Sexta-feira, Outubro 30, 2009

Bom dia ADVFN - O que promete a Bolsa hoje

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta sexta-feira

No Brasil com agenda vazia não teremos a divulgação de indicadores relevantes. A agenda de hoje é populada de indicadores expressivos para a economia americana. O Departamento de Comércio dos Estados Unidos divulga o perfil de renda e gastos dos cidadãos norte-americanos, com expectativa de aumento expressivo nos gastos e renda estável. Sairá o PMI Chicago (Purchase Managers Index) que mede o nível de atividade industrial nos Estados Unidos. O Departamento de Trablaho divulga o Índice de Custos Trabalhistas referentes ao terceiro trimestre com perspectiva de estabilidade.

O que promete a Bolsa hoje

Nos fechamentos desta desta sexta-feira dos mercados asiáticos, a maioria das bolsas fecharam em alta. Os investidores ficaram encorajados pelo retorno do crescimento econômico dos Estados unidos, o que reforçou a confiança sobre a força da recuperação. Ontem nos Estados Unidos as bolsas registraram ganho percentual diário em três meses, com investidores vendo na retomada do crescimento da economia um futuro mais promissor para os lucros das empresas. A primeira estimativa do governo norte-americano para o PIB do terceiro trimestre mostrou crescimento anualizado de 3,5%, sugerindo a saída da pior recessão enfrentada em 70 anos pelo país. No Brasil o movimento não foi diferente. As realizações de lucros duraram pouco e a bolsa voltou a subir com alta de quase 6% do Ibovespa, a maior desde alta diária desde maio.

Últimos resultados corporativos em destaque

A Exxon Mobil apresentou lucro 68% menor entre julho e setembro deste ano, totalizando US$ 4,7 bilhões em comparação com o resultado do período correspondente do exercício anterior. A queda nos preços do petróleo e do gás natural explicam o ganho menor. A Motorola supreendeu ao anunciar lucro de US$ 12 milhões neste terceiro trimestre, comparado com o prejuízo de US$ 397 milhões de um ano antes. Mesmo com queda nas vendas líquidas em torno de 6%, maior que o esperado pela prórpia empresa, a Procter&Gamble anunciou lucro líquido de US$ 3,3 bilhões de dólares neste último trimestre, extrapolando as expctativas do mercado.

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Quinta-feira, Outubro 29, 2009

Santander fecha trimestre com lucro de 2,221 bilhões de euros

Santander fecha trimestre com lucro de 2,221 bilhões de euros

Valor Online 28/10/2009 09:25

SÃO PAULO - O terceiro trimestre de 2009 significou para o Santander um lucro de 2,221 bilhões de euros, ligeiramente acima dos 2,205 bilhões de euros somados no mesmo intervalo do calendário passado, "algo que não se havia produzido nos dois primeiros trimestres deste ano", como observou o banco.

A instituição lembrou que, no terceiro trimestre, obteve um ganho de 823 milhões de euros com a troca de títulos da dívida e compra de bônus, ao que se soma 1,424 bilhão de euros em outubro como consequência da ampliação de capital no Brasil.

"Este conjunto de recursos se destinam a provisões de insolvências (987 milhões de euros), a provisões para imóveis adquiridos (420 milhões de euros) e a pré-aposentadorias, a amortização de custos de reestruturação e outros fundos (840 milhões de euros)", destacou o Santander em nota.

De janeiro a setembro, o lucro correspondeu a 6,740 bilhões de euros, uma queda de 2,8% no comparativo com período correspondente de 2008, quando o ganho ficou em 6,935 bilhões de euros.

(Juliana Cardoso Valor)

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PIB EUA - além de superar expectativas, abertura é positiva

Crescimento de 3,5% do PIB no 3º trimestre ante o anterior (QoQ anualizado), acima das expectativas (mediana 3,2%). Foi a primeira expansão trimestral desde o 2T08.

Na comparação anual, o PIB continuou em contração (-2,3%), porém inferior às quedas observadas nos 2 trimestres anteriores.

Mais importante do que o número do crescimento em si foi o comportamento dos componentes da demanda agregada, com maior contribuição do consumo pessoal (principalmente) e dos investimentos. Por outro lado, governo e setor externo contribuíram menos do que no trimestre anterior.


Apesar de ser um dado “retrovisor”, mostra que a economia norte-americana teve um desempenho mais satisfatório no 3º trimestre, com o consumo se recuperando – o que sinaliza que a economia do país está se tornando menos dependente dos estímulos recentes, o que permitiria ao Federal Reserve e ao Tesouro retirar gradativamente estes recursos sob menor risco de um duplo mergulho recessivo. Em outras palavras, a economia dos EUA pode estar recuperando lentamente uma dinâmica própria.

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Em dia de estreia da Cetip, BM&F recebe concorrente

Em dia de estreia da Cetip, BM&F recebe concorrente
Carolina Mandl, de São Paulo
29/10/2009

Ontem, a estreia na bolsa de valores era da Cetip, mas o tradicional discurso de boas-vindas dado pelo presidente da BM&FBovespa deixava dúvidas sobre quem era a homenageada do dia.

"Hoje, a BM&FBovespa e a Cetip possuem motivos para brincar", afirmou Edemir Pinto, presidente da BM&FBovespa, em um discurso que seguiu enumerando os recentes recordes da BM&FBovespa.

A explicação para o confuso discurso é simples: Edemir estava recebendo em casa uma empresa que se lançou em bolsa com a proposta de acirrar a concorrência com a BM&FBovespa nas negociações de ativos de renda fixa e derivativos de balcão.

A ideia da Cetip é deixar de ser uma espécie de "cartório financeiro" que faz o registro e a custódia de títulos para se transformar em uma plataforma alternativa de negociação de ativos. Na Europa, o recente surgimento de seis dessas plataformas tem feito os preços caírem.

No Brasil, para enfrentar a concorrência nacional e internacional, a BM&FBovespa vem derrubando suas tarifas neste ano. Ao mesmo tempo, a BM&FBovespa está aprimorando seus produtos de derivativos de balcão, hoje liderados pela Cetip. O mais recente deles foi um sistema de garantias.

Em torno de um ponto, porém, as concorrentes concordaram ontem em se unir: vão brigar pela derrubada dos 2% de Imposto sobre Aplicações Financeiras (IOF) para os investimentos estrangeiros no mercado de capitais. "A Cetip está pronta para apoiar a BM&FBovespa nessa questão e também vamos levar ideias para o governo", disse Edgar da Silva Ramos, presidente do conselho de administração da Cetip.

Para Edemir, em vez da taxação, o governo deveria autorizar os estrangeiros a depositar as garantias das operações de derivativos no exterior. Ontem, essas aplicações obrigatórias somavam US$ 7,2 bilhões no Brasil.

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PIB dos Estados Unidos cresce 3,5% no 3º tri , e país sai da recessão

PIB dos Estados Unidos cresce 3,5% no 3º tri , e país sai da recessão

Da Redação UOL, em São Paulo

O Produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos cresceu 3,5% no terceiro trimestre após uma queda de 0,7% no trimestre anterior, segundo dados do Departamento de Comércio do país. Este número põe fim à chamada recessão técnica, caracterizada por dois trimestres consecutivos de retração na economia.

No primeiro trimestre deste ano, o recuo havia sido de 6,4%.

Segundo o órgão, o resultado recente refletiu as contribuições positivas vindas do consumo das famílias, das exportações, do investimento privado e dos gastos do governo.

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Bom dia ADVFN - Saiba o que fez tombar o Ibovespa

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

Nesta quinta-feira as atenções ficam especialmente voltadas aos Estados Unidos e a divulgação do PIB do terceiro trimestre com expectativa de alta de 3,2% pelos analistas. Serão divulgados os dados relativos aos Novos Pedidos e Manutenção de Seguro-Desemprego da semana. Diversas empresas apresentam seus resultados trimestrais antes do início das negociações entre elas Alcatel-Lucent, ExxonMobil, Moody?s, Procter&Gamble e Motorola. No Brasil a Fundação Getúlio Vargas divulga o IGP-M atualmente comumente utilizado para balizar os aumentos da energia elétrica e dos contratos de aluguéis. O Banco Central apresenta a Ata da última Reunião do Copom.

Fuga de Estrangeiros desaba Bovespa

Dados divulgados pelo Banco Central mostram que entre 20 e 23 de outubro, após a imposição da nova alíquota de IOF aos investidores estrangeiros, o ingresso de dólares para investimento financeiro no Brasil caiu 73%. A Bovespa registrou saída líquida de estrangeiros de mais de R$ 1,2 bilhão na última terça-feira, primeiro dia de vigência do IOF. A nova medida foi tomada para tentar diminuir o ritmo de entrada de dólares para a compra de ações e títulos de renda fixa no Brasil. Todos os recursos que ingressam no país para operações financeiras pagam alíquota de 2% de IOF. A nova taxação é uma reação à valorização do real frente ao dólar, que prejudica o setor exportador. O índice da Bolsa de Valores de São Paulo BOVESPA registrou uma queda de 4,75%, com 60 das 63 ações que compõem seu índice em queda. Desde o primeiro dia em vigor da nova alíquota de IOF o índice Ibovespa já perdeu mais de 7% de seu valor.

Últimos resultados corporativos em destaque

A mineradora Vale apresentou seu resultado operacional do terceiro trimestre deste ano, com avanço da receita operacional de R$ 13,5 bilhões no trimestre, 23,4% superior ao trimestre anterior. No acumulado do ano, entretanto, a receita atingiu R$ 37,7 bilhões, menos do que os R$ 54,8 bilhões registrados no mesmo período de 2008. O lucro líquido totalizou R$ 3 bilhões, queda de 61% em relação ao terceiro trimestre de 2008. A VisaNet divulgou ontem seu resultado operacional do terceiro trimestre deste ano, com lucro líquido de R$ 396 milhões, resultado aproximadamente 35% maior na comparação com o mesmo período do ano passado. O Satander reportou um lucro líquido de 1,47 bilhão de reais, um crescimento de 76% em relação ao mesmo período de 2008.

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Quarta-feira, Outubro 28, 2009

Bom dia ADVFN - Nobel não vê Brasil como país do futuro

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira

Hoje no Brasil a atenção se volta para os resultados do terceiro trimestre de 2009 da mineradora Vale e do banco Satander Brasil, que serão divulgados ao final do pregão do dia. A Fundação Getúlio Vargas divulga os resultados da Sondagem da Indústria que fornece indicações sobre o estado geral da economia nacional e suas tendências. O Banco Central divulga a nota da Política Fiscal do mês de setembro. Nos Estados Unidos sairão diversos indicadores importantes durante a manhã. O Departamento do Comércio divulga os Pedidos de Bens Duráveis do mês de setembro. O Censo do governo americano divulga a Venda de Imóveis Novos. Como toda a semana, teremos o nível dos Estoques de Petróleo americano.

Nobel não vê Brasil como "país do futuro"

O prêmio Nobel de Economia de 2008, Paul Krugman, disse ontem em Buenos Aires que "Todos conhecem a piada de que o Brasil é o país do futuro e sempre será". Para Krugman não se vê no Brasil o tipo de crescimento que há na Ásia. Para ele o Brasil continua sendo uma esperança e não uma perspectiva certa. Apesar da crítica, Krugman acredita que o Brasil teve um ótimo desempenho durante a crise global. Segundo ele os bancos se sustentaram muito bem e o mundo quer investir no Brasil, mas isto gera problemas para competitividade nas exportações. Em sua opinião o país não foi tão afetado pela crise mundial porque não estava muito exposto ao comércio mundial e possui uma estrutura financeira muito sólida. O economista acrescentou que "quando as pessoas falam dos Bric, talvez devessem falar dos IC, porque Índia e China tiveram essa decolagem, mas o Brasil ainda não".

Últimos resultados corporativos em destaque
A Klabin, produtora e exportadora de papel, registrou lucro líquido de R$ 183 milhões no terceiro trimestre de 2009, revertendo os R$ 256 milhões registradas no mesmo período de 2008. A empresa acumula no ano um lucro líquido de R$ 518 milhões. A rede de lojas de vestuário Lojas Renner lucrou R$ 30,6 milhões no terceiro trimestre deste ano, aumento de 7,7% em relação aos resultados registrados no mesmo período do ano A receita operacional líquida avançou 8,0%, totalizando R$ 552,3 milhões no período. A ArcelorMittal reportou lucro no terceiro trimestre de 2009, de US$ 909 milhões. A empresa não apresentava resultados positivos nos últimos 12 meses. Entretanto o lucro líquido é 76% menor em relação ao mesmo período do ano passado. As vendas caíram 54%, para US$ 16,17 bilhões, comparadas ao mesmo período do ano passado.

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Terça-feira, Outubro 27, 2009

Ecodiesel tem lucro de R$ 5,25 milhões no trimestre, o maior de sua história

Ecodiesel tem lucro de R$ 5,25 milhões no trimestre, o maior de sua história

Por: Equipe InfoMoney
26/10/09 - 19h55
InfoMoney

SÃO PAULO - Revertendo o prejuízo apresentado no resultado anterior, a Brasil Ecodiesel (ECOD3) acumulou no terceiro trimestre ganhos de R$ 5,25 milhões, sendo o maior lucro da história da companhia, segundo balanço divulgado nesta segunda-feira (26) após o fechamento dos mercados.

O número contrasta ao que foi visto no mesmo quarto de 2008, quando a empresa acumulou um prejuízo de R$ 29,3 milhões. O desempenho também foi o inverso das perdas de R$ 11,5 milhões registradas no segundo trimestre deste ano.

Seguindo a mesma tendência, a receita líquida acumulada entre julho e setembro de 2009 chegou a R$ 126,4 milhões - terceira maior da história da empresa -, crescimento de 42,2% frente ao mesmo período do ano passado. Frente ao segundo trimestre, o crescimento de suas vendas foi ainda maior, atingindo o patamar de 142,1%.

O desempenho operacional também quebrou recordes neste resultado, com o Ebitda (geração operacional de caixa) passando de R$ 8,215 milhões negativos, visto no terceiro quarto de 2008, para R$ 17,2 milhões positivos reportados - também o maior da história da empresa.

Pés no chão
Mesmo com os números recordes alcançados pela Brasil Ecodiesel neste trimestre, o Diretor Presidente, Mauro Cerchiari, afirma que, apesar dos resultados deste trimestre poderem ser considerados os melhores já apresentados, a companhia passou recentemente por sérias dificuldades.

"Apesar dos indicadores serem bastante positivos, não podemos nos esquecer que a empresa viveu nos últimos 18 meses momentos de grande dificuldade, com dúvidas, inclusive, sobre a sua própria sobrevivência", diz Cerchiari, que conclui ainda que o balanço reportado nesta segunda-feira mostra que a empresa "está no caminho certo".

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Petróleo ignora referências do dia e apaga parte das perdas da véspera

Por: Equipe InfoMoney
27/10/09 - 18h47
InfoMoney

SÃO PAULO - Ignorando os indicadores e a movimentação do dólar nesta terça-feira (27), as cotações de petróleo terminaram com alta, recuperando parte das perdas da sessão anterior.

A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, encerrou a US$ 77,83, alta de 0,73% em relação ao último fechamento. Por sua vez, o contrato com vencimento em dezembro, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, encerrou a US$ 79,55 por barril, subindo 1,10%.

Indicadores
Vindo abaixo do esperado, a confiança do consumidor norte-americano, medida pelo Consumer Confidence, apontou 47,7 pontos em outubro, abaixo das expectativas do mercado, que indicavam 53,5 pontos. Vale ressaltar que o indicador do mês de setembro foi revisado de 53,1 pontos para 53,4 pontos.

Por sua vez, o Home Price Index, que acompanha a evolução dos preços das moradias nos EUA, diminuiu seu ritmo de contração após registrar meses seguidos de quedas recordes, segundo o relatório S&P/Case-Shiller.

O recuo no indicador foi menor do que as expectativas de mercado, que giravam em torno de -11,90% para o período. Lembrando que, no mês anterior, a medida havia registrado uma queda de 13,26%.

Suporte
O mercado da commodity também recebeu a divulgação do resultado trimestral da BP, que superou as expectativas dos analistas ao atingir um lucro líquido de US$ 4,67 bilhões.

A movimentação do preço do óleo bruto também responde a expectativa acerca da divulgação do relatório semanal sobre os estoques norte-americanos de petróleo, esperado para a próxima quarta-feira.

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Bom dia ADVFN - Sub-prime volta a ameaçar mercados

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta terça-feira

No Brasil iniciamos o dia com a divulgação do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) pela Fipe. O Banco Central emite a Nota de Política Monetária mostrando a evolução dos agregados monetários e as operações de crédito do sistema financeiro nacional. O Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulga a Balança Comercial da quarta semana de outubro. Nos Estados Unidos Timothy Geithner, secretário do Tesouro americano, discursa sobre a estabilidade do sistema bancário americano. Serão divulgados o Índice de Confiança do Consumidor e o Índice de Preço de Residências referentes ao mês de agosto.

Sub-prime volta a ameaçar mercados

Um novo estudo apresentado ontem por um economista do Federal Reserve, revelou que os empréstimos chamados "sub-prime", concedidos a pessoas com alto perfil de risco de crédito, voltaram ao pico alcançado em 2006. A proporção de mutuários com crédito inferior voltou a se situar acima de 20%, depois de esta proporção cair a praticamente a zero no começo de 2008. A Bolsa de Nova York fechou em baixa ontem, pela segunda sessão consecutiva, pelo efeito na queda dos papéis de bancos e pela recuperação do dólar. O índice Dow Jones perdeu 1,05% e Nasdaq, 0,59%. O Bank of America sofreu a maior queda do índice Dow Jones, fechando em queda de 5,06%. O Banco tenta reembolsar os 45 bilhões de dólares que recebeu do Estado, para escapar da influência do governo sobre sua gestão. No Brasil, seguindo a instabilidade dos mercados de ontem o indicador de risco-País registrou aumento, atingindo a marca de 221 pontos-base. O índice Bovespa apresentou chances de fazer um movimento de alta pela manhã, mas acabou seguindo Wall Street durante a maior parte do dia, descolando um fechamento levemente mais alto que o fechamento de sexta-feira, na última hora do dia.

Últimos resultados corporativos em destaque

Ontem a WEG disponibilizou seus resultados referentes ao período de julho a setembro de 2009. Com receita em queda de aproximadamente 14% em relação ao mesmo período de 2008, o lucro líquido manteve-se praticamente estável em R$ 160 milhões. A Brasil Ecodiesel reverteu o prejuízo do resultado anterior, acumulando no terceiro trimestre deste ano R$ 5,25 milhões. A Marfig apresentou lucros líquidos de R$ 200 milhões, contra prejuízo de R$ 52 milhões em igual período de 2008. Sua receita também cresceu com comparação a 2008, subindo 58%, para R$ 2,4 bilhões.

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Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Bom dia ADVFN - Sócio de Madoff é encontrado morto

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira

A atenção hoje se concentra na agenda brasileira, já que não há dados relevantes no cenário externo. O Ministério de Desenvolvimento anunciou em nota, que em função do ponto facultativo, os dados da balança comercial que deveriam ser divulgados hoje, sairão amanhã. O Banco Central divulga o semanal relatório Focus, contendo dados de expectativas da política macroeconômica. Hoje iniciam as negociações das ações da oferta do Iguatemi na BM&F Bovespa. Antes do início do pregão a WEG divulgará seus resultados relativos referentes ao terceiro trimestre de 2009.

Sócio de Madoff é encontrado morto

Jeffry Picower, sócio de Bernard Madoff, foi encontrado morto neste domingo na piscina de sua casa de Palm Beach, na Flórida. Picower foi encontrado por sua mulher, que alertou a polícia. Irving Picard, administrador apontado pela Justiça para rastrear os bilhões de dólares perdidos na fraude dirigida por Madoff, pediu em uma ação judicial que Picower devolva aproximadamente US$ 7 bilhões. Madoff e Picower eram amigos há mais de 20 anos segundo a justiça. Após a exposição pública da fraude de Madoff, uma fundação mantida por Picower disse que fecharia por falta de recursos, mas Picard diz que Picower retirou mais dinheiro do que qualquer outro cliente de Madoff e que o investidor deveria ter notado sinais de fraude.

Últimos resultados corporativos em destaque

A Microsoft, surpreendeu positivamente ao divulgar resultados do último trimestre, com US$ 3,6 bilhões e aposta que o mercado de computadores em breve sairá da recessão. A Whirlpool, fabricante de bens de consumo semi-duráveis como Cônsul e Brastemp, registrou lucro líquido de US$ 87 milhões no terceiro trimestre, acima do esperado por analistas, mas 46% a menos que a igual período do ano passado. A Suzano Papel e Celulose encerrou o terceiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 213 milhões, contra um prejuízo de R$ 282 milhões no mesmo período de 2008.

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Sexta-feira, Outubro 23, 2009

Bom dia ADVFN - Greve na Petrobras por tempo indeterminado

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Agenda do investidor para esta sexta-feira

No Brasil hoje teremos a divulgação de dois índices de inflação: IPC-S e IPCA-15. O IPC-S da Fundação Getúlio Vargas é um dos índices inflacionários com menor defasagem entre a divulgação e a coleta de dados. O IPCA-15 medido pelo IBGE (Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística) verifica as variações dos custos com os gastos das pessoas que ganham de um a quarenta salários mínimos nas regiões metropolitanas das principais capitais do país. Nos Estados Unidos serão divulgados os dados referentes às Vendas de Imóveis Usados com uma espectativa levemente altista.

Greve na Petrobras por tempo indeterminado

Após rejeitarem a nova contraproposta apresentada pela Petrobras, os empregados ligados a Federação Única dos Petroleiros (FUP) poderão entrar em greve por tempo indeterminado já na próxima segunda-feira, dia 26 de outubro. Na última terça-feira após a rejeição da proposta na mesa de negociações, seis integrantes do Sindipetro/RJ decidirão ocupar a sala de reunião. A FUP reivindica a suspensão das punições impostas pela Petrobras à parte da categoria que aderiu à última paralisação. Eles requerem reposição salarial com base no índice do custo de vida do Dieese, de 3,75%, ganho real de 10% e produtividade de 5,1%.

Últimos resultados corporativos em destaque

A Redecard, operadora da rede MasterCard, anunciou ontem aumento de aproximadamente 16% na receita operacional, com lucros líquidos de R$ 333 milhões, aumento de 18% em relação ao mesmo período de 2008. A Amazon, varejista pela Internet, divulgou lucros líquidos 68% maiores, totalizando US$ 199 milhões, resultado de uma expansão de 27% em sua receita em comparação a 2008. A 3M, detentora das marcas Post-it, Scotch-Brite, Durex, entre outras, reportou uma queda de 14% em sua receita líquida, ocasionando uma diminuição na capacidade de gerar resultados, com seus lucros líquidos caindo quase 23%, para US$ 2.258 bilhões nos três trimestres deste ano.

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Quinta-feira, Outubro 22, 2009

Bom dia ADVFN - Juros devem subir em 2010

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

No Brasil o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá divulgar a Pesquisa Mensal de Emprego com uma série de indicadores sobre a força de trabalho, avaliando as flutuações e a tendência, a médio e a longo prazos, do mercado de trabalho brasileiro. O Banco Central emite a Nota de Mercado Aberto com informações sobre a movimentação de títulos públicos federais e as operações de mercado aberto. Depois do pregão de hoje a Redecard divulgará os resultados referentes ao terceiro trimestre de 2009. Nos Estados Unidos expectativa para a divulgação dos novos pedidos e manutenção de Seguro-Desemprego. Antes do início do pregão norte-americano, diversas empresas apresentarão seus resultados entre elas 3M, AT&T e Xerox.

Juros devem subir em 2010

Em decisão unânime, o Comitê de Política Monetária veio em linha com o esperado pelo mercado e manteve em 8,75% ao ano a taxa Selic, taxa básica de juros da economia. Com a decisão o Brasil segue no quarto lugar no Ranking Mundial de Juros Reais. A manutenção da taxa foi criticada tanto pela indústria e comércio, que continuam considerando-a alta para condição atual da economia. Entretanto de acordo com o boletim Focus divulgado na última sexta-feira, a Selic deve seguir nessa taxa até julho de 2010, quando passaria a 9,25%. Pela projeção do relatório, ao final de 2010, haveria um novo aumento na taxa básica de juros, encerrando o ano em 10,50% ao ano.

Últimos resultados corporativos em destaque

No Brasil destaque para a queda em 23% no lucro líquido da siderúrgica Usiminas no terceiro trimestre deste ano. O resultado ficou em R$ 454 milhões. Ebitda e receita líquida recuaram 81% e 36% respectivamente. A Natura divulgou um lucro líquido de R$ 190 milhões, 19% maior em relação ao mesmo período do ano passado, com aumento da receita líquida em quase 16%. Revertendo prejuízos anteriores a GVT reportou lucro líquido de R$ 57 milhões no último trimestre. No cenário externo as ações da Ericsson caíram mais de 7% após divulgar seu resultado operacional com forte retração de 71%, acumulando US$ 118 milhões. A Boeing encerrou o último terceiro trimestre com prejuízo de US$ 1,6 bilhão saindo de sua posição confortável de um ano anterior, quando obteve lucros de US$ 695 milhões. Mesmo superando expectativas com aumento no faturamento, a varejista de internet eBay divulgou queda de 29% no lucro líquido para aproximadamente US$ 350 milhões.

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Quarta-feira, Outubro 21, 2009

Bom dia ADVFN - B&MFBovespa: Nova IOF provoca estrago

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Agenda do investidor para esta quarta-feira

Nesta quarta-feira no Brasil, a informação mais esperada é resultante da reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) sobre a manutenção ou alteração da Selic, taxa de juro básica da economia. Existe um forte consenso no mercado para a manutenção da taxa. Como destaque nos Estados Unidos, serão divulgados os Estoques de Petróleo e a apresentação do Livro Bege do FED, relatório do banco central norte-americano sobre a economia do país. No Reino Unido o BOE (Banco da Inglaterra) divulga a ata da última reunião de política monetária. Diversas empresas divulgarão seus resultados no dia, com destaque para as instituições financeiras Morgan Stanley e Wells Fargo, a empresa de aviação Boeing, site de leilões Ebay e McDonald's. No Brasil NET e GVT também entregam seus relatórios de resultados.

B&MFBovespa: Nova IOF "provoca estrago"

O presidente-executivo da B&MFBovespa, Edemir Pinto, afirmou ontem que a alteração na taxação de entrada de capital estrangeiro no país "provoca estrago em relação a uma série de coisas." Edemir classificou como um retrocesso a medida, considerando a alteração das regras sem uma discussão prévia. A nova taxa de IOF promoveu para uma sessão nervosa ontem nos pregões derrubando o índice Ibovespa em 2,88%, maior perda diária desde junho deste ano. Com volume elevado, o índice chegou a um mínimo de 64.075 pontos no dia, uma queda de aproximandamente 4,70%. A medida refletiu no risco Brasil, que subiu ontem, fechando em 244 pontos, alta de 2,75%.

Últimos resultados corporativos em destaque

Nas divulagações de resultados de ontem o destaque fica para a Yahoo! e SanDisk surpreendendo acionistas e analistas. A Yahoo! fechou o trimestre com um lucro líquido US$ 186 milhões mais do três vezes o lucro apresentado no último trimestre. O resultado se beneficiou especialmente no corte de despesas, a maoria de pessoal. A SanDisk obteve lucro líquido de US$ 231 milhões no trimestre, revertendo prejuízos anteriores. Por conta disso, suas ações valorizaram mais de 10% no after-market de ontem. A Pfizer, fabricante de medicamentos, fechou o terceiro trimestre com lucro líquido de US$ 2,878 bilhões aumento de 26% em relação ao trimestre anterior.

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Terça-feira, Outubro 20, 2009

Bom dia ADVFN - Mercado deve ficar nervoso com taxação inesperada de estrangeiros

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta terça-feira

Na agenda de hoje os destaques no Brasil ficam por conta divulgação da prévia do IGP-M do mês de outubro e o primeiro dia da reunião do COPOM, com expectativa de na quarta-feira manter a taxa básica de juros da economia em 8,75% a.a. Nos EUA, serão apresentados os dados de Permissão para Construção e Construção de Imóveis. Serão divulgados também o PPI e o Core PPI (índices de preços ao produtor). Destaque para a divulgação dos resultados corporativos da Coca-Cola, Pfizer, Yahoo! e Western Union.

Mercado deve ficar nervoso com taxação inesperada de estrangeiros

Com a nova medida para taxar a entrada de capital estrangeiro de curto prazo (para aplicações em renda fixa e ações) com IOF de 2% (Imposto sobre Operações Financeiras) os analistas já esperam um mercado bastante nervoso hoje, quando entra em vigor a nova taxação. A medida foi anunciada ontem pelo ministro da Fazenda Guido Mantega. Para o ministro "Há um excesso de aplicações de estrangeiros e nós não queremos ver uma bolha se formando na bolsa". Segundo o ministro cerca de US$ 20 bilhões entraram no País para investimentos em ações no ano, até o início de outubro. Seria objetivo do governo também reduzir a valorização do real frente ao dólar. Para o diretor do departamento da América do FMI, Nicolás Eyzaguirre, os controles de capital anunciados pelo Brasil são pouco efetivos, não restringem a entrada de capital e os investidores eventualmente conseguem burlá-los.

Últimos resultados corporativos em destaque

A Daimler (conhecida por deter a marca Mercedes-Benz) decidiu antecipar a divulgação de seus resultados. A montadora alemã anunciou que fechou o terceiro trimestre com um lucro antes de juros e impostos 470 milhões de euros, 320 milhões acima da expectativa dos analistas. A Apple também divulgou resultados acima da expectativa do mercado com ganhos de US$ 1,67 bilhão. A empresa afirmou que as vendas internacionais foram responsáveis por 46% do total da receita do trimestre. A Texas Instruments divulgou seus resultados referentes ao terceiro trimestre do ano com o lucro líquido em queda em relação ao ano passado. Entretanto o resultado foi de US$ 538 milhões, melhor do que o esperado pelos analistas.

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Sexta-feira, Outubro 16, 2009

Bom dia ADVFN - Homebroker do Tesouro Direto prestes a ser lançado

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta sexta-feira

Terminando a semana, o investidor basicamente deverá ficar atento apenas a agenda externa, pois no Brasil serão divulgados apenas índices inflacionários. Nos Estados Unidos, o destaque fica por conta dos resultados coorporativos com a divulgação dos resultados trimestrais do Bank of America e General Eletric, além dos dados preliminares da confiança do consumidor de Michigan.

Homebroker do Tesouro Direto prestes a ser lançado

A BM&F Bovespa enviou um comunicado aos mercados informando que a integração de negociações de títulos do Tesouro Direto aos atuais homebrokers está quase concluída e que passa agora por certificação. São dez as corretoras habilitadas até então: Ágora, Alpes, Ativa, Banif, Coinvalores, Fator, Gradual, HSBC, Socopa e Spinelli. Este upgrade deve estar pronto até o final de outubro.

Últimos resultados corporativos em destaque

A General Electric reportou uma queda de 42% nos resultados do terceiro trimestre ao divulgar um lucro líquido de US$ 2,5 bilhões. O Bank of America afundou com baixas na área de empréstimos imobiliários e reportou resultados negativos: um prejuízo líquido de US$ 1 bilhão no trimestre. Já Google superou a crise e voltou a ter crescimento a divulgação do aumento de 27% no lucro líquido do terceiro trimestre (US$ 1,64 bilhão). A IBM também divulgou crescimento no terceiro trimestre, onde obteve US$ 3,214 bilhões em lucros líquidos, um aumento de 13,8% em relação ao mesmo trimestre no ano passado.

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Sábado, Outubro 10, 2009

Is F.H.A. the Next Shoe to Drop?

Is F.H.A. the Next Shoe to Drop?
October 8, 2009, 3:34 pm

First it was Fannie Mae and Freddie Mac. Now concern is growing that another government mortgage giant might teeter, just as the nation’s housing market is stabilizing.

A year after Fannie and Freddie were effectively nationalized, problems at the Federal Housing Administration are raising worries among industry executives and Washington policy makers, The New York Times’s Louise Story reports from Washington.

In testimony before a House subcommittee on Thursday, the F.H.A. commissioner, David H. Stevens, assured lawmakers that his agency would not need a bailout and that it was taking steps to manage its risks.

“I’ve already begun to improve portfolio analysis and risk management,” Mr. Stevens said. “We’ve made more significant credit policy changes in my first two months here than F.H.A.’s made in decades.”

But he acknowledged that some 20 percent of F.H.A. loans insured last year — and as many as 24 percent of those from 2007 — faced serious problems, including foreclosure, offering a preview of a forthcoming audit of the agency’s finances.

Mr. Stevens said that the F.H.A., which insures mortgages with low down payments, holds more than $30 billion of cash in reserve to cushion against potential losses, and the average credit score of borrowers is about 9 percent higher now than two years ago.

“Let me simply state at the outset that based on current projections, absent any catastrophic home price decline, F.H.A. will not need to ask Congress and the American taxpayer for extraordinary assistance — we will not need a bailout,” Mr. Stevens said in his testimony.

The issue of F.H.A.’s financial health took on new urgency as skeptical lawmakers and critics focus on its reserve levels. In prepared remarks, a former Fannie Mae executive predicted that losses might soon overwhelm the F.H.A, prompting a government bailout.

Since the bottom fell out of the subprime mortgage market, the F.H.A. has filled the void left by banks and assumed a growing role in the nation’s housing market. Created in 1934 to help lower-income and first-time buyers buy homes, the agency now insures roughly 5.3 million mortgages, with a combined value of $652 billion, on single-family homes.

To critics, among them Republican lawmakers, the agency’s rapid growth recalls the ill-fated expansion of Fannie Mae and Freddie Mac during the housing boom. They worry that the F.H.A., like Fannie Mae and Freddie Mac, might need to be rescued by the government.

“It appears destined for a taxpayer bailout in the next 24 to 36 months,” the former Fannie Mae executive, Edward Pinto, said in testimony prepared for the hearing. Mr. Pinto, who was the chief credit officer from 1987 to 1989 for Fannie Mae, predicted losses on its mortgage insurance would more than wipe out the agency’s reserves.

Much is at stake. In addition, principal and interest on mortgage-backed securities containing F.H.A.-insured loans are guaranteed through the Government National Mortgage Association, known as Ginnie Mae. That means the taxpayer is responsible if the mortgages underlying those securities fail.

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Sexta-feira, Outubro 09, 2009

Bom dia ADVFN - Investidor, cuidado com o próximo feriado

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta sexta-feira

A semana provavelmente terminará tranqüila, se depender dos eventos cadastrados na agenda do investidor de hoje (09/10). No Brasil, serão divulgados apenas índices inflacionários. Nos Estados Unidos, será divulgado a Balança Comercial (Trade Balance) de agosto, onde apesar de ser um importante indicador para a economia, não deverá assustar os mercados. O que poderá influenciar o comportamento dos investidores neste pregão é o feriado desta próxima segunda-feira (12/10) que tanto o Brasil com os Estados Unidos irão celebrar. No Brasil, será celebrado o feriado de Nossa Senhora Aparecida, enquanto nos Estados Unidos será celebrado o Columbus Day.

Bancários terminam greve, porém Caixa mantém

Após 15 dias paralisados, os bancários de São Paulo e Porto Alegre suspenderam a greve ao entrar num acordo para reajuste salarial de 6%. A confusão iniciou quando os bancos ofereceram um reajuste de 4,5%, enquanto os bancários pediam 10%. O acordo, porém, não teve influência para a Caixa Econômica Federal, que continua em greve.

Últimos resultados corporativos em destaque

Após mercados ficarem animados com o lucro inesperado vindo da Alcoa ontem (08/10), o segundo maior grupo petroleiro norte-americano, Chevron, anunciou que suas previsões também são otimistas para os resultados deste terceiro trimestre e investidores ficam esperançosos. A PepsiCo já publicou os resultados deste último trimestre, onde obteve um aumento de 9% nos resultados ao somar US$ 1,717 bilhão em lucros líquidos.

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Quinta-feira, Outubro 08, 2009

Dólar cai a R$ 1,738, o menor valor desde 8 de setembro de 2008

Dólar cai a R$ 1,738, o menor valor desde 8 de setembro de 2008

Da Redação
Em São Paulo

A cotação do dólar comercial fechou esta quinta-feira em queda de 1,03%, a R$ 1,738 na venda, o menor valor desde 8 de setembro de 2008, quando fechou em R$ 1,735.

No mês, a moeda acumula perda de 1,97%.

Segundo analistas, o apetite dos investidores por risco aumentou hoje, impulsionando as Bolsas e minando a cotação da moeda. Contribuiu para a volta às compras as expectativas positivas com relação à retomada das principais economias.

Entre as notícias importantes que ajudaram nos negócios hoje, destaque para o balanço da Alcoa do terceiro trimestre, que teve o primeiro lucro após três trimestres de prejuízo.

"O mundo está voltando ao normal", disse Eric Kuby, diretor de investimentos da NorthStar Investment Management, em Chicago.

Outros números ajudaram a sustentar o otimismo. Os varejistas norte-americanos registraram o primeiro aumento mensal de vendas em mais de um ano.

Além disso, os EUA registraram menos pedidos de auxílio-desemprego do que o previsto por analistas. Os 521 mil registros da semana encerrada em 3 de outubro foram ainda o resultado mais baixo desde o começo de janeiro, segundo o Departamento de Trabalho.

Na Austrália, que surpreendeu o mercado no começo da semana ao ser a primeira economia do G20 a elevar a taxa de juros após a crise, a abertura surpreendente de postos de trabalho em setembro deu outro sinal de retorno à normalidade.

No Brasil, a queda do dólar refletiu também a percepção dos investidores de que o Banco Central não alterou sua estratégia diante da perspectiva de entrada contínua de capitais no país, como na estreia dos papéis do Santander na Bolsa, de acordo com analistas.

O dado que aponta compra de apenas US$ 58 milhões pelo BC nos dois primeiros dias de outubro.

(Com informações da Reuters)

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Quarta-feira, Outubro 07, 2009

Bom dia ADVFN - IPO Santander: rateio e valor por ação

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quarta-feira

Hoje, o investidor estará dividido entre a agenda doméstica e a agenda externa em mais um dia provavelmente volátil. No Brasil, o destaque fica por conta da divulgação do ICV (Índice do Custo de Vida) medido pelo Dieese e o início das negociações das units do Banco Santander. Nos Estados Unidos, a atenção se voltará ao Orçamento do Tesouro e aos dados sobre o Crédito ao Consumidor.

IPO Santander: rateio e valor por ação

Após o processo de book building na noite desta terça-feira (06/10), as units do Banco Santander foram precificadas em R$ 23,50 cada, ficando no meio da faixa de estimativa (22 a 25 reais) e tornando esta a maior IPO já realizada na BM&F Bovespa (R$ 14,1 bilhões). O rateio passará pela seguinte fórmula, segundo informação extraoficial: R$ 3.000,00 + (Valor Reservado - R$ 3.000,00) x 0,081.

Os novos nomes para a Petro-Sal

Quando todos já haviam se acostumado com o nome Petro-Sal para a nova estatal que irá regular a exploração do pré-sal, descobre-se que a marca já tinha dono, e o pior, o responsável pelo registro não consegue ser encontrado. Frustrado pela demora em resolver este detalhe, o ministro de Minas e Energia Edison Lobão declarou que outros registros já estão sendo avaliados e consultados no INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial). Por enquanto, foram divulgados os seguintes nomes: Petromar, Petrosocial e PetroBrasil.

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Terça-feira, Outubro 06, 2009

Santander: units são precificadas em R$ 23,50 e captação soma R$ 14,1 bi

Santander: units são precificadas em R$ 23,50 e captação soma R$ 14,1 bi

Por: Equipe InfoMoney
06/10/09 - 19h47
InfoMoney

SÃO PAULO - As units do Santander, objeto de oferta primária subsequente, foram precificadas em R$ 23,50, valor intermediário dada a estimativa dos coordenadores da oferta - R$ 22 a R$ 25.

Com as 600 milhões de units ofertadas - 525 milhões programadas inicialmente e 75 milhões referentes ao exercício total do lote suplementar - o banco captou R$ 14,1 bilhões, alcançando assim o posto de segunda maior captação via oferta de ações da história da BM&F Bovespa - atrás apenas da Vale, que em julho do ano passado levantou R$ 19 bilhões.

Não há, até o momento, informações referentes ao exercício do lote suplementar, que corresponde a 25 milhões de units adicionais.

Vale lembrar que as units começam a ser negociadas a partir da próxima sessão na bolsa de valores de São Paulo, com o código SANB11 e listadas no Nível 2. Ocorrerá na mesma data a estreia dos ADRs (American Depositary Receipts) na bolsa norte-americana. Cada unit é formada por 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais.

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Dados comprovam descolamento do Brasil, mas analistas pedem cautela

Dados comprovam descolamento do Brasil, mas analistas pedem cautela

Por: Giulia Santos Camillo
06/10/09 - 14h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Olhar para as estatísticas de desempenho da bolsa paulista atualmente é como ser transportado para o início de 2008. Mesmo com problemas no front externo, a euforia com a economia brasileira persiste, o País obteve mais um grau de investimento e análises sobre o descolamento em relação a Wall Street são crescentes.

Já dizia Patrick Artus, do banco francês Natixis, no início deste semestre: "faz perfeito sentido pensar novamente em descolamento dos mercados emergentes". Dito e feito. O
Ibovespadecolou nos últimos meses, deixando os principais índices acionários norte-americanos para trás em termos de desempenho. Na última sessão, o benchmark bateu o maior patamar do ano - 62.369 pontos, feito ainda distante para os principais índices norte-americanos

Apenas em setembro, o principal índice da bolsa paulista subiu 8,9%, enquanto S&P 500 e Dow Jones registraram altas de 2,27% e 3,57%, respectivamente. A diferença é ainda maior na comparação do desempenho acumulado nos três primeiros trimestres do ano, quando o Ibovespa subiu 63,83% e os índices norte-americanos avançaram 17,03% e 10,66%, respectivamente.

Índice
Setembro
Acumulado em 2009*
Acumulado em 365 dias*
Ibovespa
+8,9%
+63,83%
+24,17%
Dow Jones
+2,27%
+10,66%
-10,49%
S&P 500
+3,57%
+17,03%
-9,37%

Considerando fechamento de 30/9/2009

Porque voltar a falar nisso

De acordo com Artus, há dois grandes motivos para os analistas retomarem a tese do descolamento dos mercados emergentes. O primeiro é a perspectiva desfavorável para o crescimento de países desenvolvidos no médio e longo prazo. O segundo é a recuperação dos mercados emergentes - incluído, com destaque, o Brasil.

Na verdade, a sensação que fica, especialmente em relação ao Brasil, é que ao menos parte da alta é justificada pelos fundamentos da economia e pela aparente resiliência frente à crise financeira internacional, que traz uma percepção benigna em relação ao País.

"Ainda é muito prematuro dizer se, de fato, isso tem uma parte de uma bolha ou algo nessa linha. O que podemos dizer é que há dois fatores que justificam pelo menos parcialmente essa diferença, que é o fato de haver perspectivas melhores aqui, de recuperação mais rápida do que nos Estados Unidos. E também o fluxo de capitais estrangeiros, que voltaram com muita força", explica o economista-chefe do Banco Schahin, Silvio Campos Neto.

Para Neto, esse cenário é aliado ainda ao ciclo de redução do juro básico no Brasil, o que aprofundou o deslocamento dos investimentos da renda fixa para a variável, dando um impulso ainda maior para as bolsas.

Índice
Máxima
Mínima
Variação
máxima - mínima
Variação
mínima - atual*
Ibovespa
73.517 pontos em 20/5/2008
29.435 pontos em 27/10/2008
-59,96%
+111,89%
Dow Jones
14.164 pontos em 9/10/2007
6.547 pontos em 9/3/2009
-53,78%
+46,63%
S&P 500
1.565 pontos em 9/10/2007
676 pontos em 9/3/2009
-56,81%
+53,85%

Considerando fechamento de 05/10/2009

Mais momento do que descolamento

"Não acredito em descolamento, acredito em momento". É com esse lema que o estrategista da TBCS, Rafael Ferri, começa a discutir o assunto. Na sua opinião, o mercado pode, em algum momento, ter uma realização mais forte e essa diferença perderia força.

Assim como Neto, Ferri também acredita que as perspectivas em relação aos emergentes têm impulsionado a performance da renda variável doméstica. Além disso, o estrategista cita a política excessiva de juros baixos ao redor do mundo, que fez com que o fluxo de capitais aumentasse, exercendo uma influência ainda maior do que os fundamentos.

"O fluxo vem prevalecendo sobre os fundamentos nos últimos meses, mas o fluxo muda rápido. Os fundos estrangeiros e os fundos de pensão globais ajustam as velas de acordo com o vento, então tem que ficar bem atento, porque o mercado pode partir para a realização", frisa Ferri.

Cuidado com a euforia, lembre de 2008

Se a História serve como exemplo, é necessário olhar para a renovação da tese do descolamento com cuidado. Em 2008, o resultado não foi muito positivo, já que a euforia com a performance do Ibovespa no início do ano deu lugar a um derretimento da renda variável doméstica, com o benchmark caindo quase 60% em pouco mais de cinco meses.

Segundo Artus, no ano passado a crença de que os mercados emergentes estavam descolados das economias desenvolvidas foi fracassada, mas não por estar realmente errada e sim porque os mercados financeiros decidiram que a diferença não existia. "O final do descolamento foi, até um certo ponto, autorrealizável", explica o economista.

Atualmente, também é necessário cautela em relação às expectativas do mercado e indicadores internacionais, pois o descolamento - ou momento, como chama Ferri - pode passar. "De o mundo prevalecer em recessão e esse movimento lá fora ser só uma retomada de curto prazo. Pode acontecer o mesmo que no ano passado", ressalta o estrategista, prevendo que Ibovespa deva oscilar entre 55 mil e 65 mil pontos até o final deste ano.

Então, o rali continua ou não?

Embora somente o passar do tempo vá mostrar se a tese do descolamento é real ou apenas representa euforia, o economista do Banco Schahin, Silvio Campos Neto, acredita que o curtíssimo prazo deve mostrar uma correção dos
ganhosrápidos que aconteceram nos últimos meses, conforme o que aconteceu na última sessão.

"Nós devemos ter uma correção, mas nada muito expressivo. Passado esse ajuste inicial, eu acredito que a bolsa deva continuar a subir, até porque as perspectivas para o ano que vem e para os lucros das empresas são melhores", afirma Neto, concluindo que, se os números mostrarem a recuperação da atividade econômica, como o esperado, a bolsa voltará a subir e fechará o ano em patamares maiores do que o atual.

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Principais gestoras de fundos do mundo atingiram recorde de perdas em 2008 = US$ 16 TRILHÕES

Principais gestoras de fundos do mundo atingiram recorde de perdas em 2008

05/10/09 - 18h08

SÃO PAULO - US$ 16 trilhões. Esta foi a quantia que as 500 maiores gestoras de investimento do
mundo perderam durante 2008, o que significou a primeira retração do capital total dessas instituições desde 2002 e a maior perda de sua medição histórica, iniciada em 1996.

De acordo com o ranking Pensions & Investments/Watson Wyatt World 500, o volume financeiro total passou de US$ 69,4 trilhões para US$ 53,4 trilhões na passagem anual, queda de 23%. Naomi Denning, diretor da divisão de consultoria de investimentos da Watson Wyatt na Ásia, afirmou que "2008 foi um ano terrível para as gestoras de fundos, com a maioria delas reportando perdas recordes".

Denning ainda lembra que, mesmo com o rali iniciado nos mercados em março deste ano, os níveis de 2009 devem ficar abaixo dos que foram vistos em 2007, "mostrando que as perspectivas de ganhos e de receitas para este ano seguem pobres".

Os números são mais significativos para as maiores instituições do ranking. Segundo o estudo feito, as perdas das 20 companhias melhores posicionadas totalizaram US$ 5,6 trilhões, praticamente um terço do volume perdido pelo total das 500 gestoras. "As maiores firmas, historicamente as principais beneficiárias do crescimento, não estiveram imunes em 2008", disse Denning.

Contudo, as empresas que integram o top 20 das perdas ainda registram um desempenho histórico positivo, tendo acumulado
rentabilidade de 38% no ano passado.

Destaques do ranking

Dentre as 500 instituições listadas pela P&I/ Watson Wyatt, algumas se destacam - tanto positiva quanto negativamente - pela movimentação no ranking nos últimos cinco anos. É o caso do Barclays Global Investors, que passou da quinta para a primeira posição no período.

Outras gestoras também ganham ênfase pela escalada na tabela de classificação, caso da BlackRock, que foi da trigésima nona posição para o sexto lugar nestes cinco anos. A mesma
tendência se repetiu com BNP Paribas (da 34º para a 13º posição) e Goldman Sachs (da 33º para a 14º).

"A indústria de gestão de recursos está submetida a mudanças significativas, em virtude do resultado das condições extremas de mercado que nós temos testemunhado nos últimos anos", afirma Denning, apontando a volatilidade que a crise financeira trouxe aos mercados como o fator determinante para as sequenciais alterações no ranking.

Posição
Gestora
País
Total ativos
(em milhões)
1
Barclays Global Investors
Reino Unido
US$ 1.516
2
Allianz Group
Alemanha
US$ 1.462
3
State Street Global
EUA
US$ 1.444
4
Fidelity Investments
EUA
US$ 1.389
5
AXA Group
France
US$ 1.383
6
BlackRock
EUA
US$ 1.307
7
Deutsche Bank
Alemanha
US$ 1.150
8
Vanguard Group
EUA
US$ 1.145
9
JPMorgan Chase
EUA
US$ 1.136
10
Capital Group
EUA
US$ 975
11
Bank of NY Mellon
EUA
US$ 928
12
UBS
Suíça
US$ 821
13
BNP Paribas
França
US$ 810
14
Goldman Sachs Group
EUA
US$ 798
15
ING Group
Holanda
US$ 777
16
Crédit Agricole
Alemanha
US$ 776
17
HSBC
Reino Unido
US$ 735
18
Legg Mason
EUA
US$ 698
19
Natixis
França
US$ 630
20
Wells Fargo
EUA
US$ 574

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Bovespa faz nova máxima para o ano acima dos 62 mil pontos

Bovespa faz nova máxima para o ano acima dos 62 mil pontos

Plantão Publicada em 05/10/2009 às 17h39m

Valor Online

SÃO PAULO - Com ajuda do cenário externo, das commodities e de um rescaldo do anúncio do Rio como sede da Olimpíada de 2016, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) retomou os 62 mil perdidos em julho do no passado. Compras generalizadas impulsionaram uma alta de 1,96% para o Ibovespa, que fechou aos 62.369 pontos. O giro somou R$ 5,29 bilhões.

Tal pontuação supera os 61.517 pontos de 30 de setembro e é a maior desde 1º de julho de 2008, quando índice marcava 63.396 pontos. No ano, o Ibovespa já ganhou 66,1%.

Entre os ativos de maior peso na carteira, Petrobras PN subiu 0,84%, para R$ 34,45; Vale PNA avançou 1,53%, a R$ 37,14; Itaú Unibanco PN ganhou 1,94%, para R$ 36,70; BM FBovespa ON aumentou 2,71%, a R$ 13,23; e Bradesco PN teve valorização de 3,44%, a R$ 36,65.

Em Wall Street, o crescimento da atividade no setor de serviços e uma recomendação feita ao setor financeiro estimularam a retomada das compras depois de dois dias de baixa. Com isso, o Dow Jones fechou em alta de 1,18%, para 9.599 pontos. O S P 500 avançou 1,49%, para 1.040 pontos. Já o Nasdaq ganhou 0,98%, a 2.068 pontos.

(Valor)

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Todo mundo otimista - É hora de abandonar o barco da Bolsa?

Cena externa e Olimpíada garantem os 62 mil pontos da Bovespa

Valor Online

05/10/2009 18:11

SÃO PAULO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) começou a semana acima dos 62 mil pontos, patamar testado algumas vezes no intradia, mas que não tinha sido confirmado desde julho do ano passado. Com 59 dos 63 ativos listados apontando alta, o Ibovespa avançou 1,96%, fechando o dia aos 62.369 pontos. O giro financeiro somou R$ 5,29 bilhões.

Tal pontuação supera os 61.517 pontos de 30 de setembro e é a maior desde 1º de julho de 2008, quando índice marcava 63.396 pontos. No ano, o Ibovespa já ganhou 66,1%.

Segundo o economista da área de renda variável da Máxima Asset Management, Felipe Casotti, o cenário externo positivo e a manutenção do otimismo dos agentes com algumas empresas que podem se beneficiar da Olimpíada de 2016 explicam os ganhos do dia.

Pelo lado externo, o crescimento da atividade no setor de serviços e uma recomendação feita pelo Goldman Sachs ao setor financeiro estimularam a retomada das compras depois de dois dias de baixa. Com isso, o Dow Jones fechou em alta de 1,18%, enquanto o S & P 500 e o Nasdaq aumentaram 1,49% e 0,98%, respectivamente

Pelo lado doméstico, os agentes continuam antecipando 2016 e, entre os ativos que podem se beneficiar com os Jogos Olímpicos, destaque para ação ON da Gerdau, que subiu 3,93%, para R$ 24,80, com o segundo maior volume do dia. A empresa fabrica aços longos, bastante utilizados em construção civil.

Varejo e serviços também devem ganhar com os Jogos. Dentro desse grupo, destaque para Lojas Renner ON, que subiu 6,67%, a R$ 32,75. CCR Rodovias ON aumentou 3,29%, a R$ 32,90, e Light ON teve acréscimo de 3,46%, a R$ 26,60.

Fora do índice, a ação ON da locadora de veículos Localiza ganhou 4,85%, a R$ 19,45, e os recibos de ações das Dufry Brasil saltaram 13,26%, a R$ 35,01, maior preço desde junho do ano passado.

Ainda de acordo com Casotti, apesar da forte valorização acumulada no ano, a tendência do mercado continua sendo de valorização. Não há sinal de problemas graves no horizonte e o fluxo de recursos continua positivo. "Tem que surfar essa onda de valorização", diz.

Voltando ao campo corporativo, os carros-chefe também atraíram compradores. Vale PNA apontou elevação de 1,53%, a R$ 37,14, enquanto Petrobras PN subiu 0,84%, a R$ 34,45.

Os bancos continuaram avançando, apoiados nas novas perspectivas que a chegada do Santander trouxe ao setor. Itaú Unibanco PN ganhou 1,94%, negociado a R$ 36,70. Bradesco PN subiu 3,44%, a R$ 36,65, e Banco do Brasil ON aumentou 1,74%, a R$ 30,85.

Ainda na ponta compradora, B2W Varejo ON ganhou 7,01%, a R$ 51,90. Klabin ON e Consan ON ganharam mais de 5% cada, enquanto Metalúrgica Gerdau PN, Redecard ON, Lojas Americanas PN, Braskem PNA, Souza Cruz ON e Tim Participações PN subiram mais de 4% cada uma.

Fora da festa, Telemar PN caiu 0,70%, a R$ 32,60, Sabesp ON teve desvalorização de 0,40%, a R$ 34,71, Telemar ON devolveu 0,12%, a R$ 39,44, e Telesp PN teve leve baixa de 0,02%, a R$ 44,00.

Fora do índice, OGX Petróleo movimentou mais de R$ 250 milhões, reverteu as perdas do período da manhã e subiu 1,30%, para R$ 1.560,02, acentuando valorização de 10,79% registrada na sexta-feira, quando a empresa anunciou a descoberta de indícios de óleo em um poço na Bacia de Santos.

(Eduardo Campos Valor)

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Entrada de recursos leva Bovespa a nova máxima em 2009

Entrada de recursos leva Bovespa a nova máxima em 2009

Por Aluísio Alves

SÃO PAULO (Reuters) - Uma enxurrada de novos recursos de estrangeiros levou a bolsa paulista a nova máxima em 15 meses, movimento acelerado com a influência positiva das commodities e de Wall Street na parte da tarde.

O Ibovespa subiu 1,96 por cento, aos 62.369 pontos, maior nível de fechamento desde de julho de 2008. Com isso, a alta acumulada do índice no ano superou 66 por cento. O giro financeiro da sessão somou 5,291 bilhões de reais.

Segundo profissionais do mercado, uma combinação de fatores domésticos e internacionais municiou o investidor de argumentos para seguir comprando ações, embora sejam crescentes as divergências sobre a consistência do rali atual.

Um dos motores dessa escalada é o contínuo ingresso de recursos de investidores estrangeiros, apoiado na leitura de que a economia brasileira vai continuar crescendo mais forte do que a média internacional nos próximos meses.

Nesse sentido, ações de companhias ligadas a varejo foram as estrelas do pregão desta segunda-feira, sob liderança de B2W, dona do site de comércio eletrônico Submarino, com uma disparada de 7 por cento, a 51,90 reais. Logo atrás, Lojas Renner ganhou 6,7 por cento, para 32,75 reais.

De sexta-feira para cá, o otimismo se transformou em euforia, com a escolha do Rio de Janeiro para sediar as Olimpíadas de 2016, o que levantou especulações em torno de empresas que poderão se beneficiar com o evento no Brasil.

Gerdau, a maior fabricante de aços para construção civil, teve expansão de 3,9 por cento, cotada a 24,80 reais. Light, distribuidora fluminense de energia elétrica, avançou 3,5 por cento, a 26,60 reais.

"O Brasil virou definitivamente a bola da vez", resumiu Hamilton Moreira, analista senior do BB Investimentos.

O tom positivo, que já permitira à bolsa paulista descolar da volatilidade de Wall Street nas primeiras horas do pregão, ganhou ainda mais força depois que os índices nova-iorquinos firmaram-se no azul, refletindo o otimismo dos investidores com dados econômicos dos EUA e expectativas animadoras de empresas para a temporada de balanços que começa esta semana.

O setor de serviços dos EUA, que representa 80 por cento da economia do país, expandiu-se para 50,9 em setembro, contra 48,4 em agosto, acima da mediana da estimativa de economistas de 50,0. Uma leitura acima de 50,0 indica crescimento. O índice Dow Jones subiu 1,18 por cento.

Por fim, a alta das commodites deu fôlego para as blue chips. O papel preferencial da Vale subiu 1,5 por cento, para 37,14 reais, enquanto a preferencial da Petrobras avançou 0,85 por cento, para 34,45 reais.

Ainda, Bradesco evoluiu 3,4 por cento, para 36,65 reais, depois de o banco ter admitido que comprou carteira de crédito do Banco BMG num total de cerca de 1,5 bilhão de reais.

Para Moreira, com o rali do Ibovespa no ano, já crescem avaliações de que uma realização de lucros mais forte esteja por perto, especialmente em setores como construção civil.

Mas, no Brasil e no mundo, alguns bancos e corretoras seguem otimistas. Em relatório divulgado nesta segunda-feira, o Credit Suisse considerou que, embora haja sinais de que as ações estão sobrevalorizadas, ainda não é hora de vendê-las.

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Para quem a Olimpíada no Rio vale ouro

Para quem a Olimpíada no Rio vale ouro
Credit Suisse vê ganhos para empresas como Gol, TAM, Localiza, Gerdau, Light e Net

05.10.2009 16h29

A escolha do Brasil para sediar as Olimpíadas de 2016 deve multiplicar os investimentos no país nos próximos anos. Um estudo do Comitê Organizador dos Jogos, segundo o banco de investimento Credit Suisse, estima que serão injetados no Brasil 30 bilhões de reais ao longo dos próximos sete anos. Contudo, um exercício do Ministério dos Esportes aponta que, se considerados os investimentos indiretos e seus impactos no longo prazo, o montante triplica, chegando a 90 bilhões de reais.

Os setores diretamente ligados ao evento, como turismo, construção, transporte, mídia e energia, devem ser os mais beneficiados. Portanto, pode-se esperar que as ações de empresas como Gol, TAM, Dufry, Localiza, InvestTur, GP Investimentos, Gerdau e Light tenham forte valorização nos próximos meses.

O Credit Suisse lembra que Barcelona, ao ser escolhida para sediar os Jogos Olímpicos de 1992, viu seu número de turistas duplicar entre 1986 e 2000, com o pico de crescimento acontecendo dois anos após os Jogos. "Companhias como Gol, TAM, Durfry e Localiza podem ganhar com o grande número de turistas tanto no curto prazo como no longo prazo. A LA Hotels (InvestTur) também deve ser beneficiada pelo grande número de turistas, já que possui projetos no Rio, assim como seu controlador, o GP Investimentos, que ainda tem negócios no ramo de restaurantes", diz a instituição em relatório.

O Credit Suisse destaca que em setembro de 1997, após Sidney ter sido eleita a cidade das Olimpíadas de 2000, os setores de construção, transporte e mídia superaram o desempenho do mercado australiano em cerca de 5% nos três meses seguintes. "Nós vemos uma boa oportunidade nas construtoras com operações no Rio, que serão impulsionadas pelo aumento dos preços dos imóveis em decorrência da maior urbanização e do aumento da atividade econômica na cidade, que deverá estimular a demanda por imóveis residenciais e comerciais."

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Wakeup call - 06.10.09

Equity upgrades drive stocks higher

Stocks rallied yesterday on good ISM Non-manufacturing numbers and not least Goldman upgrades in the financial and industrial sectors.

· Stocks rallied in the US yesterday on the back of Goldman upgrading banks and industrials. We do expect further upgrades, which will bring equities higher, but the current snapback could be purely technical move before going lower.

· Risk willingness seems to be intact; AUD and EUR getting stronger, USD getting weaker. Crude rallying along with equity markets.

· Australia hiked interest rates by 0.25% to 3.25%. RBA said that economic conditions in Australia had been stronger than expected.

· Demise of the USD? Arab states have launched secret moves with China, Russia and France to stop using USD for oil trading and instead using a basket of currencies; USD is selling off on this.

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OGX: drivers devem manter papel em alta até o fim do ano, dizem analistas

OGX: drivers devem manter papel em alta até o fim do ano, dizem analistas


Por: Giulia Santos Camillo
05/10/09 - 18h41
InfoMoney

SÃO PAULO - A OGX Petróleo (OGXP3) chamou a atenção na semana passada ao anunciar a descoberta de hidrocarbonetos no bloco BM-S-29, no qual possui uma participação de 65%, dividindo os direitos de exploração com a Maersk Oil, que é operadora e possui os 35% restantes. As ações da empresa fecharam a sexta-feira com uma alta de mais de 10%. Os drivers dos papéis, contudo, não param nesta primeira perfuração. Neste ano, empresa pretende perfurar um total de seis poços, sendo que quatro devem ser concluídos e anunciados ainda em 2009.

Drivers de curto prazo

Além das perfurações e potenciais indicações de volumes, incluindo os resultados do BM-C-43 na Bacia de Campos, esperado para novembro, outros desdobramentos devem ficar no foco até o final do ano. Por exemplo, um fator longamente aguardado é a revisão das estimativas da D&M, que devem ser divulgadas em meados de outubro.

"Além disso, os recursos potenciais da OGX, já estimados em 4,8 bilhões de boe (barris de óleo equivalentes), devem ser aumentados com a divulgação do relatório de imagens 3D sísmico de suas áreas exploratórias", afirmam os
analistas da Bradesco Corretora, acrescentando que "um terceiro gatilho para a empresa deverá ser a adição dos recursos potenciais dos sete blocos adquiridos recentemente pela empresa".

Passando para o início de 2010, um driver importante deve ser o desdobramento de ações da companhia. A operação, prevista desde o IPO (Initial Public Offering) da OGX, deve aumentar a liquidez dos papéis e causar um impacto positivo sobre seu preço.

Perfurando os lugares certos

Uma das
vantagens da OGX é a experiência de seu time - grande parte vinda da Petrobras. "Não só a equipe da OGX conhece muito bem as áreas, mas eles devem ter selecionado cuidadosamente as áreas iniciais de perfuração para serem bem sucedidos, dado que estas informações certamente terão um grande impacto sobre as ações da companhia", afirmam os analistas do Bradesco.

Nesse sentido, a equipe da Itaú Corretora ainda acrescenta um histórico curioso da equipe da OGX. Antes da brasileira decidir explorar a área, a Maersk já havia perfurado um poço no bloco BM-S-29, encontrando água. O time da OGX revisou a exploração e optou por uma estratégia diferente, encontrando óleo em um bloco dado como seco por outros especialistas.

"Esta descoberta é realmente importante para a OGX na nossa visão. Ela não apenas confirma a presença de hidrocarbonetos no primeiro poço perfurado pela empresa - um marco por si só - mas também é um exemplo do que o dream team da OGX, com seu expertise, pode fazer", ressaltam os analistas da corretora.

Recomendações positivas

Levando em consideração as notícias, a Itaú Corretora reiterou a recomendação de outperform (performance acima da média) para a OGX, com um preço justo de R$ 1.479,00 por ação, visando o final de 2010. "Nós esperamos novas notícias sobre a perfuração do BM-S-29 dentro das próximas três semanas, pontos em que a D&M provavelmente terá seu novo relatório sobre o portfólio de exploração da OGX, um grande driver para o preço da ação, na nossa opinião".

Os analistas da Bradesco Corretora também mostram-se otimistas em relação à empresa, enfatizando que o papel da OGX deve ter performance melhor do que a projetada para o Ibovespa para 2010, já que a companhia está em um ponto de inflexão. O preço-alvo é de R$ 1.668,70 por ação.

Em um relatório que afirma que o recente rali foi apenas o começo, a Bradesco Corretora afirma que o preço-alvo atual carrega um grande fator de risco exploratório, sem o qual o valor seria de R$ 2.325,58. "Além disso, se considerarmos que os recursos potenciais da OGX poderão ser aumentados entre 10% e 20%, o preço-alvo poderia chegar a cerca de R$ 2.560 ou R$ 2.800 por ação", ressalta.

Vale destacar que a equipe da corretora menciona ainda a possibilidade de venda do controle da OGX após 2011, quando a empresa iniciará a produção de petróleo. Segundo os analistas, a OGX em elevados padrões de governança corporativa e tag along para os minoritários, o que aumenta a sua atratividade.

Recomendações negativas

Por outro lado, há quem duvide de novos ralis no papel. Os analistas do Citigroup recomendam a venda das ações da OGX, mesmo tendo elevado o preço-alvo de R$ 740,00 para R$ 1.100,00. Ainda assim, a estimativa fica 28,6% abaixo da cotação de fechamento da última sessão, de R$ 1.540,00.

O Citi leva em consideração a riscagem estimada pela D&M, que prevê, em seu relatório atual, uma probabilidade média de sucesso de 28% no portfólio de exploração da companhia. Embora as perspectivas sejam conservadoras, o aumento no preço-alvo se deve principalmente à redução do WACC (custo médio ponderado de capital) de 17% para 12%.

De acordo com os analistas, a OGX atualmente está sendo negociada a US$ 5 por barril de óleo equivalente, dados os recursos estimados conforme a taxa de riscagem de 28% determinada pela D&M. Este é o mesmo patamar em que a Petrobras é negociada, se consideradas as reservas provadas e as estimativas para o pré-sal e descobertas anunciadas.

"Nós achamos difícil justificar pagar o mesmo múltiplo em relação a recursos riscados para a Petrobras e a OGX, já que a Petrobras produz 2,5 milhões de boe por dia e tem reservas provadas de 15 bilhões de boe", critica o banco, ressaltando a diferença entre recursos estimados riscados e reservas.

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Banif lista recomendações para outubro prevendo realização nos mercados

Banif lista recomendações para outubro prevendo realização nos mercados


Por: Equipe InfoMoney
06/10/09 - 08h30
InfoMoney

SÃO PAULO - Prevendo uma realização dos mercados mais forte do que inicialmente prevista, os analistas do Banif optaram por manter o conservadorismo em sua carteira sugerida para o mês de outubro.

Segundo os analistas, a continuada alta do mercado precifica uma melhora da economia que não é confirmada pelos indicadores. Para eles, a valorização vista é reflexo da elevada liquidez presente nos mercados, apontando para uma iminente realização de lucros.

Contudo, os analistas não deixam de mostrar otimismo com a elevação do rating soberano do Brasil pela agência Moody´s, o que deverá se traduzir em maiores recursos estrangeiros na bolsa paulista.

"Mas isso não deve ocorrer no curto prazo já que estes investidores terão que primeiramente avaliar as oportunidades e compará-las com as de outras partes do mundo".

Confira as recomendações

O Banif afirma que continua a preferir nomes ligados ao desenvolvimento econômico interno e companhias com bom histórico de dividendos.

"Porém, mantivemos também a aposta no setor de mineração e siderurgia em função dos ganhos provenientes principalmente da melhora de volumes vendidos", ressalta o banco.

Em setembro, o portfólio recomendado subiu 9,75%, superando o desempenho do Ibovespa, que apresentou valorização de 8,90%. A carteira recomendada do Banif acumula uma alta de 69,12% em 2009 (até o final de setembro), contra 63,83% do índice paulista.


Empresa
Código
Peso
Brasil Telecom
BRTP4
5%
Copel
CPLE6
10%
Itaú Unibanco
ITUB4
10%
JBS
JBSS3
5%
Lojas Americanas
LAME4
5%
Light
LIGT3
5%
MMX
MMXM3
5%
Marfrig
MRFG3
5%
Pão de Açúcar
PCAR5
5%
Petrobras
PETR4
15%
Telesp
TLPP4
5%
Usiminas
USIM5
10%
Vale
VALE5
5%

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Brasil cresce mais e puxa resultados, diz Merrill Lynch

Brasil cresce mais e puxa resultados, diz Merrill Lynch

Por Angelo Pavini, de São Paulo
06/10/2009

O Brasil deve ter o sexto melhor crescimento do mundo em 2010, o que deve impulsionar o lucro das principais empresas em bolsa em mais 26% e tornar ainda mais atrativas as ações brasileiras. A avaliação é da Bank of America Merrill Lynch Global Research, que elevou na semana passada a projeção de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro em 2010, de 4,5% para 5,3%. A instituição também acredita que os juros básicos brasileiros não vão subir no ano que vem, contrariando as projeções do mercado futuro.

De acordo com a Merrill Lynch, em 2010, o Brasil só crescerá menos que a China (10,1%), Qatar (8,1%), Índia (7,8%), Nigéria (5,5%) e Oman (5,4%). As mudanças macroeconômicas fizeram a equipe de análise de ações da BofA Merrill Lynch rever suas projeções e reforçar o otimismo com o país, diz Pedro Martins Júnior, estrategista-chefe de ações para a América Latina.

O banco projeta um índice Bovespa em 66 mil pontos nos próximos 12 meses. Além disso, o mercado brasileiro estaria hoje com um desconto de 14% em relação aos seus similares globais, considerando as projeções de lucro das empresas nos próximos 12 meses em relação ao seu preço atual, o chamado P/L, relação que dá uma ideia do tempo de retorno do investimento. Segundo a Merrill Lynch, o mercado brasileiro apresenta um desconto de 6% em relação à China e de 30% em relação à Índia, usando também a relação P/L.

Nos juros, porém, Martins admite dois cenários que podem afetar a bolsa. No primeiro, considerado o mais provável para a Merrill Lynch, o Banco Central (BC) mantém a taxa Selic em 8,75% ou sobe no máximo 2 pontos percentuais, para 10,75%, em 2010. O principal argumento para esse cenário é o de que a inflação ficará estável, do lado do custo por conta da queda do dólar, para R$ 1,65 no fim do ano que vem e uma alta discreta das commodities.

Do lado da demanda, ajudariam a conter a inflação a utilização da capacidade instalada - que ainda não voltou aos níveis do ano passado - assim como a taxa de emprego. Diante desse cenário, estar exposto ao mercado doméstico faz todo sentido, já que há setores que vão se beneficiar muito do emprego formal e do crédito.

Mas se o Banco Central adotar uma postura conservadora e, apesar de tudo, resolver puxar as taxas de juros, talvez em 4 pontos percentuais, haveria um impacto forte nos custos das empresas e nas receitas, reduzindo sua rentabilidade.

Para Martins, porém, o momento é de recuperação das expectativas para as bolsas. A queda dos juros e a valorização do câmbio, por exemplo, reduzem os custos e as dívidas das empresas. Ao mesmo tempo, a atividade econômica forte e uma recuperação marginal nos preços das commodities, ao lado de um aumento dos volumes vendidos ao exterior, tendem a aumentar os lucros. "São fatores que puxam para cima as estimativas de ações", diz Martins.

A recomendação da Merrill Lynch aos investidores internacionais é a de ter em carteira formada com papéis de empresas voltadas ao mercado doméstico brasileiro, que vão se beneficiar do crescimento do emprego formal, do crescimento e do crédito. Estão na lista AmBev, Itaú Unibanco, Redecard e a construtora MRV. A área de infraestrutura também será beneficiada pela necessidade de investimentos por conta da Olimpíada e da Copa do Mundo, além do crescimento do país, que demandará maior consumo de energia. Isso ajudará papéis como Cemig. E commodities, pelo volume exportado, podem ser interessantes seletivamente, caso de Vale, Usiminas e Petrobras.

Se o cenário de alta mais forte dos juros e da inflação se confirmar, porém, empresas com tarifas reajustadas pela inflação, como as elétricas AES Tietê, Cesp, Tractebel, Energias do Brasil e Cemig seriam beneficiadas. Bancos como Itaú Unibanco e Banco do Brasil voltarão a ser atrativos, assim como commodities em geral. No setor de consumo, AmBev e Natura seriam as opções.

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BNDESPar amplia fatia na Eletrobrás com ações da União

BNDESPar amplia fatia na Eletrobrás com ações da União

segunda-feira, 5 de outubro de 2009 12:04 BRT

SÃO PAULO/RIO DE JANEIRO, 5 de outubro (Reuters) - O BNDESPar, braço de participações do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ampliou a participação no capital da Eletrobrás, adquirindo ações da União na estatal.

Segundo fato relevante encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), com a operação a fatia do BNDESPar nas ações da Eletrobrás com direito a voto subiu de 14,78 para 21,08 por cento do total. No caso das preferenciais, aumentou de 0,44 para 8,23 por cento do total.

Detalhes financeiros da transação não foram revelados.

O diretor financeiro e de Relações com Investidores da Eletrobrás, Astrogildo Quental, descartou qualquer relação da operação com o pretendido pagamento de dividendos retidos pela estatal.

Segundo ele, também não está relacionada ao plano de capitalização de subsidiárias da holding pela conversão de dívidas.

"É uma operação do BNDES e não tem nada a ver com a operação dos dividendos, nem da capitalização", afirmou Quental por telefone à Reuters.

"Ele (BNDESPar) comprou ações como qualquer acionista compra", acrescentou o executivo logo após tocar o sino da Bolsa de Nova York em comemoração ao aniversário da listagem de ações da empresa nos Estados Unidos.

A Eletrobrás reteve dividendos de ações ordinárias no final da década de 1970 e nos anos 1980 para que a realização de investimentos. Segundo informaram executivos da empresa no final de agosto, o valor por ação ordinária --atualizado pela taxa de juro Selic-- supera os 9 reais.

Procurados, representantes do BNDES e do Tesouro Nacional não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.

Às 11h59, as ações preferenciais da Eletrobrás recuavam 0,53 por cento, para 24,57 reais, e as ordinárias exibiam oscilação negativa de 0,44 por cento, a 27,28 reais. No mesmo horário, o Ibovespa apontava alta de 0,98 por cento.

(Por Denise Luna)

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Bom dia ADVFN - Ações da Telebrás disparam e empresa pede suspensão

Notícias em destaque

Ações da Telebrás disparam e empresa pede suspensão

Mais uma vez, as ações da Telebrás passam por alta volatilidade devido a especulações do mercado. Sem nenhum motivo confirmado pela empresa, a ação TELB4 fechou o pregão de ontem (05/07) com uma expressiva alta de 40%. Ao longo do pregão, a Telebrás enviou um comunicado à BM&F Bovespa pedindo que suas ações fossem suspensas temporariamente para conter o alto nível de especulação. O pedido, porém, foi recusado.

Agenda do investidor para esta terça-feira

Hoje (06/10), o dia será bastante calmo se depender da agenda do investidor. Não há indicadores relevantes programados na agenda externa e no Brasil será publicada apenas a Produção Física (regional) pelo IBGE. Fora isto, ocorre hoje a precificação das ações do Santander.

Estimativas sobre o PIB brasileiro

Quanto mais nos aproximamos de 2010, melhores são as estimativas quanto ao Produto Interno Bruno (PIB) brasileiro. Desta vez, o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas declarou que o Brasil deve crescer até 7% no próximo ano. Economistas do setor bancário consultados pelo Banco Central acreditam que o crescimento será no máximo de 4,5% para 2010 e destacam que este ano a economia irá expandir 0,01%.

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Segunda-feira, Outubro 05, 2009

Maioria das fusões "vaza" no Brasil, diz estudo

Maioria das fusões "vaza" no Brasil, diz estudo


TONI SCIARRETTA
da Folha de S. Paulo

A maioria dos negócios envolvendo fusão e aquisição anunciados desde o início da década no país apresenta indício de uso de informação privilegiada, segundo estudo do Insper (antigo Ibmec-SP).

O trabalho sugere que o vazamento, além de prejudicar os participantes do mercado de capitais como um todo, afeta os acionistas das empresas envolvidas nesses escândalos possivelmente por meio da redução nos prêmios (valor adicional ao preço de mercado) pagos pelo controle dessas companhias.

Isso porque o vazamento tende a mexer com as ações antes do anúncio, acarretando em menor espaço para variação após a divulgação.

No estudo, o prêmio médio pago pelo controle das empresas ficou entre 10,2% e 10,4% após o anúncio. Trabalhos acadêmicos internacionais mostram que o prêmio nos EUA gira em torno de 20% para fusões e 30% para aquisições.

Segundo Alexandre Braga de Andrade, autor do estudo, alguns negócios podem ser inviabilizados pelo vazamento. "A ação sobe muito antes e depois o comprador tem de ir ao mercado [fazer oferta aos minoritários] e não consegue [pagá-los]. Tem também a questão da desconfiança. O investidor não quer investir em uma ação que pode ter vazamento", disse.

Esses indícios de movimentação atípica são vistos a partir do 38º dia antes do anúncio, quando a transação já tem um preço e avançou a tal ponto que não tem mais volta. Dificilmente uma operação dessa envolve menos de 30 pessoas.

Os autores do trabalho analisaram o comportamento de 62 ações de empresas envolvidas em fusões e aquisições com valores acima de R$ 100 milhões, realizadas entre 2000 e 2008. Foi analisada a variação dessas ações entre 79 dias antes do anúncio e até 10 dias após a divulgação. Na média da amostra, verificou-se evidência de variação atípica das ações, que passaram a oscilar fora de seu histórico em relação ao Ibovespa.

"Não se pode afirmar que há sempre vazamento, mas [a variação atípica] é uma evidência. Não necessariamente essa variação está pegando a fusão; pode ter alguma outra notícia que influencie. Mas podemos dizer que é uma evidência e que mais da metade dessas fusões tem indício de atuação de "insider" [alguém dentro da empresa]", disse Andrea Minardi, orientadora do estudo do Insper.

Para o autor do estudo, as empresas com maior transparência têm menos risco de vazamento. "A governança está diminuindo o risco de vazamento. As ações são mais bem precificadas pelo mercado. É o oposto do que acontece com empresas de baixa liquidez", disse Andrade.

No estudo, quanto menor a empresa comprada maior costuma ser o valor desse prêmio. Uma das razões é que as ações de empresas de menor porte têm pouca liquidez, o que leva o mercado a dar um desconto maior nesses papéis. Por isso, os prêmios são maiores.

Segundo Alexandre Pinheiro dos Santos, procurador-chefe na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), para coibir o vazamento de informação privilegiada a autarquia tem procurado aperfeiçoar os mecanismos internos para detectar movimentações atípicas, além de punir os culpados e ganhar agilidade para bloquear recursos oriundos dessas operações.

"[Insider] é um ilícito que lesa a credibilidade do mercado e de todos nós. "Insider trading", assim como furto, homicídio e diversos outros ilícitos, ocorre em todo os cantos do mundo. É um tema objeto de reflexão e cooperação mundial", disse.

A maior dificuldade é reunir provas para configurar o crime, que costuma ser percebido por meio de indícios. A CVM não pode compartilhar informação sigilosa obtida por outro regulador, como o Banco Central, sem fazer um pedido à Justiça.

Desde 2006, a CVM tem atuado com o Ministério Público, o que permitiu o bloqueio dos ganhos que dois investidores teriam tido a partir do uso de informação privilegiada sobre a venda do grupo Ipiranga à Petrobras, por exemplo.

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Santander tem boa procura e deve vender todos os lotes

Segunda-feira, 05 de outubro de 2009, 03h00

Fontes: Santander tem boa procura e deve vender todos os lotes

Vinícius Pinheiro - AE

O resultado da megaoferta de ações do Santander será conhecido apenas amanhã, mas a avaliação praticamente unânime do mercado é de a que operação já é um sucesso. O interesse demonstrado tanto pelo investidor de varejo como pelos grandes fundos internacionais deve garantir a venda de todos os papéis colocados na oferta, incluindo os lotes adicional e suplementar, segundo fontes ouvidas pela Agência Estado.

A oferta do Santander - que vem sendo tratada como uma abertura de capital apesar de o banco deter ações na bolsa da época do antigo Banespa - pode chegar a R$ 15,6 bilhões, uma das maiores do mercado de capitais brasileiro em todos os tempos, atrás apenas da venda de ações da mineradora Vale, no ano passado, que movimentou R$ 19,4 bilhões. Considerando apenas as ofertas iniciais (IPO, na sigla em inglês), a operação será superior à captação recorde de R$ 8,4 bilhões da VisaNet, realizada em junho deste ano.

A oferta prevê a venda de até 625 milhões de units - certificados que representam 55 ações ordinárias e 50 preferenciais -, incluindo todos os lotes. O valor final da operação dependerá do apetite do mercado, mas a percepção é de que o preço saia próximo ou mesmo no teto da faixa indicativa, estabelecida entre R$ 22 e R$ 25 por cada papel.

Na época do anúncio do preço, especialistas ouvidos pela Agência Estado consideraram o valor salgado. Para um profissional de mercado, o banco espanhol precisará apresentar um desempenho muito superior ao das demais instituições para justificar o investimento. O Santander pretende usar os recursos captados dos investidores na expansão das atividades no País, com a abertura de novas agências e aumento na concessão de financiamentos.

Pelas contas dos analistas, o banco foi avaliado a um valor próximo ao dos demais concorrentes privados, embora apresente uma rentabilidade historicamente menor. Desde o anúncio da operação, porém, os papéis de Itaú Unibanco, Bradesco e Banco do Brasil subiram forte na bolsa. "A oferta do Santander acabou chamando a atenção para o Brasil e o setor bancário em especial", afirma o gestor de fundos de um banco estrangeiro.

Para esse profissional, o interesse dos grandes investidores na operação não está relacionado ao preço caro ou barato. "O estrangeiro enxerga no banco uma oportunidade de lucrar com a perspectiva de crescimento do País nos próximos anos."

O fato de o Santander já possuir uma marca conhecida do exterior e ter se saído bem durante a crise financeira também credencia a oferta, segundo a fonte. Até mesmo a escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016 ajuda na divulgação da oferta. "O Brasil está na moda, e não só no plano financeiro", resume.

Os grandes volumes envolvidos na oferta deve colocar os papéis do banco nos principais índices de ações internacionais, como o MSCI, criado pelo Morgan Stanley, o que atrairá um outro tipo de investidor para a operação. "Fundos estrangeiros que atuam de forma indexada ao índice precisarão comprar os papéis do Santander para não ficarem desenquadrados", observa um outro profissional de mercado.

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Dados econômicos e Jogos Olímpicos impulsionam abertura do Ibovespa Futuro

Dados econômicos e Jogos Olímpicos impulsionam abertura do Ibovespa Futuro

Por: Rafael de Souza Ribeiro
05/10/09 - 09h07
InfoMoney

SÃO PAULO - O Ibovespa Futuro abre a sessão desta segunda-feira (5) em alta de 0,70%, aos 61.700 pontos, com o mercado ponderando os dados econômicos publicados na Europa e de olho nos benefícios dos Jogos Olímpicos no Brasil.

A escolha do Rio de Janeiro como cidade-sede animou os investidores, que buscam as
ações a se beneficiarem com os ganhos dos investimentos em infraestrutura. Entre os papéis, destaque para os ativos ligados ao setor de construção civil e siderurgia.

Na Zona do Euro, o setor de serviços expandiu-se pela primeira vez em 16 meses em setembro, enquanto as vendas do varejo recuaram menos do que o esperado durante o mês de agosto.

Posições em aberto na BM&F

Até o
pregão sexta-feira, os investidores institucionais (fundos de pensão, fundos de investimentos e bancos de investimentos) tinham posições vendidas em aberto de 70,43 mil contratos de Ibovespa Futuro e compradas de 46,02 mil contratos, ou seja, um saldo negativo de 24,41 mil contratos.

Na outra ponta do mercado estão os investidores estrangeiros, que tinham posições compradas em aberto de 61,73 mil contratos de índice futuro e vendidas de 37,85 mil, o que garante um saldo positivo de 23,88 mil contratos.

Abertura nos EUA

Nos EUA, o contrato futuro do S&P500 opera a 1.026,50 pontos, alta de 5,72 pontos em relação ao valor justo, o que indica uma abertura do S&P 500 com valorização de 0,56% em relação ao último fechamento.

Já o futuro do
Nasdaq 100 aponta uma abertura do índice das blue chips de tecnologia a 1.683,25 pontos, valorização de 0,67% frente à última sessão.

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Oferta do Santander: prazo para reservar units termina nesta segunda-feira

Oferta do Santander: prazo para reservar units termina nesta segunda-feira


Por: Giulia Santos Camillo
05/10/09 - 08h10
InfoMoney

SÃO PAULO - Os investidores não institucionais que desejarem participar da oferta primária de units do Santander têm até esta segunda-feira (5) para reservar os papéis do banco. Conforme o cronograma da operação, o preço das units será fixado na próxima sessão.

O Santander colocará inicialmente 525 milhões de units, representativas cada uma de 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais de emissão da instituição. A distribuição será realizada no Brasil e no exterior, através de mecanismos de investimento regulamentados pela legislação brasileira ou por ADRs (American Depositary Receipts).

Enquanto as ações ordinárias e preferenciais do banco são negociadas no mercado brasileiro sob os códigos
SANB3e SANB4, as units ofertadas serão listadas no Nível 2 da BM&F Bovespa, sob o código SANB11. A estreia ocorrerá no dia 7 de outubro.

Captação pode chegar a R$ 15,6 bilhões

A fixação do preço será feita após a efetivação dos pedidos de reservas e a conclusão do procedimento de
bookbuilding. Porém, os coordenadores da oferta estimam que o preço de subscrição por unit ficará entre R$ 22,00 e R$ 25,00.

Se considerado o piso das projeções, a operação pode
movimentar, no mínimo, R$ 11,550 bilhões. Contudo, se for considerado o teto das estimativas e as opções de lotes suplementar e adicional forem exercidas integralmente, a captação da oferta poderá atingir R$ 15,625 bilhões, sendo a segunda maior distribuição do Brasil.


Operação da Oferta
Quantidade de papéis
Distribuição Pública Primária
525.000.000 units
Opção de Lote Suplementar *
Até 75.000.000 units
Opção de Lote Adcional**
Até 25.000.000 units

*Até 14,29% da quantidade de ações inicialmente ofertada
*
Até 4,76% da quantidade de ações inicialmente ofertada

O coordenador líder da oferta será o próprio Santander, fato que é listado pelo banco como sendo um dos
principais riscos da operação. O Credit Suisse, a Merrill Lynch e o BTG Pactual também atuarão como coordenadores contratados.

Homologação do aumento de capital

Outro risco da oferta é que o Banco Central ainda não aprovou a homologação do aumento de capital. Até a situação ser resolvida, as units serão formadas, cada uma, por 48,125 recibos de subscrição representativos de uma
ação ordinária cada um, por 43,750 recibos de subscrição representativos de uma ação preferencial cada um, por 6,875 ações ordinárias e por 6,250 ações preferenciais, "considerando a não colocação das units adicionais". Os papéis serão convertidos em até 10 dias após a homologação.

Público-Alvo

Visando incentivar seus funcionários e clientes a investirem na distribuição, o Banco Santander realizará uma oferta prioritária, além da oferta de varejo e institucional, conforme os termos abaixo:

Oferta Prioritária
- De acordo com o Santander, a oferta de varejo será destinada prioritariamente, em proporção equivalente a 5% das units da distribuição global, aos funcionários do banco, sendo observado o valor mínimo de investimento de R$ 1.000 e máximo de R$ 300.000 por funcionário ou administrador. Para os funcionários, o banco disponibiliza um plano de incentivo que possibilitará o empréstimo de um valor mínimo de R$ 1.000, limitado ao valor máximo do salário bruto mensal de cada um.

Ademais, a instituição destinará o equivalente a 10% da oferta global a investidores não institucionais que sejam correntistas do Santander ou do ABN Amro Real, com a data base em 5 de outubro deste ano. O intervalo de investimento para estes correntistas é de, no mínimo, R$ 3.000 e, no máximo, R$ 300.000.

Vale lembrar que os funcionários, administradores e clientes do Santander que quiserem participar da oferta prioritária terão, obrigatoriamente, que efetuar o pedido de reserva através da Santander Corretora, enquanto o cliente do Banco Real que for cadastrado na Real Corretora deverá realizar o pedido na própria instituição. Já os clientes do Real que não forem cadastrados, deverão realizar o cadastro e o pedido de reservas junto à Santander Corretora.

Caso a totalidade de pedidos de reserva de units realizados por em ambas as ofertas ultrapasse o montante de papéis destinados a cada grupo, o critério de rateio será a
divisão igualitária e sucessiva dos units até o limite de R$ 3 mil. Uma vez atendido o primeiro critério, os papéis destinadas aos investidores prioritários remanescentes serão rateados proporcionalmente ao valor dos respectivos pedidos de reserva não atendidos, limitado ao valor individual de cada pedido de reserva.

Oferta de Varejo
- Para os demais investidores não institucionais, será destinado um montante de no mínimo 10% e no máximo 20% dos units inicialmente ofertados, com pedidos de reserva entre R$ 3.000 e R$ 300.000. Caso a demanda ultrapasse a oferta, o critério de rateio utilizado será o mesmo da oferta prioriária.

Oferta Institucional
- As units objeto da oferta brasileira que não forem colocadas na oferta de varejo, incluindo a prioriátia, serão destinadas à oferta institucional.

Confira a agenda da oferta:


Eventos da Oferta
Data
Publicação de Aviso ao Mercado e Início do Procedimento de Bookbuilding
21 de setembro
Início do Período de Reservas para Pessoas Vinculadas
28 de setembro
Encerramento do Período de Reservas para Pessoas Vinculadas
28 de setembro
Início do Período de Reservas da Oferta de Varejo
28 de setembro
Encerramento do Período de Reservas da Oferta Prioritária
05 de outubro
Fixação do Preço por Unit (encerramento do Procedimento de Bookbuilding)
6 de outubro
Início do Prazo para Exercício da Opçãode Lote Suplementar
6 de outubro
Início das negociações na Bovespa
7 de outubro
Liquidação Financeira da Operação
13 de outubro
Encerramento do Prazo para Exercício da Opção de Lote Suplementar
6 de novembro
Data limite para a publicação do anúncio de encerramento da oferta
13 de novembro

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Saldo dos investidores estrangeiros na Bovespa fica positivo no mês de setembro

Saldo dos investidores estrangeiros na Bovespa fica positivo no mês de setembro


Por: Rafael de Souza Ribeiro
05/10/09 - 07h20
InfoMoney

SÃO PAULO - O fluxo de recursos dos investidores estrangeiros para o mercado de ações brasileiro ficou novamente positivo em setembro, conforme dados publicados pela BM&F Bovespa.

No acumulado do último mês, as compras somaram cerca de R$ 39,259 bilhões, contra R$ 35,222 bilhões de vendas; ou seja, saldo positivo de R$ 4,037 bilhões.

Em agosto, o saldo de
negociações dos investidores estrangeiros na Bovespa fechara positivo em R$ 1,654 bilhão. Em 2009, o fluxo de recursos está positivo em aproximadamente R$ 18 bilhões.

Volume médio diário

O volume médio diário de negócios no último mês subiu 2,0% perante o mês de agosto, com média de R$ 5,439 bilhões.

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Coinvalores lista cinco apostas em carteira recomendada para semana

Coinvalores lista cinco apostas em carteira recomendada para semana


Por: Equipe InfoMoney
05/10/09 - 08h41
InfoMoney

SÃO PAULO - A Coinvalores divulgou sua carteira para o período entre os dias 5 e 9 de outubro, com cinco ações recomendadas, sendo que quatro delas pertencem ao Novo Mercado da BM&F Bovespa.

Em meio ao mês de setembro positivo no mercado acionário, colaborado por eventos como a elevação do Brasil ao patamar "grau de investimento" e às melhores projeções do FMI (Fundo Monetário Internacional) sobre a economia mundial, a corretora espera uma semana tranquila, com a "agenda econômica e corporativa podendo sustentar o viés positivo de longo prazo para os investimentos em bolsa".

Confira a carteira recomendada para a semana:


Empresa
Código
Preço-Alvo
Upside*
São Martinho
SMTO3
R$ 20,00
11,7%
Hypermarcas
HYPE3
R$ 42,00
20,3%
MRV
MRVE3
Em revisão
-
Telemar
TNLP4
Em revisão
-
Dasa
DASA3
Em revisão
-

*Com base nas cotações de fechamento em 2 de outubro

São Martinho

Em meio às fortes chuvas no mês de setembro, as plantações de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do País foram fortemente prejudicadas, impulsionando os preços da commodity no mercado. Além disso, a perspectiva de vendas de veículos flex tanto neste ano quanto em 2010 projeta um cenário mais confortável para os preços do etanol.

Hypermarcas

Além de a companhia atuar nos segmentos que apresentam maiores expectativas de expansão, os analistas da corretora destacam seu histórico de aquisições bem sucedidas, o que contribui para a recomendação positiva.

MRV

Acreditando que o programa "Minha Casa, Minha Vida" do governo federal dá ajudar a impulsionar as vendas de imóveis de baixa renda, a Coin ainda destaca o mês negativo das ações da MRV, enquanto o Ibovespa fechou setembro no azul. Os papéis da construtora também mostram-se atrasados perante seus pares do setor.

Telemar

Com os ativos da companhia em atraso frente a outras ações do segmento, os especialistas acreditam que a sinergia a ser gerada pela fusão com a Brasil Telecom deva começar a emitir sinais mais significativos a partir de 2010. Pensando em ganhos a médio e longo prazo, a Coin vê nesses papéis "uma grande oportunidade de compra".

Dasa

Mesmo com a forte valorização acumulada ao longo de 2009 - que já ultrapassa 100% -, as ações da companhia ainda são uma boa sugestão para investidores que priorizem o longo prazo, tendo em vista a resiliência de seu negócio de atuação ao momento de desaceleração econômica.

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Bom dia ADVFN - Os Jogos Olímpicos de 2016 e a Bolsa de Valores

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta segunda-feira

Nada muito a se preocupar nesta segunda-feira, se depender dos eventos cadastrados na agenda do investidor. No Brasil, será divulgado o Relatório Focus e a Balança Comercial, o que não deverá trazer volatilidade aos mercados. Nos Estados Unidos, apesar de maior peso, a divulgação do Nível de Atividade Não-Industrial (ISM Services) não deverá balançar os ativos.

Os Jogos Olímpicos de 2016 e a Bolsa de Valores

Rio de Janeiro foi confirmado como sede para os dos Jogos Olímpicos de 2016 e os investidores não perderam tempo em especular qual impacto isto trará à economia do Brasil. Num apanhado geral, encontram-se no mercado apenas comentários positivos, principalmente sobre empresas ligadas ao setor de construção civil e aéreo. Guido Mantega, ministro da Fazenda, afirmou que "O Brasil vai ser mais conhecido e a infraestrutura turística será melhor, com a construção de hotéis", além disto, "serão feitos investimentos e vamos atrair investimentos estrangeiros. A economia vai se movimentar positivamente".

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Preços de Santander e Gol saem nesta semana

Preços de Santander e Gol saem nesta semana

Elzio Barreto, Bloomberg, de São Paulo 05/10/2009

Na posição de maior oferta pública de ações do mercado americano em 18 meses, a venda das ações da unidade brasileira do banco Santander provavelmente atrairá bastante demanda neste início de semana, mesmo com alguns investidores titubeando sobre o preço das ações. As reservas das ações vão até hoje, e o preço de emissão será fechado amanhã.

O banco poderá arrecadar até R$ 15,6 bilhões com a oferta, valor recorde para uma empresa brasileira e o maior do mundo desde o lançamento de ações da Visa em março de 2008.

A unidade do maior banco da Espanha, o Santander, pode se beneficiar de uma leva de fundos de ações de mercados emergentes e das expectativas de crescimento do crédito no país, maior economia da América Latina.

Ainda assim, após a alta da Bovespa, o mercado de ações no país pode estar um tanto caro. Dúvidas sobre a lucratividade do Santander Brasil e a forte concorrência do Itaú Unibanco e Bradesco, os dois maiores bancos privados do país em termos de ativos, também podem afetar a demanda pelas ações.

"É óbvio que o Santander é uma companhia de qualidade espetacular, mas em termos de estrutura de ativos, rentabilidade e o fato de que eles talvez tenham que distribuir todo aquele capital... Talvez o preço seja um pouco ambicioso", disse Clecius Peixoto, que ajuda a gerir US$ 18 bilhões em mercados acionários emergentes na Emerging Markets Management, em Arlington, Virgínia.

Peixoto afirmou ainda que a oferta do Santander Brasil "não é nenhuma pechincha", mas considera comprar as ações devido às projeções de crescimento do país.

A relação entre preço e lucro do Santander é de cerca de 14 vezes, não muito diferente da média de 14 a 15 de seus concorrentes Bradesco e Itaú Unibanco. O fato de o banco já ter dois fortes rivais pode forçá-lo a abaixar o preço da oferta, segundo o analista da Renaissance Capital Nick Einhorn.

A subsidiária brasileira do Santander está ofertando 525 milhões de units em Nova York e em São Paulo. O preço sugerido vai de R$ 22 e R$ 25 cada uma.

As ações vão estrear na bolsa de São Paulo no dia 7 de outubro sob a sigla "SANB11", e na bolsa de Nova York sob a sigla "BSBR".

A oferta de ações da Gol Linhas Aéreas também termina nesta semana. Encerrado o período de reserva da oferta prioritária, o investidor de varejo tem até o dia 7 para pedir os papéis. O preço das ações será fixado no dia 8. Com os lotes suplementar e adicional, a oferta pode movimentar cerca de R$ 1,2 bilhão.

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A captação bilionária da Petrobras

A captação bilionária da Petrobras

José Sérgio Gabrielli foi categórico: a capitalização da Petrobras prevista para 2010 originará a maior subscrição de capital de uma empresa no mundo. O processo de subscrição acionária pilotado pela União permitirá à companhia uma capitalização de até US$ 90 bilhões. Se concretizada, essa entrada maciça de dinheiro para viabilizar o pré-sal virá de duas fontes. O governo entrará com a subscrição de 33% do capital social da empresa - em torno de US$ 30 bilhões, mas pagará esse valor em barris de petróleo. E os acionistas minoritários (67%) terão o direito de aumentar sua parcela acionária na mesma proporção, o que garantiria à empresa um montante em torno de US$ 60 bilhões. Resta saber até que ponto a captação colossal pode beneficiar ou prejudicar o mercado financeiro do Brasil.

PALAVRA DE ANALISTA

Aumentar a participação em Petrobras é quase uma questão filosófica. Para se chegar a uma resposta, leva-se em conta a confiança no petróleo como combustível, na Petrobras como empresa e no governo como respaldo para a operação bilionária. Para Luiz Otávio Broad, da Ágorainvest, mesmo se não optar pela subscrição, o acionista fará um bom negócio. "Se ele não quiser aumentar a participação, terá em mãos papéis de uma empresa que vai crescer muito mais. Ele sai ganhando em qualquer cenário", diz ele. As ações PN acumulam 48,7% de alta em 2009 e ainda não se recuperaram do tombo de 2008.

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SAFRA Semanal - 02/10/2009

*SAFRA Semanal - 2/10/2009*

*Inflação* – O IPCA de setembro deve registrar alta de 0,27%, superior à
variação do mês anterior (0,15%). Em nossa visão, a taxa de inflação em
doze meses do grupo serviços deve continuar em trajetória de gradual
desaceleração. Já para o IGP-DI do mesmo mês, projetamos inflação de
0,30%, também superior ao resultado de agosto (0,09%)

*Internacional* – Esperamos que o Banco Central da Zona do Euro (BCE)
mantenha a taxa básica de juros inalterada em 1,00% a.a. na reunião
desta semana

*Internacional* – A mediana das estimativas do mercado aponta para
déficit comercial norte-americano de US$33 bilhões em agosto, após
déficit de US$32,0 bilhões em julho. Se confirmada essa estimativa, o
déficit comercial acumulado nos doze meses encerrados em agosto terá
atingido US$445,0 bilhões, resultado 38,4% inferior ao observado no
mesmo mês de 2008

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Wakeup call - 05.10.09

Still risk-willingness in the FX-market

EUR and AUD edging higher. USD and JPY lower. Also High Yield was picked up on Friday, but still very bad job figures from the US.

· Horrible labor market data on Friday: NFP dropped 263K. UR increased to 9.8%, avg. Weekly Hours decreased to 33. Participation Rate dropped to 65.2% (-0.3%). In other words: If PR had been unchanged, UR would have been above 10%. Still no indication of stabilization of job losses.

· Signs of risk-willingness in the FX market: EUR and AUD edging higher. USD and JPY lower. Also: High Yield being picked up on Friday.

· Watch out for the CRB index, which is close to breaking trendline support since March. That is a potential negative today.

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Sexta-feira, Outubro 02, 2009

Especialistas recomendam compra de units do Santander

Especialistas recomendam compra de units do Santander

Com uma postura agressiva de investimentos, expectativa é de que o banco espanhol confira bons retornos aos investidores no longo prazo

Por Francine De Lorenzo 30.09.2009 17h51

Os especialistas estão otimistas com o Santander Brasil. Não só com o desempenho dos papéis que começam a circular na Bovespa no dia 7 de outubro, mas também com os projetos do banco espanhol no país. Embora a instituição não seja apontada como a melhor do setor, os analistas veem na oferta de units (união de ações ordinárias e preferenciais em um único papel) uma oportunidade para a compra dos papéis com desconto - obtendo lucros no longo prazo. "O setor bancário no Brasil é um ótimo investimento. Outras economias do porte do Brasil não garantem aos investidores do setor bancário um retorno tão atraente quanto a brasileira. O Santander pode não ser a melhor opção do setor, mas está entre as melhores", diz Antonio Bento Furtado de Mendonça Neto, vice-presidente da consultoria Solving Efeso.
A destinação de 70% dos recursos levantados com a oferta para a ampliação da rede de atendimento e concessão de crédito expõe a magnitude dos planos da instituição para o Brasil. A expectativa é de que a operação renda até 15 bilhões de reais ao Santander Brasil, podendo ser a maior oferta de ações já realizada na Bovespa. Caso a cifra se confirme, resultará em um investimento de mais de 10 bilhões de reais. "Com todo esse caixa, o banco vai ter condições de melhorar consideravelmente sua rentabilidade", avalia Daniella Marques, sócia da Oren Investimentos. Em sua visão, não será difícil alcançar tal montante. "Por ser uma instituição com um nome muito forte lá fora e bem estruturada, é provável que desperte fortemente o interesse dos estrangeiros", diz Daniella.
O grande potencial de ampliação do crédito no país, diante de um cenário de queda de juros e aumento de renda e emprego, também chama a atenção dos investidores de outros países. O Brasil ainda é um país com baixo volume de empréstimos, totalizando 45% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto em países da Europa e nos Estados Unidos esse percentual ultrapassa 100%. Para 2010, os estudos da Oren Investimentos apontam uma expansão de 20% no crédito no país.
"O Santander tem a vantagem de ser forte em dois dos segmentos de maior potencial de crescimento no Brasil: crédito imobiliário e para infra-estrutura", destaca Luis Miguel Santacreu, analista da consultoria Austin Ratings.Além disso, o desempenho da instituição deve melhorar à medida que forem sendo incorporados os ganhos de sinergia e eficiência resultantes da compra do Banco Real. O grande desafio, segundo os especialistas, fica por conta do aumento da rentabilidade, já que o retorno do banco está aquém do apresentado pelos concorrentes. "A estratégia do Santander é mais agressiva que a de seus pares. Num cenário de bonança, como é esperado para os próximos meses, isso deve gerar resultados superiores aos da concorrência", avalia João Augusto Frota Salles, analista da consultoria Lopes Filho.

Riscos, dividendos e liquidez

Ao ser mais agressivo que os rivais, o Santander também assume maiores riscos - o que pode ser perigoso em caso de mudança de cenário. Salles, entretanto, ressalta que o Santander foi um dos poucos bancos com atuação global a não ter problemas com o subprime (hipotecas de alto risco). O Índice de Basiléia, indicador de solvência utilizado por bancos de todo o mundo, mostra que o Santander Brasil encontra-se no mesmo patamar de solidez de Bradesco, Itaú Unibanco e Banco do Brasil.

Mas o fato de o banco ter um controlador estrangeiro confere aos investidores um risco adicional. "Os acionistas no Brasil também correrão os riscos da matriz, que atende a uma legislação diferente da brasileira. Mesmo a operação no país sendo gerida por profissionais de primeira linha, sempre haverá a influência da matriz sobre os negócios", afirma Mendonça Neto.

Em compensação, o prospecto preliminar da oferta de units destaca a intenção do banco de elevar sua distribuição obrigatória de dividendos de 25% para 50% do lucro líquido anual. O intuito de tal medida, na avaliação de Salles, é superar os valores oferecidos pelos concorrentes. O Bradesco tem a política de distribuir anualmente 30% de seu lucro líquido, enquanto os estatutos de Itaú Unibanco e Bradesco estabelecem 25%. Em 2008, entretanto, o Bradesco distribuiu 35%, o Itaú Unibanco pagou 32% e o
Banco do Brasil, 40%.

A oferta de units tem corpo para colocar os papéis do Santander entre os mais negociados da Bovespa. O banco espanhol já tem ações na bolsa, mas sua liquidez é baixa. Os especialistas acreditam que já no ano que vem os papéis deverão entrar no Ibovespa.

Os grandes do setor bancário
Banco
Valor de mercado (R$ bilhões)
Patrimônio Líquido (R$ bilhões)
Lucro Líquido (R$ bilhões)
Rentabilidade Anualizada (%)
Índice de Basiléia (%)
Bradesco
96,3
37,3
4,0
22,27
17,00
Banco do Brasil
78,5
32,4
4,0
24,96
15,30
Itaú Unibanco
142,5
47,3
4,6
18,99
16,50
Santander Brasil
78,2
49,4
1,0
9,88
16,99
* Dados do último balanço divulgado
Fontes: Economática e consultoria Lopes Filho

Investidor já pode reservar ações

Os investidores têm até o dia 5 de outubro para solicitar a sua corretora a compra de units do Santander. As reservas podem ser feitas com o valor mínimo de 3.000 reais e máximo de 300.000 reais. A expectativa dos coordenadores da operação é de que o preço dos papéis seja fixado entre 22 reais e 25 reais, mas o valor só será conhecido no dia 6 de outubro.

Serão ofertadas 525.000.000 units, cada uma formada por 55 ações ordinárias e 50 ações preferenciais. Havendo demanda, poderão ser colocados mais dois lotes, um suplementar e um adicional, somando mais 100.000.000 units. Os investidores de varejo ficarão com até 20% da oferta, sendo que funcionários e clientes do Santander Brasil terão prioridade na compra.

O aumento de capital decorrente da oferta de units deverá ser aprovado pelo Banco Central, mas não há um prazo para que isso aconteça. Após a homologação, as units serão convertidas em ações do banco.

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Banco Rendimento compra 65% do Concórdia

Banco Rendimento compra 65% do Concórdia

01 de Outubro de 2009 19:23

O Banco Rendimento comprou 65% do Banco Concórdia, uma das empresas da Concórdia Holding, braço financeiro da Sadia. O valor do negócio não foi revelado. Membros da família Furlan - Luiz Gotardo Furlan e Caio Weil Villares - ficaram com o restante da participação acionária. A partir dessa transação, o banco Rendimento pretende ampliar sua atuação na oferta de crédito para pequenas, médias e grandes empresas do agronegócio. O acordo, que teve início há cerca de 45 dias, será submetido ao crivo do Banco Central (BC). Segundo o presidente do Banco Rendimento, Abramo Douek, a ampliação da carteira de crédito e o acesso a clientes do agronegócio foram os principais atrativos do Banco Concórdia. "Com a aquisição, pretendemos que a nossa carteira de crédito passe dos atuais R$ 350 milhões para R$ 500 milhões em 180 dias", disse. O Banco Concórdia havia sido criado pela Sadiapara financiar os seus fornecedores, mas em razão dos problemas financeiros enfrentados pela empresa com o episódio dos contratos derivativos, as atividades foram praticamente suspensas. No entanto, o sistema para a sua operação já havia sido montado, estrutura que será aproveitada agora pelo Rendimento. Além disso, os próprios fornecedores da BRF Brasil Foods (empresa resultante da fusão entre Sadia, e Perdigão) passam a ser potenciais clientes para a instituição financeira. "Não existe exclusividade para trabalharmos com a BRF, mas digamos que há uma certa empatia entre o banco e a empresa", disse Douek. O executivo ainda prevê sinergias entre os clientes do banco e da Concórdia Corretora, que fica nas mãos de Luiz Fernando Furlan, Caio Weil Villares e Luiz Gotardo Furlan (respectivamente genro e filho do ex-ministro e também acionistas do banco). No entanto, Douek descarta a possibilidade de a aquisição se estender também à corretora. A Concórdia Corretora administra R$ 4,2 bilhões em investimentos no mercado financeiro, tanto de clientes institucionais, como de empresas e pessoas físicas. A empresa tem mais de cinco mil clientes ativos com recursos aplicados nos mercados de renda fixa, variável e de futuros. Por imposição da Perdigão, a holding financeira que pertencia à Sadia não foi incluída na negociação que deu origem à BRF.

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Quinta-feira, Outubro 01, 2009

Our Mood for Today - 01.10.09

Reflecting the good moment of our economy it seems that the Central Bank President Henrique Meirelles had a meeting with Mr. Lula presenting his view of the current situation of our economy. He had confirmed the extremely positive trend and his desire to adopt a more proactive approach and increase the SELIC rate until the end of 2009 and have the possibility, depending on the markets behavior after the CB actions, to reduce that Rate until the end of 2010... That would be a good movement and could also help Mr. Lula's election strategy during 2010. Based on that we are adopting a SHORTXLONG strategy on the JAN11xJAN12 DI contracts around here aiming to get advantage of this situation.

The FGV IPC-S for the end of September has registered a rise of 0.18%, next to our projection (0.21%), slowing from 0.33% a week earlier. Once again the dynamics of food prices, now trending down, have determined the behavior of the index. Dairy products, rice and beans have continued to fall and prices of unprocessed foods have continued to decelerate. The main source of upside pressure has been the rise in clothing prices.

The Ministry of Development, Industry & Trade (MDIC) issues merchandise trade statistics for September. We estimate a surplus of US$2.2 billion, down from US$3.1 billion in August. Exports will have totaled US$14.1 billion, for a year-over-year decrease of 29.6%. Imports will have totaled US$11.9 billion, down 31.1% year over year.

Analyzing each market now:

- Currency Market: Same story... We uphold our call and recommend some LONG position on the BRL! Next support is around the 1.75 levels!!! Let's BUY BRL!!!!

- Interest Rate Market: As mentioned above we recommend some SHORTXLONG on the JAN11XJAN12 DI Contracts around here...

- Stock Exchange Market: The ISM came worst than expected, not good. Now the PAYROLL tomorrow... Together with the stocks we recommend some PUTS to hedge the positions...

- Sovereign and Corporate Debt Market: The Republic of Brazil has printed USD 1.25 bi with its new 2041 issue. Good demand with a record low Coupon of 5.625%.... Also Embraer has priced its 2020 new issue. It came at 6.50% as we expected with some juice for the secondary market... Demand reached almost USD 4 bi reflecting the good moment of Brazil and Brazilian Assets... Market continues to be well supported by the new money coming and that should continue for a while... We keep our constructive bias for the corporate market during this month of new issues... Brazil 5Y CDS is trading around 130 bps (+4bps). BR 40 is trading around 177 SOT (+3bps).

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Esqueça gurus: estrategista recomenda quatro regras para sucesso com ações

Esqueça gurus: estrategista recomenda quatro regras para sucesso com ações

Por: Vitor Silveira Lima Oliveira
01/10/09 - 11h00
InfoMoney

SÃO PAULO - Descrente nos gurus e na magia das projeções de analistas, o estrategista-chefe da AMP Capital reforçou sua confiança na manutenção da disciplina com as ações, destacando quatro pontos fundamentais para qualquer investidor.

Antes de revelar suas dicas, Shane Oliver não esconde o ceticismo com as projeções e -principalmente - com as previsões de catástrofes nos mercados. Especialmente nos últimos dois anos: com a montanha-russa vivenciada no
mundo dos investimentos, o desafio somente parece ter aumentado.

Sua principal crítica tem endereço certo. "Os gurus podem ter seu lugar ao sol por um tempo, mas costumam levar anos - antes ou depois - perdendo dinheiro por suas grandes ideias", afirma com certo desdém o economista.

Exageros

Em sua visão, as previsões catastróficas teriam repercussão exagerada em função da preocupação maior de investidores relativa a eventuais perdas frente à possibilidade de ganhos, citando alguns estudos de finanças comportamentais que corroboram a ideia.

Além de não serem imunes de suas limitações psicológicas, como todas as outras pessoas, os investidores têm dificuldade em obter detalhes das previsões, como cenário de riscos, além de frequentemente ignorarem a revisão constante das estimativas pelos próprios autores, com base em novas informações econômicas.

Quatro regras

Para fazer frente ao temperamento arredio dos mercados, o investidor precisa reconhecer suas deficiências. "Você não pode esperar ser sempre melhor que milhões de investidores", pondera Shane Oliver, que sugere quatro regras para otimizar os ganhos de investidores no mercado.

Em primeiro lugar, é preciso respeitar o mercado. Nem sempre a racionalidade impera e, por mais certo em relação à tendência que o investidor esteja, o mercado pode sempre permanecer em sua loucura por mais tempo que o suportável pelo bolso do investidor.

Como no boxe, o investidor deve evitar ações estúpidas que o tirem da disputa. "Ganhe por não perder", ressalta o estrategista da AMP Capital. A segunda regra diz respeito à atuação disciplinada, que deve residir na definição de uma estratégia de longo prazo, ou ainda na adoção de uma ampla gama de indicadores.

Entram na conta o valuation, leituras do ciclo econômico vigente, atenção à liquidez... no entanto, todas as informações devem ser filtradas pela parcimoniosa atuação do investidor. "O problema é que isto pode ser mais custoso e consumir mais tempo do que os investidores estão preparados para aguentar", ressalta Oliver.

Outra regra importante é sempre considerar as opiniões contrárias à sua, forçando seu teste constante. Um
stop loss pode ajudar na hora de reavaliar o posicionamento. Por fim, mas não menos importante, é considerar a fragilidade psicológica dos investidores. "Deixe seu ego da porta para fora" é o recado do estrategista.

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Wakeup call - 01.10.09

ISM Manufacturing to disappoint?

Chicago PMI was much worse than expected yesterday - especially new orders and order backlogs were poor.

· A lot of data out today. Most important is probably the ISM Manufacturing. We believe that it could disappoint by coming out at 51 or below.

· Despite a lower than expected Chicago PMI, stocks were able to regain the lost territory and the HY universe is still doing okay.

· EUR is under pressure from event-risk: Today, Ireland will be voting on the Lisbon Treaty and at a “no”, the EC faces a tough challenge, which perhaps would lead to a “two-phased” Europe.

· Most treasury markets show strength and are about to make new highs. Watch Bunds.

· SNB intervened yesterday and sent EURCHF two figures higher. It fell back one figure, though.

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Bom dia ADVFN - FMI: recuperação mundial já começou

Notícias em destaque

Agenda do investidor para esta quinta-feira

Outubro inicia trazendo uma agenda repleta de indicadores importantes ao investidor. No Brasil, o destaque fica por conta da Balança Comercial de setembro. Nos Estados Unidos, a agenda está mais cheia e os destaques ficam por conta do índice ISM, responsável por medir a atividade industrial do país, também por conta da divulgação do núcleo do PCE (Personal Consumption Expenditures), principal medida de inflação utilizada pelo Federal Reserve, e diversas ainformações sobre o setor imobiliário e renda/gastos pessoais.

FMI: recuperação mundial já começou

Em uma entrevista coletiva na Turquia, o presidente do FMI (Fundo Monetário Internacional), Dominique Strauss-Kahn, relatou que a recuperação mundial é fato e o crescimento está voltando. Apesar de bastante otimista, Strauss-Kahn reforça o problema do desemprego, onde enquanto este estiver em níveis altos, é delicado afirmar que a crise foi extinta por completo. De qualquer forma, o Fundo optou por revistar para cima a estimativa de crescimento mundial em 2010, saindo de 2,5% para 3,1%. O Brasil e Estados Unidos também receberam melhorias na previsão do PIB em 2010. No Brasil, o indicador saiu de 2,5% para 3,5% e nos Estados Unidos, de 0,8% para 1,5%.

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