Quarta-feira, Agosto 31

Análise para amanhã: dia 01.09.05

O índice ibovespa que rompeu claramente o fibonacci ladder dos 27.700 pts fechando acima dos 28.000 pts projeta agora os 28.175 pts no curto prazo o fibonacci retracement.

Com o aumento do volume, indício de compra pelo MACD, RSI em 63 e estocástico em 97 temos boas chances do índice manter sua projeção altista, salvo pelo estocástico bastante elevado.


Por esses motivos seguem abaixo alguns ativos propícios para amanhã:

Caemi - CMET4 está projetando 2,80 no curto prazo, fechou em 2,76 e deve manter sua trajetória altista.

Com volume baixo mas indício de compra pelo MACD e com os indicadores estocástico e RSI em ótima configuração, apresenta boa opção de compra para amanhã.


CSN - CSNA3 é outra boa opção para manhã:

A ação está um pouco defasada em relação aos outros ativos de mercado e projeta no curto prazo 48,00 sendo que fechou em 46,33.

Caso rompa amanhã a reta de resitência deve ter uma forte alta para recuperar os recentes avanços do ibovespa.

Com volume acima da média e indicadores estocástico e RSI bem posicionados é provavelmente uma das melhores opçoes de compra para o dia de amanhã.

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Análise para amanhã: dia 01.09.05

O índice ibovespa que rompeu claramente o fibonacci ladder dos 27.700 pts fechando acima dos 28.000 pts projeta agora os 28.175 pts no curto prazo o fibonacci retracement.

Com o aumento do volume, indício de compra pelo MACD, RSI em 63 e estocástico em 97 temos boas chances do índice manter sua projeção altista, salvo pelo estocástico bastante elevado.


Por esses motivos seguem abaixo alguns ativos propícios para amanhã:

Caemi - CMET4 está projetando 2,80 no curto prazo, fechou em 2,76 e deve manter sua trajetória altista.

Com volume baixo mas indício de compra pelo MACD e com os indicadores estocástico e RSI em ótima configuração, apresenta boa opção de compra para amanhã.


CSN - CSNA3 é outra boa opção para manhã:

A ação está um pouco defasada em relação aos outros ativos de mercado e projeta no curto prazo 48,00 sendo que fechou em 46,33.

Caso rompa amanhã a reta de resitência deve ter uma forte alta para recuperar os recentes avanços do ibovespa.

Com volume acima da média e indicadores estocástico e RSI bem posicionados é provavelmente uma das melhores opçoes de compra para o dia de amanhã.

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Terça-feira, Agosto 30

Índice futuro ensaia rompimento de resistência

Perto do tira-teima o índice futuro ensaia rompimento da resistência dos 28.000 pts

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Índice futuro ensaia rompimento de resistência

Perto do tira-teima o índice futuro ensaia rompimento da resistência dos 28.000 pts

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Usiminas rompeu resistência !

Usiminas rompeu a reta de baixa do RSI e a formação retângulo onde estava posicionada.

Com o aumento do volume e a abertura em GAP, rising window, indica uma boa opção de compra com projeção para os 49,50.

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Usiminas rompeu resistência !

Usiminas rompeu a reta de baixa do RSI e a formação retângulo onde estava posicionada.

Com o aumento do volume e a abertura em GAP, rising window, indica uma boa opção de compra com projeção para os 49,50.

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Não há o que temer: conheça melhor os conceitos do mercado de opções

Felipe Abi-Acl de Miranda, 30/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - O mercado de opções brasileiro vem ganhando cada vez mais importância ao longo dos últimos anos, com diversos investidores aumentando sua exposição em derivativos. No entanto, muitos ainda mantém certo receio em aplicar em opções, temendo perdas elevadas, ignorando o fato desta operação ser, muitas vezes, utilizada como um instrumento de hedge.

Para entender com clareza o funcionamento deste mercado, contudo, é necessária a definição de uma série de conceitos, para então compreendermos, por exemplo, por que, durante o mês de fevereiro, o Vencimento de Opções na Bovespa registrou o maior volume de 2005.

Conceitos básicos
Primeiramente, é evidente a necessidade da compreensão do próprio termo "opção". Ao adquiri-la, através do pagamento do chamado prêmio (preço) da opção, o investidor aufere um direito, porém não uma obrigação (como pode se extrair da própria etimologia), de comprar ou vender um determinado ativo, a um valor previamente estabelecido, chamado preço de exercício.

Para quem conhece o conceito de seguros, existe um paralelo, já que neste mercado você paga um prêmio para ter o direito a uma cobertura, caso necessário. Assim, ao pagar o prêmio do seguro você, no fundo, está comprando uma opção que pode ou não ser exercida.

Tipos de opção
Entendido o conceito acima, é fundamental saber quais os tipos de opção. A grosso modo, as opções se dividem em calls (opções de compra) e puts (opções de venda), sendo as primeiras a maioria no mercado brasileiro.

Imaginemos o comprador de uma call. Este investidor seria beneficiado por variações para cima no preço do ativo, exercendo a opção no caso do preço à vista do ativo objeto, no dia do vencimento, estar acima de seu preço de exercício, e não exercendo no caso inverso (nesta situação o jargão do mercado é de que a opção "virou pó").

Analogamente, o comprador de uma put estaria interessado em quedas no preço do ativo objeto. Seria vantajoso para este investidor exercer a opção no caso do preço à vista do ativo base estar abaixo do preço de exercício.

Exercendo uma call
Consideremos um exemplo ilustrativo para facilitar a compreensão: um investidor compra uma call a um preço de exercício de R$ 50,00, tendo pago o prêmio de R$ 2,00 pela opção. Imaginemos que, no dia do vencimento, o preço do ativo no mercado à vista seja R$ 60,00.

Neste caso, o investidor exerceria a opção, ou seja, compraria o ativo base a R$ 50,00, e poderia vendê-lo no mercado à vista a R$ 60,00, tendo auferido um lucro de R$ 10,00. Assumindo que ele pagara R$ 2,00 de prêmio, seu lucro final da operação teria sido de R$ 8,00.

Imagine agora que, na data do vencimento, o preço do ativo base no mercado à vista seja R$ 40,00. Nesta situação, não seria vantajoso ao investidor exercer a opção, ou seja, comprar o ativo por R$ 50,00, dado que seu preço no mercado à vista é inferior. Assim, este é o contexto típico em que uma opção teria virado pó e o investidor teria arcado com o prejuízo final de R$ 2,00, proveniente do pagamento do prêmio.

Instrumento de hedge
Observa-se a partir daí que, como a maior perda possível para o investidor que comprou uma opção é equivalente ao valor do prêmio, as opções oferecem a possibilidade de uma proteção em relação a variações adversas, limitando as perdas potenciais de seu comprador, permitindo ganhos ilimitados.

Note que no caso do preço do ativo base, no exemplo acima, estar abaixo dos R$ 50,00, o prejuízo máximo do investidor seria os R$ 2,00 pagos como prêmio, não importando se o preço do ativo objeto está em R$ 49,90 ou R$ 1,00, dado que em nenhuma das situações ele exerceria a opção.

Volume do vencimento de opções
Percorrido todo este caminho, podemos voltar à questão inicial: por que o Vencimento de Opções do mês de fevereiro foi o de maior volume deste ano?

Para responder a esta indagação devemos lembrar que as opções de compra representam ampla maioria no mercado brasileiro e que os investidores, compostos na maioria por pessoas físicas, tendem a exercê-las quando o preço do ativo base no mercado à vista está acima do preço de exercício.

Durante o segundo mês do ano, o Ibovespa acumulou ganhos de quase 16%, ilustrando o bom desempenho do mercado acionário brasileiro, ou seja, a performance contribuiu para que grande parte dos preços dos ativos no mercado à vista estivessem em alto patamar, impulsionando o volume de opções de compra exercidas na Bovespa e, por conseguinte, o volume total do vencimento.

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Não há o que temer: conheça melhor os conceitos do mercado de opções

Felipe Abi-Acl de Miranda, 30/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - O mercado de opções brasileiro vem ganhando cada vez mais importância ao longo dos últimos anos, com diversos investidores aumentando sua exposição em derivativos. No entanto, muitos ainda mantém certo receio em aplicar em opções, temendo perdas elevadas, ignorando o fato desta operação ser, muitas vezes, utilizada como um instrumento de hedge.

Para entender com clareza o funcionamento deste mercado, contudo, é necessária a definição de uma série de conceitos, para então compreendermos, por exemplo, por que, durante o mês de fevereiro, o Vencimento de Opções na Bovespa registrou o maior volume de 2005.

Conceitos básicos
Primeiramente, é evidente a necessidade da compreensão do próprio termo "opção". Ao adquiri-la, através do pagamento do chamado prêmio (preço) da opção, o investidor aufere um direito, porém não uma obrigação (como pode se extrair da própria etimologia), de comprar ou vender um determinado ativo, a um valor previamente estabelecido, chamado preço de exercício.

Para quem conhece o conceito de seguros, existe um paralelo, já que neste mercado você paga um prêmio para ter o direito a uma cobertura, caso necessário. Assim, ao pagar o prêmio do seguro você, no fundo, está comprando uma opção que pode ou não ser exercida.

Tipos de opção
Entendido o conceito acima, é fundamental saber quais os tipos de opção. A grosso modo, as opções se dividem em calls (opções de compra) e puts (opções de venda), sendo as primeiras a maioria no mercado brasileiro.

Imaginemos o comprador de uma call. Este investidor seria beneficiado por variações para cima no preço do ativo, exercendo a opção no caso do preço à vista do ativo objeto, no dia do vencimento, estar acima de seu preço de exercício, e não exercendo no caso inverso (nesta situação o jargão do mercado é de que a opção "virou pó").

Analogamente, o comprador de uma put estaria interessado em quedas no preço do ativo objeto. Seria vantajoso para este investidor exercer a opção no caso do preço à vista do ativo base estar abaixo do preço de exercício.

Exercendo uma call
Consideremos um exemplo ilustrativo para facilitar a compreensão: um investidor compra uma call a um preço de exercício de R$ 50,00, tendo pago o prêmio de R$ 2,00 pela opção. Imaginemos que, no dia do vencimento, o preço do ativo no mercado à vista seja R$ 60,00.

Neste caso, o investidor exerceria a opção, ou seja, compraria o ativo base a R$ 50,00, e poderia vendê-lo no mercado à vista a R$ 60,00, tendo auferido um lucro de R$ 10,00. Assumindo que ele pagara R$ 2,00 de prêmio, seu lucro final da operação teria sido de R$ 8,00.

Imagine agora que, na data do vencimento, o preço do ativo base no mercado à vista seja R$ 40,00. Nesta situação, não seria vantajoso ao investidor exercer a opção, ou seja, comprar o ativo por R$ 50,00, dado que seu preço no mercado à vista é inferior. Assim, este é o contexto típico em que uma opção teria virado pó e o investidor teria arcado com o prejuízo final de R$ 2,00, proveniente do pagamento do prêmio.

Instrumento de hedge
Observa-se a partir daí que, como a maior perda possível para o investidor que comprou uma opção é equivalente ao valor do prêmio, as opções oferecem a possibilidade de uma proteção em relação a variações adversas, limitando as perdas potenciais de seu comprador, permitindo ganhos ilimitados.

Note que no caso do preço do ativo base, no exemplo acima, estar abaixo dos R$ 50,00, o prejuízo máximo do investidor seria os R$ 2,00 pagos como prêmio, não importando se o preço do ativo objeto está em R$ 49,90 ou R$ 1,00, dado que em nenhuma das situações ele exerceria a opção.

Volume do vencimento de opções
Percorrido todo este caminho, podemos voltar à questão inicial: por que o Vencimento de Opções do mês de fevereiro foi o de maior volume deste ano?

Para responder a esta indagação devemos lembrar que as opções de compra representam ampla maioria no mercado brasileiro e que os investidores, compostos na maioria por pessoas físicas, tendem a exercê-las quando o preço do ativo base no mercado à vista está acima do preço de exercício.

Durante o segundo mês do ano, o Ibovespa acumulou ganhos de quase 16%, ilustrando o bom desempenho do mercado acionário brasileiro, ou seja, a performance contribuiu para que grande parte dos preços dos ativos no mercado à vista estivessem em alto patamar, impulsionando o volume de opções de compra exercidas na Bovespa e, por conseguinte, o volume total do vencimento.

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Segunda-feira, Agosto 29

USIM5 boa opção de compra a 47,00

Para amanhã segue a dica de Usiminas comprando a 47,00.

Já que o pregão deve iniciar com uma pequena realização de lucro em função da maioria dos ativos estar pressionada pela reta de resistência claramente observada no ibovespa logo abaixo, vale a estratégia de compra no repique.

Com volume em queda a USIM5 deve repicar próximo de 47,00.

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USIM5 boa opção de compra a 47,00

Para amanhã segue a dica de Usiminas comprando a 47,00.

Já que o pregão deve iniciar com uma pequena realização de lucro em função da maioria dos ativos estar pressionada pela reta de resistência claramente observada no ibovespa logo abaixo, vale a estratégia de compra no repique.

Com volume em queda a USIM5 deve repicar próximo de 47,00.

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Índice Futuro também em congestão

O índice futuro do ibovespa também segue congestionado.

No curto prazo deve cair um pouco até a reta suporte acredito eu e seguir assim se estreitando até o ponto de interseção das duas retas.

No final deve romper para cima pois até lá a queda da SELIC já deva ser um fato.

Agora é esperar atentamente para ver.

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Índice Futuro também em congestão

O índice futuro do ibovespa também segue congestionado.

No curto prazo deve cair um pouco até a reta suporte acredito eu e seguir assim se estreitando até o ponto de interseção das duas retas.

No final deve romper para cima pois até lá a queda da SELIC já deva ser um fato.

Agora é esperar atentamente para ver.

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Ibovespa pressionada !

O índice Ibovespa encostou na sua resistência de alta, com o RSI e o Estocástico também comprados.

E até possível que o índice rompa esta resistência amanhã mas acredito que recue em função do baixo volume expressado hoje e do otimismo do dia impulsionado pela bolsa americana.

Vale a pena ficar atento caso ocorra algum tipo de rush de alta, ainda que sugiro entrar no mercado somente se encostar na reta suporte.

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Ibovespa pressionada !

O índice Ibovespa encostou na sua resistência de alta, com o RSI e o Estocástico também comprados.

E até possível que o índice rompa esta resistência amanhã mas acredito que recue em função do baixo volume expressado hoje e do otimismo do dia impulsionado pela bolsa americana.

Vale a pena ficar atento caso ocorra algum tipo de rush de alta, ainda que sugiro entrar no mercado somente se encostar na reta suporte.

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Análise técnica: conheça o oscilador estocástico e como fazer a leitura de seus sinais

Camila Schoti, 29/08/05, InfoMoney

 

SÃO PAULO - A idéia que se tem do mercado acionário é que este é bastante arriscado e a possibilidade de perda neste tipo de investimento é grande, principalmente quando comparado a investimentos em renda fixa. Mas a informação e o conhecimento podem ajudar a reduzir o risco do mercado acionário.

Uma das ferramentas que podem ajudar o investidor a operar com mais consciência no mercado acionário é a análise técnica. Esta se baseia na análise visual e estatística dos movimentos do mercado, possibilitando a identificação de tendências e possíveis pontos de reversão, de forma a auxiliar na tomada de decisão.

Saiba mais sobre o oscilador estocástico
No contexto na análise técnica, diversos indicadores podem ser utilizados e combinados a fim de elevar a segurança na hora da tomada de decisão. Um destes indicadores é o Estocástico, um tipo de oscilador, criado em 1950, que revela em termos percentuais a relação da cotação atual de um ativo com seu maior ou menor preço em um determinado período de tempo.

O indicador estocástico é composto por duas linhas, a K, considerada mais rápida (ou mais sensível), e a linha D, considerada mais lenta e também mais observada pelos analistas. Estas linhas oscilam entre uma escala vertical que varia de 0 a 100, de forma que abaixo da escala 20 o ativo é considerado vendido e acima da escala 80 é considerado comprado.

Uma leitura do gráfico acima dos 80 indica que o preço de fechamento do ativo está próximo de seu maior pico num dado período de tempo, de maneira que uma leitura do gráfico abaixo dos 20 revela que o preço de fechamento está próximo do seu menor fechamento do período determinado.

Atente para as divergências
O principal sinal a ser observado no indicador estocástico fica com as divergências constatadas entre a linha de preços e a linha D, quando está se encontra nas regiões do gráfico onde o ativo pode ser considerado comprado ou vendido.

Desta forma, uma divergência de queda ocorre quando a linha D, na região comprada, forma dois fundos abaixo de 80 enquanto que os preços continuam a subir. Em sentido contrário, uma divergência de alta ocorre quando a linha D, na região vendida, forma dois picos acima de 20 enquanto os preços continuam a cair. Recomenda-se esperar dois fundos ou picos pois o primeiro dá o sinal e o segundo confirma este sinal.

Mas um ponto importante a ressaltar é que caso o quadro descrito se configure, o sinal de compra ou de venda mais confiável é dado quando a linha mais veloz K cruza a linha mais lenta D.

Período utilizado pode ser semanal ou mensal
No que se refere ao período de tempo utilizado no indicador, muitos analistas afirmam que este pode ser semanal ou mensal para perspectivas de longo prazo. Entretanto, o gráfico também pode ser utilizado em gráficos intraday para operações de curto prazo.

Uma maneira de se combinar o estocástico diário e semanal é utilizar sinais semanais para determinar a direção do mercado e sinais diários para determinar o timing da sua decisão.

Diversos analistas recomendam a utilização do indicador estocástico com o Índice de Força Relativa (IFR), que é semelhante mas menos volátil que o estocástico. No modo combinado, os melhores sinais de compra e venda ocorrem quando os dois osciladores estão na região comprada ou vendida do gráfico.

Minimizando o risco
Assim como os demais indicadores, os analistas recomendam a utilização do estocástico com outros indicadores, principalmente aqueles que são calculados com base em princípios diferentes, desta forma, uma tendência ou reversão de tendência pode ser identificada e confirmada por mais de um indicador, assegurando ainda mais a decisão do investidor.

Vale ressaltar também, que a escolha de ativos com bons fundamentos e perspectivas, bem como grande liquidez no mercado, reduzem os riscos inerentes ao mercado acionário.

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Análise técnica: conheça o oscilador estocástico e como fazer a leitura de seus sinais

Camila Schoti, 29/08/05, InfoMoney

 

SÃO PAULO - A idéia que se tem do mercado acionário é que este é bastante arriscado e a possibilidade de perda neste tipo de investimento é grande, principalmente quando comparado a investimentos em renda fixa. Mas a informação e o conhecimento podem ajudar a reduzir o risco do mercado acionário.

Uma das ferramentas que podem ajudar o investidor a operar com mais consciência no mercado acionário é a análise técnica. Esta se baseia na análise visual e estatística dos movimentos do mercado, possibilitando a identificação de tendências e possíveis pontos de reversão, de forma a auxiliar na tomada de decisão.

Saiba mais sobre o oscilador estocástico
No contexto na análise técnica, diversos indicadores podem ser utilizados e combinados a fim de elevar a segurança na hora da tomada de decisão. Um destes indicadores é o Estocástico, um tipo de oscilador, criado em 1950, que revela em termos percentuais a relação da cotação atual de um ativo com seu maior ou menor preço em um determinado período de tempo.

O indicador estocástico é composto por duas linhas, a K, considerada mais rápida (ou mais sensível), e a linha D, considerada mais lenta e também mais observada pelos analistas. Estas linhas oscilam entre uma escala vertical que varia de 0 a 100, de forma que abaixo da escala 20 o ativo é considerado vendido e acima da escala 80 é considerado comprado.

Uma leitura do gráfico acima dos 80 indica que o preço de fechamento do ativo está próximo de seu maior pico num dado período de tempo, de maneira que uma leitura do gráfico abaixo dos 20 revela que o preço de fechamento está próximo do seu menor fechamento do período determinado.

Atente para as divergências
O principal sinal a ser observado no indicador estocástico fica com as divergências constatadas entre a linha de preços e a linha D, quando está se encontra nas regiões do gráfico onde o ativo pode ser considerado comprado ou vendido.

Desta forma, uma divergência de queda ocorre quando a linha D, na região comprada, forma dois fundos abaixo de 80 enquanto que os preços continuam a subir. Em sentido contrário, uma divergência de alta ocorre quando a linha D, na região vendida, forma dois picos acima de 20 enquanto os preços continuam a cair. Recomenda-se esperar dois fundos ou picos pois o primeiro dá o sinal e o segundo confirma este sinal.

Mas um ponto importante a ressaltar é que caso o quadro descrito se configure, o sinal de compra ou de venda mais confiável é dado quando a linha mais veloz K cruza a linha mais lenta D.

Período utilizado pode ser semanal ou mensal
No que se refere ao período de tempo utilizado no indicador, muitos analistas afirmam que este pode ser semanal ou mensal para perspectivas de longo prazo. Entretanto, o gráfico também pode ser utilizado em gráficos intraday para operações de curto prazo.

Uma maneira de se combinar o estocástico diário e semanal é utilizar sinais semanais para determinar a direção do mercado e sinais diários para determinar o timing da sua decisão.

Diversos analistas recomendam a utilização do indicador estocástico com o Índice de Força Relativa (IFR), que é semelhante mas menos volátil que o estocástico. No modo combinado, os melhores sinais de compra e venda ocorrem quando os dois osciladores estão na região comprada ou vendida do gráfico.

Minimizando o risco
Assim como os demais indicadores, os analistas recomendam a utilização do estocástico com outros indicadores, principalmente aqueles que são calculados com base em princípios diferentes, desta forma, uma tendência ou reversão de tendência pode ser identificada e confirmada por mais de um indicador, assegurando ainda mais a decisão do investidor.

Vale ressaltar também, que a escolha de ativos com bons fundamentos e perspectivas, bem como grande liquidez no mercado, reduzem os riscos inerentes ao mercado acionário.

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Domingo, Agosto 28

Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

por: Carina Helena Gaspar

04/02/2005 13h12



Consultor InfoMoney - Nas operações em ações o imposto é pago na hora da venda, e não é feito automaticamente ao final de cada mês como ocorre nas aplicações em renda fixa. O imposto é cobrado sobre os rendimentos obtidos, que são calculados com base na diferença entre o preço de venda das ações e seu preço médio.



A Receita Federal é bastante clara ao estipular as regras de cálculo do preço médio a ser usado como custo de aquisição de uma determinada ação. O preço médio será calculado pela média ponderada dos custos unitários, por espécie de ação, de acordo com os seguintes procedimentos:

Some os valores referentes às compras do ativo realizadas até a data da operação de venda do mesmo ativo;





No momento da venda, divida o valor encontrado acima pela quantidade do ativo em seu poder, obtendo o valor de cada ação, que multiplicado pela quantidade de ações representará o custo médio de aquisição;





Nos casos em que o investidor vende apenas parte das ações que possui (venda parcial), o valor do estoque remanescente será ajustado, subtraindo-se do valor encontrado no item 1 o custo médio do ativo vendido.





Finalmente, o ganho líquido na operação de venda das ações será obtido pela diferença positiva entre o valor da operação de venda e o do custo médio do ativo vendido. Sobre este ganho líquido o investidor terá que pagar 15% a título de imposto de renda. Vale lembrar que as despesas com corretagens, taxas ou outros custos necessários à realização da compra/venda das ações devem ser somados ao custo de aquisição das ações no cálculo acima.



Além disto, existem operações em bolsa que são completamente isentas. Este é caso, por exemplo, dos ganhos obtidos em vendas de ações com valor de até R$ 4.143,5 durante o mês. Esse teto era válido para operações efetuadas até 31/12/2004. A partir de 2005, a isenção passou a ser concedida para ganhos de vendas com valor de até R$ 20 mil.

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Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

Como é apurado o IR sobre ganhos da Bolsa de Valores?

por: Carina Helena Gaspar

04/02/2005 13h12



Consultor InfoMoney - Nas operações em ações o imposto é pago na hora da venda, e não é feito automaticamente ao final de cada mês como ocorre nas aplicações em renda fixa. O imposto é cobrado sobre os rendimentos obtidos, que são calculados com base na diferença entre o preço de venda das ações e seu preço médio.



A Receita Federal é bastante clara ao estipular as regras de cálculo do preço médio a ser usado como custo de aquisição de uma determinada ação. O preço médio será calculado pela média ponderada dos custos unitários, por espécie de ação, de acordo com os seguintes procedimentos:

Some os valores referentes às compras do ativo realizadas até a data da operação de venda do mesmo ativo;





No momento da venda, divida o valor encontrado acima pela quantidade do ativo em seu poder, obtendo o valor de cada ação, que multiplicado pela quantidade de ações representará o custo médio de aquisição;





Nos casos em que o investidor vende apenas parte das ações que possui (venda parcial), o valor do estoque remanescente será ajustado, subtraindo-se do valor encontrado no item 1 o custo médio do ativo vendido.





Finalmente, o ganho líquido na operação de venda das ações será obtido pela diferença positiva entre o valor da operação de venda e o do custo médio do ativo vendido. Sobre este ganho líquido o investidor terá que pagar 15% a título de imposto de renda. Vale lembrar que as despesas com corretagens, taxas ou outros custos necessários à realização da compra/venda das ações devem ser somados ao custo de aquisição das ações no cálculo acima.



Além disto, existem operações em bolsa que são completamente isentas. Este é caso, por exemplo, dos ganhos obtidos em vendas de ações com valor de até R$ 4.143,5 durante o mês. Esse teto era válido para operações efetuadas até 31/12/2004. A partir de 2005, a isenção passou a ser concedida para ganhos de vendas com valor de até R$ 20 mil.

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Ibovespa pouco animador

O índice Ibovespa segue com uma possível confirmação da trajetória baixista de curto prazo.

Indicado principalmente pelo RSI e Volume em baixa.

O melhor a fazer é ficar fora no curto prazo.

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Ibovespa pouco animador

O índice Ibovespa segue com uma possível confirmação da trajetória baixista de curto prazo.

Indicado principalmente pelo RSI e Volume em baixa.

O melhor a fazer é ficar fora no curto prazo.

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USIM5 com boa configuração para 2ª feira

Usiminas com a notícia de participação no Grupo Techint deve agradar os investidores.

Segunda-feira promete um pouco de turbulência pois o índice bovespa está pressionado entre os 27.400 pts e 26.600 pts e os depoimentos de Buratti a respeito de Palocci não agradam.

Uma boa compra para USIM5 seria 46,60 com a provável abertura em baixa do índice.

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USIM5 com boa configuração para 2ª feira

Usiminas com a notícia de participação no Grupo Techint deve agradar os investidores.

Segunda-feira promete um pouco de turbulência pois o índice bovespa está pressionado entre os 27.400 pts e 26.600 pts e os depoimentos de Buratti a respeito de Palocci não agradam.

Uma boa compra para USIM5 seria 46,60 com a provável abertura em baixa do índice.

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Sábado, Agosto 27

Usiminas: dividendos e participação na Ternium apoiam sugestão de compra

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 14h00

InfoMoney

SÃO PAULO - A Fator Corretora considerou positivas as decisões do Conselho de Administração da Usiminas, que se reuniu na última quarta-feira para votar a proposta de distribuição de dividendos da empresa e os aspectos relacionados à sua participação na Ternium, nova empresa que será uma das maiores fabricantes de aço da América Latina.

O Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos no total de R$ 565 milhões, sobre um lucro líquido de R$ 1,812 bilhão, o que representa um pay-out de cerca de 31%. O pagamento será iniciado em 20 de setembro, aos titulares com posição em 31 de agosto deste ano.

A decisão segue em linha com as estimativas da corretora, que projeta dividend yield de 11% para a siderúrgica em 2005.

Participação na Ternium
Sobre o posicionamento na Ternium, que controlará a Siderar (Argentina), a Sidor (Venezuela) e a Hysalmex (México), a empresa deve divulgar mais detalhes posteriormente, porém a Fator acredita que a participação, aprovada na reunião, será positiva, pois poderá melhorar a precificação destes ativos dada sua listagem na bolsa de Nova York.

O Conselho também aprovou a criação de uma subsidiária integral no exterior, a Usiminas Europa, para abrigar a participação da empresa na Ternium.

Recomendação é de compra
No curto prazo, as últimas notícias negativas para o setor, como o aumento das estimativas de produção na China e a redução dos preços da Baosteel, devem pressionar os papéis, mas a recomendação da corretora é de compra.

O preço alvo atribuído às ações preferenciais classe A da Usiminas (USIM5) é de R$ 58,90, o que implica um potencial de valorização de 26%.

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Usiminas: dividendos e participação na Ternium apoiam sugestão de compra

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 14h00

InfoMoney

SÃO PAULO - A Fator Corretora considerou positivas as decisões do Conselho de Administração da Usiminas, que se reuniu na última quarta-feira para votar a proposta de distribuição de dividendos da empresa e os aspectos relacionados à sua participação na Ternium, nova empresa que será uma das maiores fabricantes de aço da América Latina.

O Conselho de Administração aprovou a distribuição de dividendos no total de R$ 565 milhões, sobre um lucro líquido de R$ 1,812 bilhão, o que representa um pay-out de cerca de 31%. O pagamento será iniciado em 20 de setembro, aos titulares com posição em 31 de agosto deste ano.

A decisão segue em linha com as estimativas da corretora, que projeta dividend yield de 11% para a siderúrgica em 2005.

Participação na Ternium
Sobre o posicionamento na Ternium, que controlará a Siderar (Argentina), a Sidor (Venezuela) e a Hysalmex (México), a empresa deve divulgar mais detalhes posteriormente, porém a Fator acredita que a participação, aprovada na reunião, será positiva, pois poderá melhorar a precificação destes ativos dada sua listagem na bolsa de Nova York.

O Conselho também aprovou a criação de uma subsidiária integral no exterior, a Usiminas Europa, para abrigar a participação da empresa na Ternium.

Recomendação é de compra
No curto prazo, as últimas notícias negativas para o setor, como o aumento das estimativas de produção na China e a redução dos preços da Baosteel, devem pressionar os papéis, mas a recomendação da corretora é de compra.

O preço alvo atribuído às ações preferenciais classe A da Usiminas (USIM5) é de R$ 58,90, o que implica um potencial de valorização de 26%.

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Petrobras: Merrill Lynch e BES apontam destaques do Plano Estratégico

Por: Rodolfo Amstalden

25/08/05 - 10h15

InfoMoney

SÃO PAULO - A atualização do Plano Estratégico da Petrobras, com investimentos, custos e metas de produção para o intervalo entre 2006 e 2010, foi apresentada ao mercado na manhã da última terça-feira. Atentos à informação, os bancos Merrill Lynch e Espírito Santo (BES) comentaram os pontos principais.

O primeiro posto fica com a percepção de aumento da flexibilidade operacional da Petrobras. Com produção maior e desenvolvimento das refinarias, a companhia ganha espaço para decidir, por exemplo, entre exportações do óleo cru ou de seus derivados, de acordo com os respectivos preços internacionais.

Quanto a esse trade-off, os analistas da Merrill Lynch garantem: até o final do período contemplado pelo Plano, 91% do petróleo bruto processado pelas refinarias da estatal terá como fonte as reservas brasileiras.

Não há consenso quanto aos custos
Ambos os bancos identificaram possíveis desvios nos custos de produção anunciados pela maior empresa nacional. O valores de US$ 4,48 e US$ 2,02 por barril, respectivamente extração e refino, entre 2006 e 2010 pressupõem que a tendência atual seja mantida. Para o BES, essa é uma hipótese superestimada. Já para o banco norte-americano, há subestimação.

A equipe do Banco Espírito Santo crê que a Petrobras assume uma postura conservadora ao definir custos médios de produção. Sem fatos surpreendentes, seus números podem ser menores nos cinco anos contemplados pelo Plano Estratégico. Mesmo se não forem, ressaltam os analistas, o custo de refino será compensado por boas margens, decorrentes do processamento de petróleo cru.

Já a Merrill Lynch critica o fato de que a estimativa de US$ 4,48 para o barril extraído não leva em conta eventuais elevações. Os analistas alertam que a cotação do pétróleo pode ficar acima das premissas da estatal, aumentando os custos de extração. Além disso, esses custos podem mostrar-se mais resistentes à depreciação no caso do preço do petróleo diminuir.

Conheça os novos investimentos previstos
No antigo Plano Estratégico, o capital destinado a investimentos limitava-se à quantia de US$ 34,5 bilhões. Nesta atualização, o valor subiu US$ 21,9 bilhões, para US$ 56,4 bilhões. Esse acréscimo pode ser explicado tanto por novos projetos quanto pela reavaliação de projetos já considerados.

Confira como foi alocada boa parte dos US$ 21,9 bilhões:

US$ 10 bilhões

·  Gasodutos no nordeste e sudeste

·  Gasene

·  Plataforma Golfinho II

·  Plataforma P-53 (prevista para 2008)

·  Serviços ligados à cadeia de produção

US$ 7,8 bilhões

·  Exploração de gás na Bacia de Santos

·  Conversão de termelétricas a sistemas de duplo combustível

·  Projetos de exploração e produção na Tanzânia

US$ 3,9 bilhões

·  Plataforma P-55 no Campo de Roncador

·  Complexo de refino e petroquímica no Rio de Janeiro

·  Aquisição da termelétrica Macaé Merchant

Produção internacional e para além de 2010
A Petrobras manifestou ligeira redução nas expectativas de produção internacional, que passaram de 479 mil barris por dia para 339 mil barris por dia em 2010. A revisão pode ser explicada pelo atraso na obtenção do licenciamento que permitirá explorar o campo de Akpo, na Nigéria. Contam também as premissas mais conservadoras em relação aos resultados esperados para a América Latina.

Quanto à próxima década, a companhia não forneceu dados precisos, mas garantiu taxas de crescimento relevantes. O argumento se baseia em 60% das reservas provadas e ainda intocadas. Com elas, será possível manter a razão entre produto e reservas em patamares seguros.

 


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Petrobras: Merrill Lynch e BES apontam destaques do Plano Estratégico

Por: Rodolfo Amstalden

25/08/05 - 10h15

InfoMoney

SÃO PAULO - A atualização do Plano Estratégico da Petrobras, com investimentos, custos e metas de produção para o intervalo entre 2006 e 2010, foi apresentada ao mercado na manhã da última terça-feira. Atentos à informação, os bancos Merrill Lynch e Espírito Santo (BES) comentaram os pontos principais.

O primeiro posto fica com a percepção de aumento da flexibilidade operacional da Petrobras. Com produção maior e desenvolvimento das refinarias, a companhia ganha espaço para decidir, por exemplo, entre exportações do óleo cru ou de seus derivados, de acordo com os respectivos preços internacionais.

Quanto a esse trade-off, os analistas da Merrill Lynch garantem: até o final do período contemplado pelo Plano, 91% do petróleo bruto processado pelas refinarias da estatal terá como fonte as reservas brasileiras.

Não há consenso quanto aos custos
Ambos os bancos identificaram possíveis desvios nos custos de produção anunciados pela maior empresa nacional. O valores de US$ 4,48 e US$ 2,02 por barril, respectivamente extração e refino, entre 2006 e 2010 pressupõem que a tendência atual seja mantida. Para o BES, essa é uma hipótese superestimada. Já para o banco norte-americano, há subestimação.

A equipe do Banco Espírito Santo crê que a Petrobras assume uma postura conservadora ao definir custos médios de produção. Sem fatos surpreendentes, seus números podem ser menores nos cinco anos contemplados pelo Plano Estratégico. Mesmo se não forem, ressaltam os analistas, o custo de refino será compensado por boas margens, decorrentes do processamento de petróleo cru.

Já a Merrill Lynch critica o fato de que a estimativa de US$ 4,48 para o barril extraído não leva em conta eventuais elevações. Os analistas alertam que a cotação do pétróleo pode ficar acima das premissas da estatal, aumentando os custos de extração. Além disso, esses custos podem mostrar-se mais resistentes à depreciação no caso do preço do petróleo diminuir.

Conheça os novos investimentos previstos
No antigo Plano Estratégico, o capital destinado a investimentos limitava-se à quantia de US$ 34,5 bilhões. Nesta atualização, o valor subiu US$ 21,9 bilhões, para US$ 56,4 bilhões. Esse acréscimo pode ser explicado tanto por novos projetos quanto pela reavaliação de projetos já considerados.

Confira como foi alocada boa parte dos US$ 21,9 bilhões:

US$ 10 bilhões

·  Gasodutos no nordeste e sudeste

·  Gasene

·  Plataforma Golfinho II

·  Plataforma P-53 (prevista para 2008)

·  Serviços ligados à cadeia de produção

US$ 7,8 bilhões

·  Exploração de gás na Bacia de Santos

·  Conversão de termelétricas a sistemas de duplo combustível

·  Projetos de exploração e produção na Tanzânia

US$ 3,9 bilhões

·  Plataforma P-55 no Campo de Roncador

·  Complexo de refino e petroquímica no Rio de Janeiro

·  Aquisição da termelétrica Macaé Merchant

Produção internacional e para além de 2010
A Petrobras manifestou ligeira redução nas expectativas de produção internacional, que passaram de 479 mil barris por dia para 339 mil barris por dia em 2010. A revisão pode ser explicada pelo atraso na obtenção do licenciamento que permitirá explorar o campo de Akpo, na Nigéria. Contam também as premissas mais conservadoras em relação aos resultados esperados para a América Latina.

Quanto à próxima década, a companhia não forneceu dados precisos, mas garantiu taxas de crescimento relevantes. O argumento se baseia em 60% das reservas provadas e ainda intocadas. Com elas, será possível manter a razão entre produto e reservas em patamares seguros.

 


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Dados da produção de aço em julho evidenciam postura cautelosa das siderúrgicas

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 10h00

InfoMoney

SÃO PAULO - Os dados do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia) referentes à produção de aço brasileira em julho evidenciaram a postura cautelosa das siderúrgicas, segundo a Ágora Senior, em função dos elevados estoques e dos preços inferiores no mercado externo.

A produção de aço bruto ficou quase estável na comparação com o mês anterior, passando de 2,491 milhões de toneladas para 2,481 milhões de toneladas. As vendas no mercado interno, no entanto, recuaram quase 3%, enquanto os volumes exportados caíram mais de 30%, ambos em relação ao mês de junho.

Na comparação anual, a produção de aço bruto recuou 12,5%, enquanto as vendas ao mercado interno foram 21% menores. Por outro lado, as exportações cresceram 27%, com destaque para as vendas de aços planos, que avançaram 102,6%.

Acesita e CST têm maiores perdas
Entre as empresas, a Acesita foi a que mostrou a maior queda na comparação com julho, quase 15%, refletindo a recente medida adotada pela empresa de cortar em 30 mil toneladas sua meta de produção para 2005.

Comparado ao mesmo mês do ano passado, no entanto, a CST é quem acumula a maior redução da produção, com queda de mais de 32%. Segundo a Ágora, os menores volumes decorrem da instabilidade operacional do alto forno nº1.

Compra: CSN, Usiminas e Gerdau
No curto prazo, a Ágora não projeta incremento significativo da demanda no mercado interno, associando este cenário ao início do movimento de queda da taxa básica de juros brasileira. No mercado externo, a redução dos estoques nos Estados Unidos pode indicar a recuperação da demanda mundial.

Nesse sentido, a corretora mantém a recomendação de compra para as ações preferenciais da Gerdau, as ordinárias da CSN e as preferenciais classe A da Usiminas no setor siderúrgico, estando as primeiras entre suas top picks.

 


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Dados da produção de aço em julho evidenciam postura cautelosa das siderúrgicas

Por: Cauê Todeschini de Assunção

25/08/05 - 10h00

InfoMoney

SÃO PAULO - Os dados do IBS (Instituto Brasileiro de Siderurgia) referentes à produção de aço brasileira em julho evidenciaram a postura cautelosa das siderúrgicas, segundo a Ágora Senior, em função dos elevados estoques e dos preços inferiores no mercado externo.

A produção de aço bruto ficou quase estável na comparação com o mês anterior, passando de 2,491 milhões de toneladas para 2,481 milhões de toneladas. As vendas no mercado interno, no entanto, recuaram quase 3%, enquanto os volumes exportados caíram mais de 30%, ambos em relação ao mês de junho.

Na comparação anual, a produção de aço bruto recuou 12,5%, enquanto as vendas ao mercado interno foram 21% menores. Por outro lado, as exportações cresceram 27%, com destaque para as vendas de aços planos, que avançaram 102,6%.

Acesita e CST têm maiores perdas
Entre as empresas, a Acesita foi a que mostrou a maior queda na comparação com julho, quase 15%, refletindo a recente medida adotada pela empresa de cortar em 30 mil toneladas sua meta de produção para 2005.

Comparado ao mesmo mês do ano passado, no entanto, a CST é quem acumula a maior redução da produção, com queda de mais de 32%. Segundo a Ágora, os menores volumes decorrem da instabilidade operacional do alto forno nº1.

Compra: CSN, Usiminas e Gerdau
No curto prazo, a Ágora não projeta incremento significativo da demanda no mercado interno, associando este cenário ao início do movimento de queda da taxa básica de juros brasileira. No mercado externo, a redução dos estoques nos Estados Unidos pode indicar a recuperação da demanda mundial.

Nesse sentido, a corretora mantém a recomendação de compra para as ações preferenciais da Gerdau, as ordinárias da CSN e as preferenciais classe A da Usiminas no setor siderúrgico, estando as primeiras entre suas top picks.

 


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Quinta-feira, Agosto 25

VALE5 com grandes chances de forte alta amanhã

A VALE5 se configurou nesta formação de congestão e tem grandes chances de romper sua resistência amanhã.

Ou assim que o volume se confirmar mais intenso.

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VALE5 com grandes chances de forte alta amanhã

A VALE5 se configurou nesta formação de congestão e tem grandes chances de romper sua resistência amanhã.

Ou assim que o volume se confirmar mais intenso.

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Ibovespa volta ao patamar dos 27.400 pts

Ibovespa volta ao patamar dos 24.700 pts e tem chances de romper este topo para buscar o nível superior da escada de Fibonacci nos 27.700 pts, ainda amanhã e quem sabe voltar para o seu canal de alta.

De qualquer maneira os últimos pregões se situaram entre os dois patamares do fibonacci 27.300 e 26.600 o que pode sugerir uma pequena estagnação nestes patamares antes de novas projeções altistas.

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Ibovespa volta ao patamar dos 27.400 pts

Ibovespa volta ao patamar dos 24.700 pts e tem chances de romper este topo para buscar o nível superior da escada de Fibonacci nos 27.700 pts, ainda amanhã e quem sabe voltar para o seu canal de alta.

De qualquer maneira os últimos pregões se situaram entre os dois patamares do fibonacci 27.300 e 26.600 o que pode sugerir uma pequena estagnação nestes patamares antes de novas projeções altistas.

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CVRD: plano de reinvestimento automático de dividendos

O Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) aprovou a implementação de um plano de reinvestimento automático de dividendos para seus acionistas pessoas físicas. O programa permite que os investidores possam aplicar automaticamente recursos provenientes do recebimento de remuneração na compra de ações da Companhia. Pelo plano, as pessoas físicas poderão optar pelo uso de um instrumento que facilitará a formação e alocação de poupança, viabilizando a aquisição de pequenos volumes de ações com menores custos de transação. A CVRD pretende tornar o instrumento disponível para todos os seus acionistas, a partir do pagamento da segunda parcela da remuneração mínima para 2005, que está prevista para o próximo dia 31 de outubro. A CVRD divulgará oportunamente informações detalhadas sobre a operação do plano e como os acionistas deverão proceder para se beneficiarem do emprego desse instrumento.

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CVRD: plano de reinvestimento automático de dividendos

O Conselho de Administração da Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) aprovou a implementação de um plano de reinvestimento automático de dividendos para seus acionistas pessoas físicas. O programa permite que os investidores possam aplicar automaticamente recursos provenientes do recebimento de remuneração na compra de ações da Companhia. Pelo plano, as pessoas físicas poderão optar pelo uso de um instrumento que facilitará a formação e alocação de poupança, viabilizando a aquisição de pequenos volumes de ações com menores custos de transação. A CVRD pretende tornar o instrumento disponível para todos os seus acionistas, a partir do pagamento da segunda parcela da remuneração mínima para 2005, que está prevista para o próximo dia 31 de outubro. A CVRD divulgará oportunamente informações detalhadas sobre a operação do plano e como os acionistas deverão proceder para se beneficiarem do emprego desse instrumento.

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Análise para o dia 26/08/2005

O forte avanço verificado neste último pregão do Ibovespa provocou o rompimento do lado superior da zona de congestão em forma de Diamante, indicando maiores possibilidades de retorno do Ibovespa para a tendência de alta e consecução do objetivo imediato, situado em 28.200 pontos.

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Análise para o dia 26/08/2005

O forte avanço verificado neste último pregão do Ibovespa provocou o rompimento do lado superior da zona de congestão em forma de Diamante, indicando maiores possibilidades de retorno do Ibovespa para a tendência de alta e consecução do objetivo imediato, situado em 28.200 pontos.

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Economia do governo atinge 96,7% do previsto para 2005

Fonte: Reuters

O governo central registrou superávit primário de R$ 5,081 bilhões em julho, frente ao saldo positivo de R$ 6,139 bilhões em junho, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira.
No ano, o governo central acumula superávit de R$ 44,949 bilhões, ante R$ 37,522 bilhões no mesmo período de 2004. O valor representa 96,7% da meta de superávit programada para 2005.


O déficit da Previdência no mês passado foi de R$ 3,087 bilhões, ante superávit do Tesouro de R$ 8,182 bilhões e saldo negativo de R$ 13,8 milhões do Banco Central.
O resultado primário acumulado no ano corresponde a 4,10% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 3,82% do PIB no mesmo período do ano passado.

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Economia do governo atinge 96,7% do previsto para 2005

Fonte: Reuters

O governo central registrou superávit primário de R$ 5,081 bilhões em julho, frente ao saldo positivo de R$ 6,139 bilhões em junho, informou o Tesouro Nacional nesta quinta-feira.
No ano, o governo central acumula superávit de R$ 44,949 bilhões, ante R$ 37,522 bilhões no mesmo período de 2004. O valor representa 96,7% da meta de superávit programada para 2005.


O déficit da Previdência no mês passado foi de R$ 3,087 bilhões, ante superávit do Tesouro de R$ 8,182 bilhões e saldo negativo de R$ 13,8 milhões do Banco Central.
O resultado primário acumulado no ano corresponde a 4,10% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 3,82% do PIB no mesmo período do ano passado.

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BC teme petróleo, mas indica que queda dos juros está próxima

Fonte: INVERTIA
Com Reuters


Apesar do temor com o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional o Comitê de Política Monetária (Copom) começa a dar sinais de que a taxa básica de juros da economia brasileira pode cair já na reunião de setembro.
Hoje, o comitê do Banco Central divulgou a ata da última reunião, realizada na última semana. O órgão retirou do texto do documento a frase de que os juros deveriam continuar altos por um período suficientemente longo de tempo.
O aumento dos preços do petróleo é o principal risco para a trajetória futura de inflação, mesmo que não haja reajuste dos preços domésticos de gasolina, avaliou o BC na ata.
No documento, o Copom avalia que uma postura "mais ativa" dos juros poderá fazer com que os índices de inflação convirjam para a meta no curto prazo e que as expectativas para o longo prazo sejam afetadas de forma mais duradoura.
O BC ressaltou as melhores perspectivas para a inflação e disse que apesar de seguir acima da meta de 5,1%, sua projeção para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano caiu em relação a julho.
"Continua se configurando, de maneira cada vez mais definida, um cenário benigno para a evolução da inflação", disse o Banco Central.
"As decisões de política monetária dos últimos meses, além de conter as pressões inflacionárias de curto prazo, estão contribuindo de forma importante para a consolidação de um ambiente macroeconômico cada vez mais favorável em horizontes mais longos."
O Copom avaliou ainda que a atividade econômica continuará em expansão, mas em ritmo condizente com as condições de oferta e de modo a não resultar em pressões significativas para a inflação.
O BC afirmou que a economia mantém um ambiente de elevada utilização da capacidade instalada e que a trajetória da inflação dependerá da ampliação da oferta de bens e serviços, mas reconhece que já ocorre uma recuperação dos investimentos.
O documento ressaltou também que a demanda externa continua contribuindo para o crescimento econômico "de forma mais importante do que se imaginava no início deste ano".
Sobre a mudança cambial na China, em julho, o BC disse que o movimento ocorreu sem maiores efeitos sobre a dinâmica dos principais ativos financeiros.
Na ata, o Copom prevê também alta de 7% em 2005 no conjunto dos preços administrados por contrato. A previsão é igual à de julho. Os itens administrados tiveram peso total de 29,6% no IPCA do mês passado.

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BC teme petróleo, mas indica que queda dos juros está próxima

Fonte: INVERTIA
Com Reuters


Apesar do temor com o aumento dos preços do petróleo no mercado internacional o Comitê de Política Monetária (Copom) começa a dar sinais de que a taxa básica de juros da economia brasileira pode cair já na reunião de setembro.
Hoje, o comitê do Banco Central divulgou a ata da última reunião, realizada na última semana. O órgão retirou do texto do documento a frase de que os juros deveriam continuar altos por um período suficientemente longo de tempo.
O aumento dos preços do petróleo é o principal risco para a trajetória futura de inflação, mesmo que não haja reajuste dos preços domésticos de gasolina, avaliou o BC na ata.
No documento, o Copom avalia que uma postura "mais ativa" dos juros poderá fazer com que os índices de inflação convirjam para a meta no curto prazo e que as expectativas para o longo prazo sejam afetadas de forma mais duradoura.
O BC ressaltou as melhores perspectivas para a inflação e disse que apesar de seguir acima da meta de 5,1%, sua projeção para a alta do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano caiu em relação a julho.
"Continua se configurando, de maneira cada vez mais definida, um cenário benigno para a evolução da inflação", disse o Banco Central.
"As decisões de política monetária dos últimos meses, além de conter as pressões inflacionárias de curto prazo, estão contribuindo de forma importante para a consolidação de um ambiente macroeconômico cada vez mais favorável em horizontes mais longos."
O Copom avaliou ainda que a atividade econômica continuará em expansão, mas em ritmo condizente com as condições de oferta e de modo a não resultar em pressões significativas para a inflação.
O BC afirmou que a economia mantém um ambiente de elevada utilização da capacidade instalada e que a trajetória da inflação dependerá da ampliação da oferta de bens e serviços, mas reconhece que já ocorre uma recuperação dos investimentos.
O documento ressaltou também que a demanda externa continua contribuindo para o crescimento econômico "de forma mais importante do que se imaginava no início deste ano".
Sobre a mudança cambial na China, em julho, o BC disse que o movimento ocorreu sem maiores efeitos sobre a dinâmica dos principais ativos financeiros.
Na ata, o Copom prevê também alta de 7% em 2005 no conjunto dos preços administrados por contrato. A previsão é igual à de julho. Os itens administrados tiveram peso total de 29,6% no IPCA do mês passado.

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Quarta-feira, Agosto 24

Pivot Strategies: A Handy Tool

For many years, traders and market makers have used pivot points to determine critical support and/or resistance levels. Pivots are also very popular in the forex market and can be an extremely useful tool for range-bound traders to identify points of entry and for trend traders and breakout traders to spot the key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. In this article, we'll explain how pivot points are calculated, how they can be applied to the FX market, and how they can be combined with other indicators to develop other trading strategies.

Calculating Pivot Points
By definition, a pivot point is a point of rotation. The prices used to calculate the pivot point are the previous period's high, low and closing prices for a security. These prices are usually taken from a stock's daily charts, but the pivot point can also be calculated using information from hourly charts. Most traders prefer to take the pivots, as well as the support and resistance levels, off of the daily charts and then apply those to the intraday charts (for example, hourly, every 30 minutes or every 15 minutes). If a pivot point is calculated using price information from a shorter time frame, this tends to reduce its accuracy and significance.

The textbook calculation for a pivot point is as follows: 
                                            
                                            Central Pivot Point (P) = (High + Low + Close) / 3

Support and resistance levels are then calculated off of this pivot point using the following formulas:

First level support and resistance:

                                            First Resistance (R1) = (2*P) - Low

                                            First Support (S1) = (2*P) - High

Likewise, the second level of support and resistance is calculated as follows:

                                            Second Resistance (R2) = P + (R1-S1)

                                            Second Support (S2) = P - (R1- S1)

Calculating two support and resistance levels is common practice, but it's not unusual to derive a third support and resistance level as well. (However, third-level support and resistances are a bit too esoteric to be useful for the purposes of trading strategies.) It's also possible to delve deeper into pivot point analysis - for example, some traders go beyond the traditional support and resistance levels and also track the mid-point between each of those levels.

Applying Pivot Points to the FX Market
Generally speaking, the pivot point is seen as the primary support or resistance level. The following chart is a 30-minute chart of the currency pair GBP/USD with pivot levels calculated using the daily high, low and close prices.

The green line is the pivot point (P).

The red lines are resistance levels (R).

The blue lines are support levels (S).

The yellow lines are mid-points (M).

Figure 1 shows how the pivot line served as support for the GBP/USD for most of the European trading hours. Once U.S. traders joined the market, however, prices began to break higher, with each of the breaks first testing and resisting either the mid-point or the R1 and R2 levels; then the break occurred off of those levels (see areas circled). This chart also shows something that occurs frequently in the FX market, which is that the initial break occurs at a market open. There are three market opens in the FX market: the U.S. open, which occurs at approximately 8am EDT, the European open, which occurs at 2am EDT, and the Asian open which occurs at 7pm EDT.
 


Figure 1 - This chart shows a common day in the FX market. The price of a major currency pair (GBP/USD) tends to fluctuate between the support and resistance levels identified by the pivot point calculation. The areas circled in the chart are good illustrations of the importance of a break above these levels.


What we also see when trading pivots in the FX market is that the trading range for the session usually occurs between the pivot point and the first support and resistance levels because a multitude of traders play this range. Take a look at Figure 2, a chart of the currency pair USD/JPY. As you can see in the areas circled, prices initially stayed within the pivot point and the first resistance level with the pivot acting as support. Once the pivot was broken, prices moved lower and stayed predominately within the pivot and the first support zone. 

 
Figure 2 - This chart shows an example of the strength of the support and resistance calculated using the pivot calculations.


The Significance of Market Opens
One of the key points to understand when trading pivot points in the FX market is that breaks tend to occur around one of the market opens. The reason for this is the immediate influx of traders entering the market at the same time. These traders go into the office, take a look at how prices traded overnight and what data was released and then adjust their portfolios accordingly. During the quieter time periods, such as between the U.S. close (4pm EDT) and the Asian open (7pm EDT) (and sometimes even throughout the Asian session, which is the quietest trading session), prices may remain confined for hours between the pivot level and either the support or resistance level. This provides the perfect environment for range-bound traders.

Two Strategies Using Pivot Points
Many strategies can be developed using the pivot level as a base, but the accuracy of using pivot lines increases when Japanese candlestick formations can also be identified. For example, if prices traded below the central pivot (P) for most of the session and then made a foray above the pivot while simultaneously creating a reversal formation (such as a shooting stardoji or hanging man), you could sell short in anticipation of the price resuming trading back below the pivot point.

A perfect example of this is shown in Figure 3, a 30-minute USD/CHF chart. USD/CHF had remained range-bound between the first support zone and the pivot level for most of the Asian trading session. When Europe joined the market, traders began taking USD/CHF higher to break above the central pivot. Bulls lost control as the second candle became a doji formation. Prices then began to reverse back below the central pivot to spend the next six hours between the central pivot and the first support zone. Traders watching for this formation could have sold USD/CHF in the candle right after the doji formation to take advantage of at least 80 pips worth of profit between the pivot point and the first level of support. 


Figure 3 - This chart shows a pivot point being used in cooperation with a candlestick pattern to predict a trend reversal. Notice how the descent was stopped by the second support level.


Another strategy traders can use is to look for prices to obey the pivot level, therefore validating the level as a solid support or resistance zone. In this type of strategy, you're looking to see the price break the pivot level, reverse and then trend back towards the pivot level. If the price proceeds to drive through the pivot point, this is an indication that the pivot level is not very strong and is therefore less useful as a trading signal. However, if prices hesitate around that level or "validate" it, then the pivot level is much more significant and suggests that the move lower is an actual break, which indicates that there may be a continuation move.




The 15-minute GBP/CHF chart in Figure 4 shows an example of prices "obeying" the pivot line. For the most part, prices were first confined within the mid-point and pivot level. At the European open (2am EDT), GBP/CHF rallied and broke above the pivot level. Prices then retraced back to pivot level, held it and proceeded to rally once again. The level was tested once more right before the U.S. market open (7am EDT), at which point traders should have placed a buy order for GBP/CHF since the pivot level had already proved to be a significant support level. For those traders who did do that, GBP/CHF bounced off the level and rallied once again.


Figure 4 - This is an example of a currency pair "obeying" the support and resistance identified by the pivot point calculation. These levels become more significant the more times the pair tries to break through.


Conclusion
Traders and market makers have been using pivot points for years to determine critical support and/or resistance levels. As the charts above have shown, pivots can be especially popular in the FX market since many currency pairs do tend to fluctuate between these levels. Range-bound traders will enter a buy order near identified levels of support and a sell order when the asset nears the upper resistance. Pivot points also enable trend and breakout traders to spot key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. Furthermore, these technical indicators can be very useful at market opens.

Having an awareness of where these potential turning points are located is an excellent way for individual investors to become more attuned to market movements and make more educated transaction decisions. Given their ease of calculation, pivot points can also be incorporated into many trading strategies. The flexibility and relative simplicity of pivot points definitely make them a useful addition to your trading toolbox. 

 

By Kathy Lien, Chief Strategist at the world's largest retail forex market maker, Forex Capital Markets in New York.

 

** This article and more are available at Investopedia.com - Your Source for Investing Education **

 


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Pivot Strategies: A Handy Tool

For many years, traders and market makers have used pivot points to determine critical support and/or resistance levels. Pivots are also very popular in the forex market and can be an extremely useful tool for range-bound traders to identify points of entry and for trend traders and breakout traders to spot the key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. In this article, we'll explain how pivot points are calculated, how they can be applied to the FX market, and how they can be combined with other indicators to develop other trading strategies.

Calculating Pivot Points
By definition, a pivot point is a point of rotation. The prices used to calculate the pivot point are the previous period's high, low and closing prices for a security. These prices are usually taken from a stock's daily charts, but the pivot point can also be calculated using information from hourly charts. Most traders prefer to take the pivots, as well as the support and resistance levels, off of the daily charts and then apply those to the intraday charts (for example, hourly, every 30 minutes or every 15 minutes). If a pivot point is calculated using price information from a shorter time frame, this tends to reduce its accuracy and significance.

The textbook calculation for a pivot point is as follows: 
                                            
                                            Central Pivot Point (P) = (High + Low + Close) / 3

Support and resistance levels are then calculated off of this pivot point using the following formulas:

First level support and resistance:

                                            First Resistance (R1) = (2*P) - Low

                                            First Support (S1) = (2*P) - High

Likewise, the second level of support and resistance is calculated as follows:

                                            Second Resistance (R2) = P + (R1-S1)

                                            Second Support (S2) = P - (R1- S1)

Calculating two support and resistance levels is common practice, but it's not unusual to derive a third support and resistance level as well. (However, third-level support and resistances are a bit too esoteric to be useful for the purposes of trading strategies.) It's also possible to delve deeper into pivot point analysis - for example, some traders go beyond the traditional support and resistance levels and also track the mid-point between each of those levels.

Applying Pivot Points to the FX Market
Generally speaking, the pivot point is seen as the primary support or resistance level. The following chart is a 30-minute chart of the currency pair GBP/USD with pivot levels calculated using the daily high, low and close prices.

The green line is the pivot point (P).

The red lines are resistance levels (R).

The blue lines are support levels (S).

The yellow lines are mid-points (M).

Figure 1 shows how the pivot line served as support for the GBP/USD for most of the European trading hours. Once U.S. traders joined the market, however, prices began to break higher, with each of the breaks first testing and resisting either the mid-point or the R1 and R2 levels; then the break occurred off of those levels (see areas circled). This chart also shows something that occurs frequently in the FX market, which is that the initial break occurs at a market open. There are three market opens in the FX market: the U.S. open, which occurs at approximately 8am EDT, the European open, which occurs at 2am EDT, and the Asian open which occurs at 7pm EDT.
 


Figure 1 - This chart shows a common day in the FX market. The price of a major currency pair (GBP/USD) tends to fluctuate between the support and resistance levels identified by the pivot point calculation. The areas circled in the chart are good illustrations of the importance of a break above these levels.


What we also see when trading pivots in the FX market is that the trading range for the session usually occurs between the pivot point and the first support and resistance levels because a multitude of traders play this range. Take a look at Figure 2, a chart of the currency pair USD/JPY. As you can see in the areas circled, prices initially stayed within the pivot point and the first resistance level with the pivot acting as support. Once the pivot was broken, prices moved lower and stayed predominately within the pivot and the first support zone. 

 
Figure 2 - This chart shows an example of the strength of the support and resistance calculated using the pivot calculations.


The Significance of Market Opens
One of the key points to understand when trading pivot points in the FX market is that breaks tend to occur around one of the market opens. The reason for this is the immediate influx of traders entering the market at the same time. These traders go into the office, take a look at how prices traded overnight and what data was released and then adjust their portfolios accordingly. During the quieter time periods, such as between the U.S. close (4pm EDT) and the Asian open (7pm EDT) (and sometimes even throughout the Asian session, which is the quietest trading session), prices may remain confined for hours between the pivot level and either the support or resistance level. This provides the perfect environment for range-bound traders.

Two Strategies Using Pivot Points
Many strategies can be developed using the pivot level as a base, but the accuracy of using pivot lines increases when Japanese candlestick formations can also be identified. For example, if prices traded below the central pivot (P) for most of the session and then made a foray above the pivot while simultaneously creating a reversal formation (such as a shooting stardoji or hanging man), you could sell short in anticipation of the price resuming trading back below the pivot point.

A perfect example of this is shown in Figure 3, a 30-minute USD/CHF chart. USD/CHF had remained range-bound between the first support zone and the pivot level for most of the Asian trading session. When Europe joined the market, traders began taking USD/CHF higher to break above the central pivot. Bulls lost control as the second candle became a doji formation. Prices then began to reverse back below the central pivot to spend the next six hours between the central pivot and the first support zone. Traders watching for this formation could have sold USD/CHF in the candle right after the doji formation to take advantage of at least 80 pips worth of profit between the pivot point and the first level of support. 


Figure 3 - This chart shows a pivot point being used in cooperation with a candlestick pattern to predict a trend reversal. Notice how the descent was stopped by the second support level.


Another strategy traders can use is to look for prices to obey the pivot level, therefore validating the level as a solid support or resistance zone. In this type of strategy, you're looking to see the price break the pivot level, reverse and then trend back towards the pivot level. If the price proceeds to drive through the pivot point, this is an indication that the pivot level is not very strong and is therefore less useful as a trading signal. However, if prices hesitate around that level or "validate" it, then the pivot level is much more significant and suggests that the move lower is an actual break, which indicates that there may be a continuation move.




The 15-minute GBP/CHF chart in Figure 4 shows an example of prices "obeying" the pivot line. For the most part, prices were first confined within the mid-point and pivot level. At the European open (2am EDT), GBP/CHF rallied and broke above the pivot level. Prices then retraced back to pivot level, held it and proceeded to rally once again. The level was tested once more right before the U.S. market open (7am EDT), at which point traders should have placed a buy order for GBP/CHF since the pivot level had already proved to be a significant support level. For those traders who did do that, GBP/CHF bounced off the level and rallied once again.


Figure 4 - This is an example of a currency pair "obeying" the support and resistance identified by the pivot point calculation. These levels become more significant the more times the pair tries to break through.


Conclusion
Traders and market makers have been using pivot points for years to determine critical support and/or resistance levels. As the charts above have shown, pivots can be especially popular in the FX market since many currency pairs do tend to fluctuate between these levels. Range-bound traders will enter a buy order near identified levels of support and a sell order when the asset nears the upper resistance. Pivot points also enable trend and breakout traders to spot key levels that need to be broken for a move to qualify as a breakout. Furthermore, these technical indicators can be very useful at market opens.

Having an awareness of where these potential turning points are located is an excellent way for individual investors to become more attuned to market movements and make more educated transaction decisions. Given their ease of calculation, pivot points can also be incorporated into many trading strategies. The flexibility and relative simplicity of pivot points definitely make them a useful addition to your trading toolbox. 

 

By Kathy Lien, Chief Strategist at the world's largest retail forex market maker, Forex Capital Markets in New York.

 

** This article and more are available at Investopedia.com - Your Source for Investing Education **

 


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How Dividends Work For Investors

By Investopedia Staff, (Investopedia.com)
August 19, 2005

If we had published this article during the
dotcom boom of the late 1990s, there's no doubt we would have been laughed at. Back then, everything was going up in double-digit percentages, and nobody wanted to fool around with the meager 2-3% gain from dividends. After all, we were in the new economy: the rules had changed and companies that paid dividends were "too old economy".

As Bob Dylan once sang, "The times, they are a-changin'." After the bull market of the '90s ended, the fickle mob once again found dividends attractive. For many investors, dividend-paying stocks have come to make a lot of sense. In this article, we'll explain what dividends are and how you can make them work for you.

Background on Dividends
A dividend is a cash payment from a company's earnings, announced by a company's board of directors and distributed among stockholders. In other words, dividends are an investor's share of a company's profits, given to him or her as a part-owner of the company. Aside from option strategies, dividends are the only way for investors to profit from ownership of stock without eliminating their stake in the company.

When a company earns profits from operations, management can do one of two things with the profits. It can choose to retain them - essentially reinvesting them into the company with the hopes of creating more profits and thus further stock appreciation. The other alternative is to distribute a portion of the profits to shareholders in the form of dividends. (Management can also opt to repurchase some of its own shares - a move that would also benefit shareholders. Read more about it in The Lowdown on Stock Buybacks.)

A company must keep growing at an above-average pace to justify reinvesting in itself rather than paying a dividend. Generally speaking, when a company's growth slows, its stock won't climb as much, and dividends will be necessary to keep shareholders around. This growth slowdown happens to virtually all companies after they attain a large market capitalization. A company will simply reach a size at which it no longer has the potential to grow at annual rates of 30-40% like a small cap, regardless of how much money is plowed back into it. At a certain point, the law of large numbers makes a mega-cap company and outperforming growth rates which outperform the market an impossible combination.

The changes witnessed in Microsoft in the last few years are a perfect illustration of what can happen when a firm's growth levels off. In Jan 2003, the company finally announced that it would pay a dividend: Microsoft had so much cash in the bank that it simply couldn't find enough worthwhile projects in which to invest - you can't be a high-flying growth stock forever!

The fact that Microsoft started to pay dividends did not signal the company's demise; it simply indicated that Microsoft had become a huge company and had entered a new stage in its life cycle, which meant it probably would not be able to double and triple at the pace it once did.

Dividends Won't Mislead You
By choosing to pay dividends, management is essentially conceding that profits from operations are better off being distributed to the shareholders than being put back into the company. In other words, management feels that reinvesting profits to try to achieve further growth will not offer the shareholder as high a return as a distribution in the form of dividends.

There is another motivation for a company to pay dividends: a steadily increasing dividend payout is viewed as a strong indication of a company's continuing success. The great thing about dividends is that they can't be faked. They are either paid or not paid, increased or not increased.

This isn't the case with earnings, which are basically an accountant's best guess of a company's profitability. All too often, companies must restate their past reported earnings because of aggressive accounting practices, and this can cause considerable trouble for investors, who may have already based future stock price predictions on these (unreliable) historical earnings. (To learn more about earnings manipulation, read Understanding Pro-Forma Earnings and Cooking the Books 101.)

Expected growth rates are also unreliable. A company can talk a big game about wonderful growth opportunities that will pay off several years down the road, but there are no guarantees that it will make the most of its reinvested earnings. When a company's robust plans for the future (which impact its share price today) fail to materialize, your portfolio will very likely take a hit.

However, you can rest assured that no accountant can restate dividends and take back your dividend check. Moreover, dividends can't be squandered away by the company on business expansions that don't pan out. The dividends you receive from your stocks are 100% yours. You can use them to do anything you like: pay down your mortgage, spend it as discretionary income or buy the stock of a company you think has better growth prospects.

Who Determines Dividend Policy?
The company's board of directors decides what percentage of earnings will be paid out to shareholders, and then puts the remaining profits back into the company. Although dividends are usually dispersed quarterly, it is important to remember that the company is not obligated to pay a dividend every single quarter. In fact, the company can stop paying a dividend at any time, but this is rare, especially for a firm with a long history of dividend payments.

If people were used to getting their quarterly dividends from a mature company, a sudden stop in payments to investors would be akin to corporate financial suicide. Unless the decision to discontinue dividend payments was backed by some kind of strategy shift, say investing all retained earnings into robust expansion projects, it would indicate that something was fundamentally wrong with the company. For this reason, the board of directors will usually go to great lengths to keep paying at least the same dividend amount.
 
How Stocks That Pay Dividends Resemble Bonds
When assessing the pros and cons of dividend-paying stocks, you will also want to consider their volatility and share price performance as compared to those of outright growth stocks that pay no dividends. (For further reading, see The Power of Dividend Growth.)

Because public companies generally face adverse reactions from the marketplace if they discontinue or reduce their dividend payments, investors can be reasonably certain they will receive dividend income on a regular basis, for as long as they hold their shares. Therefore, investors tend to rely on dividends in much the same way that they rely on interest payments from corporate bonds and debentures.

Since they can be regarded as quasi-bonds, dividend-paying stocks tend to exhibit pricing characteristics that are moderately different from those of growth stocks. This is because they provide regular income, similar to a bond, but still provide investors with the potential to benefit from share price appreciation if the company does well.

Investors looking for exposure to the growth potential of the equity market, combined with the safety of the (moderately) fixed income provided by dividends, should consider adding stocks with high dividend yields to their portfolio. A portfolio with dividend-paying stocks is likely to see less price volatility than a growth stock portfolio.

Conclusion
A company can't keep growing forever. When it reaches a certain size and exhausts its growth potential, distributing dividends is perhaps the best way for management to ensure shareholders receive a return from the company's earnings. A dividend announcement may be a sign that a company's growth has slowed, but it is also evidence of a sustainable capacity to make money. This sustainable income will likely produce some price stability when paid out regularly as dividends. Best of all, the cash in your hand is proof that the earnings are really there, and you can reinvest or spend them as you see fit.

 

 

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How Dividends Work For Investors

By Investopedia Staff, (Investopedia.com)
August 19, 2005

If we had published this article during the
dotcom boom of the late 1990s, there's no doubt we would have been laughed at. Back then, everything was going up in double-digit percentages, and nobody wanted to fool around with the meager 2-3% gain from dividends. After all, we were in the new economy: the rules had changed and companies that paid dividends were "too old economy".

As Bob Dylan once sang, "The times, they are a-changin'." After the bull market of the '90s ended, the fickle mob once again found dividends attractive. For many investors, dividend-paying stocks have come to make a lot of sense. In this article, we'll explain what dividends are and how you can make them work for you.

Background on Dividends
A dividend is a cash payment from a company's earnings, announced by a company's board of directors and distributed among stockholders. In other words, dividends are an investor's share of a company's profits, given to him or her as a part-owner of the company. Aside from option strategies, dividends are the only way for investors to profit from ownership of stock without eliminating their stake in the company.

When a company earns profits from operations, management can do one of two things with the profits. It can choose to retain them - essentially reinvesting them into the company with the hopes of creating more profits and thus further stock appreciation. The other alternative is to distribute a portion of the profits to shareholders in the form of dividends. (Management can also opt to repurchase some of its own shares - a move that would also benefit shareholders. Read more about it in The Lowdown on Stock Buybacks.)

A company must keep growing at an above-average pace to justify reinvesting in itself rather than paying a dividend. Generally speaking, when a company's growth slows, its stock won't climb as much, and dividends will be necessary to keep shareholders around. This growth slowdown happens to virtually all companies after they attain a large market capitalization. A company will simply reach a size at which it no longer has the potential to grow at annual rates of 30-40% like a small cap, regardless of how much money is plowed back into it. At a certain point, the law of large numbers makes a mega-cap company and outperforming growth rates which outperform the market an impossible combination.

The changes witnessed in Microsoft in the last few years are a perfect illustration of what can happen when a firm's growth levels off. In Jan 2003, the company finally announced that it would pay a dividend: Microsoft had so much cash in the bank that it simply couldn't find enough worthwhile projects in which to invest - you can't be a high-flying growth stock forever!

The fact that Microsoft started to pay dividends did not signal the company's demise; it simply indicated that Microsoft had become a huge company and had entered a new stage in its life cycle, which meant it probably would not be able to double and triple at the pace it once did.

Dividends Won't Mislead You
By choosing to pay dividends, management is essentially conceding that profits from operations are better off being distributed to the shareholders than being put back into the company. In other words, management feels that reinvesting profits to try to achieve further growth will not offer the shareholder as high a return as a distribution in the form of dividends.

There is another motivation for a company to pay dividends: a steadily increasing dividend payout is viewed as a strong indication of a company's continuing success. The great thing about dividends is that they can't be faked. They are either paid or not paid, increased or not increased.

This isn't the case with earnings, which are basically an accountant's best guess of a company's profitability. All too often, companies must restate their past reported earnings because of aggressive accounting practices, and this can cause considerable trouble for investors, who may have already based future stock price predictions on these (unreliable) historical earnings. (To learn more about earnings manipulation, read Understanding Pro-Forma Earnings and Cooking the Books 101.)

Expected growth rates are also unreliable. A company can talk a big game about wonderful growth opportunities that will pay off several years down the road, but there are no guarantees that it will make the most of its reinvested earnings. When a company's robust plans for the future (which impact its share price today) fail to materialize, your portfolio will very likely take a hit.

However, you can rest assured that no accountant can restate dividends and take back your dividend check. Moreover, dividends can't be squandered away by the company on business expansions that don't pan out. The dividends you receive from your stocks are 100% yours. You can use them to do anything you like: pay down your mortgage, spend it as discretionary income or buy the stock of a company you think has better growth prospects.

Who Determines Dividend Policy?
The company's board of directors decides what percentage of earnings will be paid out to shareholders, and then puts the remaining profits back into the company. Although dividends are usually dispersed quarterly, it is important to remember that the company is not obligated to pay a dividend every single quarter. In fact, the company can stop paying a dividend at any time, but this is rare, especially for a firm with a long history of dividend payments.

If people were used to getting their quarterly dividends from a mature company, a sudden stop in payments to investors would be akin to corporate financial suicide. Unless the decision to discontinue dividend payments was backed by some kind of strategy shift, say investing all retained earnings into robust expansion projects, it would indicate that something was fundamentally wrong with the company. For this reason, the board of directors will usually go to great lengths to keep paying at least the same dividend amount.
 
How Stocks That Pay Dividends Resemble Bonds
When assessing the pros and cons of dividend-paying stocks, you will also want to consider their volatility and share price performance as compared to those of outright growth stocks that pay no dividends. (For further reading, see The Power of Dividend Growth.)

Because public companies generally face adverse reactions from the marketplace if they discontinue or reduce their dividend payments, investors can be reasonably certain they will receive dividend income on a regular basis, for as long as they hold their shares. Therefore, investors tend to rely on dividends in much the same way that they rely on interest payments from corporate bonds and debentures.

Since they can be regarded as quasi-bonds, dividend-paying stocks tend to exhibit pricing characteristics that are moderately different from those of growth stocks. This is because they provide regular income, similar to a bond, but still provide investors with the potential to benefit from share price appreciation if the company does well.

Investors looking for exposure to the growth potential of the equity market, combined with the safety of the (moderately) fixed income provided by dividends, should consider adding stocks with high dividend yields to their portfolio. A portfolio with dividend-paying stocks is likely to see less price volatility than a growth stock portfolio.

Conclusion
A company can't keep growing forever. When it reaches a certain size and exhausts its growth potential, distributing dividends is perhaps the best way for management to ensure shareholders receive a return from the company's earnings. A dividend announcement may be a sign that a company's growth has slowed, but it is also evidence of a sustainable capacity to make money. This sustainable income will likely produce some price stability when paid out regularly as dividends. Best of all, the cash in your hand is proof that the earnings are really there, and you can reinvest or spend them as you see fit.

 

 

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Saiba como usar o MACD, um dos indicadores mais utilizados da análise técnica

Camila Schoti, 24/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - Muitos investidores baseiam-se apenas nos fundamentos e perspectivas do desempenho das empresas para operar no mercado de ações e opções, mas se esquecem que outros fatores podem influenciar o desempenho das ações, seja no curto ou no longo prazo.

Resultados abaixo ou acima do esperado, e que, portanto, não foram precificados, crises políticas, grandes oscilações nas cotações do petróleo e outros fatores exógenos que influenciam no mercado acionário podem, mesmo que por um curto período de tempo, impulsionar ou prejudicar a cotação das ações.

Operar no mercado de ações sem saber o que pode acontecer eleva ainda mais o risco inerente às aplicações em renda variável, mas a utilização da análise técnica, através de suas diversas ferramentas pode fornecer subsídios para a sua tomada de decisão.

Moving Average Convergence Divergence
Dentre os diversos indicadores estatísticos utilizados pelos analistas técnicos, e já apresentados pela InfoMoney, o MACD ou Moving Average Convergence Divergence, é um dos mais populares e confiáveis dos indicadores de análise técnica.

O MACD foi desenvolvido por Gerald Appel e é composto pela linha de sinal e pela linha MACD, que é derivada da diferença de duas médias móveis exponenciais. Ao mesmo tempo em que este indicador pode revelar pontos de reversão de tendência do mercado, também possibilita a identificação visual do ativo "comprado" ou "vendido" facilitando a tomada de decisão para o momento certo de entrar ou sair do mercado.

Utilize o MACD como oscilador
Assim como na utilização das médias móveis comuns, cruzamentos entre a linha de sinal, mais lenta das duas linhas, e a linha MACD, podem indicar a compra ou a venda de um determinado ativo. Assim, a sinalização de compra se dá quando a linha MACD cruza a linha de sinal de baixo para cima, de forma que a sinalização de venda acontece quando a linha MACD cruza a linha de sinal de cima para baixo.

Mas esta não é a única análise que podemos fazer através do MACD. Este indicador também funciona como um oscilador, já que os valores medidos pelo indicador oscilam acima ou abaixo de uma linha tida como um referencial zero, que funciona basicamente como o divisor entre um mercado comprado ou vendido, dependendo do volume.

Desta maneira, quando as linhas se encontram muito acima do zero, a leitura que se pode fazer é que o ativo está comprado, e quando as linhas estão muito abaixo do zero o ativo pode ser considerado vendido. Neste sentido, analistas afirmam que os melhores sinais de compra, por exemplo, são aqueles quando os preços do ativo estão bem abaixo da área vendida.

Divergências no MACD
Assim como o Índice de Força Relativa (IFR), divergências entre o MACD e a linha de preços também indicam possíveis pontos de reversão de tendência. Assim, quando uma divergência de baixa ocorre, ou seja, quando a linha MACD está bem acima de zero e dá início a um movimento de queda ao mesmo tempo em que a linha de preços mantêm-se em tendência de alta, este pode ser um sinal do início da tendência de queda.

Em sentido contrário, quando a linha MACD está bem abaixo da linha zero e indica alta, enquanto que a linha de preços continua apontando queda, pode ser feita a leitura de uma possível reversão da tendência de queda para uma nova tendência de alta.

O histograma de MACD
Além das linhas convencionais de MACD, o histograma de MACD, que permite a visualização da diferença entre a linha MACD e a linha de sinal através de barras ou gráfico de área, também pode auxiliar o investidor a se orientar no mercado acionário. Embora este também, quando acima ou abaixo da linha zero, pode indicar compra ou venda, o seu ponto mais importante é justamente a visualização da diferença entre as duas linhas.

Desta forma, quando o indicador está acima da linha zero e começa a se aproximar dela, esta pode ser uma indicação de que a tendência de alta está perdendo força, em sentido oposto, quando o histograma está abaixo de zero e começo a se aproximar dele, a tendência de queda pode estar perdendo força.

Conheça outros indicadores
Como foi possível observar, a utilização do MACD é simples e, se combinada à utilização de outros indicadores, minimiza o risco de se investir no mercado acionário já que é possível, através da visualização dos movimentos revelados nos gráficos, quais as tendências do mercado.

Conheça também outros indicadores da análise técnica:

·  Conceitos básicos de análise técnica

·  Conceitos básicos de Candlesticks

·  Suporte e resistência

·  Linhas de tendência

·  Médias móveis

·  Índice de Força Relativa (IFR)

·  Bandas de Bollinger

 

 

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Saiba como usar o MACD, um dos indicadores mais utilizados da análise técnica

Camila Schoti, 24/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - Muitos investidores baseiam-se apenas nos fundamentos e perspectivas do desempenho das empresas para operar no mercado de ações e opções, mas se esquecem que outros fatores podem influenciar o desempenho das ações, seja no curto ou no longo prazo.

Resultados abaixo ou acima do esperado, e que, portanto, não foram precificados, crises políticas, grandes oscilações nas cotações do petróleo e outros fatores exógenos que influenciam no mercado acionário podem, mesmo que por um curto período de tempo, impulsionar ou prejudicar a cotação das ações.

Operar no mercado de ações sem saber o que pode acontecer eleva ainda mais o risco inerente às aplicações em renda variável, mas a utilização da análise técnica, através de suas diversas ferramentas pode fornecer subsídios para a sua tomada de decisão.

Moving Average Convergence Divergence
Dentre os diversos indicadores estatísticos utilizados pelos analistas técnicos, e já apresentados pela InfoMoney, o MACD ou Moving Average Convergence Divergence, é um dos mais populares e confiáveis dos indicadores de análise técnica.

O MACD foi desenvolvido por Gerald Appel e é composto pela linha de sinal e pela linha MACD, que é derivada da diferença de duas médias móveis exponenciais. Ao mesmo tempo em que este indicador pode revelar pontos de reversão de tendência do mercado, também possibilita a identificação visual do ativo "comprado" ou "vendido" facilitando a tomada de decisão para o momento certo de entrar ou sair do mercado.

Utilize o MACD como oscilador
Assim como na utilização das médias móveis comuns, cruzamentos entre a linha de sinal, mais lenta das duas linhas, e a linha MACD, podem indicar a compra ou a venda de um determinado ativo. Assim, a sinalização de compra se dá quando a linha MACD cruza a linha de sinal de baixo para cima, de forma que a sinalização de venda acontece quando a linha MACD cruza a linha de sinal de cima para baixo.

Mas esta não é a única análise que podemos fazer através do MACD. Este indicador também funciona como um oscilador, já que os valores medidos pelo indicador oscilam acima ou abaixo de uma linha tida como um referencial zero, que funciona basicamente como o divisor entre um mercado comprado ou vendido, dependendo do volume.

Desta maneira, quando as linhas se encontram muito acima do zero, a leitura que se pode fazer é que o ativo está comprado, e quando as linhas estão muito abaixo do zero o ativo pode ser considerado vendido. Neste sentido, analistas afirmam que os melhores sinais de compra, por exemplo, são aqueles quando os preços do ativo estão bem abaixo da área vendida.

Divergências no MACD
Assim como o Índice de Força Relativa (IFR), divergências entre o MACD e a linha de preços também indicam possíveis pontos de reversão de tendência. Assim, quando uma divergência de baixa ocorre, ou seja, quando a linha MACD está bem acima de zero e dá início a um movimento de queda ao mesmo tempo em que a linha de preços mantêm-se em tendência de alta, este pode ser um sinal do início da tendência de queda.

Em sentido contrário, quando a linha MACD está bem abaixo da linha zero e indica alta, enquanto que a linha de preços continua apontando queda, pode ser feita a leitura de uma possível reversão da tendência de queda para uma nova tendência de alta.

O histograma de MACD
Além das linhas convencionais de MACD, o histograma de MACD, que permite a visualização da diferença entre a linha MACD e a linha de sinal através de barras ou gráfico de área, também pode auxiliar o investidor a se orientar no mercado acionário. Embora este também, quando acima ou abaixo da linha zero, pode indicar compra ou venda, o seu ponto mais importante é justamente a visualização da diferença entre as duas linhas.

Desta forma, quando o indicador está acima da linha zero e começa a se aproximar dela, esta pode ser uma indicação de que a tendência de alta está perdendo força, em sentido oposto, quando o histograma está abaixo de zero e começo a se aproximar dele, a tendência de queda pode estar perdendo força.

Conheça outros indicadores
Como foi possível observar, a utilização do MACD é simples e, se combinada à utilização de outros indicadores, minimiza o risco de se investir no mercado acionário já que é possível, através da visualização dos movimentos revelados nos gráficos, quais as tendências do mercado.

Conheça também outros indicadores da análise técnica:

·  Conceitos básicos de análise técnica

·  Conceitos básicos de Candlesticks

·  Suporte e resistência

·  Linhas de tendência

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·  Índice de Força Relativa (IFR)

·  Bandas de Bollinger

 

 

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Terça-feira, Agosto 23

Cenário político volta a pesar sobre mercado e Ibovespa recua quase 2%

Por: Equipe InfoMoney

23/08/05 - 18h30

InfoMoney

SÃO PAULO - Com as turbulências do cenário político voltando a exercer forte influência sobre o mercado, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 1,80% nesta terça-feira (23), cotado 26.769 pontos, devolvendo parte dos ganhos da véspera. O volume financeiro foi de R$ 1,574 bilhões, pouco significativo, dado que somente o leilão de venda de ações do Itaú movimentou aproximadamente R$ 582,5 milhões.

Passado os primeiros efeitos do pronunciamento de Antônio Palocci no último domingo, investidores voltaram as suas atenções aos trabalhos das CPIs, em especial ao depoimento de Valdemar Costa Neto, ex-deputado e presidente do PL, na CPI do Mensalão. Além disso, a expectativa em relação ao depoimento de Rogério Buratti, ex-assessor do atual ministro da Fazenda, a ser realizado na próxima quarta-feira na CPI dos Bingos, contribuiu para a forte cautela observada neste pregão.

O temor de boa parte do mercado é de que Buratti apresente fatos novos à CPI, mesmo depois de Palocci ter negado categoricamente seu envolvimento em esquema de corrupção, quando prefeito de Ribeirão Preto.

Inflação sob controle
Já na esfera econômica, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) deu mais um sinal de que as pressões inflacionárias permanecem sob controle. O indicador apurou deflação de 0,33%, a maior queda dos preços de toda a série histórica do índice. Com os sinais de deflação no cenário doméstico, cria-se a expectativa de que a ata da última reunião do Copom (Comitê de Politica Monetária), a ser divulgada na próxima quinta-feira, possa sinalizar o início do afrouxamento da política monetária em setembro.

No entanto, a perspectiva de que os impactos da crise política são cada vez mais significativos sobre a percepção de risco dos agentes, e de que a recente escalada do preço do petróleo no mercado internacional deve ter efeitos adversos sobre a trajetória de inflação doméstica, torna menos provável o comprometimento do colegiado do Banco Central com a queda da Selic já em sua próxima reunião.

 

Liderando a tendência baixista desta terça-feira, as ações preferenciais da Tele Leste Celular fecharam em queda de 6,04%, cotadas a R$ 14,92, ampliando o prejuízo acumulado no ano, que já chega a mais de 50%. A forte concorrência em sua área de atuação (Bahia e Sergipe) e a expectativa de menores margens operacionais vêm pressionando os papéis da operadora.

Por outro lado, as ações ordinárias da TIM Participações contrariaram a trajetória da maioria das ações do Ibovespa e fecharam em alta de 3,11%, sendo negociadas a R$ 4,30, dando continuidade ao processo de valorização iniciado na véspera, quando os papéis subiram mais de 4%. Com a perspectiva de uma eventual consolidação no setor de telecomunicações, investidores vêm aumentando suas apostas em uma possível troca de controle na companhia que estenderia os direitos de tag along aos minoritários, beneficiando assim as ações ordinárias da empresa.

Dólar voltou à casa dos R$ 2,40
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,4110, o que representa uma alta de 1,13% frente ao fechamento anterior. Após apurar forte queda no último pregão, a moeda norte-americana apresentou significativa valorização nesta terça-feira, com investidores aguardando o depoimento de Buratti à CPI dos Bingos.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 119,05% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,38%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 414 pontos base, alta de 10 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA recuaram
Nos Estados Unidos, as principais bolsas do país fecharam em queda, após a divulgação de um desempenho abaixo do esperado da venda de casas usadas naquele país, durante o mês de julho.

O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve baixa de 0,48% e atingiu 10.520 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvalorizou-se 0,34% a 1.218 pontos, da mesma forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, caiu 0,19% a 2.137 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou baixa de 1,10% e atingiu 4.437 pontos. No mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvalorizou-se 0,48% chegando a 4.918 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,34% a 5.300 pontos.

Foco em indicadores dos EUA na quarta-feira
Na próxima quarta-feira, não há indicadores relevantes previstos no Brasil. Nos Estados Unidos, sairá o Durable Goods Orders referente a julho. Esse índice mede os pedidos e entregas de bens duráveis no país e serve como amostra da atividade industrial.

Outro destaque fica por conta do New Home Sales de julho. O relatório mostra o número de casas novas, vendidas e postas à venda nos EUA. Interessa, portanto, ao setor imobiliário e para a economia como um todo.

Por fim, a Administração de Informações sobre Energia dos EUA anuncia o nível dos estoques de petróleo. Os milhões de barris guardados no país são divulgados semanalmente e interessam a muitos, já que afetam os preços internacionais da commodity.

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Cenário político volta a pesar sobre mercado e Ibovespa recua quase 2%

Por: Equipe InfoMoney

23/08/05 - 18h30

InfoMoney

SÃO PAULO - Com as turbulências do cenário político voltando a exercer forte influência sobre o mercado, o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em queda de 1,80% nesta terça-feira (23), cotado 26.769 pontos, devolvendo parte dos ganhos da véspera. O volume financeiro foi de R$ 1,574 bilhões, pouco significativo, dado que somente o leilão de venda de ações do Itaú movimentou aproximadamente R$ 582,5 milhões.

Passado os primeiros efeitos do pronunciamento de Antônio Palocci no último domingo, investidores voltaram as suas atenções aos trabalhos das CPIs, em especial ao depoimento de Valdemar Costa Neto, ex-deputado e presidente do PL, na CPI do Mensalão. Além disso, a expectativa em relação ao depoimento de Rogério Buratti, ex-assessor do atual ministro da Fazenda, a ser realizado na próxima quarta-feira na CPI dos Bingos, contribuiu para a forte cautela observada neste pregão.

O temor de boa parte do mercado é de que Buratti apresente fatos novos à CPI, mesmo depois de Palocci ter negado categoricamente seu envolvimento em esquema de corrupção, quando prefeito de Ribeirão Preto.

Inflação sob controle
Já na esfera econômica, o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal) deu mais um sinal de que as pressões inflacionárias permanecem sob controle. O indicador apurou deflação de 0,33%, a maior queda dos preços de toda a série histórica do índice. Com os sinais de deflação no cenário doméstico, cria-se a expectativa de que a ata da última reunião do Copom (Comitê de Politica Monetária), a ser divulgada na próxima quinta-feira, possa sinalizar o início do afrouxamento da política monetária em setembro.

No entanto, a perspectiva de que os impactos da crise política são cada vez mais significativos sobre a percepção de risco dos agentes, e de que a recente escalada do preço do petróleo no mercado internacional deve ter efeitos adversos sobre a trajetória de inflação doméstica, torna menos provável o comprometimento do colegiado do Banco Central com a queda da Selic já em sua próxima reunião.

 

Liderando a tendência baixista desta terça-feira, as ações preferenciais da Tele Leste Celular fecharam em queda de 6,04%, cotadas a R$ 14,92, ampliando o prejuízo acumulado no ano, que já chega a mais de 50%. A forte concorrência em sua área de atuação (Bahia e Sergipe) e a expectativa de menores margens operacionais vêm pressionando os papéis da operadora.

Por outro lado, as ações ordinárias da TIM Participações contrariaram a trajetória da maioria das ações do Ibovespa e fecharam em alta de 3,11%, sendo negociadas a R$ 4,30, dando continuidade ao processo de valorização iniciado na véspera, quando os papéis subiram mais de 4%. Com a perspectiva de uma eventual consolidação no setor de telecomunicações, investidores vêm aumentando suas apostas em uma possível troca de controle na companhia que estenderia os direitos de tag along aos minoritários, beneficiando assim as ações ordinárias da empresa.

Dólar voltou à casa dos R$ 2,40
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,4110, o que representa uma alta de 1,13% frente ao fechamento anterior. Após apurar forte queda no último pregão, a moeda norte-americana apresentou significativa valorização nesta terça-feira, com investidores aguardando o depoimento de Buratti à CPI dos Bingos.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 119,05% de seu valor de face, o que representa uma queda de 0,38%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 414 pontos base, alta de 10 pontos base em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA recuaram
Nos Estados Unidos, as principais bolsas do país fecharam em queda, após a divulgação de um desempenho abaixo do esperado da venda de casas usadas naquele país, durante o mês de julho.

O índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve baixa de 0,48% e atingiu 10.520 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvalorizou-se 0,34% a 1.218 pontos, da mesma forma, o índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas, caiu 0,19% a 2.137 pontos.

Na Europa, o índice CAC 40 da bolsa de Paris registrou baixa de 1,10% e atingiu 4.437 pontos. No mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvalorizou-se 0,48% chegando a 4.918 pontos e o FTSE 100, da bolsa de Londres, caiu 0,34% a 5.300 pontos.

Foco em indicadores dos EUA na quarta-feira
Na próxima quarta-feira, não há indicadores relevantes previstos no Brasil. Nos Estados Unidos, sairá o Durable Goods Orders referente a julho. Esse índice mede os pedidos e entregas de bens duráveis no país e serve como amostra da atividade industrial.

Outro destaque fica por conta do New Home Sales de julho. O relatório mostra o número de casas novas, vendidas e postas à venda nos EUA. Interessa, portanto, ao setor imobiliário e para a economia como um todo.

Por fim, a Administração de Informações sobre Energia dos EUA anuncia o nível dos estoques de petróleo. Os milhões de barris guardados no país são divulgados semanalmente e interessam a muitos, já que afetam os preços internacionais da commodity.

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Sábado, Agosto 20

Após denúncias, Palocci convoca coletiva para este domingo

 

Folha Online

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, dará uma entrevista coletiva à imprensa ao meio-dia deste domingo, no Ministério da Fazenda. A assessoria de Palocci informou que o ministro ficará à disposição para responder perguntas sobre as denúncias que surgiram nos últimos dias envolvendo seu nome.

Nesta manhã, Palocci recebeu em sua casa, no Lago Sul de Brasília, sua equipe de assessoria de imprensa. Ele está reunido com a família.

O advogado e então assessor do ministro da Fazenda Antonio Palocci --quando ele ainda era prefeito de Ribeirão Preto (314 km de SP)--, Rogério Tadeu Buratti, afirmou nesta sexta-feira que a campanha presidencial de Lula de 2002 recebeu dinheiro dos bingos.

Buratti disse ainda ao Ministério Público de São Paulo que o então prefeito Palocci recebia R$ 50 mil por mês da empresa Leão Leão, responsável pela coleta de lixo na cidade. Em nota, o ministro da Fazenda negou ter recebido o dinheiro e criticou a divulgação das informações.

O advogado foi preso na última quarta-feira acusado de crime de lavagem de dinheiro e tentativa de destruição de documento, mas nesta sexta-feira, depois de conseguir o benefício da delação premiada, prestou depoimento e foi liberado.

Palocci --que participou ontem da reunião do conselho de administração da Petrobras, no Rio-- voltou para Brasília, onde se manteve em silêncio.

Após as denúncias de Buratti, a assessoria de Palocci divulgou uma nota oficial negando que o ministro tenha recebido dinheiro das empresas de lixo e criticando a divulgação das informações.

Ontem à tarde, Palocci recebeu a visita do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Segundo a assessoria Thomaz Bastos, o objetivo da visita foi "dar um abraço de solidariedade" em Palocci.

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Após denúncias, Palocci convoca coletiva para este domingo

 

Folha Online

O ministro da Fazenda, Antonio Palocci, dará uma entrevista coletiva à imprensa ao meio-dia deste domingo, no Ministério da Fazenda. A assessoria de Palocci informou que o ministro ficará à disposição para responder perguntas sobre as denúncias que surgiram nos últimos dias envolvendo seu nome.

Nesta manhã, Palocci recebeu em sua casa, no Lago Sul de Brasília, sua equipe de assessoria de imprensa. Ele está reunido com a família.

O advogado e então assessor do ministro da Fazenda Antonio Palocci --quando ele ainda era prefeito de Ribeirão Preto (314 km de SP)--, Rogério Tadeu Buratti, afirmou nesta sexta-feira que a campanha presidencial de Lula de 2002 recebeu dinheiro dos bingos.

Buratti disse ainda ao Ministério Público de São Paulo que o então prefeito Palocci recebia R$ 50 mil por mês da empresa Leão Leão, responsável pela coleta de lixo na cidade. Em nota, o ministro da Fazenda negou ter recebido o dinheiro e criticou a divulgação das informações.

O advogado foi preso na última quarta-feira acusado de crime de lavagem de dinheiro e tentativa de destruição de documento, mas nesta sexta-feira, depois de conseguir o benefício da delação premiada, prestou depoimento e foi liberado.

Palocci --que participou ontem da reunião do conselho de administração da Petrobras, no Rio-- voltou para Brasília, onde se manteve em silêncio.

Após as denúncias de Buratti, a assessoria de Palocci divulgou uma nota oficial negando que o ministro tenha recebido dinheiro das empresas de lixo e criticando a divulgação das informações.

Ontem à tarde, Palocci recebeu a visita do ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos. Segundo a assessoria Thomaz Bastos, o objetivo da visita foi "dar um abraço de solidariedade" em Palocci.

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ThyssenKrupp aprova construção de siderúrgica no Rio

FRANKFURT (Reuters) - A ThyssenKrupp, maior siderúrgica da Alemanha, aprovou planos para investir US$ 1,88 bilhão na construção de uma nova usina siderúrgica no Brasil que vai produzir 4,4 milhões de toneladas de placas de aço por ano.

"Baseado nas conclusões do estudo de viabilidade e após acordo sobre áreas importantes do projeto da siderúrgica, os conselhos de supervisão discutiram o plano e o aprovaram de maneira unânime", informou a companhia em comunicado nesta sexta-feira.

A maior produtora de minério de ferro do mundo, Companhia Vale do Rio Doce, vai ter 10% de participação no projeto da ThyssenKrupp. Às 10h40, as ações da Vale operavam em alta de 1,83%, cotadas a R$ 70. No mesmo horário, o Ibovespa registrava valorização de 0,52%, a 27.040 pontos.

O plano para a construção da siderúrgica foi anunciado no final do ano passado. A empresa alemã divulgou inicialmente que a produção deveria começar em meados de 2007, mas informou em seguida que a usina deve começar a operar em meados de 2008. A unidade será erguida em Sepetiba, no Rio de Janeiro.

No início da sexta-feira, o CSFB melhorou sua recomendação para as ações do conglomerado industrial alemão de "underperform" para "neutral" depois da empresa ter divulgado resultado melhor que o esperado para o terceiro trimestre fiscal.

"Vemos desafios/riscos no horizonte da ThyssenKrupp, incluindo o resultado das negociações de contratos de aço para o próximo ano", informou o banco em nota.

"Mas com o grupo perto de resolver dívida em 2006, a ThyssenKrupp parece ter mais espaço de manobra", acrescentou o CSFB.

A ThyssenKrupp fabrica desde componentes para automóveis até produtos para a indústria de fertilizantes, mas sua principal atividade continua sendo a siderurgia.

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ThyssenKrupp aprova construção de siderúrgica no Rio

FRANKFURT (Reuters) - A ThyssenKrupp, maior siderúrgica da Alemanha, aprovou planos para investir US$ 1,88 bilhão na construção de uma nova usina siderúrgica no Brasil que vai produzir 4,4 milhões de toneladas de placas de aço por ano.

"Baseado nas conclusões do estudo de viabilidade e após acordo sobre áreas importantes do projeto da siderúrgica, os conselhos de supervisão discutiram o plano e o aprovaram de maneira unânime", informou a companhia em comunicado nesta sexta-feira.

A maior produtora de minério de ferro do mundo, Companhia Vale do Rio Doce, vai ter 10% de participação no projeto da ThyssenKrupp. Às 10h40, as ações da Vale operavam em alta de 1,83%, cotadas a R$ 70. No mesmo horário, o Ibovespa registrava valorização de 0,52%, a 27.040 pontos.

O plano para a construção da siderúrgica foi anunciado no final do ano passado. A empresa alemã divulgou inicialmente que a produção deveria começar em meados de 2007, mas informou em seguida que a usina deve começar a operar em meados de 2008. A unidade será erguida em Sepetiba, no Rio de Janeiro.

No início da sexta-feira, o CSFB melhorou sua recomendação para as ações do conglomerado industrial alemão de "underperform" para "neutral" depois da empresa ter divulgado resultado melhor que o esperado para o terceiro trimestre fiscal.

"Vemos desafios/riscos no horizonte da ThyssenKrupp, incluindo o resultado das negociações de contratos de aço para o próximo ano", informou o banco em nota.

"Mas com o grupo perto de resolver dívida em 2006, a ThyssenKrupp parece ter mais espaço de manobra", acrescentou o CSFB.

A ThyssenKrupp fabrica desde componentes para automóveis até produtos para a indústria de fertilizantes, mas sua principal atividade continua sendo a siderurgia.

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POR QUE A ECONOMIA PODE RESISTIR

Lucila Soares

José Patricio/Reuters

OPERADORES DA BM&F
Em São Paulo, na sexta-feira: o mercado ficou nervoso, mas não entrou em pânico

No mercado financeiro, o depoimento de Rogério Buratti provocou uma das maiores comoções desde o início da crise do governo Lula. Na sexta-feira, o dólar chegou a subir 4% e a bolsa, no momento mais tenso do dia, caiu mais de 2,5%. A razão óbvia para essa reação é que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, tem sido, desde o início do governo Lula, o grande fiador da política econômica. Vê-lo envolvido no escândalo de corrupção que assombra o país há três meses alimenta o pesadelo de que a crise, até o momento circunscrita à política, contamine a economia. Mesmo assim, a turbulência de sexta-feira ficou muito longe do último terremoto financeiro que abalou o país, em 2002. No segundo semestre daquele ano, a insegurança em relação ao resultado da eleição presidencial catapultou o dólar a quase 4 reais e o risco Brasil ultrapassou a barreira dos 2 000 pontos. Na semana passada, o dólar fechou em 2,45 reais (alta de 2,9%, a maior desde maio de 2004) e o risco Brasil, com elevação de 2,7%, fechou em 419 pontos.

Há vários fatores que separam a realidade de hoje da extrema insegurança de três anos atrás -- e, em seu conjunto, eles indicam que a economia brasileira poderá resistir sem maiores estragos a uma eventual queda de Palocci. O Brasil teve uma virada espetacular nas contas externas, o que o deixa protegido contra crises mundiais. A relação entre dívida externa líquida e exportações, que era de 2,7 em 2002, está abaixo de 1,5. Também a proporção entre a dívida pública e o PIB, que ultrapassou 60% em 2002, recuou e deve fechar o ano em torno de 52% do PIB. Trocando em miúdos, isso significa que o país melhorou sua capacidade de honrar seus compromissos. "É isso que, no fim das contas, dá confiança ao investidor estrangeiro", resume o sócio-diretor da GAP Asset Management, Emanuel Pereira da Silva. Além disso, a soma das importações com as exportações está atingindo 30% do PIB. Isso quer dizer que o grau de abertura da economia brasileira é de tal ordem que torna extremamente difícil uma guinada nos seus rumos.

Também é preciso considerar que a extrema liquidez internacional faz com que os investidores estrangeiros fiquem menos assustadiços com os solavancos internos do Brasil. Por último, deve-se levar em conta que a sociedade brasileira, que elegeu Lula com 53 milhões de votos sob a condição de que ele renunciasse às tentações da esquerda populista, já não permite que aventureiros arruínem a estabilidade duramente conquistada com o Plano Real. Não há, portanto, razão para pânico.

 

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POR QUE A ECONOMIA PODE RESISTIR

Lucila Soares

José Patricio/Reuters

OPERADORES DA BM&F
Em São Paulo, na sexta-feira: o mercado ficou nervoso, mas não entrou em pânico

No mercado financeiro, o depoimento de Rogério Buratti provocou uma das maiores comoções desde o início da crise do governo Lula. Na sexta-feira, o dólar chegou a subir 4% e a bolsa, no momento mais tenso do dia, caiu mais de 2,5%. A razão óbvia para essa reação é que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, tem sido, desde o início do governo Lula, o grande fiador da política econômica. Vê-lo envolvido no escândalo de corrupção que assombra o país há três meses alimenta o pesadelo de que a crise, até o momento circunscrita à política, contamine a economia. Mesmo assim, a turbulência de sexta-feira ficou muito longe do último terremoto financeiro que abalou o país, em 2002. No segundo semestre daquele ano, a insegurança em relação ao resultado da eleição presidencial catapultou o dólar a quase 4 reais e o risco Brasil ultrapassou a barreira dos 2 000 pontos. Na semana passada, o dólar fechou em 2,45 reais (alta de 2,9%, a maior desde maio de 2004) e o risco Brasil, com elevação de 2,7%, fechou em 419 pontos.

Há vários fatores que separam a realidade de hoje da extrema insegurança de três anos atrás -- e, em seu conjunto, eles indicam que a economia brasileira poderá resistir sem maiores estragos a uma eventual queda de Palocci. O Brasil teve uma virada espetacular nas contas externas, o que o deixa protegido contra crises mundiais. A relação entre dívida externa líquida e exportações, que era de 2,7 em 2002, está abaixo de 1,5. Também a proporção entre a dívida pública e o PIB, que ultrapassou 60% em 2002, recuou e deve fechar o ano em torno de 52% do PIB. Trocando em miúdos, isso significa que o país melhorou sua capacidade de honrar seus compromissos. "É isso que, no fim das contas, dá confiança ao investidor estrangeiro", resume o sócio-diretor da GAP Asset Management, Emanuel Pereira da Silva. Além disso, a soma das importações com as exportações está atingindo 30% do PIB. Isso quer dizer que o grau de abertura da economia brasileira é de tal ordem que torna extremamente difícil uma guinada nos seus rumos.

Também é preciso considerar que a extrema liquidez internacional faz com que os investidores estrangeiros fiquem menos assustadiços com os solavancos internos do Brasil. Por último, deve-se levar em conta que a sociedade brasileira, que elegeu Lula com 53 milhões de votos sob a condição de que ele renunciasse às tentações da esquerda populista, já não permite que aventureiros arruínem a estabilidade duramente conquistada com o Plano Real. Não há, portanto, razão para pânico.

 

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Sexta-feira, Agosto 19

VALE em congestão

A VALE que também saiu do canal de alta enfrenta uma zona de congestão antes de retomar sua trajetória altista.

Este ativo subiu muito nas últimas semanas e em função das incertezas políticas é alvo de venda com maior facilidade por isso se antecipou ao índice e saiu antes.

Mas deve retomar antes tbm sua trajetória altista.

Boa opção no médio prazo.

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VALE em congestão

A VALE que também saiu do canal de alta enfrenta uma zona de congestão antes de retomar sua trajetória altista.

Este ativo subiu muito nas últimas semanas e em função das incertezas políticas é alvo de venda com maior facilidade por isso se antecipou ao índice e saiu antes.

Mas deve retomar antes tbm sua trajetória altista.

Boa opção no médio prazo.

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Ibovespa sai do canal de alta

Ibovespa saiu hoje do canal de alta e pode recuar para patamares de: 26.600 e 25.900

No curto prazo o mercado está para se evitar, ainda que possibilite ganhos especulativos de extremo curto prazo como ordens de compra programadas a baixo preço e venda intradiária, ainda que esse tipo de trade seja muito ariscado.

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Ibovespa sai do canal de alta

Ibovespa saiu hoje do canal de alta e pode recuar para patamares de: 26.600 e 25.900

No curto prazo o mercado está para se evitar, ainda que possibilite ganhos especulativos de extremo curto prazo como ordens de compra programadas a baixo preço e venda intradiária, ainda que esse tipo de trade seja muito ariscado.

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Índice Futuro do Ibovespa apontou forte retração hoje

O índice futuro do ibovespa recuou bastante hoje atingindo 26.200 pts, piso da escada de Fibonacci e fechou próximo dos 27.000 pts.

Deve ter iniciado hoje uma correção baixista que visa os patamares: 26.500 ou 26.200.

Ou seja no curto prazo as projeções são bastante desanimadoras.

Quem ainda não stopou deve-se programar o quanto antes.

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Índice Futuro do Ibovespa apontou forte retração hoje

O índice futuro do ibovespa recuou bastante hoje atingindo 26.200 pts, piso da escada de Fibonacci e fechou próximo dos 27.000 pts.

Deve ter iniciado hoje uma correção baixista que visa os patamares: 26.500 ou 26.200.

Ou seja no curto prazo as projeções são bastante desanimadoras.

Quem ainda não stopou deve-se programar o quanto antes.

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Horus Strategy acumula neste ano 53,17% de ganhos

 

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Horus Strategy acumula neste ano 53,17% de ganhos

 

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Comentário da Semana: crise chega ao Ministério da Fazenda e afeta o mercado

Por: Cauê Todeschini de Assunção

19/08/05 - 18h20

InfoMoney

SÃO PAULO - Apesar de um início tranqüilo, a terceira semana de agosto poderá gerar desdobramentos diferentes em relação à crise política interna, caso sejam confirmadas as novas denúncias de corrupção deflagradas nesta sexta-feira. As acusações de irregularidades parecem ter chegado ao Ministério da Fazenda, que até então vinha seguindo isento de denúncias. No cenário externo, o petróleo recuou, mas começou a mostrar seu impacto sobre a economia.

Neste contexto, a bolsa brasileira fechou a semana em queda acumulada de 1,14%, enquanto o dólar comercial avançou 3,33%. Os juros futuros também encerraram a semana em alta.

Cenário interno: crise chega a Palocci
A semana foi marcada pelo depoimento de Rogério Buratti, ex-assessor do atual ministro da Fazenda Antonio Palocci, à Polícia Federal na sexta-feira. Buscando se beneficiar do mecanismo de delação premiada, Buratti afirmou que o ministro recebia R$ 50 mil por mês das empresas que realizavam a coleta de lixo em Ribeirão Preto, quando Palocci ainda era prefeito da cidade.

A princípio, a notícia foi muito mal recebida pelo mercado, que até então acompanhava escândalos de corrupção que não atingiam diretamente Lula e Palocci. No decorrer do dia, porém, com declaração de Palocci à imprensa negando as acusações, os efeitos foram amenizados.

A despeito das fortes revelações na sexta-feira, a semana parecia tranqüila no início. Toninho da Barcelona e Delúbio Soares depuseram às CPI´s em andamento, porém, enquanto o primeiro deu apenas um aperitivo aos deputados, esperando possíveis benefícios de uma delação premiada, o segundo manteve a versão do caixa dois de campanha, defendida nos outros depoimentos.

No cenário econômico, o balanço da semana foi positivo. Sem surpreender o mercado, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa básica de juros da economia brasileira em 19,75% ao ano, mesmo com a manutenção da tendência de desaceleração dos índices de preços.

Cenário externo: petróleo afeta economia
No cenário externo, apesar de ter registrado queda durante a semana, o petróleo seguiu sendo o centro das atenções. A commmodity impactou fortemente os preços ao consumidor nos EUA e na Alemanha, mas o maior estrago foi no índice de preços ao produtor norte-americano, que apurou inflação duas vezes maior do que a esperada.

A elevada cotação do petróleo também mostrou seu efeito nos dados da Produção Industrial dos Estados Unidos. Tanto o Industrial Production quanto o índice que mede a atividade industrial na região da Filadélfia vieram abaixo do esperado.

Dólar atinge R$ 2,45
O dólar comercial encerrou a semana em alta de 3,33%, sendo cotado a R$ 2,45 no fechamento desta sexta-feira, quando acabou encerrando com valorização de 2,94%. A deterioração do cenário político fez a moeda apresentar a maior alta desde maio de 2004 nesta sexta-feira.

No mercado de juros futuros, o contrato futuro com vencimento em janeiro de 2007, que apresenta maior liquidez, projetou taxa de 18,50% na sexta-feira, frente a uma taxa de 17,98% no encerramento da semana anterior. Já a taxa anual do CDB pré-fixado de 30 dias fechou a 19,65%, pouco abaixo da taxa de 19,68% da semana anterior.

Finalmente, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, encerrou a semana em queda de 1,14%, sendo cotado a 26.644 pontos. Com a deterioração do cenário político e a perspectiva de que a blindagem ao presidente Lula e ao ministro Palocci possa não mais funcionar, o pessimismo atingiu o mercado acionário brasileiro e o Ibovespa recuou.

Próxima semana: cenário político e ata
Na quarta semana de agosto, além da atenção redobrada ao cenário político, o mercado deve acompanhar a divulgação da ata do Copom, que sai na quinta-feira e deve trazer pistas sobre o rumo da Selic nas próximas reuniões da entidade.

Nos Estados Unidos, o destaque da agenda econômica fica com o discurso do chairman do Federal Reserve, Alan Greenspan, que acontece na quinta-feira. A trajetória dos preços do petróleo nas bolsas internacionais também deve ser acompanhada.

 

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Comentário da Semana: crise chega ao Ministério da Fazenda e afeta o mercado

Por: Cauê Todeschini de Assunção

19/08/05 - 18h20

InfoMoney

SÃO PAULO - Apesar de um início tranqüilo, a terceira semana de agosto poderá gerar desdobramentos diferentes em relação à crise política interna, caso sejam confirmadas as novas denúncias de corrupção deflagradas nesta sexta-feira. As acusações de irregularidades parecem ter chegado ao Ministério da Fazenda, que até então vinha seguindo isento de denúncias. No cenário externo, o petróleo recuou, mas começou a mostrar seu impacto sobre a economia.

Neste contexto, a bolsa brasileira fechou a semana em queda acumulada de 1,14%, enquanto o dólar comercial avançou 3,33%. Os juros futuros também encerraram a semana em alta.

Cenário interno: crise chega a Palocci
A semana foi marcada pelo depoimento de Rogério Buratti, ex-assessor do atual ministro da Fazenda Antonio Palocci, à Polícia Federal na sexta-feira. Buscando se beneficiar do mecanismo de delação premiada, Buratti afirmou que o ministro recebia R$ 50 mil por mês das empresas que realizavam a coleta de lixo em Ribeirão Preto, quando Palocci ainda era prefeito da cidade.

A princípio, a notícia foi muito mal recebida pelo mercado, que até então acompanhava escândalos de corrupção que não atingiam diretamente Lula e Palocci. No decorrer do dia, porém, com declaração de Palocci à imprensa negando as acusações, os efeitos foram amenizados.

A despeito das fortes revelações na sexta-feira, a semana parecia tranqüila no início. Toninho da Barcelona e Delúbio Soares depuseram às CPI´s em andamento, porém, enquanto o primeiro deu apenas um aperitivo aos deputados, esperando possíveis benefícios de uma delação premiada, o segundo manteve a versão do caixa dois de campanha, defendida nos outros depoimentos.

No cenário econômico, o balanço da semana foi positivo. Sem surpreender o mercado, o Copom (Comitê de Política Monetária) manteve a taxa básica de juros da economia brasileira em 19,75% ao ano, mesmo com a manutenção da tendência de desaceleração dos índices de preços.

Cenário externo: petróleo afeta economia
No cenário externo, apesar de ter registrado queda durante a semana, o petróleo seguiu sendo o centro das atenções. A commmodity impactou fortemente os preços ao consumidor nos EUA e na Alemanha, mas o maior estrago foi no índice de preços ao produtor norte-americano, que apurou inflação duas vezes maior do que a esperada.

A elevada cotação do petróleo também mostrou seu efeito nos dados da Produção Industrial dos Estados Unidos. Tanto o Industrial Production quanto o índice que mede a atividade industrial na região da Filadélfia vieram abaixo do esperado.

Dólar atinge R$ 2,45
O dólar comercial encerrou a semana em alta de 3,33%, sendo cotado a R$ 2,45 no fechamento desta sexta-feira, quando acabou encerrando com valorização de 2,94%. A deterioração do cenário político fez a moeda apresentar a maior alta desde maio de 2004 nesta sexta-feira.

No mercado de juros futuros, o contrato futuro com vencimento em janeiro de 2007, que apresenta maior liquidez, projetou taxa de 18,50% na sexta-feira, frente a uma taxa de 17,98% no encerramento da semana anterior. Já a taxa anual do CDB pré-fixado de 30 dias fechou a 19,65%, pouco abaixo da taxa de 19,68% da semana anterior.

Finalmente, o Ibovespa, principal índice da bolsa paulista, encerrou a semana em queda de 1,14%, sendo cotado a 26.644 pontos. Com a deterioração do cenário político e a perspectiva de que a blindagem ao presidente Lula e ao ministro Palocci possa não mais funcionar, o pessimismo atingiu o mercado acionário brasileiro e o Ibovespa recuou.

Próxima semana: cenário político e ata
Na quarta semana de agosto, além da atenção redobrada ao cenário político, o mercado deve acompanhar a divulgação da ata do Copom, que sai na quinta-feira e deve trazer pistas sobre o rumo da Selic nas próximas reuniões da entidade.

Nos Estados Unidos, o destaque da agenda econômica fica com o discurso do chairman do Federal Reserve, Alan Greenspan, que acontece na quinta-feira. A trajetória dos preços do petróleo nas bolsas internacionais também deve ser acompanhada.

 

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Quinta-feira, Agosto 18

Investidores devem se preocupar com a hipótese de pico nas ações da Petrobras?

Rodolfo Amstalden, 17/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - Os papéis da Petrobras acumulam um histórico recente invejável. Entre 2002 e este mês de agosto, a valorização dos ativos na Bolsa de Valores de São Paulo ultrapassou os 500%.

Tendo os últimos anos como base de comparação, parece óbvio que a cotação atual seja reconhecida como recorde. Ponto favorável a priori, mas que suscita dúvidas sobre uma saturação de ganhos. Seria a hora dos investidores se preocuparem com a formação de um pico?

Para os analistas da Merrill Lynch, são temores infundados. É verdade que os papéis assumiram uma escalada sem igual em sua história. Porém, não é certo que isso implique um cenário insustentável. De fato, há cinco boas razões para se pensar o contrário.

1. Menor risco país
A Merrill Lynch ressalta que a percepção de risco em relação ao Brasil melhorou consideravelmente na última década. Fato relevante se admitida a forte correlação entre as ações da Petrobras e índices gerais como o Ibovespa.

Apesar dos recentes escândalos no campo político, os analistas acreditam que o risco país deve se manter estável, permitindo que os bons resultados corporativos transpareçam no desempenho em Bolsa.

2. Ambiente regulatório
O ambiente regulatório para a indústria do petróleo e gás natural vem evoluindo em direção a leis naturais de mercado. Constatação derivada, por exemplo, a partir dos preços de refinados, que vêm se mantendo bastante próximos à trajetória global desde 1998.

Dada a expectativa de elevação no valor do petróleo e de seus derivados em médio prazo, esse equilíbrio internacional significa maiores receitas entrando no caixa da estatal.

3. Virada no comércio exterior
A produção do petróleo doméstico evoluiu muito, e permitiu que o Brasil passasse da condição de forte importador para a iminente auto-suficiência.

Os analistas do banco de investimentos crêem que os recordes de barris observados em 2005 são uma prova concreta de que a Petrobras se transformará em exportadora líquida nos próximos anos. Com isso, mais oportunidades de negócio e risco operacional ainda menor.

4. Novas descobertas
Reservas de petróleo e gás identificadas pela maior empresa brasileira reforçam seu potencial futuro de crescimento. O ritmo de novas descobertas provadas supera o de muitas concorrentes internacionais.

5. Governança corporativa
Para a Merrill Lynch, o contato da Petrobras com os investidores se equipara ao das principais oil companies no mundo. As operações destacam-se pela transparência, e isso também ajuda na performance dos papéis.

 

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Você sabe como é decidida a taxa básica de juro brasileira, a Selic?

Lígia Araújo, 17/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - Quem acompanha o mercado sabe a importância do anúncio da taxa Selic, juro básico da economia brasileira, feito mensalmente. Nas três últimas reuniões, a taxa de juros foi mantida em 19,75% ao ano, depois de uma série de elevações. Porém, as mudanças não pararam por aí: para o final do ano, os analistas projetam que a taxa novamente irá cair. A decisão será tomada pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central.

Para você que tem dúvidas de como a decisão é tomada, quais os objetivos do comitê, como ele é formado e qual a importância da Selic, seguem abaixo alguns esclarecimentos. Estes foram fornecidos pelo Banco Central, como o intuito de aumentar a transparência na condução da política econômica e a eficácia na comunicação de suas ações.

O que é a taxa Selic?
Embora quase todo mundo acredite que o Copom determina efetivamente a Selic, no fundo o colegiado está determinando a meta da Selic. Para entender a diferença, vale a pena analisar em detalhe o que é a Selic.

A taxa Selic é a taxa de financiamento no mercado interbancário para operações de um dia, ou overnight, que possuem lastro em títulos públicos federais, títulos estes que são listados e negociados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia, ou Selic.

Em outras palavras, esta taxa é usada para operações de curtíssimo prazo entre os bancos, que, quando querem tomar recursos emprestados de outros bancos por um dia, oferecem títulos públicos como lastro, visando reduzir o risco, e, conseqüentemente, a remuneração da transação.

Assim, como o risco final da transação acaba sendo efetivamente o do governo, pois seus títulos servem de lastro para a operação e o prazo é o mais curto possível, ou apenas um dia, esta taxa acaba servindo de referência para todas as demais taxas de juros da economia.

Esta taxa não é fixa e varia praticamente todos os dias, mas dentro de um intervalo muito pequeno, já que, na grande maioria das vezes, ela tende a se aproximar da meta da Selic, que é determinada mensalmente pelo Copom.

Taxa serve de referência
Por ser de curtíssimo prazo e por refletir o risco do governo, a Selic acaba servindo de referência para todas as demais taxas da economia. Em situações normais a Selic é a taxa mais baixa, o que, porém, não ocorre sempre. De forma geral, quanto maior o prazo maior o risco e, portanto, maior a taxa.

Esse não é o caso, porém, quando o governo está adotando uma política monetária restritiva, com o objetivo de conter a inflação. Neste caso a taxa pode ser maior do que as taxas de longo prazo, o que indica que o mercado acredita que a política econômica adotada irá reduzir a inflação, levando à queda dos juros de longo prazo.

Copom: quais seus objetivos?
Criado em junho de 1996, o Copom é o órgão decisório da política monetária do BC, responsável por estabelecer a meta para a taxa Selic.

O principal objetivo da política monetária adotada pelo Copom é o alcance das metas de inflação estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Se, em um determinado ano, a inflação ultrapassar a meta, cabe ao presidente do BC encaminhar uma Carta Aberta ao ministro da Fazenda explicando as razões do não cumprimento, assim como as medidas que serão necessárias para trazer a inflação de volta à trajetória pré-definida e o tempo esperado para que elas surtam efeito.

Quem são os membros do comitê?
O Copom é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central: o presidente e os diretores de Política Monetária, de Política Econômica, de Estudos Especiais, de Assuntos Internacionais, de Normas e Organização do Sistema Financeiro, Administração, Fiscalização e Liquidações e Desestatização.

O presidente tem direito ao voto decisório em caso de empate na decisão da política monetária.

Atualmente, as reuniões ordinárias do Copom acontecem uma vez por mês e ocupam dois dias. Mas o comitê pode se reunir extraordinariamente, convocado pelo presidente do Banco Central, em função de alterações inesperadas do cenário macroeconômico. Mas isso não é comum: desde a sua criação, ocorreram apenas três reuniões extraordinárias, sendo que a última foi em outubro de 2002, pouco antes das eleições presidenciais.

O primeiro dia de reunião
No primeiro dia, participam seus membros e os chefes de seis departamentos do Banco Central. Participam também o assessor especial do presidente, três consultores e o secretário-executivo da Diretoria, além do assessor de imprensa do Banco Central.

Nesse dia, os chefes de departamento fazem suas apresentações técnicas sobre a conjuntura econômica e financeira.

O segundo dia de reunião
Ao contrário do que ocorre no primeiro dia, a participação no segundo é limitada aos membros do Copom e ao chefe do Depep (Departamento de Estudos e Pesquisas).

A reunião inicia-se com a análise das projeções atualizadas para a inflação, baseadas em diferentes hipóteses para as principais variáveis macroeconômicas. Após essa avaliação, os diretores de Política Econômica e de Política Monetária apresentam alternativas para a taxa de juros de curto prazo e fazem recomendações acerca da política monetária.

Os outros membros do Copom tecem seus comentários e propostas. Depois, os membros votam em uma proposta final, objetivando sempre o consenso. A decisão final, ou seja, a meta para a taxa Selic e o viés, se houver, é anunciada à imprensa e divulgada pelo Sistema de Informação do Banco Central.

O que é viés da taxa de juros?
No momento do anúncio da taxa, o Copom pode estabelecer um viés, de elevação ou de redução.

Trata-se de uma prerrogativa que autoriza o presidente do Banco Central a alterar a meta para a taxa Selic na direção do viés a qualquer momento entre as reuniões regulares do Copom. O viés é utilizado, normalmente, quando alguma mudança significativa na conjuntura econômica for esperada.

Como o mercado pode se interar?
O mercado tem a oportunidade de ver um resumo das discussões do Copom, através da ata da respectiva reunião. Para o Banco Central, o anúncio está em conformidade com o compromisso de transparência do regime de metas para a inflação.

Vale citar que existem outras divulgações. Ao final de cada trimestre (março, junho, setembro e dezembro), por exemplo, o Copom publica o Relatório de Inflação, que analisa detalhadamente a conjuntura econômica e financeira no Brasil, bem como apresenta suas projeções para a taxa de inflação.

 

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Investidores devem se preocupar com a hipótese de pico nas ações da Petrobras?

Rodolfo Amstalden, 17/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - Os papéis da Petrobras acumulam um histórico recente invejável. Entre 2002 e este mês de agosto, a valorização dos ativos na Bolsa de Valores de São Paulo ultrapassou os 500%.

Tendo os últimos anos como base de comparação, parece óbvio que a cotação atual seja reconhecida como recorde. Ponto favorável a priori, mas que suscita dúvidas sobre uma saturação de ganhos. Seria a hora dos investidores se preocuparem com a formação de um pico?

Para os analistas da Merrill Lynch, são temores infundados. É verdade que os papéis assumiram uma escalada sem igual em sua história. Porém, não é certo que isso implique um cenário insustentável. De fato, há cinco boas razões para se pensar o contrário.

1. Menor risco país
A Merrill Lynch ressalta que a percepção de risco em relação ao Brasil melhorou consideravelmente na última década. Fato relevante se admitida a forte correlação entre as ações da Petrobras e índices gerais como o Ibovespa.

Apesar dos recentes escândalos no campo político, os analistas acreditam que o risco país deve se manter estável, permitindo que os bons resultados corporativos transpareçam no desempenho em Bolsa.

2. Ambiente regulatório
O ambiente regulatório para a indústria do petróleo e gás natural vem evoluindo em direção a leis naturais de mercado. Constatação derivada, por exemplo, a partir dos preços de refinados, que vêm se mantendo bastante próximos à trajetória global desde 1998.

Dada a expectativa de elevação no valor do petróleo e de seus derivados em médio prazo, esse equilíbrio internacional significa maiores receitas entrando no caixa da estatal.

3. Virada no comércio exterior
A produção do petróleo doméstico evoluiu muito, e permitiu que o Brasil passasse da condição de forte importador para a iminente auto-suficiência.

Os analistas do banco de investimentos crêem que os recordes de barris observados em 2005 são uma prova concreta de que a Petrobras se transformará em exportadora líquida nos próximos anos. Com isso, mais oportunidades de negócio e risco operacional ainda menor.

4. Novas descobertas
Reservas de petróleo e gás identificadas pela maior empresa brasileira reforçam seu potencial futuro de crescimento. O ritmo de novas descobertas provadas supera o de muitas concorrentes internacionais.

5. Governança corporativa
Para a Merrill Lynch, o contato da Petrobras com os investidores se equipara ao das principais oil companies no mundo. As operações destacam-se pela transparência, e isso também ajuda na performance dos papéis.

 

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Você sabe como é decidida a taxa básica de juro brasileira, a Selic?

Lígia Araújo, 17/08/05, InfoMoney

SÃO PAULO - Quem acompanha o mercado sabe a importância do anúncio da taxa Selic, juro básico da economia brasileira, feito mensalmente. Nas três últimas reuniões, a taxa de juros foi mantida em 19,75% ao ano, depois de uma série de elevações. Porém, as mudanças não pararam por aí: para o final do ano, os analistas projetam que a taxa novamente irá cair. A decisão será tomada pelo Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central.

Para você que tem dúvidas de como a decisão é tomada, quais os objetivos do comitê, como ele é formado e qual a importância da Selic, seguem abaixo alguns esclarecimentos. Estes foram fornecidos pelo Banco Central, como o intuito de aumentar a transparência na condução da política econômica e a eficácia na comunicação de suas ações.

O que é a taxa Selic?
Embora quase todo mundo acredite que o Copom determina efetivamente a Selic, no fundo o colegiado está determinando a meta da Selic. Para entender a diferença, vale a pena analisar em detalhe o que é a Selic.

A taxa Selic é a taxa de financiamento no mercado interbancário para operações de um dia, ou overnight, que possuem lastro em títulos públicos federais, títulos estes que são listados e negociados no Sistema Especial de Liquidação e Custódia, ou Selic.

Em outras palavras, esta taxa é usada para operações de curtíssimo prazo entre os bancos, que, quando querem tomar recursos emprestados de outros bancos por um dia, oferecem títulos públicos como lastro, visando reduzir o risco, e, conseqüentemente, a remuneração da transação.

Assim, como o risco final da transação acaba sendo efetivamente o do governo, pois seus títulos servem de lastro para a operação e o prazo é o mais curto possível, ou apenas um dia, esta taxa acaba servindo de referência para todas as demais taxas de juros da economia.

Esta taxa não é fixa e varia praticamente todos os dias, mas dentro de um intervalo muito pequeno, já que, na grande maioria das vezes, ela tende a se aproximar da meta da Selic, que é determinada mensalmente pelo Copom.

Taxa serve de referência
Por ser de curtíssimo prazo e por refletir o risco do governo, a Selic acaba servindo de referência para todas as demais taxas da economia. Em situações normais a Selic é a taxa mais baixa, o que, porém, não ocorre sempre. De forma geral, quanto maior o prazo maior o risco e, portanto, maior a taxa.

Esse não é o caso, porém, quando o governo está adotando uma política monetária restritiva, com o objetivo de conter a inflação. Neste caso a taxa pode ser maior do que as taxas de longo prazo, o que indica que o mercado acredita que a política econômica adotada irá reduzir a inflação, levando à queda dos juros de longo prazo.

Copom: quais seus objetivos?
Criado em junho de 1996, o Copom é o órgão decisório da política monetária do BC, responsável por estabelecer a meta para a taxa Selic.

O principal objetivo da política monetária adotada pelo Copom é o alcance das metas de inflação estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Se, em um determinado ano, a inflação ultrapassar a meta, cabe ao presidente do BC encaminhar uma Carta Aberta ao ministro da Fazenda explicando as razões do não cumprimento, assim como as medidas que serão necessárias para trazer a inflação de volta à trajetória pré-definida e o tempo esperado para que elas surtam efeito.

Quem são os membros do comitê?
O Copom é composto pelos membros da Diretoria Colegiada do Banco Central: o presidente e os diretores de Política Monetária, de Política Econômica, de Estudos Especiais, de Assuntos Internacionais, de Normas e Organização do Sistema Financeiro, Administração, Fiscalização e Liquidações e Desestatização.

O presidente tem direito ao voto decisório em caso de empate na decisão da política monetária.

Atualmente, as reuniões ordinárias do Copom acontecem uma vez por mês e ocupam dois dias. Mas o comitê pode se reunir extraordinariamente, convocado pelo presidente do Banco Central, em função de alterações inesperadas do cenário macroeconômico. Mas isso não é comum: desde a sua criação, ocorreram apenas três reuniões extraordinárias, sendo que a última foi em outubro de 2002, pouco antes das eleições presidenciais.

O primeiro dia de reunião
No primeiro dia, participam seus membros e os chefes de seis departamentos do Banco Central. Participam também o assessor especial do presidente, três consultores e o secretário-executivo da Diretoria, além do assessor de imprensa do Banco Central.

Nesse dia, os chefes de departamento fazem suas apresentações técnicas sobre a conjuntura econômica e financeira.

O segundo dia de reunião
Ao contrário do que ocorre no primeiro dia, a participação no segundo é limitada aos membros do Copom e ao chefe do Depep (Departamento de Estudos e Pesquisas).

A reunião inicia-se com a análise das projeções atualizadas para a inflação, baseadas em diferentes hipóteses para as principais variáveis macroeconômicas. Após essa avaliação, os diretores de Política Econômica e de Política Monetária apresentam alternativas para a taxa de juros de curto prazo e fazem recomendações acerca da política monetária.

Os outros membros do Copom tecem seus comentários e propostas. Depois, os membros votam em uma proposta final, objetivando sempre o consenso. A decisão final, ou seja, a meta para a taxa Selic e o viés, se houver, é anunciada à imprensa e divulgada pelo Sistema de Informação do Banco Central.

O que é viés da taxa de juros?
No momento do anúncio da taxa, o Copom pode estabelecer um viés, de elevação ou de redução.

Trata-se de uma prerrogativa que autoriza o presidente do Banco Central a alterar a meta para a taxa Selic na direção do viés a qualquer momento entre as reuniões regulares do Copom. O viés é utilizado, normalmente, quando alguma mudança significativa na conjuntura econômica for esperada.

Como o mercado pode se interar?
O mercado tem a oportunidade de ver um resumo das discussões do Copom, através da ata da respectiva reunião. Para o Banco Central, o anúncio está em conformidade com o compromisso de transparência do regime de metas para a inflação.

Vale citar que existem outras divulgações. Ao final de cada trimestre (março, junho, setembro e dezembro), por exemplo, o Copom publica o Relatório de Inflação, que analisa detalhadamente a conjuntura econômica e financeira no Brasil, bem como apresenta suas projeções para a taxa de inflação.

 

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Ágora mantém apostas em bancos, Vale e Petrobras e inclui papéis da Gerdau

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
18/08/05 - 14h30

InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Ágora Senior divulgou sua recomendação de carteira moderada de ações, tendo aumentado a parcela de ativos cíclicos em seu portfólio, em detrimento da participação nos ativos defensivos. Com isso, a corretora promoveu um reposicionamento suave em algumas posições.

De um modo geral, pôde-se notar a manutenção da forte aposta em papéis de bancos, da Vale do Rio Doce e da Petrobras. As ações da estatal, inclusive, respondem pela maior participação na carteira moderada da Ágora, com a justificativa de que a hipótese de reajuste dos combustíveis deve se materializar em função da contínua elevação dos preços do petróleo.

Vale e Bradesco
De acordo com a corretora, os papéis preferenciais classe A da Vale do Rio Doce têm sido uma aposta bem sucedida e o peso dos ativos no portfólio em questão foi mantido, em função da expectativa de uma evolução da rentabilidade da empresa para os próximos trimestres.

Em relação ao setor bancário, a Ágora se mantém otimista, classificando os papéis do Bradesco como a sua maior aposta. Para a corretora, Bradesco e Itaú continuarão a capitanear o aumento de rentabilidade do setor.

Telemar Norte Leste: papéis saíram da carteira
Já no que diz respeito ao setor de telecomunicações, a Ágora reduziu sua exposição, tendo retirado os papéis preferenciais classe B da Telemar Norte Leste da carteira. A menor participação do setor na nova carteira teórica do Ibovespa contribuiu para a decisão; além disso, os fundamentos do setor estão voltados para uma posição defensiva com relação às taxas de crescimento de lucratividade entre as empresas acompanhadas pela corretora.

Os papéis preferenciais da AmBev também tiveram sua participação reduzida, apesar da Ágora continuar otimista com a rentabilidade futura e o retorno dos investimentos internacionais da empresa.

Da mesma forma, a corretora optou por uma redução da parcela dos units da ALL, um ativo defensivo, mas de excelente qualidade de previsibilidade do seu fluxo de caixa, afirmou a Ágora.

Gerdau: inclusão
Por outro lado, as ações preferenciais da Gerdau foram incluídas na carteira, aumentando o risco do portfólio, de acordo com a corretora, por se tratar de um ativo tipicamente cíclico, dependente dos juros domésticos e da performance da atividade operacional das controladas no mercado norte-americano e canadense.

Confira na tabela abaixo todas as recomendações

Empresa

Código

Preço Alvo (R$)

Upside(%)

Peso (%)

Telemar

TNLP3

65,52

43,1

4,1

Telesp Fixa

TLPP4

61,67

40,2

4,3

Petrobras

PETR4

136,00

12,6

17,5

ALL

ALLL11

98,20

22,8

4,0

Vale do Rio Doce

VALE5

106,14

51,5

14,2

Gerdau

GGBR4

48,72

71,6

8,6

CSN

CSNA3

74,31

55,8

8,9

Cemig

CMIG4

98,21

21,6

8,5

Ambev

AMBV4

924,16

21,0

5,5

Bradesco

BBDC4

107,52

12,6

14,8

Itaú

ITAU4

537,03

13,3

9,6

 

 

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Ágora mantém apostas em bancos, Vale e Petrobras e inclui papéis da Gerdau

Por: Felipe Abi-Acl de Miranda
18/08/05 - 14h30

InfoMoney

SÃO PAULO - A corretora Ágora Senior divulgou sua recomendação de carteira moderada de ações, tendo aumentado a parcela de ativos cíclicos em seu portfólio, em detrimento da participação nos ativos defensivos. Com isso, a corretora promoveu um reposicionamento suave em algumas posições.

De um modo geral, pôde-se notar a manutenção da forte aposta em papéis de bancos, da Vale do Rio Doce e da Petrobras. As ações da estatal, inclusive, respondem pela maior participação na carteira moderada da Ágora, com a justificativa de que a hipótese de reajuste dos combustíveis deve se materializar em função da contínua elevação dos preços do petróleo.

Vale e Bradesco
De acordo com a corretora, os papéis preferenciais classe A da Vale do Rio Doce têm sido uma aposta bem sucedida e o peso dos ativos no portfólio em questão foi mantido, em função da expectativa de uma evolução da rentabilidade da empresa para os próximos trimestres.

Em relação ao setor bancário, a Ágora se mantém otimista, classificando os papéis do Bradesco como a sua maior aposta. Para a corretora, Bradesco e Itaú continuarão a capitanear o aumento de rentabilidade do setor.

Telemar Norte Leste: papéis saíram da carteira
Já no que diz respeito ao setor de telecomunicações, a Ágora reduziu sua exposição, tendo retirado os papéis preferenciais classe B da Telemar Norte Leste da carteira. A menor participação do setor na nova carteira teórica do Ibovespa contribuiu para a decisão; além disso, os fundamentos do setor estão voltados para uma posição defensiva com relação às taxas de crescimento de lucratividade entre as empresas acompanhadas pela corretora.

Os papéis preferenciais da AmBev também tiveram sua participação reduzida, apesar da Ágora continuar otimista com a rentabilidade futura e o retorno dos investimentos internacionais da empresa.

Da mesma forma, a corretora optou por uma redução da parcela dos units da ALL, um ativo defensivo, mas de excelente qualidade de previsibilidade do seu fluxo de caixa, afirmou a Ágora.

Gerdau: inclusão
Por outro lado, as ações preferenciais da Gerdau foram incluídas na carteira, aumentando o risco do portfólio, de acordo com a corretora, por se tratar de um ativo tipicamente cíclico, dependente dos juros domésticos e da performance da atividade operacional das controladas no mercado norte-americano e canadense.

Confira na tabela abaixo todas as recomendações

Empresa

Código

Preço Alvo (R$)

Upside(%)

Peso (%)

Telemar

TNLP3

65,52

43,1

4,1

Telesp Fixa

TLPP4

61,67

40,2

4,3

Petrobras

PETR4

136,00

12,6

17,5

ALL

ALLL11

98,20

22,8

4,0

Vale do Rio Doce

VALE5

106,14

51,5

14,2

Gerdau

GGBR4

48,72

71,6

8,6

CSN

CSNA3

74,31

55,8

8,9

Cemig

CMIG4

98,21

21,6

8,5

Ambev

AMBV4

924,16

21,0

5,5

Bradesco

BBDC4

107,52

12,6

14,8

Itaú

ITAU4

537,03

13,3

9,6

 

 

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Decisão do Copom frustra mercado e Ibovespa fecha em queda de quase 2%

Por: Equipe InfoMoney
18/08/05 - 18h26

InfoMoney

SÃO PAULO - Frustrado pela decisão do Copom (Comitê de Politica Monetária) de adiar o início do ciclo de queda da Selic na última quarta-feira (17), o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em baixa de 1,88% nesta quinta-feira, cotado a 26.900 pontos, com investidores revendo suas posições após a alta do último pregão. O volume financeiro somou R$ 1,253 bilhão.

A despeito da mediana das projeções do boletim Focus apontar para a manutenção do juro básico da economia brasileira em 19,75%, na reunião de agosto do colegiado do Banco Central, uma parcela significativa do mercado acreditava que o início do processo de afrouxamento do aperto monetário se daria ainda este mês.

Corroborando com a perspectiva de que a autoridade monetária já teria condições técnicas de reduzir os juros na reunião da última quarta-feira, novos índices de preços voltaram a mostrar menores pressões inflacionárias. A segunda prévia de agosto do IGPM (Índice Geral de Preços - Mercado) apurou deflação de 0,49%, frente à variação negativa de 0,25% do último referencial. Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe apurou uma inflação de 0,07% na segunda quadrissemana de agosto, abaixo da variação de 0,19%, registrada na quadrissemana imediatamente anterior.

Cenário político também pressionou
Além do descontentamento de parte do mercado com os rumos das decisões acerca do juro básico brasileiro, o conturbado cenário político nacional contribuiu para o recuo do Ibovespa nesta quinta-feira. Durante boa parte do pregão, o mercado acompanhou o depoimento de Delúbio Soares à CPI do Mensalão. O ex-tesoureiro do PT confirmou o acordo de R$ 10 milhões com o PL para a coligação na campanha de 2002.

Além disso, ainda na esfera política, em depoimento à CPI dos Correios, Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, afirmou que não tinha conhecimento de que os envelopes que o contínuo do BB buscara no Banco Rural, a pedido de Marcos Valério, continham dinheiro.

Neste cenário, aliado a um desempenho pouco significativo das bolsas norte-americanas, um movimento de realização de lucros, após a alta de mais de 1% na véspera, foi ganhando forças, levando o Ibovespa a encerrar as negociações em queda substancial.

Nesta quinta-feira, os papéis preferenciais da Tele Leste Celular recuaram 6,17%, fechando o pregão cotadas a R$ 15,20. A expectativa de manutenção da forte concorrência no segmento de telefonia móvel, associada às incertezas societárias no Grupo Vivo, vem exercendo certa pressão sobre as ações. Além disso, é interessante observar que, durante o mês de julho, a Vivo apresentou uma perda de participação de mercado acima do esperado, apontando para uma possível necessidade da continuidade de campanhas comerciais bastante agressivas.

É interessante observar que a tendência baixista desta quinta-feira foi generalizada, sendo que apenas três papéis encerraram as transações em campo positivo, a saber: as ações ordinárias da Tractebel (0,29%), os ordinários (0,22%) e os preferenciais da Petrobras (0,04%). As perspectivas bastante positivas para a estatal impediram que seus ativos acumulassem o terceiro pregão consecutivo em queda.

Dólar fechou em forte alta
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,3800, o que representa uma alta de 1,10% frente ao fechamento anterior. A moeda norte-americana acompanhou sua trajetória no mercado internacional. Nesta quinta-feira, o dólar atingiu o seu maior valor em duas semanas frente ao euro.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 118,95% de seu valor de face, o que representa uma alta de 0,21%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 399 pontos base, estável em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA: sem tendência
Nos Estados Unidos
, as principais bolsas do país fecharam sem tendência definida. Enquanto o Dow Jones encerrou as negociações em leve alta, o Nasdaq recuou, puxado, em especial, pela forte queda das ações do Google.


O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas , fechou em leve baixa de 0,42% e atingiu 2.136 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvalorizou-se 0,10%, a 1.219 pontos. Por outro lado, a Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,04% atingindo 10.555 pontos.

Na Europa, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registrou leve baixa de 0,44% e atingiu 5.269 pontos. No mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvalorizou-se 0,41%, chegando a 4.851 pontos. O CAC 40, da bolsa de Paris, caiu 0,22%, a 4.430 pontos.

Agenda fraca na sexta-feira
Na próxima sexta-feira não serão
divulgados indicadores econômicos de relevância no Brasil e também nos Estados Unidos. Entretanto, internamente o mercado deve seguir atento ao desenrolar da crise política doméstica.

 

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Decisão do Copom frustra mercado e Ibovespa fecha em queda de quase 2%

Por: Equipe InfoMoney
18/08/05 - 18h26

InfoMoney

SÃO PAULO - Frustrado pela decisão do Copom (Comitê de Politica Monetária) de adiar o início do ciclo de queda da Selic na última quarta-feira (17), o Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou em baixa de 1,88% nesta quinta-feira, cotado a 26.900 pontos, com investidores revendo suas posições após a alta do último pregão. O volume financeiro somou R$ 1,253 bilhão.

A despeito da mediana das projeções do boletim Focus apontar para a manutenção do juro básico da economia brasileira em 19,75%, na reunião de agosto do colegiado do Banco Central, uma parcela significativa do mercado acreditava que o início do processo de afrouxamento do aperto monetário se daria ainda este mês.

Corroborando com a perspectiva de que a autoridade monetária já teria condições técnicas de reduzir os juros na reunião da última quarta-feira, novos índices de preços voltaram a mostrar menores pressões inflacionárias. A segunda prévia de agosto do IGPM (Índice Geral de Preços - Mercado) apurou deflação de 0,49%, frente à variação negativa de 0,25% do último referencial. Já o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) da Fipe apurou uma inflação de 0,07% na segunda quadrissemana de agosto, abaixo da variação de 0,19%, registrada na quadrissemana imediatamente anterior.

Cenário político também pressionou
Além do descontentamento de parte do mercado com os rumos das decisões acerca do juro básico brasileiro, o conturbado cenário político nacional contribuiu para o recuo do Ibovespa nesta quinta-feira. Durante boa parte do pregão, o mercado acompanhou o depoimento de Delúbio Soares à CPI do Mensalão. O ex-tesoureiro do PT confirmou o acordo de R$ 10 milhões com o PL para a coligação na campanha de 2002.

Além disso, ainda na esfera política, em depoimento à CPI dos Correios, Henrique Pizzolato, ex-diretor de marketing do Banco do Brasil, afirmou que não tinha conhecimento de que os envelopes que o contínuo do BB buscara no Banco Rural, a pedido de Marcos Valério, continham dinheiro.

Neste cenário, aliado a um desempenho pouco significativo das bolsas norte-americanas, um movimento de realização de lucros, após a alta de mais de 1% na véspera, foi ganhando forças, levando o Ibovespa a encerrar as negociações em queda substancial.

Nesta quinta-feira, os papéis preferenciais da Tele Leste Celular recuaram 6,17%, fechando o pregão cotadas a R$ 15,20. A expectativa de manutenção da forte concorrência no segmento de telefonia móvel, associada às incertezas societárias no Grupo Vivo, vem exercendo certa pressão sobre as ações. Além disso, é interessante observar que, durante o mês de julho, a Vivo apresentou uma perda de participação de mercado acima do esperado, apontando para uma possível necessidade da continuidade de campanhas comerciais bastante agressivas.

É interessante observar que a tendência baixista desta quinta-feira foi generalizada, sendo que apenas três papéis encerraram as transações em campo positivo, a saber: as ações ordinárias da Tractebel (0,29%), os ordinários (0,22%) e os preferenciais da Petrobras (0,04%). As perspectivas bastante positivas para a estatal impediram que seus ativos acumulassem o terceiro pregão consecutivo em queda.

Dólar fechou em forte alta
No mercado de câmbio, o dólar encerrou cotado a R$ 2,3800, o que representa uma alta de 1,10% frente ao fechamento anterior. A moeda norte-americana acompanhou sua trajetória no mercado internacional. Nesta quinta-feira, o dólar atingiu o seu maior valor em duas semanas frente ao euro.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 118,95% de seu valor de face, o que representa uma alta de 0,21%. O risco país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 399 pontos base, estável em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA: sem tendência
Nos Estados Unidos
, as principais bolsas do país fecharam sem tendência definida. Enquanto o Dow Jones encerrou as negociações em leve alta, o Nasdaq recuou, puxado, em especial, pela forte queda das ações do Google.


O índice Nasdaq Composite, que concentra as ações de tecnologia norte-americanas , fechou em leve baixa de 0,42% e atingiu 2.136 pontos. Seguindo esta tendência, o índice S&P 500 desvalorizou-se 0,10%, a 1.219 pontos. Por outro lado, a Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, fechou em leve alta de 0,04% atingindo 10.555 pontos.

Na Europa, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registrou leve baixa de 0,44% e atingiu 5.269 pontos. No mesmo sentido, o índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvalorizou-se 0,41%, chegando a 4.851 pontos. O CAC 40, da bolsa de Paris, caiu 0,22%, a 4.430 pontos.

Agenda fraca na sexta-feira
Na próxima sexta-feira não serão
divulgados indicadores econômicos de relevância no Brasil e também nos Estados Unidos. Entretanto, internamente o mercado deve seguir atento ao desenrolar da crise política doméstica.

 

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Quarta-feira, Agosto 17

Sadia com boas opções de trade amanhã !

SDIA4 está indicando compra no curto prazo.

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A governança compensa?

Estudos indicam que um bom relacionamento com acionistas e com o mercado valoriza empresas e reduz os custos de captação
A governança compensa?
Catherine Vieira, Valor Online

 

Para quem ainda tinha dúvidas se a governança realmente valoriza as companhias e ainda temia que os bons resultados inicialmente encontrados em função das boas práticas fosse uma maré passageira, os mais recentes estudos não deixam dúvida. Pesquisas feitas com as empresas que efetivamente foram negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo nos anos 2003 e 2004 tiram o ponto de interrogação do título. Segundo os trabalhos acadêmicos mais recentes, o respeito aos acionistas já oferece com certeza uma recompensa, que é o aumento do valor da empresa. Um dos trabalhos, de Alexandre di Miceli, do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), revela que uma mudança do pior para o melhor nível de governança resulta num aumento de 85% a 100% na capitalização de mercado da companhia. A capitalização corresponde ao valor da cotação multiplicado pelo número de acionistas. É um indicador que representa o valor das empresas listadas. Por conta disso, é possível concluir que a evolução das práticas de governança também leva ao aumento do mercado como um todo.

No começo, o temor era de que as evidências encontradas em outros mercados entre as boas práticas de governança corporativa e o aumento do valor da companhia não se repetissem no Brasil. Os estudos locais que avaliaram os efeitos das primeiras evoluções das empresas brasileiras rumo a um melhor relacionamento com os acionistas foram animadores. "No entanto, a maior parte dessas primeiras pesquisas só analisavam a correlação entre alguns aspectos isolados de governança e seu impacto na geração de valor para a companhia", diz Miceli.

Agora, diz o especialista, começa a se consolidar a primeira leva de trabalhos que mostra uma relação concreta e forte entre a boa governança e a valorização da companhia. Um dos primeiros estudos que mostraram essa ligação foi o do professor Ricardo Leal, da Coppead UFRJ, que elaborou um quadro no qual listava as principais boas práticas e verificou que cada ponto que a empresa cumpria equivalia a um aumento de 6,8% no valor de mercado das ações.

A pesquisadora Flavia Padilha também acaba d