Segunda-feira, Novembro 23, 2009

China deve Crescer 10% no 4tri

China deve Crescer 10% no 4tri
23 de Novembro de 2009 07:08

PEQUIM, 23 de novembro (Reuters) - O crescimento da China irá atingir 10 por cento neste trimestre em relação a igual período do ano passado e expandir-se ainda mais fortemente no primeiro trimestre de 2010, estimou um pesquisador do governo nesta segunda-feira.
Yu Bin, do Centro Estatal de Desenvolvimento e Pesquisa, disse ainda que o governo deve visar manter a inflação ao consumidor em 3 por cento no ano que vem.

O Produto Interno Bruto (PIB) chinês cresceu 8,9 por cento no terceiro trimestre e o índice de preços ao consumidor caiu 0,5 por cento em outubro.

Yu disse também prever manutenção da política monetária no ano que vem, devido à necessidade de uma política afrouxada para investimentos em estradas, estradas de ferro e aeroportos.

Sobre a moeda local, ele afirmou que "a China enfrenta um dilema".

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Terça-feira, Novembro 10, 2009

Mendonça de Barros projeta crescimento de 5% em 2010

Mendonça de Barros projeta crescimento de 5% em 2010

SÃO PAULO - O ex-ministro das Comunicações e sócio da Quest Investimentos, Luiz Carlos Mendonça de Barros, acredita que o crescimento da economia brasileira é consistente e não pode mais ser chamado de "voo de galinha". Para o próximo ano, Barros espera uma expansão do PIB entre 5% e 6%. E, na próxima década, o crescimento médio deve ficar entre 3,5% e 4% ao ano. "Há mudanças na dinâmica na economia, como o avanço do crédito e o equilíbrio do setor externo. O grande teste foi a crise internacional, que diminuiu de intensidade", afirma.

Para Barros, o desafio de agora em diante é fortalecer a poupança doméstica, em vez de manter um modelo de crescimento baseado apenas em consumo. "O governo Lula usou o software econômico do Fernando Henrique, e deu certo. O próximo governo vai ter de usar um software novo. Tem de transitar do consumo para poupança e investimentos", afirma.

Barros diz que o governo Lula usou, corretamente, a expansão do gasto, do salário mínimo e incentivos sociais para garantir a expansão da economia. Agora, defende, o Brasil precisa melhorar as condições de investimento, tanto privado quanto público. "Os próximos quatro anos precisam ser mais centrados em moderação da expansão do consumo, via questão fiscal, e aumentar a poupança do governo para permitir um investimento em infraestrutura", diz. "Nos próximos anos, não vão faltar dólares nem investidores, que estão loucos para entrar no Brasil. Então, espero que o próximo presidente tenha uma visão certa do que fazer", afirma, acrescentado que as próximas duas décadas vão decidir se o País será, de fato, uma economia desenvolvida.

Ainda que o fluxo de dólares deva permanecer firme nos próximos anos, Barros acredita que, com a recuperação da economia global e eventual elevação dos juros americanos no ano que vem, o câmbio não continuará em processo de valorização em 2010. Ele espera que a cotação do dólar encerre o próximo ano perto de R$ 1,80. De todo modo, ele reconhece que a força do real frente ao dólar é um "problema sério". E, para ele, o governo apenas "está fingindo que lida com o problema".

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Quinta-feira, Outubro 29, 2009

PIB EUA - além de superar expectativas, abertura é positiva

Crescimento de 3,5% do PIB no 3º trimestre ante o anterior (QoQ anualizado), acima das expectativas (mediana 3,2%). Foi a primeira expansão trimestral desde o 2T08.

Na comparação anual, o PIB continuou em contração (-2,3%), porém inferior às quedas observadas nos 2 trimestres anteriores.

Mais importante do que o número do crescimento em si foi o comportamento dos componentes da demanda agregada, com maior contribuição do consumo pessoal (principalmente) e dos investimentos. Por outro lado, governo e setor externo contribuíram menos do que no trimestre anterior.


Apesar de ser um dado “retrovisor”, mostra que a economia norte-americana teve um desempenho mais satisfatório no 3º trimestre, com o consumo se recuperando – o que sinaliza que a economia do país está se tornando menos dependente dos estímulos recentes, o que permitiria ao Federal Reserve e ao Tesouro retirar gradativamente estes recursos sob menor risco de um duplo mergulho recessivo. Em outras palavras, a economia dos EUA pode estar recuperando lentamente uma dinâmica própria.

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PIB dos Estados Unidos cresce 3,5% no 3º tri , e país sai da recessão

PIB dos Estados Unidos cresce 3,5% no 3º tri , e país sai da recessão

Da Redação UOL, em São Paulo

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 3,5% no terceiro trimestre após uma queda de 0,7% no trimestre anterior, segundo dados do Departamento de Comércio do país. Este número põe fim à chamada recessão técnica, caracterizada por dois trimestres consecutivos de retração na economia.

No primeiro trimestre deste ano, o recuo havia sido de 6,4%.

Segundo o órgão, o resultado recente refletiu as contribuições positivas vindas do consumo das famílias, das exportações, do investimento privado e dos gastos do governo.

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Segunda-feira, Setembro 14, 2009

Dados do PIB mostram avanço do consumo com contração da oferta

Dados do PIB mostram avanço do consumo com contração da oferta

Vera Saavedra Durão
Do Rio

Os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre foram fortemente influenciados pelo consumo das famílias e do governo e continuaram a mostrar um desempenho bastante ruim do investimento, recolocando a preocupação de um avanço da demanda em ritmo muito superior ao da oferta no futuro. O consumo das famílias e do governo avançou 3,6% no acumulado dos 12 meses encerrados em junho em comparação com os 12 meses anteriores, enquanto a indústria caiu 3%, e o investimento, que responde pela oferta futura de bens, encolheu 2,2%.

Os números indicam um descompasso entre a oferta e a demanda na economia, sinalizando um risco de retomada da inflação por conta desse desequilíbrio. Economistas ouvidos pelo Valor não preveem risco de pressões inflacionárias por conta desse gargalo este ano e em 2010, mas acreditam que se o investimento não deslanchar neste segundo semestre, o Banco Central pode subir o juro em 2011 para evitar inflação de demanda.

Os dados do PIB trimestral, divulgados pelo IBGE na sexta-feira, confirmam a tendência de aumento do consumo e retração da oferta em um cenário de retomada econômica.

Na série livre de influências sazonais, o produto real subiu 1,9% ante o primeiro trimestre, ancorado na alta de 2,1% no consumo das famílias, enquanto o investimento ficou estável. A indústria avançou 2,1%. Em relação ao mesmo período de 2008, porém, a indústria caiu 7,9% e o investimento, 17%, enquanto o consumo das famílias avançou 3,2%.

Bráulio Borges, economistachefe da LCA Consultores, não vê risco de pressões inflacionárias no país este ano e em 2010 por conta de uma defasagem entre oferta e demanda. “A demanda puxada pelo consumo está se recuperando fortemente, alimentada pelo crédito e pela massa salarial, que vem se expandindo num ritmo de 4%, mas a capacidade ociosa da indústria ainda é elevada. Em agosto, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) era de 81,3%, ainda abaixo da média histórica de 83%. Não há inflação de demanda no horizonte, como reconhece o BC.” Ele lembra que na média do período janeiro/agosto de 2008, o Nuci da indústria atingiu 86%.

O importante, do seu ponto de vista, é monitorar o investimento, ou formação bruta de capital fixo (FBCF) medida pelo PIB. “O ideal é que a retomada do investimento aconteça já neste segundo semestre, depois de ter desabado no quarto trimestre de 2008, no primeiro e no segundo de 2009. Seria importante que voltasse com força.

No terceiro trimestre deve haver um avanço do investimento na margem, já descontada a sazonalidade, próximo de 10%. Mas ainda com taxa negativa de 7% na comparação com o mesmo trimestre de 2008.” Borges estima que a taxa de investimento no PIB só deverá ficar positiva no último trimestre, na faixa de 5%, superior aos 3,8% do fim de 2008.

Sérgio Vale, da MB Associados , é mais pessimista em relação à recuperação do investimento no curto prazo. “A capacidade instalada tem espaço para ser ocupada sem gerar pressão sobre os preços.

Acho que o investimento se recupera, mas deve melhorar mesmo só no último trimestre. No terceiro ainda continua negativo.” Ele projeta queda de 10% para o investimento este ano. No seu entender, não há chance de ocorrer um descompasso entre demanda e oferta até 2010, por causa da capacidade ociosa da indústria. Mas concorda com Borges que o perigo está em 2011. “O pepino vai sobrar para o próximo presidente.” Vale prevê que o “hiato do produto” — a diferença entre a variação real do PIB e a capacidade de crescimento do país —, vai começar a cair no fim do ano. O PIB potencial, que era de 5,1% em 2008, encolheu por conta da retração do investimento para 4,3% no período de 12 meses terminados em junho de 2009. Mas, pelos cálculos da LCA, deve fechar 2009 na faixa de 3,9%.

Borges e Vale apostam, porém, que em 2010 o PIB potencial se recupera.

O economista da MB Associados até prevê que ele se situe em torno de 4%, mesma taxa que projeta para o PIB de 2010, o que o deixa preocupado. “Isto pode trazer alguma preocupação inflacionária no fim do ano que vem para 2011.” O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, Nélson Barbosa Filho, disse em Porto Alegre que a taxa de investimentos deve voltar a crescer no terceiro trimestre em relação ao segundo. “Os indicadores que nós temos já indicam essa recuperação”, afirmou. De abril a junho o indicador ficou estável na comparação com os três meses anteriores e interrompeu uma sequência de dois trimestres de queda. Segundo ele, no terceiro trimestre os investimentos estão sendo puxados pela construção civil e pelo setor de bens de capital.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, porém, a recuperação da taxa de investimentos só deve começar no quarto trimestre ou, “com certeza”, no início do ano que vem.

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Quinta-feira, Março 26, 2009

"O tombo foi maior que o esperado"

Aqui nós temos o Lula dizendo que a crise vai ser só uma "marolinha". E depois divulga um recuo significativo na produção nacional no último trimestre do ano. Pensamos até que só aqui o governo não consegue enxergar a real situação da crise e suas implicações, mas não é bem assim, no centro da tormenta, os especialistas ainda continuam errando em suas projeções.

Divulgado hoje, nos EUA, a contração do PIB foi maior do que a esperada. Deixando novamente os mercados com medo de novas surpresas negativas, revelando que o tombo foi maior que o esperado.

"O dado, no entanto, confirma que o tombo na maior economia do mundo no quarto trimestre de 2008 ficou muito acima da primeira estimativa, divulgada no início deste ano, de 3,8%.... O PIB dos EUA registrou uma contração de 6,3% no quarto trimestre do ano passado." Para mais detalhes, clique aqui.

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Quarta-feira, Março 11, 2009

PIB brasileiro é o pior entre os BRIC's


Diante do resultado divulgado ontem pelo IBGE e em comparação com os resultados dos países membros do BRIC - Brasil, Rússia, Índia, China, o recuo do PIB brasileiro foi o pior registrado. Segundo o economista-chefe da Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Comércio, "O resultado é chocante".

Na China o crescimento foi de 6,5%, na Índia 5,3% e na Rússia é previsto um crescimento de 2%. Comparando-se também o resultado brasileiro diante das economias européias a notícia não tão boa também. Na Zona do Euro a queda foi de apenas 1,5%.

Fonte: IBGE

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Terça-feira, Março 10, 2009

Notícias boas e ruins

Na manhã de hoje o IBGE divulgou o resultado do cálculo do PIB do último trimestre e o fechamento do ano de 2008. Em um mesmo resultado temos notícias boas e notícias ruins. A notícia boa foi o fechamento do PIB anual que revelou um crescimento de 5,1% e também o aumento do PIB per capita de 4,0%. Em contrapartida, o resultado do último trimestre do ano de 2008 revelou um recuo no PIB de 3,6%, sendo o maior recuo da série iniciada em 1996.

Maiores detalhes do cálculo e da nota divulgada no IBGE, clique aqui.

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Sexta-feira, Março 06, 2009

Reflexo da crise na Zona do Euro

                  A Zona do Euro ainda permanece sofrendo com as consequências da crise. Divulgado hoje pela Eurostat, agência oficial de estatísticas da região, o balanço do último trimestre de 2008.

...O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro declinou 1,5% nos três últimos meses de 2008 em comparação com o trimestre antecedente, quando a contração ficou em 0,2%, comunicou nesta manhã a agência oficial de estatísticas Eurostat.

Na União Europeia, as economias do bloco também recuaram 1,5% entre outubro e dezembro de 2008 após queda de 0,3% nos três meses antecedentes...” Valor Online

                        Se o ano terminou dessa forma, o que podemos esperar do balanço deste primeiro trimestre?

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Terça-feira, Fevereiro 17, 2009

PIB no Japão sofre forte queda de 12,7% no último trimestre

Agenda do investidor doméstica pode causar volatilidade nesta segunda
A abertura da semana promete volatilidade, ao menos analisando os indicadores domésticos, uma vez que, será celebrado o feriado Presidents Day nos Estados Unidos. Aqui, as ações irão enfrentar o vencimento das opções, que ocorre toda terceira segunda-feira do mês, passando da série B para série C. Fora isto, teremos os relatórios semanais da Balança Comercial e Focus.

Congresso aprovou neste sábado pacote proposto por Obama
Com muita satisfação, o atual presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, celebrou a aprovação do seu pacote econômico de US$ 787 bilhões pelo Congresso norte-americano e diz ser o "principal marco em nosso caminho para a recuperação". Com isto, o presidente poderá sancionar o projeto como lei e, segundo previsões, fará isto já nesta terça-feira (17/02). O projeto final não conta com a polêmica cláusula Buy American e não irá violar nenhuma norma proposta pelo comércio internacional.

PIB no Japão sofre intensa queda no quarto trimestre
Esta segunda-feira (16/02) não começou com boas notícias vindas do oriente, após o governo japonês divulgar uma queda de 12,7% no PIB (Produto Interno Bruto) do país no quarto trimestre do ano passado, comparando-se ao mesmo período de 2007. Já em comparação ao terceiro trimestre, o indicador sofreu retração de 3,3%. Na comparação anual, esta é a maior queda em 35 anos e a pior crise desde a Segunda Guerra Mundial, nas palavras de Kaoru Yosano, ministro de Política Econômica e Orçamentária do Japão. Esta é a terceira retração do PIB japonês, onde analistas esperavam uma baixa de 11,6%

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Quinta-feira, Janeiro 29, 2009

Indicadores e resultados relembram preocupações e fream ciclo de alta da bolsa

Por: Roberto Altenhofen Pires Pereira
29/01/09 - 19h27
InfoMoney

SÃO PAULO - Depois de quatro pregões positivos, a bolsa brasileira não resistiu à combinação de indicadores ruins e resultados frustrantes e cedeu à realização, voltando ao vermelho. A quebra do breve ciclo de alta contou com um cenário de perdas pelo mundo, que inclui contratos de metais básicos e petróleo.

Mais uma vez a temporada de resultados trimestrais acendeu o alerta de demissões e cortes de custos. Nesta quinta-feira (29), a Europa recebeu o primeiro prejuízo da petrolífera Shell em dez anos, enquanto os Estados Unidos viram perdas de US$ 5,9 bilhões da Ford no último trimestre e resultados frustrantes também de Starbucks, Allstate e Estaman Kodak. Todas cortaram postos de trabalho para reduzir custos; só a Starbucks demitiu 6.700 empregados e fechou 300 lojas.

A agenda ajudou a ofuscar a aprovação do pacote de US$ 819 bilhões de Obama pela Câmara. Os pedidos de auxílio-desemprego superaram o esperado pelo mercado na última semana, enquanto os pedidos e entregas de bens duráveis tiveram recuo maior que as expectativas em dezembro.

Por aqui, as perdas externas apertaram o gatilho da realização de lucros. As ações de melhor desempenho recente figuraram entre as mais penalizadas, com exceção do setor imobiliário, que ainda encontrou espaço para ganhos em meio à expectativa de medidas de estímulo ao setor. Entre as baixas, destaque para o setor de papel e celulose e os bancos, além do forte ajuste das ações da Vale.

Dólar em R$ 2,297
Invertendo o sinal de abertura, o dólar comercial encerrou a quinta-feira (29) em alta de 0,92% frente ao real, cotado a R$ 2,2970.

O Banco Central voltou a intervir no mercado cambial para conter o avanço da divisa norte-americana e realizou leilões de venda conjugados com leilões de compra de dólares. A operação movimentou um total de US$ 675 milhões. Além disso, ocorreu um novo leilão de dólares à vista, cuja taxa de corte para venda ficou em R$ 2,2910.

Ibovespa cai 1,46%
Com as perdas externas, a realização tomou conta das operações e pôs fim ao breve ciclo de quatro altas do Ibovespa. O índice encerrou com desvalorização de 1,46%, voltando a 39.638 pontos. O volume financeiro totalizou R$ 2,8 bilhões.

As maiores baixas, dentre as ações que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
KLBN4 Klabin PN 3,19 -6,45 -3,63 2,24M
ARCZ6 Aracruz PNB 2,02 -4,72 -18,88 20,47M
TCSL3 TIM Part ON 6,80 -4,23 +38,49 1,33M
ALLL11 ALL UNT N2 8,73 -3,85 -12,70 28,40M
TMAR5 Telemar NLeste PNA 46,50 -3,83 -16,22 5,40M

As maiores altas, dentre os papéis que compõem o Índice Bovespa, foram:

Cód. Ativo Cot R$ % Dia % Ano Vol1 Links
USIM3 Usiminas ON 27,51 +5,40 +6,42 28,54M
RDCD3 Redecard ON 26,11 +2,35 +1,60 22,11M
TRPL4 Trans Paulista PN 41,90 +1,82 +1,74 11,80M
GFSA3 Gafisa ON 11,80 +1,81 +12,49 9,81M
NATU3 Natura ON 20,10 +1,46 +5,85 15,10M

As ações mais negociadas, dentre as que compõem o Índice Bovespa, foram :

Código Ativo Cot R$ Var % Vol1 Vol 30d1 Neg
VALE5 Vale Rio Doce PNA 28,50 -2,96 414,96M 451,51M 13.526
PETR4 Petrobras PN 25,03 -0,67 389,89M 546,83M 13.338
GGBR4 Gerdau PN 15,19 -1,11 116,57M 87,72M 7.797
CSNA3 Sid Nacional ON 36,12 -2,56 108,83M 110,08M 4.477
BBDC4 Bradesco PN 21,05 -3,00 102,83M 124,08M 4.643

* - Lote de mil ações
1 - Em reais (K - Mil | M - Milhão | B - Bilhão)

Depois da forte alta da véspera, a ação preferencial da Klabin liderou as perdas do Ibovespa, em repercussão às estimativas pouco otimistas do Raymond James para o setor. O melhor desempenho ficou com as ordinárias da Usiminas, após a Nippon Steel comprar a participação de 5,9% da Vale na siderúrgica.

Renda Fixa
No mercado de renda fixa, os juros futuros encerraram sem tendência definida na BM&F Bovespa. O contrato com vencimento em janeiro de 2010, que apresenta maior liquidez, encerrou apontando taxa de 11,25%, alta de 0,02 ponto percentual frente à apresentada na sessão anterior.

No mercado de títulos da dívida externa brasileira, o Global 40, bônus mais líquido, encerrou cotado a 124,85% de seu valor de face, o que representa uma queda de 1,10%.

O risco-país, calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan, fechou cotado a 409 pontos-base, queda de 3 pontos em relação ao fechamento anterior.

Bolsas dos EUA caem forte
Nos Estados Unidos, o índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas norte-americanas, fechou em forte baixa de 3,31% e atingiu 845 pontos.

Seguindo esta tendência, o índice Nasdaq Composite desvalorizou-se 3,24%, a 1.508 pontos. Da mesma forma, o índice Dow Jones, que mede o desempenho das 30 principais blue chips norte-americanas, caiu 2,70%, a 8.149 pontos.

Na Europa, o índice FTSE 100 da bolsa de Londres registrou baixa de 2,45% e atingiu 4.190 pontos. No mesmo sentido, o índice CAC 40 da bolsa de Paris desvalorizou-se 2,15%, chegando a 3.010 pontos. Já o DAX 30, da bolsa de Frankfurt, caiu 2,01%, a 4.428 pontos.

Veja os indicadores previstos para a sexta-feira
Nos Estados Unidos, o Departamento de Comércio revela os dados avançados do PIB (Produto Interno Bruto) e de seu deflator, ambos baseados no quarto trimestre.

Será publicado o Chicago PMI referente ao mês de janeiro, que mede o nível de atividade industrial na região. Paralelamente, a Universidade de Michigan divulga a versão revisada do Michigan Sentiment de janeiro, que mede a confiança dos consumidores na economia norte-americana.

Para finalizar, será apresentado o Employment Cost Index referente ao quarto trimestre, responsável por mensurar o custo da mão-de-obra. O indicador é muito utilizado pelo mercado como medida de inflação.

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