceitáveis do regime chinês do ponto de vista democrático, como recomenda Breslin, a essência do Consenso de Pequim, a defesa de que cada país tem de buscar seu caminho, soa como um argumento convincente mesmo para quem discorda da tese de forma mais geral. Na opinião de Jorge Arbache, professor de economia da Universidade de Brasília (UnB), o caso da China é peculiar e não deve ser visto como modelo. Como Breslin, ele também destaca o "absoluto controle político e do processo de tomada de decisões", além de peculiaridades do regime chinês. Mas ressalta o seguinte: "A grande lição chinesa é que é possível um país encontrar seu caminho de prosperidade, desde, é claro, que algumas condições econômicas e políticas estejam presentes. Outra lição que podemos tirar do caso chinês é que eles sabem o que querem, o que pavimenta o caminho do sucesso."

Ramo, por sua vez, é enfático em relação às chances de propagação do Consenso de Pequim. Embora afirme que nenhum outro país poderá repetir a experiência chinesa, ele diz que certos aspectos, como os investimentos em inovação tecnológica, são altamente atraentes para outros países. E destaca a importância do princípio de que sem estabilidade não há desenvolvimento.

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Vale vai iniciar plano de reinvestimento de dividendos

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) divulgou um comunicado, informando que a partir da próxima segunda-feira, 26 de setembro, entra em operação o plano de reinvestimento de dividendos recebidos por detentores de ações da companhia (Vale Investir) listadas na Bovespa. O Vale Investir permite que os dividendos e/ou juros sobre capital próprio, distribuídos pela companhia, sejam automaticamente reaplicados em ações da CVRD, as quais serão adquiridas no mercado secundário. Não há intenção da companhia em emitir novas ações. O plano será executado pelo banco Bradesco (Bradesco), agente custodiante das ações da CVRD, e pelo Banco do Brasil S.A. (BB).

Desta forma, para aderir ao Vale Investir, o acionista deverá: (i) ter a remuneração relativa a dividendos e/ou juros sobre capital próprio pagos pela CVRD creditada em conta corrente no Bradesco ou BB, e (ii) ter suas ações custodiadas no B radesco ou na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), sub-custodiadas na Bradesco Corretora S.A. ou BB Banco de Investimento. O procedimento para adesão ao plano consiste no preenchimento e entrega em qualquer agência do Bradesco ou BB dos seguintes documentos:

1) Ficha de cadastro (juntamente com cópias do CPF, RG e comprovante de residência); 2) Proposta para reaplicação de dividendos e/ou juros sobre capital próprio; 3) Contrato. Os documentos mencionados encontram-se disponíveis nas agências do Bradesco ou em seu website e nas agências do BB. Ao aderir ao plano, o acionista deverá optar pelo tipo de ação que deseja comprar (preferencial ou ordinária) e pela entidade de custódia que ficará com as ações compradas (Bradesco ou CBLC / sub-custodiada na Bradesco CTVM ou BB Banco de Investimento).

Para que a compra de ações seja realizada, é necessário que o valor da remuneração recebida pelo acionista seja no mínimo igual ao valor de uma ação da cl asse escolhida. O Vale Investir é um instrumento que permite a compra de ações da CVRD de maneira prática e com custo de transação relativamente baixo. O investimento é feito de forma automática e as ações são compradas a preço de lote padrão (100 ações), que é em geral, inferior ao preço das ações adquiridas no mercado fracionário.

Uma vez aderindo ao plano, o acionista da CVRD terá seus dividendos e/ou juros sobre capital próprio reinvestidos automaticamente em qualquer pagamento efetuado pela companhia. Aqueles que aderirem ao plano até o dia 21 de outubro já poderão reinvestir automaticamente a próxima parcela que, conforme anteriormente anunciado, será distribuída no próximo dia 31 de outubro.

As ações preferenciais da empresa (VALE5) encerraram hoje com valorização de +1,90%, cotadas a R$ 85,20 movimentando 132,260 milhões de reais.

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Vale vai iniciar plano de reinvestimento de dividendos

A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) divulgou um comunicado, informando que a partir da próxima segunda-feira, 26 de setembro, entra em operação o plano de reinvestimento de dividendos recebidos por detentores de ações da companhia (Vale Investir) listadas na Bovespa. O Vale Investir permite que os dividendos e/ou juros sobre capital próprio, distribuídos pela companhia, sejam automaticamente reaplicados em ações da CVRD, as quais serão adquiridas no mercado secundário. Não há intenção da companhia em emitir novas ações. O plano será executado pelo banco Bradesco (Bradesco), agente custodiante das ações da CVRD, e pelo Banco do Brasil S.A. (BB).

Desta forma, para aderir ao Vale Investir, o acionista deverá: (i) ter a remuneração relativa a dividendos e/ou juros sobre capital próprio pagos pela CVRD creditada em conta corrente no Bradesco ou BB, e (ii) ter suas ações custodiadas no B radesco ou na Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia (CBLC), sub-custodiadas na Bradesco Corretora S.A. ou BB Banco de Investimento. O procedimento para adesão ao plano consiste no preenchimento e entrega em qualquer agência do Bradesco ou BB dos seguintes documentos:

1) Ficha de cadastro (juntamente com cópias do CPF, RG e comprovante de residência); 2) Proposta para reaplicação de dividendos e/ou juros sobre capital próprio; 3) Contrato. Os documentos mencionados encontram-se disponíveis nas agências do Bradesco ou em seu website e nas agências do BB. Ao aderir ao plano, o acionista deverá optar pelo tipo de ação que deseja comprar (preferencial ou ordinária) e pela entidade de custódia que ficará com as ações compradas (Bradesco ou CBLC / sub-custodiada na Bradesco CTVM ou BB Banco de Investimento).

Para que a compra de ações seja realizada, é necessário que o valor da remuneração recebida pelo acionista seja no mínimo igual ao valor de uma ação da cl asse escolhida. O Vale Investir é um instrumento que permite a compra de ações da CVRD de maneira prática e com custo de transação relativamente baixo. O investimento é feito de forma automática e as ações são compradas a preço de lote padrão (100 ações), que é em geral, inferior ao preço das ações adquiridas no mercado fracionário.

Uma vez aderindo ao plano, o acionista da CVRD terá seus dividendos e/ou juros sobre capital próprio reinvestidos automaticamente em qualquer pagamento efetuado pela companhia. Aqueles que aderirem ao plano até o dia 21 de outubro já poderão reinvestir automaticamente a próxima parcela que, conforme anteriormente anunciado, será distribuída no próximo dia 31 de outubro.

As ações preferenciais da empresa (VALE5) encerraram hoje com valorização de +1,90%, cotadas a R$ 85,20 movimentando 132,260 milhões de reais.

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Quinta-feira, Setembro 22

Mercado de minério de ferro apresentará déficit por mais três anos, diz Merrill Lynch

Por: Bruno Moura
22/09/05 - 09h45
InfoMoney

SÃO PAULO - O banco de investimentos norte-americano Merrill Lynch elaborou um modelo de oferta e demanda de minério de ferro para prever o comportamento do mercado nos próximos quatro anos. A conclusão é de que o desequilíbrio entre as duas pontas perdure por mais três anos.

A demanda global pela commodity cresceu 20% entre 2003 e 2004, enquanto a oferta se ampliou apenas em 6%, no mesmo período. Os preços elevados do minério sinalizam para os ofertantes a ocorrência do déficit de produção, mas os investimentos necessitam de tempo até a entrada em operação.

Para 2005, foi estimado um déficit de 22 milhões de toneladas; para 2006, 23 milhões de toneladas e; para 2007, 13 milhões. Em 2008, o quadro se estabilizará, com um pequeno déficit de 6 milhões de toneladas. E somente em 2009, o cenário será revertido, quando haverá um excesso de oferta de 22 milhões de toneladas.

China é o motor propulsor da demanda
O crescimento econômico e as importações líquidas do insumo siderúrgico da China são o principal fator propulsor da demanda mundial. De 2003 para 2004, a demanda aumentou 32%. De 2004 a 2009, espera-se que a demanda cresça 80%.

O ano de 2009 também será o ano em que a produção australiana ultrapassará a brasileira. Juntas, elas representam atualmente 42% do total da produção mundial. Em 2005, a produção do Brasil deverá registrar um crescimento de 5%, enquanto a da Austrália, 12%.

As ações preferenciais da Caemi (CMET4) fecharam com valorização de 8,05% no pregão da última quarta-feira, enquanto as preferenciais da classe A da Vale (VALE5) tiveram ganhos de 4,74%.

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Mercado de minério de ferro apresentará déficit por mais três anos, diz Merrill Lynch

Por: Bruno Moura
22/09/05 - 09h45
InfoMoney

SÃO PAULO - O banco de investimentos norte-americano Merrill Lynch elaborou um modelo de oferta e demanda de minério de ferro para prever o comportamento do mercado nos próximos quatro anos. A conclusão é de que o desequilíbrio entre as duas pontas perdure por mais três anos.

A demanda global pela commodity cresceu 20% entre 2003 e 2004, enquanto a oferta se ampliou apenas em 6%, no mesmo período. Os preços elevados do minério sinalizam para os ofertantes a ocorrência do déficit de produção, mas os investimentos necessitam de tempo até a entrada em operação.

Para 2005, foi estimado um déficit de 22 milhões de toneladas; para 2006, 23 milhões de toneladas e; para 2007, 13 milhões. Em 2008, o quadro se estabilizará, com um pequeno déficit de 6 milhões de toneladas. E somente em 2009, o cenário será revertido, quando haverá um excesso de oferta de 22 milhões de toneladas.

China é o motor propulsor da demanda
O crescimento econômico e as importações líquidas do insumo siderúrgico da China são o principal fator propulsor da demanda mundial. De 2003 para 2004, a demanda aumentou 32%. De 2004 a 2009, espera-se que a demanda cresça 80%.

O ano de 2009 também será o ano em que a produção australiana ultrapassará a brasileira. Juntas, elas representam atualmente 42% do total da produção mundial. Em 2005, a produção do Brasil deverá registrar um crescimento de 5%, enquanto a da Austrália, 12%.

As ações preferenciais da Caemi (CMET4) fecharam com valorização de 8,05% no pregão da última quarta-feira, enquanto as preferenciais da classe A da Vale (VALE5) tiveram ganhos de 4,74%.

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Goldman Sachs também eleva projeção para os preços do minério de ferro

Por: Cauê Todeschini de Assunção
22/09/05 - 11h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência às revisões das projeções para o mercado de minério de ferro no próximo ano, o banco de investimentos Goldman Sachs JBWere alterou suas perspectivas para o preço do produto, passando de uma queda de 10% para estabilidade. Os analistas do banco, no entanto, não descartam uma nova elevação em 2006.

Depois do reajuste de 71,5% implementado pelas mineradoras no início deste ano, um aparente arrefecimento do mercado siderúrgico levou a revisões para baixo nas projeções para o minério de ferro no primeiro semestre. No entanto, a manutenção da forte demanda pela matéria-prima na China e a percepção de um mercado favorável para as mineradoras vem fazendo com que os analistas voltem atrás.

É importante ressaltar que na última quarta-feira, a Merrill Lynch também revisou as estimativas para os preços do minério de ferro em 2006, citando a concentração do mercado nas mãos das três grandes produtoras (Vale, BHP Billiton e Rio Tinto) como o principal fator que propiciaria os novos reajustes.

Mercado nas mãos das mineradoras
De acordo com os analistas da GSJBW, os três grandes players do mercado ultramarino de minério de ferro darão as cartas nas negociações dos preços para o produto em 2006, que já começam no próximo mês.

Após visita à China, o banco revelou que houve a percepção de que a maior preocupação dos produtores de aço locais é com relação ao fornecimento de longo prazo da matéria-prima e com o estabelecimento de uma relação duradoura com as mineradoras, ao invés das condições de curto prazo do mercado.

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Goldman Sachs também eleva projeção para os preços do minério de ferro

Por: Cauê Todeschini de Assunção
22/09/05 - 11h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Dando seqüência às revisões das projeções para o mercado de minério de ferro no próximo ano, o banco de investimentos Goldman Sachs JBWere alterou suas perspectivas para o preço do produto, passando de uma queda de 10% para estabilidade. Os analistas do banco, no entanto, não descartam uma nova elevação em 2006.

Depois do reajuste de 71,5% implementado pelas mineradoras no início deste ano, um aparente arrefecimento do mercado siderúrgico levou a revisões para baixo nas projeções para o minério de ferro no primeiro semestre. No entanto, a manutenção da forte demanda pela matéria-prima na China e a percepção de um mercado favorável para as mineradoras vem fazendo com que os analistas voltem atrás.

É importante ressaltar que na última quarta-feira, a Merrill Lynch também revisou as estimativas para os preços do minério de ferro em 2006, citando a concentração do mercado nas mãos das três grandes produtoras (Vale, BHP Billiton e Rio Tinto) como o principal fator que propiciaria os novos reajustes.

Mercado nas mãos das mineradoras
De acordo com os analistas da GSJBW, os três grandes players do mercado ultramarino de minério de ferro darão as cartas nas negociações dos preços para o produto em 2006, que já começam no próximo mês.

Após visita à China, o banco revelou que houve a percepção de que a maior preocupação dos produtores de aço locais é com relação ao fornecimento de longo prazo da matéria-prima e com o estabelecimento de uma relação duradoura com as mineradoras, ao invés das condições de curto prazo do mercado.

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Análise para o dia 23 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,51% com 30.678 pontos e volume financeiro de 1,84 bilhão. Chegou a cair mais de 1% nas primeiras horas e se recuperou parcialmente após 14hs. Suporte em 30.435 e 29.895. Resistência em 30.775 e 30.930. Destaque negativo para CRUZ3, TSPP4 e UNIP6 perdendo suporte. Destaque positivo para BBAS3 e EBTP4 rompendo resistência. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Com mais esta alta, ficou próxima de romper LTB com início em 07/03/05 no diário. O conservador deve aguardar rompimento da LTB e o pivot de alta, já que o risco de uma compra agora é mais alto que o retorno.

   PETR4 - Tendência de alta para o médio prazo, apresentou uma realização normal após estas fortes altas. No intraday possui suporte em 35,37, onde poderá ser feito um day trade, após candle de reversão no gráfico de 60 minutos.

   EBTP4 - Conseguiu romper a máxima dos dois últimos pregões que atuavam como resistência. Continua com bom volume e em tendência de alta para o curto prazo. Evitar compras.

   NETC4 - Tendência de baixa no intraday, com suporte em 0,84. Ainda está em tendência de alta para o médio prazo.

   VALE5 - Abriu em queda e com volume acima da média para a primeira hora de pregão. As vendas diminuíram após 11hs e o ativo se recuperou, fechando no positivo. Resistência intraday em 83,88.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BRAP4, CTNM4, ENBR3, GOAU4, MAGS5, MYPK4, SUBA3, SZPQ4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
ACES4, CESP4, CGAS5, CTAX4, TRPL4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i
CMIG4, CRUZ3, DASA3, TSPP4, UNIP6


Download do metastock de 22 de setembro
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Veja mais detalhes das operações aqui mencionadas em nosso site
www.cjb.com.br

 

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Análise para o dia 23 de setembro

   Ibovespa fecha em queda de 0,51% com 30.678 pontos e volume financeiro de 1,84 bilhão. Chegou a cair mais de 1% nas primeiras horas e se recuperou parcialmente após 14hs. Suporte em 30.435 e 29.895. Resistência em 30.775 e 30.930. Destaque negativo para CRUZ3, TSPP4 e UNIP6 perdendo suporte. Destaque positivo para BBAS3 e EBTP4 rompendo resistência. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Com mais esta alta, ficou próxima de romper LTB com início em 07/03/05 no diário. O conservador deve aguardar rompimento da LTB e o pivot de alta, já que o risco de uma compra agora é mais alto que o retorno.

   PETR4 - Tendência de alta para o médio prazo, apresentou uma realização normal após estas fortes altas. No intraday possui suporte em 35,37, onde poderá ser feito um day trade, após candle de reversão no gráfico de 60 minutos.

   EBTP4 - Conseguiu romper a máxima dos dois últimos pregões que atuavam como resistência. Continua com bom volume e em tendência de alta para o curto prazo. Evitar compras.

   NETC4 - Tendência de baixa no intraday, com suporte em 0,84. Ainda está em tendência de alta para o médio prazo.

   VALE5 - Abriu em queda e com volume acima da média para a primeira hora de pregão. As vendas diminuíram após 11hs e o ativo se recuperou, fechando no positivo. Resistência intraday em 83,88.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
BRAP4, CTNM4, ENBR3, GOAU4, MAGS5, MYPK4, SUBA3, SZPQ4

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
ACES4, CESP4, CGAS5, CTAX4, TRPL4

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CMIG4, CRUZ3, DASA3, TSPP4, UNIP6


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Quarta-feira, Setembro 21

Análise para o dia 22 de setembro

Análise para 22 de setembro

   Ibovespa fecha em alta de 2,59% com 30.837 pontos e volume financeiro de 2,58 bilhões. No gráfico diário com escala logarítmica, está tentando voltar à LTA com início em 11/05/04. No gráfico com escala aritmética, já conseguiu recuperar na semana passada. Com a alta desta quarta, o IFR ultrapassou o topo anterior e o OBV também está prestes a romper, o que tiraria a possibilidade de divergência baixista. Para facilitar a visualização dos gráficos, recomendamos a alteração da resolução do monitor para 1280x1024. Nesta quinta, ficar de olho em BRKM5, CESP4 e ELET6. Gráfico do Ibovespa.

   TNLP4 - Atingiu o objetivo de 35,40 às 15:45 e recuou um pouco, fechando a 35,09. O IFR rompeu a resistência ( círculo vermelho ), o que indica a possibilidade de no médio prazo, o preço também romper sua LTB, gerando uma compra mais segura. Estudo de trava:

  Trava de alta: TNLPJ34 +1000 TNLPJ36 -1000. Custando 1.430 reais, spread e risco/retorno desfavorável. Ganha 39,86% com ( TNLP4 + CTAX4 ) acima de 36,00 no vencimento e perde tudo se não der exercício em nenhuma das duas.

   PETR4 - Mais uma resistência rompida com esta forte alta ( linha azul tracejada ). Novo objetivo no médio prazo: 39,40.

   BRKM5 - Candle de hesitação no suporte (cabeça do pivot de alta). Gera compra no rompimento da máxima ( 24,47 ), com stop em 23,75. Objetivo inicial: 25,83.

   EBTP4 - IMV indicando 3 dias de bom volume o que aumenta a força do rompimento da resistência. Gerou um day trade às 15hs quando atingiu o suporte no intraday (mínima do dia anterior) e formou um candle de reversão (martelo). Evitar novas compras, pois o risco/retorno está desfavorável.

   ARCZ6 - Tendência de baixa para o curto prazo, efetuar novas compras somente após candle de reversão próximo a 8,60 ou após romper resistência de 9,26. IVCD e IMV de +4, indicando queda com volume.

   NETC4 - Conforme comentado, perdeu LTA terciária com início em 26/07/2005. Apesar de ainda estar em tendência de alta para o médio prazo, a perda desta LTA abre a possibilidade de formar um pivot de baixa nos próximos dias.

   VALE5 - Melhor volume desde abril/2005 e alta de 4,74%. Comprados devem manter posição, pois não há sinais de divergência através de indicadores e o ativo segue em tendência de alta para o médo prazo. Aguardar melhor ponto para novas compras.

 

h Candles de Alta - Gráfico Diário h
AMBV4, BRAP4, CESP4, CMET4, CMIG3, CTNM4, ELET3, ELET6, ELPL4, GGBR3, LAME4, LIGH3, PETR3, PTIP4, TCOC4, TCSL3, TLPP3, TLPP4, TNLP4, USIM5, VALE3, VALE5

n Candles de Indecisão - Gráfico Diário n 
BRKM5, CPLE3, FJTA4

 i Candles de Baixa - Gráfico Diário i</