Sexta-feira, Março 31, 2006

EQUATORIAL ENERGIA: PEDIDO ATÉ R$ 5 MIL É ATENDIDO INTEGRALMENTE

AE, São Paulo, 31 - Na oferta de varejo das units da Equatorial Energia, os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5 mil. Sobre o valor excedente, foi aplicado o rateio de 23,18%. As ações estréiam na próxima segunda-feira no nível 2 de Governança Corporativa da Bovespa, sob o código EQTL11. Após bookbuilding, o papel foi fixado em R$ 14,50.

Cada uma das units representa uma ação ordinária e duas preferenciais da Equatorial. A integrará a carteira do Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC). A liquidação da oferta ocorrerá no dia 05/04/2006.
(Ana Paula Ragazzi)

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EQUATORIAL ENERGIA: PEDIDO ATÉ R$ 5 MIL É ATENDIDO INTEGRALMENTE

AE, São Paulo, 31 - Na oferta de varejo das units da Equatorial Energia, os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5 mil. Sobre o valor excedente, foi aplicado o rateio de 23,18%. As ações estréiam na próxima segunda-feira no nível 2 de Governança Corporativa da Bovespa, sob o código EQTL11. Após bookbuilding, o papel foi fixado em R$ 14,50.

Cada uma das units representa uma ação ordinária e duas preferenciais da Equatorial. A integrará a carteira do Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC). A liquidação da oferta ocorrerá no dia 05/04/2006.
(Ana Paula Ragazzi)

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EQUATORIAL ENERGIA: PEDIDO ATÉ R$ 5 MIL É ATENDIDO INTEGRALMENTE

AE, São Paulo, 31 - Na oferta de varejo das units da Equatorial Energia, os pedidos de reserva foram atendidos integralmente até o valor de R$ 5 mil. Sobre o valor excedente, foi aplicado o rateio de 23,18%. As ações estréiam na próxima segunda-feira no nível 2 de Governança Corporativa da Bovespa, sob o código EQTL11. Após bookbuilding, o papel foi fixado em R$ 14,50.

Cada uma das units representa uma ação ordinária e duas preferenciais da Equatorial. A integrará a carteira do Índice de Ações com Governança Corporativa Diferenciada (IGC). A liquidação da oferta ocorrerá no dia 05/04/2006.
(Ana Paula Ragazzi)

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CAEMI APROVA INCORPORAÇÃO DE SUAS AÇÕES PELA VALE

AE, São Paulo, 31 - A Caemi informa que seus acionistas, reunidos hoje, aprovaram a incorporação de suas ações pela Companhia Vale do Rio Doce. A diretoria da empresa foi autorizada a praticar todos os atos necessários à operação.
(Ana Paula Ragazzi)

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CAEMI APROVA INCORPORAÇÃO DE SUAS AÇÕES PELA VALE

AE, São Paulo, 31 - A Caemi informa que seus acionistas, reunidos hoje, aprovaram a incorporação de suas ações pela Companhia Vale do Rio Doce. A diretoria da empresa foi autorizada a praticar todos os atos necessários à operação.
(Ana Paula Ragazzi)

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CAEMI APROVA INCORPORAÇÃO DE SUAS AÇÕES PELA VALE

AE, São Paulo, 31 - A Caemi informa que seus acionistas, reunidos hoje, aprovaram a incorporação de suas ações pela Companhia Vale do Rio Doce. A diretoria da empresa foi autorizada a praticar todos os atos necessários à operação.
(Ana Paula Ragazzi)

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EQUATORIAL ENERGIA: UNIT É FIXADA EM R$ 14,50 APÓS BOOK

AE, São Paulo, 31 - A Equatorial Energia informa que, após processo de boobkbuilding, o preço das units alvo de oferta pública foi fixado em R$ 14,50. Cada Unit representa uma ação ordinária e duas preferenciais da companhia. A operação compreende a colocação de 38,4 milhões units e atinge R$ 556,8 milhões. Os papéis serão listados no Nível 2 da Bovespa na segunda-feira.

Conforme informou o editor-assitente Téo Takar, a maior parte dos pedidos se concentrava na metade do intervalo sugerido pela companhia, que variava de R$ 11,75 a R$ 15,75, ou seja, perto dos R$ 14,00. A demanda final teria sido próxima a 5 vezes e o investidor estrangeiro teria concentrado os papéis.
(Ana Paula Ragazzi)

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EQUATORIAL ENERGIA: UNIT É FIXADA EM R$ 14,50 APÓS BOOK

AE, São Paulo, 31 - A Equatorial Energia informa que, após processo de boobkbuilding, o preço das units alvo de oferta pública foi fixado em R$ 14,50. Cada Unit representa uma ação ordinária e duas preferenciais da companhia. A operação compreende a colocação de 38,4 milhões units e atinge R$ 556,8 milhões. Os papéis serão listados no Nível 2 da Bovespa na segunda-feira.

Conforme informou o editor-assitente Téo Takar, a maior parte dos pedidos se concentrava na metade do intervalo sugerido pela companhia, que variava de R$ 11,75 a R$ 15,75, ou seja, perto dos R$ 14,00. A demanda final teria sido próxima a 5 vezes e o investidor estrangeiro teria concentrado os papéis.
(Ana Paula Ragazzi)

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EQUATORIAL ENERGIA: UNIT É FIXADA EM R$ 14,50 APÓS BOOK

AE, São Paulo, 31 - A Equatorial Energia informa que, após processo de boobkbuilding, o preço das units alvo de oferta pública foi fixado em R$ 14,50. Cada Unit representa uma ação ordinária e duas preferenciais da companhia. A operação compreende a colocação de 38,4 milhões units e atinge R$ 556,8 milhões. Os papéis serão listados no Nível 2 da Bovespa na segunda-feira.

Conforme informou o editor-assitente Téo Takar, a maior parte dos pedidos se concentrava na metade do intervalo sugerido pela companhia, que variava de R$ 11,75 a R$ 15,75, ou seja, perto dos R$ 14,00. A demanda final teria sido próxima a 5 vezes e o investidor estrangeiro teria concentrado os papéis.
(Ana Paula Ragazzi)

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BHP: VALOR DE MERCADO SUPERA 100 BI DÓLARES AUSTRALIANOS (US$ 71 BI)

AE, Sydney, 31 - A BHP Billiton, líder mundial em mineração e principal exploradora de petróleo da Austrália, tornou-se a primeira companhia a ter um valor de mercado superior a 100 bilhões de dólares australianos, o que equivale a US$ 71,37 bilhões. As ações da empresa fecharam hoje com alta de 1,6%, a 28,03 dólares australianos (US$ 20,01), após atingirem o recorde histórico de 28,33 dólares australianos (US$ 20,22). As informações são de agências internacionais.
(Patricia Lara)

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BHP: VALOR DE MERCADO SUPERA 100 BI DÓLARES AUSTRALIANOS (US$ 71 BI)

AE, Sydney, 31 - A BHP Billiton, líder mundial em mineração e principal exploradora de petróleo da Austrália, tornou-se a primeira companhia a ter um valor de mercado superior a 100 bilhões de dólares australianos, o que equivale a US$ 71,37 bilhões. As ações da empresa fecharam hoje com alta de 1,6%, a 28,03 dólares australianos (US$ 20,01), após atingirem o recorde histórico de 28,33 dólares australianos (US$ 20,22). As informações são de agências internacionais.
(Patricia Lara)

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BHP: VALOR DE MERCADO SUPERA 100 BI DÓLARES AUSTRALIANOS (US$ 71 BI)

AE, Sydney, 31 - A BHP Billiton, líder mundial em mineração e principal exploradora de petróleo da Austrália, tornou-se a primeira companhia a ter um valor de mercado superior a 100 bilhões de dólares australianos, o que equivale a US$ 71,37 bilhões. As ações da empresa fecharam hoje com alta de 1,6%, a 28,03 dólares australianos (US$ 20,01), após atingirem o recorde histórico de 28,33 dólares australianos (US$ 20,22). As informações são de agências internacionais.
(Patricia Lara)

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BB ESTUDA DESDOBRAMENTO DE AÇÕES ANTES DE OFERTA SECUNDÁRIA

AE, Rio, 31 - O vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores do Banco do Brasil (BB), Aldo Luiz Mendes, revelou ontem que a instituição estuda um desdobramento de suas ações, antes da oferta secundária a ser promovida pelo BNDES e a Previ - ainda este ano. Em encontro com investidores promovido pela Abamec Rio, o executivo afirmou que o tema chegou a ser discutido em uma reunião hoje no banco. O objetivo é dar ainda mais liquidez aos papéis do BB.

O gerente de Relações com Investidores do banco, Marco Geovanni, acredita que a oferta secundária de ações poderá ser concretizada ainda no primeiro semestre. Com a operação, o Banco do Brasil espera triplicar seu free float na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), alcançando o patamar de 16% de suas ações ordinárias em circulação no mercado.

Geovanni está confiante que todos os bônus emitidos pela instituição em 1996 sejam subscritos a partir de hoje. O prazo para a subscrição termina em 30 de junho.

Na época, o bônus - lançado para incentivar acionistas a participarem de um aumento de capital - foi emitido a R$ 8,50 mais correção pelo IGP-DI. Hoje, esse valor está em R$ 21,69. “Esse é um excelente negócio para o detentor dos bônus que pode subscrever o papel a R$ 21,69 e vender as ações no mercado a cerca de R$ 50,00”, explicou.

Se a previsão de Giovanni for confirmada e todos os bônus forem subscritos, o “free float” das ações ordinárias do BB será ampliado em dois pontos percentuais, para 8,9%.

Geovanni prevê um cenário mais tranqüilo para o mercado de agronegócios este ano. O executivo informou que o banco já renegociou cerca de R$ 2 bilhões referentes a créditos agrícolas não pagos por produtores que sofreram com a seca no Sul e a perda de margens com valorização do real.

“O cenário para o agronegócio em 2006 é mais favorável. A safra prevista é de 121 milhões de toneladas de grão, mais dos que os 112 milhões de toneladas de 2005”, afirmou.

O executivo, porém, admitiu que o risco da carteira de crédito agrícola do banco subiu muito. Atualmente, a taxa de risco da carteira é de 9,4%, muito acima da média histórica de 2%. Segundo ele, esse percentual só deve começar a convergir para o patamar tradicionais a partir de 2007.
(Mônica Ciarelli)

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BB ESTUDA DESDOBRAMENTO DE AÇÕES ANTES DE OFERTA SECUNDÁRIA

AE, Rio, 31 - O vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores do Banco do Brasil (BB), Aldo Luiz Mendes, revelou ontem que a instituição estuda um desdobramento de suas ações, antes da oferta secundária a ser promovida pelo BNDES e a Previ - ainda este ano. Em encontro com investidores promovido pela Abamec Rio, o executivo afirmou que o tema chegou a ser discutido em uma reunião hoje no banco. O objetivo é dar ainda mais liquidez aos papéis do BB.

O gerente de Relações com Investidores do banco, Marco Geovanni, acredita que a oferta secundária de ações poderá ser concretizada ainda no primeiro semestre. Com a operação, o Banco do Brasil espera triplicar seu free float na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), alcançando o patamar de 16% de suas ações ordinárias em circulação no mercado.

Geovanni está confiante que todos os bônus emitidos pela instituição em 1996 sejam subscritos a partir de hoje. O prazo para a subscrição termina em 30 de junho.

Na época, o bônus - lançado para incentivar acionistas a participarem de um aumento de capital - foi emitido a R$ 8,50 mais correção pelo IGP-DI. Hoje, esse valor está em R$ 21,69. “Esse é um excelente negócio para o detentor dos bônus que pode subscrever o papel a R$ 21,69 e vender as ações no mercado a cerca de R$ 50,00”, explicou.

Se a previsão de Giovanni for confirmada e todos os bônus forem subscritos, o “free float” das ações ordinárias do BB será ampliado em dois pontos percentuais, para 8,9%.

Geovanni prevê um cenário mais tranqüilo para o mercado de agronegócios este ano. O executivo informou que o banco já renegociou cerca de R$ 2 bilhões referentes a créditos agrícolas não pagos por produtores que sofreram com a seca no Sul e a perda de margens com valorização do real.

“O cenário para o agronegócio em 2006 é mais favorável. A safra prevista é de 121 milhões de toneladas de grão, mais dos que os 112 milhões de toneladas de 2005”, afirmou.

O executivo, porém, admitiu que o risco da carteira de crédito agrícola do banco subiu muito. Atualmente, a taxa de risco da carteira é de 9,4%, muito acima da média histórica de 2%. Segundo ele, esse percentual só deve começar a convergir para o patamar tradicionais a partir de 2007.
(Mônica Ciarelli)

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BB ESTUDA DESDOBRAMENTO DE AÇÕES ANTES DE OFERTA SECUNDÁRIA

AE, Rio, 31 - O vice-presidente de Finanças, Mercado de Capitais e Relações com Investidores do Banco do Brasil (BB), Aldo Luiz Mendes, revelou ontem que a instituição estuda um desdobramento de suas ações, antes da oferta secundária a ser promovida pelo BNDES e a Previ - ainda este ano. Em encontro com investidores promovido pela Abamec Rio, o executivo afirmou que o tema chegou a ser discutido em uma reunião hoje no banco. O objetivo é dar ainda mais liquidez aos papéis do BB.

O gerente de Relações com Investidores do banco, Marco Geovanni, acredita que a oferta secundária de ações poderá ser concretizada ainda no primeiro semestre. Com a operação, o Banco do Brasil espera triplicar seu free float na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), alcançando o patamar de 16% de suas ações ordinárias em circulação no mercado.

Geovanni está confiante que todos os bônus emitidos pela instituição em 1996 sejam subscritos a partir de hoje. O prazo para a subscrição termina em 30 de junho.

Na época, o bônus - lançado para incentivar acionistas a participarem de um aumento de capital - foi emitido a R$ 8,50 mais correção pelo IGP-DI. Hoje, esse valor está em R$ 21,69. “Esse é um excelente negócio para o detentor dos bônus que pode subscrever o papel a R$ 21,69 e vender as ações no mercado a cerca de R$ 50,00”, explicou.

Se a previsão de Giovanni for confirmada e todos os bônus forem subscritos, o “free float” das ações ordinárias do BB será ampliado em dois pontos percentuais, para 8,9%.

Geovanni prevê um cenário mais tranqüilo para o mercado de agronegócios este ano. O executivo informou que o banco já renegociou cerca de R$ 2 bilhões referentes a créditos agrícolas não pagos por produtores que sofreram com a seca no Sul e a perda de margens com valorização do real.

“O cenário para o agronegócio em 2006 é mais favorável. A safra prevista é de 121 milhões de toneladas de grão, mais dos que os 112 milhões de toneladas de 2005”, afirmou.

O executivo, porém, admitiu que o risco da carteira de crédito agrícola do banco subiu muito. Atualmente, a taxa de risco da carteira é de 9,4%, muito acima da média histórica de 2%. Segundo ele, esse percentual só deve começar a convergir para o patamar tradicionais a partir de 2007.
(Mônica Ciarelli)

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Quinta-feira, Março 30, 2006

MINÉRIO DE FERRO: ÍNDIA AUTORIZA RENOVAÇÃO DE ACORDOS COM TRÊS PAÍSES

AE, Nova Délhi, 30 - O gabinete federal da Índia autorizou a estatal Minerals & Metals Trading Corporation of India (MMTC) a renovar os acordos de longo prazo para exportação de minério de ferro com siderúrgicas do Japão, Coréia do Sul e China. Os contratos tem duração de cinco anos e entram em vigor a partir de 31 de março.

O gabinete também aprovou a proposta do ministério de Minas e Carvão de reduzir o teto anual para o embarque de ferro das minas de Bailadila, que pertencem ao governo.

O limite para o minério bruto passou de 3 milhões de toneladas para 2,7 milhões de toneladas ao ano, com queda de 10%. Para o minério beneficiado o teto para exportação foi reduzido de 3,8 milhões de toneladas para 1,81 milhão de toneladas, o que representa corte de mais de 50%. A Índia é o terceiro maior exportador da commodity do mundo, depois da Austrália e Brasil. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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MINÉRIO DE FERRO: ÍNDIA AUTORIZA RENOVAÇÃO DE ACORDOS COM TRÊS PAÍSES

AE, Nova Délhi, 30 - O gabinete federal da Índia autorizou a estatal Minerals & Metals Trading Corporation of India (MMTC) a renovar os acordos de longo prazo para exportação de minério de ferro com siderúrgicas do Japão, Coréia do Sul e China. Os contratos tem duração de cinco anos e entram em vigor a partir de 31 de março.

O gabinete também aprovou a proposta do ministério de Minas e Carvão de reduzir o teto anual para o embarque de ferro das minas de Bailadila, que pertencem ao governo.

O limite para o minério bruto passou de 3 milhões de toneladas para 2,7 milhões de toneladas ao ano, com queda de 10%. Para o minério beneficiado o teto para exportação foi reduzido de 3,8 milhões de toneladas para 1,81 milhão de toneladas, o que representa corte de mais de 50%. A Índia é o terceiro maior exportador da commodity do mundo, depois da Austrália e Brasil. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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MINÉRIO DE FERRO: ÍNDIA AUTORIZA RENOVAÇÃO DE ACORDOS COM TRÊS PAÍSES

AE, Nova Délhi, 30 - O gabinete federal da Índia autorizou a estatal Minerals & Metals Trading Corporation of India (MMTC) a renovar os acordos de longo prazo para exportação de minério de ferro com siderúrgicas do Japão, Coréia do Sul e China. Os contratos tem duração de cinco anos e entram em vigor a partir de 31 de março.

O gabinete também aprovou a proposta do ministério de Minas e Carvão de reduzir o teto anual para o embarque de ferro das minas de Bailadila, que pertencem ao governo.

O limite para o minério bruto passou de 3 milhões de toneladas para 2,7 milhões de toneladas ao ano, com queda de 10%. Para o minério beneficiado o teto para exportação foi reduzido de 3,8 milhões de toneladas para 1,81 milhão de toneladas, o que representa corte de mais de 50%. A Índia é o terceiro maior exportador da commodity do mundo, depois da Austrália e Brasil. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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SUBMARINO: RESERVA DE AÇÕES VAI DE 6/4 A 11/4; BOOK FECHA DIA 12

AE, São Paulo, 30 - O Submarino informa que o período de reserva de suas ações objeto de oferta pública primária e secundária inicia em 6 de abril e se estende até 11 de abril. A fixação do preço do papel, via bookbuilding, será dia 12 e as ações devem ingressar na Bovespa dia 17. O Submarino é listado no Novo Mercado.

No varejo, o pedido mínimo de reserva é de R$ 3 mil e o máximo, de R$ 300 mil. De acordo com o aviso da empresa, o montante mínimo de 10% da oferta até o máximo de 20% será destinado a este investidor não institucional.

Para 19 de abril está marcada a liquidação financeira da operação.
(Ana Paula Ragazzi)

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SUBMARINO: RESERVA DE AÇÕES VAI DE 6/4 A 11/4; BOOK FECHA DIA 12

AE, São Paulo, 30 - O Submarino informa que o período de reserva de suas ações objeto de oferta pública primária e secundária inicia em 6 de abril e se estende até 11 de abril. A fixação do preço do papel, via bookbuilding, será dia 12 e as ações devem ingressar na Bovespa dia 17. O Submarino é listado no Novo Mercado.

No varejo, o pedido mínimo de reserva é de R$ 3 mil e o máximo, de R$ 300 mil. De acordo com o aviso da empresa, o montante mínimo de 10% da oferta até o máximo de 20% será destinado a este investidor não institucional.

Para 19 de abril está marcada a liquidação financeira da operação.
(Ana Paula Ragazzi)

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SUBMARINO: RESERVA DE AÇÕES VAI DE 6/4 A 11/4; BOOK FECHA DIA 12

AE, São Paulo, 30 - O Submarino informa que o período de reserva de suas ações objeto de oferta pública primária e secundária inicia em 6 de abril e se estende até 11 de abril. A fixação do preço do papel, via bookbuilding, será dia 12 e as ações devem ingressar na Bovespa dia 17. O Submarino é listado no Novo Mercado.

No varejo, o pedido mínimo de reserva é de R$ 3 mil e o máximo, de R$ 300 mil. De acordo com o aviso da empresa, o montante mínimo de 10% da oferta até o máximo de 20% será destinado a este investidor não institucional.

Para 19 de abril está marcada a liquidação financeira da operação.
(Ana Paula Ragazzi)

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LOCALIZA: PERÍODO DE RESERVA DE AÇÕES ALVO DE OFERTA VAI DE 6 A 18/4

AE, São Paulo, 30 - A Localiza divulga hoje o cronograma de sua oferta pública primária e secundária de ações, aprovada pelo conselho no último dia 27.

O período de reserva começa dia 6 de abril e termina dia 18. Neste mesmo dia, acaba o procedimento de coleta de intenções de investimento e o preço dos papéis será fixado dia 19. As ações alvo da oferta devem ingressar na Bovespa dia 20 de abril e a liquidação financeira será dia 26.

A Localiza oferta, em colocação primária, 2.571.429 de ações ordinárias, representantes de 4,06% do capital social da companhia. Além disso, haverá a distribuição secundária de 5.785.714 papéis, representantes de 9,14% do capital. Os acionistas vendedores são José Salim Mattar Júnior, Antônio Cláudio Brandão Resende, Eugênio Pacelli Mattar e Flávio Brandão Resende. Ontem a ação era cotada na Bovespa a R$ 36,99. Pelos números fornecidos, a empresa deverá captar cerca de R$ 300 milhões. A operação prevê lote suplementar de 15% dos papéis inicialmente ofertados

Os bancos Pactual (líder)e Credit Suisse (coordenador) concederam garantia firme de liquidação. O Credit Suisse, por meio de sua corretora, poderá atuar como estabilizador das ações 30 dias depois de sua estréia na Bovespa.

No varejo, o pedido mínimo de reserva é de R$ 3 mil e o máximo, de R$ 300 mil. Dez por cento dos papéis será destinado para o investidor não institucional. Amanhã a empresa inicia road show.
(Ana Paula Ragazzi)

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LOCALIZA: PERÍODO DE RESERVA DE AÇÕES ALVO DE OFERTA VAI DE 6 A 18/4

AE, São Paulo, 30 - A Localiza divulga hoje o cronograma de sua oferta pública primária e secundária de ações, aprovada pelo conselho no último dia 27.

O período de reserva começa dia 6 de abril e termina dia 18. Neste mesmo dia, acaba o procedimento de coleta de intenções de investimento e o preço dos papéis será fixado dia 19. As ações alvo da oferta devem ingressar na Bovespa dia 20 de abril e a liquidação financeira será dia 26.

A Localiza oferta, em colocação primária, 2.571.429 de ações ordinárias, representantes de 4,06% do capital social da companhia. Além disso, haverá a distribuição secundária de 5.785.714 papéis, representantes de 9,14% do capital. Os acionistas vendedores são José Salim Mattar Júnior, Antônio Cláudio Brandão Resende, Eugênio Pacelli Mattar e Flávio Brandão Resende. Ontem a ação era cotada na Bovespa a R$ 36,99. Pelos números fornecidos, a empresa deverá captar cerca de R$ 300 milhões. A operação prevê lote suplementar de 15% dos papéis inicialmente ofertados

Os bancos Pactual (líder)e Credit Suisse (coordenador) concederam garantia firme de liquidação. O Credit Suisse, por meio de sua corretora, poderá atuar como estabilizador das ações 30 dias depois de sua estréia na Bovespa.

No varejo, o pedido mínimo de reserva é de R$ 3 mil e o máximo, de R$ 300 mil. Dez por cento dos papéis será destinado para o investidor não institucional. Amanhã a empresa inicia road show.
(Ana Paula Ragazzi)

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LOCALIZA: PERÍODO DE RESERVA DE AÇÕES ALVO DE OFERTA VAI DE 6 A 18/4

AE, São Paulo, 30 - A Localiza divulga hoje o cronograma de sua oferta pública primária e secundária de ações, aprovada pelo conselho no último dia 27.

O período de reserva começa dia 6 de abril e termina dia 18. Neste mesmo dia, acaba o procedimento de coleta de intenções de investimento e o preço dos papéis será fixado dia 19. As ações alvo da oferta devem ingressar na Bovespa dia 20 de abril e a liquidação financeira será dia 26.

A Localiza oferta, em colocação primária, 2.571.429 de ações ordinárias, representantes de 4,06% do capital social da companhia. Além disso, haverá a distribuição secundária de 5.785.714 papéis, representantes de 9,14% do capital. Os acionistas vendedores são José Salim Mattar Júnior, Antônio Cláudio Brandão Resende, Eugênio Pacelli Mattar e Flávio Brandão Resende. Ontem a ação era cotada na Bovespa a R$ 36,99. Pelos números fornecidos, a empresa deverá captar cerca de R$ 300 milhões. A operação prevê lote suplementar de 15% dos papéis inicialmente ofertados

Os bancos Pactual (líder)e Credit Suisse (coordenador) concederam garantia firme de liquidação. O Credit Suisse, por meio de sua corretora, poderá atuar como estabilizador das ações 30 dias depois de sua estréia na Bovespa.

No varejo, o pedido mínimo de reserva é de R$ 3 mil e o máximo, de R$ 300 mil. Dez por cento dos papéis será destinado para o investidor não institucional. Amanhã a empresa inicia road show.
(Ana Paula Ragazzi)

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Quarta-feira, Março 29, 2006

CSN É A SIDERÚRGICA DE MENOR ATRATIVIDADE NO BRASIL, DIZ BEAR STEARNS

AE, São Paulo, 29 - Apesar de ter apresentado resultados melhores do que o esperado no quarto trimestre de 2005 e ter anunciado um plano de investimento bastante ambicioso, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é a empresa de menor atratividade entre as brasileiras do setor listadas em Bolsa. A avaliação consta de relatório divulgado hoje pelo banco de investimentos Bear Stearns.

O documento, elaborado pelo analista Daniel Altman, destaca que o plano da CSN para construção de duas novas usinas para elevar em 6 milhões de toneladas a capacidade de produção de placas, pode andar mais lentamente do que o planejado. Obtenção de financiamento e licenças ambientais, comportamento do mercado, além da necessidade de aquisição de uma planta downstream no exterior são alguns motivos apontados pelo banco que podem desacelerar o cronograma do investimento.

A análise ressalta, no entanto, que os planos de crescimento da CSN devem contribuir para o fim dos boatos sobre a venda da empresa. O banco mantém recomendação underperform para as ADRs da siderúrgica com um preço-alvo de US 26,00 para o final do ano, o que representa uma desvalorização de 11% sobre o fechamento de ontem.
(Beth Moreira)

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CSN É A SIDERÚRGICA DE MENOR ATRATIVIDADE NO BRASIL, DIZ BEAR STEARNS

AE, São Paulo, 29 - Apesar de ter apresentado resultados melhores do que o esperado no quarto trimestre de 2005 e ter anunciado um plano de investimento bastante ambicioso, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é a empresa de menor atratividade entre as brasileiras do setor listadas em Bolsa. A avaliação consta de relatório divulgado hoje pelo banco de investimentos Bear Stearns.

O documento, elaborado pelo analista Daniel Altman, destaca que o plano da CSN para construção de duas novas usinas para elevar em 6 milhões de toneladas a capacidade de produção de placas, pode andar mais lentamente do que o planejado. Obtenção de financiamento e licenças ambientais, comportamento do mercado, além da necessidade de aquisição de uma planta downstream no exterior são alguns motivos apontados pelo banco que podem desacelerar o cronograma do investimento.

A análise ressalta, no entanto, que os planos de crescimento da CSN devem contribuir para o fim dos boatos sobre a venda da empresa. O banco mantém recomendação underperform para as ADRs da siderúrgica com um preço-alvo de US 26,00 para o final do ano, o que representa uma desvalorização de 11% sobre o fechamento de ontem.
(Beth Moreira)

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CSN É A SIDERÚRGICA DE MENOR ATRATIVIDADE NO BRASIL, DIZ BEAR STEARNS

AE, São Paulo, 29 - Apesar de ter apresentado resultados melhores do que o esperado no quarto trimestre de 2005 e ter anunciado um plano de investimento bastante ambicioso, a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) é a empresa de menor atratividade entre as brasileiras do setor listadas em Bolsa. A avaliação consta de relatório divulgado hoje pelo banco de investimentos Bear Stearns.

O documento, elaborado pelo analista Daniel Altman, destaca que o plano da CSN para construção de duas novas usinas para elevar em 6 milhões de toneladas a capacidade de produção de placas, pode andar mais lentamente do que o planejado. Obtenção de financiamento e licenças ambientais, comportamento do mercado, além da necessidade de aquisição de uma planta downstream no exterior são alguns motivos apontados pelo banco que podem desacelerar o cronograma do investimento.

A análise ressalta, no entanto, que os planos de crescimento da CSN devem contribuir para o fim dos boatos sobre a venda da empresa. O banco mantém recomendação underperform para as ADRs da siderúrgica com um preço-alvo de US 26,00 para o final do ano, o que representa uma desvalorização de 11% sobre o fechamento de ontem.
(Beth Moreira)

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CSN: ÁGORA SÊNIOR RECOMENDA COMPRA COM PREÇO-ALVO DE R$ 87,47

AE, São Paulo, 29 - A Agora Sênior reiterou a recomendação de compra para as ações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), com preço-alvo de R$ 87,47, o que indica um potencial de valorização de 33,5%. Em relatório divulgado hoje, a corretora explica que a posição sobre os papéis da siderúrgica deve-se ao expressivo resultado apresentado no quarto trimestre de 2005 e à expectativa de crescimento consistente para a companhia.

A análise, elaborada pela analista Cristiane Viana, ressalta que o ativo de minério de ferro (Casa de Pedra) não está precificado nas ações, e deve ser paulatinamente melhor avaliado com as medidas que a empresa está adotando - cisão do ativo e possível alienação de até 20% do capital. "Dado as perspectivas positivas de crescimento para a CSN, estamos inserindo a empresa em nossas carteiras recomendadas (moderada e arrojada) e na nossa lista de top picks, no lugar da Gerdau", informa.

A corretora afirma que o cenário para o segmento siderúrgico continua positivo, com a expectativa de incremento gradual de preço e demanda. A análise destaca que, apesar da paralisação do alto-forno, a CSN espera vender aproximadamente cinco milhões de toneladas de aço em 2006, destinando 80% deste volume ao mercado interno. "A compra de um milhão de toneladas de placas de aço (ao preço de US$ 380/tonelada) deverá suprir as necessidades da companhia no curto prazo" e contribuir para o cumprimento das metas, avalia.
(Beth Moreira)

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CSN: ÁGORA SÊNIOR RECOMENDA COMPRA COM PREÇO-ALVO DE R$ 87,47

AE, São Paulo, 29 - A Agora Sênior reiterou a recomendação de compra para as ações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), com preço-alvo de R$ 87,47, o que indica um potencial de valorização de 33,5%. Em relatório divulgado hoje, a corretora explica que a posição sobre os papéis da siderúrgica deve-se ao expressivo resultado apresentado no quarto trimestre de 2005 e à expectativa de crescimento consistente para a companhia.

A análise, elaborada pela analista Cristiane Viana, ressalta que o ativo de minério de ferro (Casa de Pedra) não está precificado nas ações, e deve ser paulatinamente melhor avaliado com as medidas que a empresa está adotando - cisão do ativo e possível alienação de até 20% do capital. "Dado as perspectivas positivas de crescimento para a CSN, estamos inserindo a empresa em nossas carteiras recomendadas (moderada e arrojada) e na nossa lista de top picks, no lugar da Gerdau", informa.

A corretora afirma que o cenário para o segmento siderúrgico continua positivo, com a expectativa de incremento gradual de preço e demanda. A análise destaca que, apesar da paralisação do alto-forno, a CSN espera vender aproximadamente cinco milhões de toneladas de aço em 2006, destinando 80% deste volume ao mercado interno. "A compra de um milhão de toneladas de placas de aço (ao preço de US$ 380/tonelada) deverá suprir as necessidades da companhia no curto prazo" e contribuir para o cumprimento das metas, avalia.
(Beth Moreira)

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CSN: ÁGORA SÊNIOR RECOMENDA COMPRA COM PREÇO-ALVO DE R$ 87,47

AE, São Paulo, 29 - A Agora Sênior reiterou a recomendação de compra para as ações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), com preço-alvo de R$ 87,47, o que indica um potencial de valorização de 33,5%. Em relatório divulgado hoje, a corretora explica que a posição sobre os papéis da siderúrgica deve-se ao expressivo resultado apresentado no quarto trimestre de 2005 e à expectativa de crescimento consistente para a companhia.

A análise, elaborada pela analista Cristiane Viana, ressalta que o ativo de minério de ferro (Casa de Pedra) não está precificado nas ações, e deve ser paulatinamente melhor avaliado com as medidas que a empresa está adotando - cisão do ativo e possível alienação de até 20% do capital. "Dado as perspectivas positivas de crescimento para a CSN, estamos inserindo a empresa em nossas carteiras recomendadas (moderada e arrojada) e na nossa lista de top picks, no lugar da Gerdau", informa.

A corretora afirma que o cenário para o segmento siderúrgico continua positivo, com a expectativa de incremento gradual de preço e demanda. A análise destaca que, apesar da paralisação do alto-forno, a CSN espera vender aproximadamente cinco milhões de toneladas de aço em 2006, destinando 80% deste volume ao mercado interno. "A compra de um milhão de toneladas de placas de aço (ao preço de US$ 380/tonelada) deverá suprir as necessidades da companhia no curto prazo" e contribuir para o cumprimento das metas, avalia.
(Beth Moreira)

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FONTES: VALE PEDE REAJUSTE DE 24% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Brasília, 29 - A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) pediu reajuste de 24% para o preço do minério de ferro em 2006, de acordo com fontes do mercado. Esta semana foi encerrada a quarta rodada de negociação para a definição do reajuste do minério de ferro entre as siderúrgicas européias e asiáticas e as três maiores mineradoras mundiais - BHP, Rio Tinto. Após o pedido da Vale, as siderúrgicas ficaram de fazer as contas e dar uma resposta.
(Rosana de Cássia)

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FONTES: VALE PEDE REAJUSTE DE 24% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Brasília, 29 - A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) pediu reajuste de 24% para o preço do minério de ferro em 2006, de acordo com fontes do mercado. Esta semana foi encerrada a quarta rodada de negociação para a definição do reajuste do minério de ferro entre as siderúrgicas européias e asiáticas e as três maiores mineradoras mundiais - BHP, Rio Tinto. Após o pedido da Vale, as siderúrgicas ficaram de fazer as contas e dar uma resposta.
(Rosana de Cássia)

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FONTES: VALE PEDE REAJUSTE DE 24% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Brasília, 29 - A Companhia Vale do Rio Doce (CVRD) pediu reajuste de 24% para o preço do minério de ferro em 2006, de acordo com fontes do mercado. Esta semana foi encerrada a quarta rodada de negociação para a definição do reajuste do minério de ferro entre as siderúrgicas européias e asiáticas e as três maiores mineradoras mundiais - BHP, Rio Tinto. Após o pedido da Vale, as siderúrgicas ficaram de fazer as contas e dar uma resposta.
(Rosana de Cássia)

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MITTAL DEVE REDUZIR PARTE EM DINHEIRO DA OFERTA POR ARCELOR

AE, Londres, 29 - A Mittal Steel Co. confirmou que poderá reduzir a parte em dinheiro de sua oferta de 18,6 bilhões de euros (US$ 22,34 bilhões) pela rival Arcelor se a companhia pagar dividendos aos acionistas acima do consenso do mercado. Como a Arcelor fez o anúncio depois de 6 de fevereiro, "a parte em dinheiro da oferta será conseqüentemente reduzida para menos de 25%", declarou a companhia em documento enviado à comissão de valores mobiliários dos EUA (SEC, Securities and Exchange Commission) em 23 de março.

A Arcelor informou, ao divulgar o balanço de 2005, em 16 de fevereiro, a intenção de pagar dividendo final de 1,2 euro por ação. A proposta será votada na assembléia geral da companhia em 28 de abril. "Se a Arcelor decidir contribuir com pagamento extra aos acionistas acima da expectativa do mercado, o que constitui um pagamento adiantado sobre nossa oferta, faremos os devidos ajustes na proposta", afirmou o porta-voz da Mittal.

A atual oferta da Mittal prevê pagamento em dinheiro por 25% das ações da Arcelor (pelo valor de fechamento em 6 de fevereiro), ou no máximo de 4,7 bilhões de euros. A companhia planeja completar o valor da oferta com ações. "Os termos de nossa proposta acordada com os reguladores automaticamente ajustam o montante previsto em dinheiro para refletir qualquer dividendo que exceda 0,8 euro, que é o consenso de mercado", declarou o porta-voz da Mittal. O porta-voz da Arcelor preferiu não fazer comentários sobre o assunto. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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MITTAL DEVE REDUZIR PARTE EM DINHEIRO DA OFERTA POR ARCELOR

AE, Londres, 29 - A Mittal Steel Co. confirmou que poderá reduzir a parte em dinheiro de sua oferta de 18,6 bilhões de euros (US$ 22,34 bilhões) pela rival Arcelor se a companhia pagar dividendos aos acionistas acima do consenso do mercado. Como a Arcelor fez o anúncio depois de 6 de fevereiro, "a parte em dinheiro da oferta será conseqüentemente reduzida para menos de 25%", declarou a companhia em documento enviado à comissão de valores mobiliários dos EUA (SEC, Securities and Exchange Commission) em 23 de março.

A Arcelor informou, ao divulgar o balanço de 2005, em 16 de fevereiro, a intenção de pagar dividendo final de 1,2 euro por ação. A proposta será votada na assembléia geral da companhia em 28 de abril. "Se a Arcelor decidir contribuir com pagamento extra aos acionistas acima da expectativa do mercado, o que constitui um pagamento adiantado sobre nossa oferta, faremos os devidos ajustes na proposta", afirmou o porta-voz da Mittal.

A atual oferta da Mittal prevê pagamento em dinheiro por 25% das ações da Arcelor (pelo valor de fechamento em 6 de fevereiro), ou no máximo de 4,7 bilhões de euros. A companhia planeja completar o valor da oferta com ações. "Os termos de nossa proposta acordada com os reguladores automaticamente ajustam o montante previsto em dinheiro para refletir qualquer dividendo que exceda 0,8 euro, que é o consenso de mercado", declarou o porta-voz da Mittal. O porta-voz da Arcelor preferiu não fazer comentários sobre o assunto. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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MITTAL DEVE REDUZIR PARTE EM DINHEIRO DA OFERTA POR ARCELOR

AE, Londres, 29 - A Mittal Steel Co. confirmou que poderá reduzir a parte em dinheiro de sua oferta de 18,6 bilhões de euros (US$ 22,34 bilhões) pela rival Arcelor se a companhia pagar dividendos aos acionistas acima do consenso do mercado. Como a Arcelor fez o anúncio depois de 6 de fevereiro, "a parte em dinheiro da oferta será conseqüentemente reduzida para menos de 25%", declarou a companhia em documento enviado à comissão de valores mobiliários dos EUA (SEC, Securities and Exchange Commission) em 23 de março.

A Arcelor informou, ao divulgar o balanço de 2005, em 16 de fevereiro, a intenção de pagar dividendo final de 1,2 euro por ação. A proposta será votada na assembléia geral da companhia em 28 de abril. "Se a Arcelor decidir contribuir com pagamento extra aos acionistas acima da expectativa do mercado, o que constitui um pagamento adiantado sobre nossa oferta, faremos os devidos ajustes na proposta", afirmou o porta-voz da Mittal.

A atual oferta da Mittal prevê pagamento em dinheiro por 25% das ações da Arcelor (pelo valor de fechamento em 6 de fevereiro), ou no máximo de 4,7 bilhões de euros. A companhia planeja completar o valor da oferta com ações. "Os termos de nossa proposta acordada com os reguladores automaticamente ajustam o montante previsto em dinheiro para refletir qualquer dividendo que exceda 0,8 euro, que é o consenso de mercado", declarou o porta-voz da Mittal. O porta-voz da Arcelor preferiu não fazer comentários sobre o assunto. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CHINESES PODEM ACEITAR ALTA DE 5% A 10% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Pequim, 29 - As siderúrgicas chinesas podem tolerar um aumento de 5% a 10% para o preço do minério de ferro se esse for o resultado da recente rondada de negociações de contratos, afirmou o administrador geral de uma usina subsidiária da China MinMetals.

No entanto, o governo também considera políticas de controle sobre a commodity importada, acrescentou. "Não consideramos justo um reajuste e certamente não esperamos que isso vá acontecer", disse a oficial que participa de uma conferência do setor organizada pela Metal Bulletin e Minmetals Group. "Mas se esse for o resultado final a maior parte das siderúrgicas chinesas pode absorver uma alta de 5% a 10%, levando em conta suas atuais condições financeiras", declarou.

Segundo a fonte, o governo chinês ainda considera e, possivelmente, irá adotar políticas para controlar o preço das importações. "Talvez o governo estabeleça um valor de referência (para as compras de outros países) e quem estiver acima dele enfrentará dificuldades para chegar aos clientes", observou. No entanto, "isso ainda continua em discussão, nada foi definido e o resultado das conversas em andamento certamente terá impacto na política".

Enquanto isso, os chineses tentam desacelerar a produção de aço na esperança de reduzir sua dependência das importações do minério. O governo reduziu a lista de companhias domésticas que tem autorização para importar ferro de 118 para 99 e não está incentivando a exportação de aço, apesar do excesso de capacidade, esperando exercer mais influência nas negociações. Sem estimular as exportações de aço a China espera que a produção menor resulte em menos demanda pela commodity.

As usinas chinesas e os produtores mundiais de minério de ferro realizaram três rodadas de negociações para o ano fiscal 2006-2007 visando a renovação dos contratos que expiram em 1º de abril, mas as duas partes até o momento não encontraram um consenso. A quarta rodada deve se prolongar por pelo menos duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

Enquanto os fornecedores do Ocidente, liderados pela brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD), BHP Billiton e Rio Tinto insistem em um aumento de 20%, as siderúrgicas locais, representadas pela Shanghai Baosteel Group Corp., continuam esperando uma queda no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CHINESES PODEM ACEITAR ALTA DE 5% A 10% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Pequim, 29 - As siderúrgicas chinesas podem tolerar um aumento de 5% a 10% para o preço do minério de ferro se esse for o resultado da recente rondada de negociações de contratos, afirmou o administrador geral de uma usina subsidiária da China MinMetals.

No entanto, o governo também considera políticas de controle sobre a commodity importada, acrescentou. "Não consideramos justo um reajuste e certamente não esperamos que isso vá acontecer", disse a oficial que participa de uma conferência do setor organizada pela Metal Bulletin e Minmetals Group. "Mas se esse for o resultado final a maior parte das siderúrgicas chinesas pode absorver uma alta de 5% a 10%, levando em conta suas atuais condições financeiras", declarou.

Segundo a fonte, o governo chinês ainda considera e, possivelmente, irá adotar políticas para controlar o preço das importações. "Talvez o governo estabeleça um valor de referência (para as compras de outros países) e quem estiver acima dele enfrentará dificuldades para chegar aos clientes", observou. No entanto, "isso ainda continua em discussão, nada foi definido e o resultado das conversas em andamento certamente terá impacto na política".

Enquanto isso, os chineses tentam desacelerar a produção de aço na esperança de reduzir sua dependência das importações do minério. O governo reduziu a lista de companhias domésticas que tem autorização para importar ferro de 118 para 99 e não está incentivando a exportação de aço, apesar do excesso de capacidade, esperando exercer mais influência nas negociações. Sem estimular as exportações de aço a China espera que a produção menor resulte em menos demanda pela commodity.

As usinas chinesas e os produtores mundiais de minério de ferro realizaram três rodadas de negociações para o ano fiscal 2006-2007 visando a renovação dos contratos que expiram em 1º de abril, mas as duas partes até o momento não encontraram um consenso. A quarta rodada deve se prolongar por pelo menos duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

Enquanto os fornecedores do Ocidente, liderados pela brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD), BHP Billiton e Rio Tinto insistem em um aumento de 20%, as siderúrgicas locais, representadas pela Shanghai Baosteel Group Corp., continuam esperando uma queda no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CHINESES PODEM ACEITAR ALTA DE 5% A 10% NO PREÇO DO MINÉRIO DE FERRO

AE, Pequim, 29 - As siderúrgicas chinesas podem tolerar um aumento de 5% a 10% para o preço do minério de ferro se esse for o resultado da recente rondada de negociações de contratos, afirmou o administrador geral de uma usina subsidiária da China MinMetals.

No entanto, o governo também considera políticas de controle sobre a commodity importada, acrescentou. "Não consideramos justo um reajuste e certamente não esperamos que isso vá acontecer", disse a oficial que participa de uma conferência do setor organizada pela Metal Bulletin e Minmetals Group. "Mas se esse for o resultado final a maior parte das siderúrgicas chinesas pode absorver uma alta de 5% a 10%, levando em conta suas atuais condições financeiras", declarou.

Segundo a fonte, o governo chinês ainda considera e, possivelmente, irá adotar políticas para controlar o preço das importações. "Talvez o governo estabeleça um valor de referência (para as compras de outros países) e quem estiver acima dele enfrentará dificuldades para chegar aos clientes", observou. No entanto, "isso ainda continua em discussão, nada foi definido e o resultado das conversas em andamento certamente terá impacto na política".

Enquanto isso, os chineses tentam desacelerar a produção de aço na esperança de reduzir sua dependência das importações do minério. O governo reduziu a lista de companhias domésticas que tem autorização para importar ferro de 118 para 99 e não está incentivando a exportação de aço, apesar do excesso de capacidade, esperando exercer mais influência nas negociações. Sem estimular as exportações de aço a China espera que a produção menor resulte em menos demanda pela commodity.

As usinas chinesas e os produtores mundiais de minério de ferro realizaram três rodadas de negociações para o ano fiscal 2006-2007 visando a renovação dos contratos que expiram em 1º de abril, mas as duas partes até o momento não encontraram um consenso. A quarta rodada deve se prolongar por pelo menos duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial Xinhua.

Enquanto os fornecedores do Ocidente, liderados pela brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD), BHP Billiton e Rio Tinto insistem em um aumento de 20%, as siderúrgicas locais, representadas pela Shanghai Baosteel Group Corp., continuam esperando uma queda no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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Terça-feira, Março 28, 2006

CSN NÃO DEVE SER VENDIDA NO CURTO PRAZO, DIZ MERRILL LYNCH

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) não deve ser vendida no curto prazo, embora, em meio ao processo de consolidação mundial da siderurgia, seja o principal alvo de aquisição entre as empresas brasileiras, afirma o banco de investimentos Merrill Lynch em relatório divulgado hoje. Os analistas Marcelo Aguiar e Marcos Assumpção dizem que a família Steinbruch, detentora de 43% do capital total da CSN, pediria prêmio significativo em relação ao atual preço de mercado. Os especialistas entendem também que as incertezas quanto ao potencial de fusão e aquisição da companhia devem ser vistas pelos investidores como "opção de compra". A recomendação para o ADR da CSN é compra e o preço-alvo, em doze meses, US$ 30,00. Há instantes, o ADR subia 2,03% para US$ 30,66.

Em relação ao balanço financeiro divulgado hoje pela CSN, o Merrill Lynch afirma que o Ebitda de R$ 1,005 bilhão no quarto trimestre, 21% acima do projetado pelo banco, surpreendeu. O lucro por ação, de R$ 1,36, também superou a estimativa do Merrill, de R$ 1,02. "A principal razão para explicar lucro líquido acima do esperado é o forte resultado operacional."
(Patrícia Fortunato)

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CSN ESTUDA ABRIR CAPITAL DE CASA DE PEDRA NA BOVESPA

AE, São Paulo, 28 - O diretor de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Juarez Saliba, explicou hoje que já foi aprovada a contratação de um banco de investimentos para estudar a transformação da mina de Casa de Pedra em uma empresa independente e com capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

A operação é uma alternativa para que se possa colocar à venda entre 10% e 20% do ativo, mantendo seu controle nas mãos da siderúrgica. "O objetivo é aumentar o valor de mercado de Casa de Pedra, que consideramos subavaliado", explica.
(Beth Moreira)

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CSN NÃO DEVE SER VENDIDA NO CURTO PRAZO, DIZ MERRILL LYNCH

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) não deve ser vendida no curto prazo, embora, em meio ao processo de consolidação mundial da siderurgia, seja o principal alvo de aquisição entre as empresas brasileiras, afirma o banco de investimentos Merrill Lynch em relatório divulgado hoje. Os analistas Marcelo Aguiar e Marcos Assumpção dizem que a família Steinbruch, detentora de 43% do capital total da CSN, pediria prêmio significativo em relação ao atual preço de mercado. Os especialistas entendem também que as incertezas quanto ao potencial de fusão e aquisição da companhia devem ser vistas pelos investidores como "opção de compra". A recomendação para o ADR da CSN é compra e o preço-alvo, em doze meses, US$ 30,00. Há instantes, o ADR subia 2,03% para US$ 30,66.

Em relação ao balanço financeiro divulgado hoje pela CSN, o Merrill Lynch afirma que o Ebitda de R$ 1,005 bilhão no quarto trimestre, 21% acima do projetado pelo banco, surpreendeu. O lucro por ação, de R$ 1,36, também superou a estimativa do Merrill, de R$ 1,02. "A principal razão para explicar lucro líquido acima do esperado é o forte resultado operacional."
(Patrícia Fortunato)

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CSN ESTUDA ABRIR CAPITAL DE CASA DE PEDRA NA BOVESPA

AE, São Paulo, 28 - O diretor de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Juarez Saliba, explicou hoje que já foi aprovada a contratação de um banco de investimentos para estudar a transformação da mina de Casa de Pedra em uma empresa independente e com capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

A operação é uma alternativa para que se possa colocar à venda entre 10% e 20% do ativo, mantendo seu controle nas mãos da siderúrgica. "O objetivo é aumentar o valor de mercado de Casa de Pedra, que consideramos subavaliado", explica.
(Beth Moreira)

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CSN NÃO DEVE SER VENDIDA NO CURTO PRAZO, DIZ MERRILL LYNCH

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) não deve ser vendida no curto prazo, embora, em meio ao processo de consolidação mundial da siderurgia, seja o principal alvo de aquisição entre as empresas brasileiras, afirma o banco de investimentos Merrill Lynch em relatório divulgado hoje. Os analistas Marcelo Aguiar e Marcos Assumpção dizem que a família Steinbruch, detentora de 43% do capital total da CSN, pediria prêmio significativo em relação ao atual preço de mercado. Os especialistas entendem também que as incertezas quanto ao potencial de fusão e aquisição da companhia devem ser vistas pelos investidores como "opção de compra". A recomendação para o ADR da CSN é compra e o preço-alvo, em doze meses, US$ 30,00. Há instantes, o ADR subia 2,03% para US$ 30,66.

Em relação ao balanço financeiro divulgado hoje pela CSN, o Merrill Lynch afirma que o Ebitda de R$ 1,005 bilhão no quarto trimestre, 21% acima do projetado pelo banco, surpreendeu. O lucro por ação, de R$ 1,36, também superou a estimativa do Merrill, de R$ 1,02. "A principal razão para explicar lucro líquido acima do esperado é o forte resultado operacional."
(Patrícia Fortunato)

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CSN ESTUDA ABRIR CAPITAL DE CASA DE PEDRA NA BOVESPA

AE, São Paulo, 28 - O diretor de mineração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Juarez Saliba, explicou hoje que já foi aprovada a contratação de um banco de investimentos para estudar a transformação da mina de Casa de Pedra em uma empresa independente e com capital aberto na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa).

A operação é uma alternativa para que se possa colocar à venda entre 10% e 20% do ativo, mantendo seu controle nas mãos da siderúrgica. "O objetivo é aumentar o valor de mercado de Casa de Pedra, que consideramos subavaliado", explica.
(Beth Moreira)

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CSN: "SOMOS COMPRADORES" NO MERCADO, DIZ STEINBRUCH

AE, São Paulo, 28 - O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, garantiu hoje que a empresa não está à venda e deverá seguir com a estratégia de crescimento, apesar dos vários boatos do mercado de que a empresa poderia ser vendida.

"Acabou essa brincadeira de que a CSN será vendida, porque hoje somos compradores", afirmou o executivo, após anunciar planos de investimentos para elevar a produção de placas e minério de ferro.

Segundo o executivo, além do crescimento no mercado interno, a CSN mantém em andamento a estratégia internacionalização, explicando que o crescimento fora do Brasil poderá acontecer tanto através de aquisições, como através de associações. "O importante é queremos manter participação forte no capital e na gestão", afirma.
(Beth Moreira)

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CSN: ALTO-FORNO VOLTARÁ A FUNCIONAR NO FIM DE MAIO OU INÍCIO DE JUNHO

AE, São Paulo, 28 - O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, afirmou hoje que o acidente com os dutos de gás do alto-forno 3, ocorrido em janeiro, não afetará a produção da empresa em 2006. Segundo o executivo, a empresa já comprou 1 milhão de toneladas de placas no mercado para garantir a continuidade da produção.

O executivo lembrou ainda que a empresa tem seguro no valor de US$ 100 milhões para danos materiais e US$ 750 milhões para custos adicionais e lucros cessantes. "Acreditamos que vamos consumir metade disso", informou. O executivo garantiu que equipamento voltará a funcionar entre o final de maio e início de junho e que no prazo de 10 a 20 dias a produção da empresa estará normalizada.

De acordo com o diretor financeiro da CSN, Otavio Lazcano, o pagamento do seguro deverá ser feito rapidamente, assim que a empresa entregar os relatórios e documentos sobre o acidente para o Instituto de Resseguros do Brasil.

Em seu balanço financeiro de 2005, a empresa explica que o reparo no equipamento está estimado em US$ 40 milhões, e o aluguel de guindastes especiais necessários ao reparo, em US$ 14 milhões. "A perda de produção será compensada pela compra de placas, no mercado local e internacional, além do aproveitamento dos estoques de produtos intermediários e finais da empresa. Até o momento, a empresa já comprou 1 milhão de toneladas de placas, a um custo médio (CIF Volta Redonda) de US$ 380,00 a tonelada", explica o relatório.
(Beth Moreira)

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CSN: "SOMOS COMPRADORES" NO MERCADO, DIZ STEINBRUCH

AE, São Paulo, 28 - O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, garantiu hoje que a empresa não está à venda e deverá seguir com a estratégia de crescimento, apesar dos vários boatos do mercado de que a empresa poderia ser vendida.

"Acabou essa brincadeira de que a CSN será vendida, porque hoje somos compradores", afirmou o executivo, após anunciar planos de investimentos para elevar a produção de placas e minério de ferro.

Segundo o executivo, além do crescimento no mercado interno, a CSN mantém em andamento a estratégia internacionalização, explicando que o crescimento fora do Brasil poderá acontecer tanto através de aquisições, como através de associações. "O importante é queremos manter participação forte no capital e na gestão", afirma.
(Beth Moreira)

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CSN: ALTO-FORNO VOLTARÁ A FUNCIONAR NO FIM DE MAIO OU INÍCIO DE JUNHO

AE, São Paulo, 28 - O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, afirmou hoje que o acidente com os dutos de gás do alto-forno 3, ocorrido em janeiro, não afetará a produção da empresa em 2006. Segundo o executivo, a empresa já comprou 1 milhão de toneladas de placas no mercado para garantir a continuidade da produção.

O executivo lembrou ainda que a empresa tem seguro no valor de US$ 100 milhões para danos materiais e US$ 750 milhões para custos adicionais e lucros cessantes. "Acreditamos que vamos consumir metade disso", informou. O executivo garantiu que equipamento voltará a funcionar entre o final de maio e início de junho e que no prazo de 10 a 20 dias a produção da empresa estará normalizada.

De acordo com o diretor financeiro da CSN, Otavio Lazcano, o pagamento do seguro deverá ser feito rapidamente, assim que a empresa entregar os relatórios e documentos sobre o acidente para o Instituto de Resseguros do Brasil.

Em seu balanço financeiro de 2005, a empresa explica que o reparo no equipamento está estimado em US$ 40 milhões, e o aluguel de guindastes especiais necessários ao reparo, em US$ 14 milhões. "A perda de produção será compensada pela compra de placas, no mercado local e internacional, além do aproveitamento dos estoques de produtos intermediários e finais da empresa. Até o momento, a empresa já comprou 1 milhão de toneladas de placas, a um custo médio (CIF Volta Redonda) de US$ 380,00 a tonelada", explica o relatório.
(Beth Moreira)

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CSN: "SOMOS COMPRADORES" NO MERCADO, DIZ STEINBRUCH

AE, São Paulo, 28 - O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, garantiu hoje que a empresa não está à venda e deverá seguir com a estratégia de crescimento, apesar dos vários boatos do mercado de que a empresa poderia ser vendida.

"Acabou essa brincadeira de que a CSN será vendida, porque hoje somos compradores", afirmou o executivo, após anunciar planos de investimentos para elevar a produção de placas e minério de ferro.

Segundo o executivo, além do crescimento no mercado interno, a CSN mantém em andamento a estratégia internacionalização, explicando que o crescimento fora do Brasil poderá acontecer tanto através de aquisições, como através de associações. "O importante é queremos manter participação forte no capital e na gestão", afirma.
(Beth Moreira)

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CSN: ALTO-FORNO VOLTARÁ A FUNCIONAR NO FIM DE MAIO OU INÍCIO DE JUNHO

AE, São Paulo, 28 - O presidente da Companhia Siderúrgica Nacional, Benjamin Steinbruch, afirmou hoje que o acidente com os dutos de gás do alto-forno 3, ocorrido em janeiro, não afetará a produção da empresa em 2006. Segundo o executivo, a empresa já comprou 1 milhão de toneladas de placas no mercado para garantir a continuidade da produção.

O executivo lembrou ainda que a empresa tem seguro no valor de US$ 100 milhões para danos materiais e US$ 750 milhões para custos adicionais e lucros cessantes. "Acreditamos que vamos consumir metade disso", informou. O executivo garantiu que equipamento voltará a funcionar entre o final de maio e início de junho e que no prazo de 10 a 20 dias a produção da empresa estará normalizada.

De acordo com o diretor financeiro da CSN, Otavio Lazcano, o pagamento do seguro deverá ser feito rapidamente, assim que a empresa entregar os relatórios e documentos sobre o acidente para o Instituto de Resseguros do Brasil.

Em seu balanço financeiro de 2005, a empresa explica que o reparo no equipamento está estimado em US$ 40 milhões, e o aluguel de guindastes especiais necessários ao reparo, em US$ 14 milhões. "A perda de produção será compensada pela compra de placas, no mercado local e internacional, além do aproveitamento dos estoques de produtos intermediários e finais da empresa. Até o momento, a empresa já comprou 1 milhão de toneladas de placas, a um custo médio (CIF Volta Redonda) de US$ 380,00 a tonelada", explica o relatório.
(Beth Moreira)

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CSN PRETENDE VENDER ENTRE 10% E 20% DA MINA CASA DE PEDRA

AE, São Paulo, 28 - O conselho de administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou a contratação de uma instituição financeira para estruturar a venda de 10% a 20% da mina Casa de Pedra. De acordo com o presidente da siderúrgica, Benjamin Steinbruch, há muitos parceiros interessados no ativo, que na sua avaliação tem valor estimado de US$ 5 bilhões.

A expectativa é de que assim que contratada a instituição financeira, a operação esteja pronta no prazo de 90 a 120 dias. "Já recebemos várias propostas de bancos e devemos fechar com um deles", afirma.

"Vender entre 10% e 20% do negócio não afeta os nossos planos para a área de mineração e prova o valor que o negócio agrega à companhia", explica. O executivo, que participou de reunião com analistas de mercado na manhã de hoje, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, disse ainda que a operação não mudará em nada a preferência de compra da Companhia Vale do Rio Doce sobre o minério produzido por Casa de Pedra.
(Beth Moreira)

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CSN PRETENDE VENDER ENTRE 10% E 20% DA MINA CASA DE PEDRA

AE, São Paulo, 28 - O conselho de administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou a contratação de uma instituição financeira para estruturar a venda de 10% a 20% da mina Casa de Pedra. De acordo com o presidente da siderúrgica, Benjamin Steinbruch, há muitos parceiros interessados no ativo, que na sua avaliação tem valor estimado de US$ 5 bilhões.

A expectativa é de que assim que contratada a instituição financeira, a operação esteja pronta no prazo de 90 a 120 dias. "Já recebemos várias propostas de bancos e devemos fechar com um deles", afirma.

"Vender entre 10% e 20% do negócio não afeta os nossos planos para a área de mineração e prova o valor que o negócio agrega à companhia", explica. O executivo, que participou de reunião com analistas de mercado na manhã de hoje, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, disse ainda que a operação não mudará em nada a preferência de compra da Companhia Vale do Rio Doce sobre o minério produzido por Casa de Pedra.
(Beth Moreira)

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CSN PRETENDE VENDER ENTRE 10% E 20% DA MINA CASA DE PEDRA

AE, São Paulo, 28 - O conselho de administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou a contratação de uma instituição financeira para estruturar a venda de 10% a 20% da mina Casa de Pedra. De acordo com o presidente da siderúrgica, Benjamin Steinbruch, há muitos parceiros interessados no ativo, que na sua avaliação tem valor estimado de US$ 5 bilhões.

A expectativa é de que assim que contratada a instituição financeira, a operação esteja pronta no prazo de 90 a 120 dias. "Já recebemos várias propostas de bancos e devemos fechar com um deles", afirma.

"Vender entre 10% e 20% do negócio não afeta os nossos planos para a área de mineração e prova o valor que o negócio agrega à companhia", explica. O executivo, que participou de reunião com analistas de mercado na manhã de hoje, em Volta Redonda, no Rio de Janeiro, disse ainda que a operação não mudará em nada a preferência de compra da Companhia Vale do Rio Doce sobre o minério produzido por Casa de Pedra.
(Beth Moreira)

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CREDIT SUISSE: ARACRUZ E VCP SÃO AS CIAS MELHOR POSICIONADAS NO MUNDO

AE, São Paulo, 28 - Em relatório divulgado ontem, o Credit Suisse aponta que Aracruz e Votorantim Celulose e Papel (VCP) são as empresas melhor posicionadas no mercado mundial de celulose de fibra curta. Para o setor de celulose e papel, a recomendação do banco é Market Weight e para os papéis das duas companhias brasileiras, Neutral. Conforme os analistas que assinam o relatório, Mark W. Connelly, Lars Kjellberg, Ivan Fadel, Sam McGovern e Catherine Haynes, apesar das preocupações dos investidores em relação à entrada de novas capacidades de celulose, os preços da commodity continuam subindo. "Acreditamos que a perspectiva para celulose é muito positiva, contrariamente à avaliação consensual corrente", afirmam.

Os analistas apontam ainda que a adição "sem precedentes" de novas capacidades de fibra curta por parte das produtoras brasileiras é motivo para reflexão. Entretanto, ponderam que a demanda chinesa pela commodity segue com crescimento acelerado e o fechamento de unidades produtoras integradas tem criado uma nova fonte de demanda para a celulose de fibra curta de mercado. "Nossas projeções sugerem que a utilização da capacidade instalada de fibra curta está prestes a superar 92%, sugerindo que os próximos cinco anos podem ser melhores, e não piores, que o normal", destacam.

Conforme os especialistas, a diferença de preços (spread) entre a celulose de fibra curta e a de fibra longa pode ser avaliada mais como curiosidade do que como indicador. Com o fechamento de capacidades, a expectativa é a de que esse spread se amplie, com os preços da fibra longa persistentemente em alta nos próximos anos. Em relação ao cenário para as companhias brasileiras de celulose de fibra curta, o Credit Suisse destaca que embora a valorização do real tenha mitigado algumas das vantagens de custo dessas companhias, o Brasil ainda segue como o mais competitivo, com margens significativas.

Em relação aos preços da celulose, os analistas apostam em cotações fortalecidas nos próximos cinco anos, apesar da substancial capacidade adicional que virá a mercado a partir de 2006. "Investidores estão compreensivelmente preocupados com a capacidade do mercado em absorver as novas capacidades, mas há uma série de fatores que sugerem que a cotação está caminhando para média superior e não inferior", dizem os especialistas. No segmento de fibra curta, lembram os analistas, está concentrada toda a nova capacidade. "Mas também é neste segmento que virá uma grande demanda adicional por parte da China", complementam. O fechamento de unidades integradas também contribui para o cenário otimista.

As ações de VCP e Aracruz dispararam ontem, em parte puxadas pelos guidances dados pela VCP na sexta-feira, e em parte por ajustes de grandes casas de avaliação após as novas diretrizes. Ontem, especialmente, o mercado comentava reação positiva a este relatório do Credit Suisse. VCP ainda está entre os maiores ganhos do Ibovespa hoje.
(Stella Fontes)

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CREDIT SUISSE: ARACRUZ E VCP SÃO AS CIAS MELHOR POSICIONADAS NO MUNDO

AE, São Paulo, 28 - Em relatório divulgado ontem, o Credit Suisse aponta que Aracruz e Votorantim Celulose e Papel (VCP) são as empresas melhor posicionadas no mercado mundial de celulose de fibra curta. Para o setor de celulose e papel, a recomendação do banco é Market Weight e para os papéis das duas companhias brasileiras, Neutral. Conforme os analistas que assinam o relatório, Mark W. Connelly, Lars Kjellberg, Ivan Fadel, Sam McGovern e Catherine Haynes, apesar das preocupações dos investidores em relação à entrada de novas capacidades de celulose, os preços da commodity continuam subindo. "Acreditamos que a perspectiva para celulose é muito positiva, contrariamente à avaliação consensual corrente", afirmam.

Os analistas apontam ainda que a adição "sem precedentes" de novas capacidades de fibra curta por parte das produtoras brasileiras é motivo para reflexão. Entretanto, ponderam que a demanda chinesa pela commodity segue com crescimento acelerado e o fechamento de unidades produtoras integradas tem criado uma nova fonte de demanda para a celulose de fibra curta de mercado. "Nossas projeções sugerem que a utilização da capacidade instalada de fibra curta está prestes a superar 92%, sugerindo que os próximos cinco anos podem ser melhores, e não piores, que o normal", destacam.

Conforme os especialistas, a diferença de preços (spread) entre a celulose de fibra curta e a de fibra longa pode ser avaliada mais como curiosidade do que como indicador. Com o fechamento de capacidades, a expectativa é a de que esse spread se amplie, com os preços da fibra longa persistentemente em alta nos próximos anos. Em relação ao cenário para as companhias brasileiras de celulose de fibra curta, o Credit Suisse destaca que embora a valorização do real tenha mitigado algumas das vantagens de custo dessas companhias, o Brasil ainda segue como o mais competitivo, com margens significativas.

Em relação aos preços da celulose, os analistas apostam em cotações fortalecidas nos próximos cinco anos, apesar da substancial capacidade adicional que virá a mercado a partir de 2006. "Investidores estão compreensivelmente preocupados com a capacidade do mercado em absorver as novas capacidades, mas há uma série de fatores que sugerem que a cotação está caminhando para média superior e não inferior", dizem os especialistas. No segmento de fibra curta, lembram os analistas, está concentrada toda a nova capacidade. "Mas também é neste segmento que virá uma grande demanda adicional por parte da China", complementam. O fechamento de unidades integradas também contribui para o cenário otimista.

As ações de VCP e Aracruz dispararam ontem, em parte puxadas pelos guidances dados pela VCP na sexta-feira, e em parte por ajustes de grandes casas de avaliação após as novas diretrizes. Ontem, especialmente, o mercado comentava reação positiva a este relatório do Credit Suisse. VCP ainda está entre os maiores ganhos do Ibovespa hoje.
(Stella Fontes)

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CREDIT SUISSE: ARACRUZ E VCP SÃO AS CIAS MELHOR POSICIONADAS NO MUNDO

AE, São Paulo, 28 - Em relatório divulgado ontem, o Credit Suisse aponta que Aracruz e Votorantim Celulose e Papel (VCP) são as empresas melhor posicionadas no mercado mundial de celulose de fibra curta. Para o setor de celulose e papel, a recomendação do banco é Market Weight e para os papéis das duas companhias brasileiras, Neutral. Conforme os analistas que assinam o relatório, Mark W. Connelly, Lars Kjellberg, Ivan Fadel, Sam McGovern e Catherine Haynes, apesar das preocupações dos investidores em relação à entrada de novas capacidades de celulose, os preços da commodity continuam subindo. "Acreditamos que a perspectiva para celulose é muito positiva, contrariamente à avaliação consensual corrente", afirmam.

Os analistas apontam ainda que a adição "sem precedentes" de novas capacidades de fibra curta por parte das produtoras brasileiras é motivo para reflexão. Entretanto, ponderam que a demanda chinesa pela commodity segue com crescimento acelerado e o fechamento de unidades produtoras integradas tem criado uma nova fonte de demanda para a celulose de fibra curta de mercado. "Nossas projeções sugerem que a utilização da capacidade instalada de fibra curta está prestes a superar 92%, sugerindo que os próximos cinco anos podem ser melhores, e não piores, que o normal", destacam.

Conforme os especialistas, a diferença de preços (spread) entre a celulose de fibra curta e a de fibra longa pode ser avaliada mais como curiosidade do que como indicador. Com o fechamento de capacidades, a expectativa é a de que esse spread se amplie, com os preços da fibra longa persistentemente em alta nos próximos anos. Em relação ao cenário para as companhias brasileiras de celulose de fibra curta, o Credit Suisse destaca que embora a valorização do real tenha mitigado algumas das vantagens de custo dessas companhias, o Brasil ainda segue como o mais competitivo, com margens significativas.

Em relação aos preços da celulose, os analistas apostam em cotações fortalecidas nos próximos cinco anos, apesar da substancial capacidade adicional que virá a mercado a partir de 2006. "Investidores estão compreensivelmente preocupados com a capacidade do mercado em absorver as novas capacidades, mas há uma série de fatores que sugerem que a cotação está caminhando para média superior e não inferior", dizem os especialistas. No segmento de fibra curta, lembram os analistas, está concentrada toda a nova capacidade. "Mas também é neste segmento que virá uma grande demanda adicional por parte da China", complementam. O fechamento de unidades integradas também contribui para o cenário otimista.

As ações de VCP e Aracruz dispararam ontem, em parte puxadas pelos guidances dados pela VCP na sexta-feira, e em parte por ajustes de grandes casas de avaliação após as novas diretrizes. Ontem, especialmente, o mercado comentava reação positiva a este relatório do Credit Suisse. VCP ainda está entre os maiores ganhos do Ibovespa hoje.
(Stella Fontes)

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MANTEGA SINALIZA QUE VOTARÁ AMANHÃ PELA QUEDA DA TJLP

AE, São Paulo, 28 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou que está mantida a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) amanhã, que vai decidir sobre a nova Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), atualmente em 9%. Mantega sinalizou que vai votar pela queda do juro. "Mudei de função, mas não de idéia", afirmou. Como presidente do BNDES, Mantega defendia a redução da TJLP para 7% ao ano.
(Josué Leonel e Sueli Campo)

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CSN: CONSUMO DOMÉSTICO DE AÇOS PLANOS DEVE CRESCER 7% EM 2006

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) trabalha com uma expectativa de crescimento de 7% para o mercado de aços planos no Brasil em 2006. Segundo relatório divulgado pela empresa, a previsão baseia-se em um cenário de economia brasileira crescendo a taxas mais elevadas, em função, basicamente, de maiores gastos do governo com obras e projetos e continuidade da trajetória de queda das taxas de juros.

"Dessa forma, seu volume de vendas e a alocação de vendas entre mercados pode apresentar melhora em relação a 2005", afirma. Por outro lado, no mercado internacional a siderúrgica espera estabilidade de preços no primeiro semestre e queda na segunda metade do ano, devido a uma expectativa de declínio no consumo aparente.

A empresa destaca também a expectativa de menores custos para as principais matérias-primas que compõem a estrutura de custo da empresa - carvão e coque -, de acordo com tendência de queda já verificada nos preços internacionais. "A margem Ebitda deve manter-se estável na média de 2006. Em função da continuidade de geração de caixa elevada, a companhia estima uma redução no nível de endividamento ao final do ano", informa.
(Beth Moreira)

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MANTEGA SINALIZA QUE VOTARÁ AMANHÃ PELA QUEDA DA TJLP

AE, São Paulo, 28 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou que está mantida a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) amanhã, que vai decidir sobre a nova Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), atualmente em 9%. Mantega sinalizou que vai votar pela queda do juro. "Mudei de função, mas não de idéia", afirmou. Como presidente do BNDES, Mantega defendia a redução da TJLP para 7% ao ano.
(Josué Leonel e Sueli Campo)

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CSN: CONSUMO DOMÉSTICO DE AÇOS PLANOS DEVE CRESCER 7% EM 2006

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) trabalha com uma expectativa de crescimento de 7% para o mercado de aços planos no Brasil em 2006. Segundo relatório divulgado pela empresa, a previsão baseia-se em um cenário de economia brasileira crescendo a taxas mais elevadas, em função, basicamente, de maiores gastos do governo com obras e projetos e continuidade da trajetória de queda das taxas de juros.

"Dessa forma, seu volume de vendas e a alocação de vendas entre mercados pode apresentar melhora em relação a 2005", afirma. Por outro lado, no mercado internacional a siderúrgica espera estabilidade de preços no primeiro semestre e queda na segunda metade do ano, devido a uma expectativa de declínio no consumo aparente.

A empresa destaca também a expectativa de menores custos para as principais matérias-primas que compõem a estrutura de custo da empresa - carvão e coque -, de acordo com tendência de queda já verificada nos preços internacionais. "A margem Ebitda deve manter-se estável na média de 2006. Em função da continuidade de geração de caixa elevada, a companhia estima uma redução no nível de endividamento ao final do ano", informa.
(Beth Moreira)

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MANTEGA SINALIZA QUE VOTARÁ AMANHÃ PELA QUEDA DA TJLP

AE, São Paulo, 28 - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, confirmou que está mantida a reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN) amanhã, que vai decidir sobre a nova Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP), atualmente em 9%. Mantega sinalizou que vai votar pela queda do juro. "Mudei de função, mas não de idéia", afirmou. Como presidente do BNDES, Mantega defendia a redução da TJLP para 7% ao ano.
(Josué Leonel e Sueli Campo)

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CSN: CONSUMO DOMÉSTICO DE AÇOS PLANOS DEVE CRESCER 7% EM 2006

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) trabalha com uma expectativa de crescimento de 7% para o mercado de aços planos no Brasil em 2006. Segundo relatório divulgado pela empresa, a previsão baseia-se em um cenário de economia brasileira crescendo a taxas mais elevadas, em função, basicamente, de maiores gastos do governo com obras e projetos e continuidade da trajetória de queda das taxas de juros.

"Dessa forma, seu volume de vendas e a alocação de vendas entre mercados pode apresentar melhora em relação a 2005", afirma. Por outro lado, no mercado internacional a siderúrgica espera estabilidade de preços no primeiro semestre e queda na segunda metade do ano, devido a uma expectativa de declínio no consumo aparente.

A empresa destaca também a expectativa de menores custos para as principais matérias-primas que compõem a estrutura de custo da empresa - carvão e coque -, de acordo com tendência de queda já verificada nos preços internacionais. "A margem Ebitda deve manter-se estável na média de 2006. Em função da continuidade de geração de caixa elevada, a companhia estima uma redução no nível de endividamento ao final do ano", informa.
(Beth Moreira)

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BRADESCO, FIDELITY E REAL FECHAM PARCERIA PARA PROCESSAR CARTÕES

AE, São Paulo, 28 - O Banco Bradesco, a Fidelity National Information Services e o Banco ABN Amro Real assinaram acordo de parceria com a finalidade de prestar serviços de processamento de cartões. A nova empresa, que se denominará Fidelity Processadora e Serviços, atenderá os atuais clientes da Fidelity e os novos parceiros, bem como outros emissores de cartões.

Os serviços a serem prestados abrangem toda a cadeia de atividade de cartões, destacando processamento, administração de centrais de atendimento, suporte de retaguarda (back office), serviços de cobrança e gerenciamento de riscos. A plataforma para processamento dos cartões na nova empresa será a BASE2000 da Fidelity National.

A Fidelity National, líder mundial em prestação de serviços de tecnologia para instituições financeiras, espera processar nos próximos 24 meses mais de 20 milhões de cartões no Brasil e mais de 63 milhões no mundo.

A parceria tornará a Fidelity uma das maiores processadoras de cartões no País. O Bradesco foi assessorado pelo seu departamento de Mercado de Capitais-BBI e o Banco Real pelo seu grupo de Corporate Finance.
(Silvia Fregoni)

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BRADESPAR: LUCRO DECORRE DE INVESTIMENTOS E RESULTADO FINANCEIRO

AE, São Paulo, 28 - O lucro da Bradespar no ano passado, de R$ 636,9 milhões, decorreu dos resultados expressivos registrados pela Companhia Vale do Rio Doce e pela CPFL Energia e da redução das despesas financeiras da Bradesplan.

Segundo relatório de desempenho da empresa, a Bradespar apresentou em 2005 receita operacional de R$ 725,2 milhões, retratando a contribuição das empresas investidas e a venda de participação na Net Serviços.

O resultado positivo da equivalência patrimonial da Valepar/Companhia Vale do Rio Doce foi de R$ 562,9 milhões, 73% superior ao apresentado em 2004. O ganho da equivalência patrimonial da VBC/CPFL Energia atingiu R$ 104,1 milhões, com crescimento de 34%.

A venda da parcela final de participação na Net, o que ocorreu no primeiro trimestre de 2005, gerou receita de R$ 58,2 milhões. Em 2004, o resultado com a alienação de investimentos somou R$ 50,7 milhões.

No decorrer no ano passado, o resultado financeiro da Bradespar melhorou significativamente. Passou de despesas financeiras de R$ 120,8 milhões em 2004 para receitas financeiras líquidas de R$ 20,6 milhões em 2005.

A mudança financeira decorreu, principalmente, da recompra da totalidade das debêntures da Bradesplan, utilizando recursos originados da venda de participação na Valepar para a Mitsui e no aumento de capital da Bradespar, realizados em setembro de 2003 e dezembro de 2004, respectivamente.
(Silvia Fregoni)

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BRADESCO, FIDELITY E REAL FECHAM PARCERIA PARA PROCESSAR CARTÕES

AE, São Paulo, 28 - O Banco Bradesco, a Fidelity National Information Services e o Banco ABN Amro Real assinaram acordo de parceria com a finalidade de prestar serviços de processamento de cartões. A nova empresa, que se denominará Fidelity Processadora e Serviços, atenderá os atuais clientes da Fidelity e os novos parceiros, bem como outros emissores de cartões.

Os serviços a serem prestados abrangem toda a cadeia de atividade de cartões, destacando processamento, administração de centrais de atendimento, suporte de retaguarda (back office), serviços de cobrança e gerenciamento de riscos. A plataforma para processamento dos cartões na nova empresa será a BASE2000 da Fidelity National.

A Fidelity National, líder mundial em prestação de serviços de tecnologia para instituições financeiras, espera processar nos próximos 24 meses mais de 20 milhões de cartões no Brasil e mais de 63 milhões no mundo.

A parceria tornará a Fidelity uma das maiores processadoras de cartões no País. O Bradesco foi assessorado pelo seu departamento de Mercado de Capitais-BBI e o Banco Real pelo seu grupo de Corporate Finance.
(Silvia Fregoni)

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BRADESPAR: LUCRO DECORRE DE INVESTIMENTOS E RESULTADO FINANCEIRO

AE, São Paulo, 28 - O lucro da Bradespar no ano passado, de R$ 636,9 milhões, decorreu dos resultados expressivos registrados pela Companhia Vale do Rio Doce e pela CPFL Energia e da redução das despesas financeiras da Bradesplan.

Segundo relatório de desempenho da empresa, a Bradespar apresentou em 2005 receita operacional de R$ 725,2 milhões, retratando a contribuição das empresas investidas e a venda de participação na Net Serviços.

O resultado positivo da equivalência patrimonial da Valepar/Companhia Vale do Rio Doce foi de R$ 562,9 milhões, 73% superior ao apresentado em 2004. O ganho da equivalência patrimonial da VBC/CPFL Energia atingiu R$ 104,1 milhões, com crescimento de 34%.

A venda da parcela final de participação na Net, o que ocorreu no primeiro trimestre de 2005, gerou receita de R$ 58,2 milhões. Em 2004, o resultado com a alienação de investimentos somou R$ 50,7 milhões.

No decorrer no ano passado, o resultado financeiro da Bradespar melhorou significativamente. Passou de despesas financeiras de R$ 120,8 milhões em 2004 para receitas financeiras líquidas de R$ 20,6 milhões em 2005.

A mudança financeira decorreu, principalmente, da recompra da totalidade das debêntures da Bradesplan, utilizando recursos originados da venda de participação na Valepar para a Mitsui e no aumento de capital da Bradespar, realizados em setembro de 2003 e dezembro de 2004, respectivamente.
(Silvia Fregoni)

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BRADESCO, FIDELITY E REAL FECHAM PARCERIA PARA PROCESSAR CARTÕES

AE, São Paulo, 28 - O Banco Bradesco, a Fidelity National Information Services e o Banco ABN Amro Real assinaram acordo de parceria com a finalidade de prestar serviços de processamento de cartões. A nova empresa, que se denominará Fidelity Processadora e Serviços, atenderá os atuais clientes da Fidelity e os novos parceiros, bem como outros emissores de cartões.

Os serviços a serem prestados abrangem toda a cadeia de atividade de cartões, destacando processamento, administração de centrais de atendimento, suporte de retaguarda (back office), serviços de cobrança e gerenciamento de riscos. A plataforma para processamento dos cartões na nova empresa será a BASE2000 da Fidelity National.

A Fidelity National, líder mundial em prestação de serviços de tecnologia para instituições financeiras, espera processar nos próximos 24 meses mais de 20 milhões de cartões no Brasil e mais de 63 milhões no mundo.

A parceria tornará a Fidelity uma das maiores processadoras de cartões no País. O Bradesco foi assessorado pelo seu departamento de Mercado de Capitais-BBI e o Banco Real pelo seu grupo de Corporate Finance.
(Silvia Fregoni)

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BRADESPAR: LUCRO DECORRE DE INVESTIMENTOS E RESULTADO FINANCEIRO

AE, São Paulo, 28 - O lucro da Bradespar no ano passado, de R$ 636,9 milhões, decorreu dos resultados expressivos registrados pela Companhia Vale do Rio Doce e pela CPFL Energia e da redução das despesas financeiras da Bradesplan.

Segundo relatório de desempenho da empresa, a Bradespar apresentou em 2005 receita operacional de R$ 725,2 milhões, retratando a contribuição das empresas investidas e a venda de participação na Net Serviços.

O resultado positivo da equivalência patrimonial da Valepar/Companhia Vale do Rio Doce foi de R$ 562,9 milhões, 73% superior ao apresentado em 2004. O ganho da equivalência patrimonial da VBC/CPFL Energia atingiu R$ 104,1 milhões, com crescimento de 34%.

A venda da parcela final de participação na Net, o que ocorreu no primeiro trimestre de 2005, gerou receita de R$ 58,2 milhões. Em 2004, o resultado com a alienação de investimentos somou R$ 50,7 milhões.

No decorrer no ano passado, o resultado financeiro da Bradespar melhorou significativamente. Passou de despesas financeiras de R$ 120,8 milhões em 2004 para receitas financeiras líquidas de R$ 20,6 milhões em 2005.

A mudança financeira decorreu, principalmente, da recompra da totalidade das debêntures da Bradesplan, utilizando recursos originados da venda de participação na Valepar para a Mitsui e no aumento de capital da Bradespar, realizados em setembro de 2003 e dezembro de 2004, respectivamente.
(Silvia Fregoni)

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ARCELOR: OPA DE ACESITA SERÁ EM 27/4; PREÇO DE R$ 36,34 PARA ON E PN

AE, São Paulo, 28 - A Arcelor Spain Holding S.L. informa que a oferta pública de aquisição de ações (OPA) para a Acesita ocorrerá dia 27 de abril em dois leilões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O primeiro será às 14h, para as ações ordinárias, e o segundo, às 15h para as preferenciais. Conforme já divulgado, o preço por ação da Acesita, tanto preferencial quanto ordinária será de R$ 36,34. No caso das ON, o valor corresponde a 80% da média do valor por ação pago para a Previ, Petros e Sistel na compra de participação desses fundos na empresa conforme já anunciado. Para as PN, o valor equivale a um prêmio de 26,02% sobre a média do preço pela qual as ações preferenciais foram negociadas no pregão da Bovespa no período de 6 de dezembro de 2005 a 6 de janeiro de 2006.

De acordo com o edital da oferta, por intermédio do Unibanco, a Arcelor irá adquirir a totalidade das ações ordinárias e até 10,396 milhões de papéis preferenciais da Acesita.

A habilitação para os leilões será realizada no sistema eletrônico da Bovespa até as 18h de 26 de abril, dia útil imediatamente anterior à data do evento, no Unibanco Investshop ou outra corretora. A liquidação financeira das operações será em 3 de maio.

A OPA decorre do fato da Arcelor Spain Holding S.L. ter adquirido a participação de fundos de pensão na Acesita, em operação que configurou alienação de controle. A OPA foi anunciada no começo do ano.

A oferta para as ON é obrigatória em decorrência de alienação de controle da Acesita e a oferta para as PN é voluntária e está limitada a 1/3 da classe em circulação. A operação não visa o cancelamento de
registro de companhia aberta da Acesita.

A Arcelor publicou fato relevante no dia 6 de janeiro no qual informava ter adquirido no dia anterior, por meio de sua subsidiária integral Arcelor Spain Holding, 3.021 mil ações ordinárias de emissão da Acesita de propriedade da Fundação Sistel de Seguridade Social. Por conta da operação, disse que faria oferta pública para compra das ações da companhia em circulação. As ações estavam vinculadas ao acordo de acionistas da Acesita, representando 12,13% do seu capital votante e 4,05% do capital total. O preço pago à Sistel foi de R$ 45,08 por ação.
Com essas ações, mais as compradas da Previ e da Petros, a Arcelor passou a deter 18,861 milhões de ações ON da Acesita, que representam 75,75%
(Ana Paula Ragazzi)

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MINÉRIO DE FERRO: RODADA DE NEGOCIAÇÕES PODE DEMORAR ATÉ DUAS SEMANAS

AE, Pequim, 28 - A China não deve apressar a atual rodada de negociações de preço para o minério de ferro com os fornecedores globais e as conversações podem se prolongar por até duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial chinesa Xinhua, citando fontes não identificadas. As siderúrgicas chinesas têm declarado que não estão dispostos a aceitar uma alta de preços, mas analistas estimam que o minério de ferro, esse ano, deve subir entre 10% e 20%.

A agência de notícias prevê que a atual rodada de negociações, a quarta, não deve resultar em uma conclusão final sobre os preços. As conversações não atingiram um estágio de definição do valores, com cada lado ainda analisando e apresentando suas perspectivas sobre os mercados de minério de ferro e aço.

A chinesa Shanghai Baosteel Group Corp., que representa as siderúrgicas do país na mesa de negociações, deve se encontrar primeiro com a Hamersley Iron, unidade da anglo-australiana Rio Tinto. Na próxima semana, o grupo chinês deve se encontrar com a brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD) e BHP Billiton, acrescenta a agência.

No início do mês, Liu Rujun, chairman da siderúrgica chinesa Handan Iron & Steel Co., declarou que o anúncio do preço do minério de ferro para 2006 pode ser feito depois de 1º de abril, data que normalmente marca o início dos contratos para o novo ano fiscal.

Em 2005 as três maiores produtoras de minério de ferro, Vale, Rio Tinto e BHP (que juntas respondem por 70% das vendas globais do minério) conseguiram alta de 71,5% no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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ARCELOR: OPA DE ACESITA SERÁ EM 27/4; PREÇO DE R$ 36,34 PARA ON E PN

AE, São Paulo, 28 - A Arcelor Spain Holding S.L. informa que a oferta pública de aquisição de ações (OPA) para a Acesita ocorrerá dia 27 de abril em dois leilões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O primeiro será às 14h, para as ações ordinárias, e o segundo, às 15h para as preferenciais. Conforme já divulgado, o preço por ação da Acesita, tanto preferencial quanto ordinária será de R$ 36,34. No caso das ON, o valor corresponde a 80% da média do valor por ação pago para a Previ, Petros e Sistel na compra de participação desses fundos na empresa conforme já anunciado. Para as PN, o valor equivale a um prêmio de 26,02% sobre a média do preço pela qual as ações preferenciais foram negociadas no pregão da Bovespa no período de 6 de dezembro de 2005 a 6 de janeiro de 2006.

De acordo com o edital da oferta, por intermédio do Unibanco, a Arcelor irá adquirir a totalidade das ações ordinárias e até 10,396 milhões de papéis preferenciais da Acesita.

A habilitação para os leilões será realizada no sistema eletrônico da Bovespa até as 18h de 26 de abril, dia útil imediatamente anterior à data do evento, no Unibanco Investshop ou outra corretora. A liquidação financeira das operações será em 3 de maio.

A OPA decorre do fato da Arcelor Spain Holding S.L. ter adquirido a participação de fundos de pensão na Acesita, em operação que configurou alienação de controle. A OPA foi anunciada no começo do ano.

A oferta para as ON é obrigatória em decorrência de alienação de controle da Acesita e a oferta para as PN é voluntária e está limitada a 1/3 da classe em circulação. A operação não visa o cancelamento de
registro de companhia aberta da Acesita.

A Arcelor publicou fato relevante no dia 6 de janeiro no qual informava ter adquirido no dia anterior, por meio de sua subsidiária integral Arcelor Spain Holding, 3.021 mil ações ordinárias de emissão da Acesita de propriedade da Fundação Sistel de Seguridade Social. Por conta da operação, disse que faria oferta pública para compra das ações da companhia em circulação. As ações estavam vinculadas ao acordo de acionistas da Acesita, representando 12,13% do seu capital votante e 4,05% do capital total. O preço pago à Sistel foi de R$ 45,08 por ação.
Com essas ações, mais as compradas da Previ e da Petros, a Arcelor passou a deter 18,861 milhões de ações ON da Acesita, que representam 75,75%
(Ana Paula Ragazzi)

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MINÉRIO DE FERRO: RODADA DE NEGOCIAÇÕES PODE DEMORAR ATÉ DUAS SEMANAS

AE, Pequim, 28 - A China não deve apressar a atual rodada de negociações de preço para o minério de ferro com os fornecedores globais e as conversações podem se prolongar por até duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial chinesa Xinhua, citando fontes não identificadas. As siderúrgicas chinesas têm declarado que não estão dispostos a aceitar uma alta de preços, mas analistas estimam que o minério de ferro, esse ano, deve subir entre 10% e 20%.

A agência de notícias prevê que a atual rodada de negociações, a quarta, não deve resultar em uma conclusão final sobre os preços. As conversações não atingiram um estágio de definição do valores, com cada lado ainda analisando e apresentando suas perspectivas sobre os mercados de minério de ferro e aço.

A chinesa Shanghai Baosteel Group Corp., que representa as siderúrgicas do país na mesa de negociações, deve se encontrar primeiro com a Hamersley Iron, unidade da anglo-australiana Rio Tinto. Na próxima semana, o grupo chinês deve se encontrar com a brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD) e BHP Billiton, acrescenta a agência.

No início do mês, Liu Rujun, chairman da siderúrgica chinesa Handan Iron & Steel Co., declarou que o anúncio do preço do minério de ferro para 2006 pode ser feito depois de 1º de abril, data que normalmente marca o início dos contratos para o novo ano fiscal.

Em 2005 as três maiores produtoras de minério de ferro, Vale, Rio Tinto e BHP (que juntas respondem por 70% das vendas globais do minério) conseguiram alta de 71,5% no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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ARCELOR: OPA DE ACESITA SERÁ EM 27/4; PREÇO DE R$ 36,34 PARA ON E PN

AE, São Paulo, 28 - A Arcelor Spain Holding S.L. informa que a oferta pública de aquisição de ações (OPA) para a Acesita ocorrerá dia 27 de abril em dois leilões na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). O primeiro será às 14h, para as ações ordinárias, e o segundo, às 15h para as preferenciais. Conforme já divulgado, o preço por ação da Acesita, tanto preferencial quanto ordinária será de R$ 36,34. No caso das ON, o valor corresponde a 80% da média do valor por ação pago para a Previ, Petros e Sistel na compra de participação desses fundos na empresa conforme já anunciado. Para as PN, o valor equivale a um prêmio de 26,02% sobre a média do preço pela qual as ações preferenciais foram negociadas no pregão da Bovespa no período de 6 de dezembro de 2005 a 6 de janeiro de 2006.

De acordo com o edital da oferta, por intermédio do Unibanco, a Arcelor irá adquirir a totalidade das ações ordinárias e até 10,396 milhões de papéis preferenciais da Acesita.

A habilitação para os leilões será realizada no sistema eletrônico da Bovespa até as 18h de 26 de abril, dia útil imediatamente anterior à data do evento, no Unibanco Investshop ou outra corretora. A liquidação financeira das operações será em 3 de maio.

A OPA decorre do fato da Arcelor Spain Holding S.L. ter adquirido a participação de fundos de pensão na Acesita, em operação que configurou alienação de controle. A OPA foi anunciada no começo do ano.

A oferta para as ON é obrigatória em decorrência de alienação de controle da Acesita e a oferta para as PN é voluntária e está limitada a 1/3 da classe em circulação. A operação não visa o cancelamento de
registro de companhia aberta da Acesita.

A Arcelor publicou fato relevante no dia 6 de janeiro no qual informava ter adquirido no dia anterior, por meio de sua subsidiária integral Arcelor Spain Holding, 3.021 mil ações ordinárias de emissão da Acesita de propriedade da Fundação Sistel de Seguridade Social. Por conta da operação, disse que faria oferta pública para compra das ações da companhia em circulação. As ações estavam vinculadas ao acordo de acionistas da Acesita, representando 12,13% do seu capital votante e 4,05% do capital total. O preço pago à Sistel foi de R$ 45,08 por ação.
Com essas ações, mais as compradas da Previ e da Petros, a Arcelor passou a deter 18,861 milhões de ações ON da Acesita, que representam 75,75%
(Ana Paula Ragazzi)

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MINÉRIO DE FERRO: RODADA DE NEGOCIAÇÕES PODE DEMORAR ATÉ DUAS SEMANAS

AE, Pequim, 28 - A China não deve apressar a atual rodada de negociações de preço para o minério de ferro com os fornecedores globais e as conversações podem se prolongar por até duas semanas, de acordo com a agência de notícias oficial chinesa Xinhua, citando fontes não identificadas. As siderúrgicas chinesas têm declarado que não estão dispostos a aceitar uma alta de preços, mas analistas estimam que o minério de ferro, esse ano, deve subir entre 10% e 20%.

A agência de notícias prevê que a atual rodada de negociações, a quarta, não deve resultar em uma conclusão final sobre os preços. As conversações não atingiram um estágio de definição do valores, com cada lado ainda analisando e apresentando suas perspectivas sobre os mercados de minério de ferro e aço.

A chinesa Shanghai Baosteel Group Corp., que representa as siderúrgicas do país na mesa de negociações, deve se encontrar primeiro com a Hamersley Iron, unidade da anglo-australiana Rio Tinto. Na próxima semana, o grupo chinês deve se encontrar com a brasileira Companhia de Vale do Rio Doce (CVRD) e BHP Billiton, acrescenta a agência.

No início do mês, Liu Rujun, chairman da siderúrgica chinesa Handan Iron & Steel Co., declarou que o anúncio do preço do minério de ferro para 2006 pode ser feito depois de 1º de abril, data que normalmente marca o início dos contratos para o novo ano fiscal.

Em 2005 as três maiores produtoras de minério de ferro, Vale, Rio Tinto e BHP (que juntas respondem por 70% das vendas globais do minério) conseguiram alta de 71,5% no preço. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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VALE PROCURA NOVAS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NA ÁSIA

AE, Cingapura, 28 - A Companhia Vale Do Rio Doce (CVRD) está em busca de novas oportunidades de investimento no setor de mineração na Ásia, segundo um executivo da companhia. Ao se apresentar em um congresso de mineração no continente, o chefe de Exploração da Vale para Ásia e Oceania, Fábio Masotti, declarou que a Mongólia, região na qual a companhia já possui 3,9 milhões de hectares de terras de exploração, será o principal foco da Vale, que já reservou 77% dos investimentos (capex) para novos projetos.

"A América do Sul liderou em mineração na região nos anos 90 para investimentos e desenvolvimento de minas. Enquanto isso, a agenda política e econômica atrasou o desenvolvimento de minas na Ásia, mas a região agora começa a concentrar as atenções", afirmou Masotti.

O executivo notou que a Ásia, no momento, perde somente para América do Norte e do Sul no desenvolvimento novas minas. "Na América Sul as descobertas estão ficando cada dia mais difíceis, enquanto na Ásia, a Mongólia se tornou um novo membro notável" no horizonte da mineração. A Mongólia recebeu US$ 120 milhões em novos investimentos para mineração durante 2005, acrescentou Masotti.

Com a alta nos preços da commodity, o "apetite maior por risco e prosperidade econômica na Ásia" estão impulsionando investimentos em mineração na região. Masotti disse que a estratégia da Vale para a Ásia é avaliar todas as oportunidades possíveis em recursos como minério de ferro, cobre, níquel e ouro.

Em 2005, a Vale liderou a produção de minério de ferro do mundo, respondendo por 33% do fornecimento global do produto. Para manter o ritmo de crescimento, a companhia pretende destinar US$ 13 bilhões para novos investimentos nos próximos cinco anos. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CSN: CONSELHO APROVA INVESTIMENTOS DE US$ 3,6 BI EM 4 ANOS

AE, São Paulo, 28 - O conselho da administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou, na reunião de 27/03/2006, investimentos da ordem de US$ 3,6 bilhões com duração de aproximadamente quatro anos a partir da contratação. Os recursos serão destinados para produção de 6 milhões de toneladas de placas adicionais por ano, com a instalação de quatro alto-fornos, com capacidade para 1,5 milhão de toneladas por ano cada um.

Os dois primeiros fornos serão instalados em Itaguaí (RJ), perfazendo um total de 3 milhões de toneladas por ano. A localização dos outros dois será escolhida oportunamente, conforme fato relevante divulgado hoje.

De acordo com os administradores, a realização desses investimentos está sujeita a aprovação de condições adequadas de financiamento.

A reunião também aprovou a revisão do projeto "Minério de Ferro" da CSN, que contempla a expansão da capacidade da mina de Casa de Pedra, do terminal de carvão, bem como a implantação de uma segunda pelotizadora, e a respectiva realização de investimentos da ordem de US$ 1,5 bilhão. Conforme a proposta apresentada na reunião do conselho, a revisão se deu em razão da necessidade de se atender a um novo patamar de produção de minério de ferro que atingirá 53 milhões de toneladas no ano de 2011.
(Silvia Araujo)

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VALE PROCURA NOVAS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NA ÁSIA

AE, Cingapura, 28 - A Companhia Vale Do Rio Doce (CVRD) está em busca de novas oportunidades de investimento no setor de mineração na Ásia, segundo um executivo da companhia. Ao se apresentar em um congresso de mineração no continente, o chefe de Exploração da Vale para Ásia e Oceania, Fábio Masotti, declarou que a Mongólia, região na qual a companhia já possui 3,9 milhões de hectares de terras de exploração, será o principal foco da Vale, que já reservou 77% dos investimentos (capex) para novos projetos.

"A América do Sul liderou em mineração na região nos anos 90 para investimentos e desenvolvimento de minas. Enquanto isso, a agenda política e econômica atrasou o desenvolvimento de minas na Ásia, mas a região agora começa a concentrar as atenções", afirmou Masotti.

O executivo notou que a Ásia, no momento, perde somente para América do Norte e do Sul no desenvolvimento novas minas. "Na América Sul as descobertas estão ficando cada dia mais difíceis, enquanto na Ásia, a Mongólia se tornou um novo membro notável" no horizonte da mineração. A Mongólia recebeu US$ 120 milhões em novos investimentos para mineração durante 2005, acrescentou Masotti.

Com a alta nos preços da commodity, o "apetite maior por risco e prosperidade econômica na Ásia" estão impulsionando investimentos em mineração na região. Masotti disse que a estratégia da Vale para a Ásia é avaliar todas as oportunidades possíveis em recursos como minério de ferro, cobre, níquel e ouro.

Em 2005, a Vale liderou a produção de minério de ferro do mundo, respondendo por 33% do fornecimento global do produto. Para manter o ritmo de crescimento, a companhia pretende destinar US$ 13 bilhões para novos investimentos nos próximos cinco anos. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CSN: CONSELHO APROVA INVESTIMENTOS DE US$ 3,6 BI EM 4 ANOS

AE, São Paulo, 28 - O conselho da administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou, na reunião de 27/03/2006, investimentos da ordem de US$ 3,6 bilhões com duração de aproximadamente quatro anos a partir da contratação. Os recursos serão destinados para produção de 6 milhões de toneladas de placas adicionais por ano, com a instalação de quatro alto-fornos, com capacidade para 1,5 milhão de toneladas por ano cada um.

Os dois primeiros fornos serão instalados em Itaguaí (RJ), perfazendo um total de 3 milhões de toneladas por ano. A localização dos outros dois será escolhida oportunamente, conforme fato relevante divulgado hoje.

De acordo com os administradores, a realização desses investimentos está sujeita a aprovação de condições adequadas de financiamento.

A reunião também aprovou a revisão do projeto "Minério de Ferro" da CSN, que contempla a expansão da capacidade da mina de Casa de Pedra, do terminal de carvão, bem como a implantação de uma segunda pelotizadora, e a respectiva realização de investimentos da ordem de US$ 1,5 bilhão. Conforme a proposta apresentada na reunião do conselho, a revisão se deu em razão da necessidade de se atender a um novo patamar de produção de minério de ferro que atingirá 53 milhões de toneladas no ano de 2011.
(Silvia Araujo)

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VALE PROCURA NOVAS OPORTUNIDADES DE INVESTIMENTO NA ÁSIA

AE, Cingapura, 28 - A Companhia Vale Do Rio Doce (CVRD) está em busca de novas oportunidades de investimento no setor de mineração na Ásia, segundo um executivo da companhia. Ao se apresentar em um congresso de mineração no continente, o chefe de Exploração da Vale para Ásia e Oceania, Fábio Masotti, declarou que a Mongólia, região na qual a companhia já possui 3,9 milhões de hectares de terras de exploração, será o principal foco da Vale, que já reservou 77% dos investimentos (capex) para novos projetos.

"A América do Sul liderou em mineração na região nos anos 90 para investimentos e desenvolvimento de minas. Enquanto isso, a agenda política e econômica atrasou o desenvolvimento de minas na Ásia, mas a região agora começa a concentrar as atenções", afirmou Masotti.

O executivo notou que a Ásia, no momento, perde somente para América do Norte e do Sul no desenvolvimento novas minas. "Na América Sul as descobertas estão ficando cada dia mais difíceis, enquanto na Ásia, a Mongólia se tornou um novo membro notável" no horizonte da mineração. A Mongólia recebeu US$ 120 milhões em novos investimentos para mineração durante 2005, acrescentou Masotti.

Com a alta nos preços da commodity, o "apetite maior por risco e prosperidade econômica na Ásia" estão impulsionando investimentos em mineração na região. Masotti disse que a estratégia da Vale para a Ásia é avaliar todas as oportunidades possíveis em recursos como minério de ferro, cobre, níquel e ouro.

Em 2005, a Vale liderou a produção de minério de ferro do mundo, respondendo por 33% do fornecimento global do produto. Para manter o ritmo de crescimento, a companhia pretende destinar US$ 13 bilhões para novos investimentos nos próximos cinco anos. As informações são da agência Dow Jones.
(Fabiana Holtz)

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CSN: CONSELHO APROVA INVESTIMENTOS DE US$ 3,6 BI EM 4 ANOS

AE, São Paulo, 28 - O conselho da administração da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) aprovou, na reunião de 27/03/2006, investimentos da ordem de US$ 3,6 bilhões com duração de aproximadamente quatro anos a partir da contratação. Os recursos serão destinados para produção de 6 milhões de toneladas de placas adicionais por ano, com a instalação de quatro alto-fornos, com capacidade para 1,5 milhão de toneladas por ano cada um.

Os dois primeiros fornos serão instalados em Itaguaí (RJ), perfazendo um total de 3 milhões de toneladas por ano. A localização dos outros dois será escolhida oportunamente, conforme fato relevante divulgado hoje.

De acordo com os administradores, a realização desses investimentos está sujeita a aprovação de condições adequadas de financiamento.

A reunião também aprovou a revisão do projeto "Minério de Ferro" da CSN, que contempla a expansão da capacidade da mina de Casa de Pedra, do terminal de carvão, bem como a implantação de uma segunda pelotizadora, e a respectiva realização de investimentos da ordem de US$ 1,5 bilhão. Conforme a proposta apresentada na reunião do conselho, a revisão se deu em razão da necessidade de se atender a um novo patamar de produção de minério de ferro que atingirá 53 milhões de toneladas no ano de 2011.
(Silvia Araujo)

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VALE ANTECIPA PARADA DE MANUTENÇÃO DE USINA DE PELOTAS NO MA

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Vale do Rio Doce informou ontem à noite que decidiu antecipar a parada para manutenção da usina de pelotização de São Luís (MA). Segundo a empresa, a medida permitirá a realocação de minérios finos, que seriam destinados à produção de pelotas, para a realização direta de embarques para clientes no exterior, atendendo ao forte crescimento da demanda por finos.

"Ao mesmo tempo em que persiste a situação de excesso de demanda global por minério de ferro fino e granulado, cuja expansão continua a ser liderada pela China, a demanda transoceânica por pelotas, que se concentra mais em países ocidentais, está estabilizada", diz o comunicado da Vale. A empresa afirmou que o atual nível de estoques e o aumento de produção das unidades do Sistema Sul garantirão o suprimento de pelotas até a retomada da operação de São Luís.
(Téo Takar)

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VALE ANTECIPA PARADA DE MANUTENÇÃO DE USINA DE PELOTAS NO MA

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Vale do Rio Doce informou ontem à noite que decidiu antecipar a parada para manutenção da usina de pelotização de São Luís (MA). Segundo a empresa, a medida permitirá a realocação de minérios finos, que seriam destinados à produção de pelotas, para a realização direta de embarques para clientes no exterior, atendendo ao forte crescimento da demanda por finos.

"Ao mesmo tempo em que persiste a situação de excesso de demanda global por minério de ferro fino e granulado, cuja expansão continua a ser liderada pela China, a demanda transoceânica por pelotas, que se concentra mais em países ocidentais, está estabilizada", diz o comunicado da Vale. A empresa afirmou que o atual nível de estoques e o aumento de produção das unidades do Sistema Sul garantirão o suprimento de pelotas até a retomada da operação de São Luís.
(Téo Takar)

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VALE ANTECIPA PARADA DE MANUTENÇÃO DE USINA DE PELOTAS NO MA

AE, São Paulo, 28 - A Companhia Vale do Rio Doce informou ontem à noite que decidiu antecipar a parada para manutenção da usina de pelotização de São Luís (MA). Segundo a empresa, a medida permitirá a realocação de minérios finos, que seriam destinados à produção de pelotas, para a realização direta de embarques para clientes no exterior, atendendo ao forte crescimento da demanda por finos.

"Ao mesmo tempo em que persiste a situação de excesso de demanda global por minério de ferro fino e granulado, cuja expansão continua a ser liderada pela China, a demanda transoceânica por pelotas, que se concentra mais em países ocidentais, está estabilizada", diz o comunicado da Vale. A empresa afirmou que o atual nível de estoques e o aumento de produção das unidades do Sistema Sul garantirão o suprimento de pelotas até a retomada da operação de São Luís.
(Téo Takar)

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FT.COM: FUSÕES NO SETOR DE PETRÓLEO TRIPLICAM PARA US$ 160 BI EM 2005

Londres, 28 - O valor das fusões e aquisições no setor de petróleo e gás triplicou no ano passado para US$ 160 bilhões, o mais alto desde o boom de 1998, quando houve a fusão da Exxon e da Mobil, a BP comprou a Amoco e a Total adquiriu a PetroFina.

Os acordos envolvendo companhias de gás natural e petróleo da China, enquanto isto, devem crescer seis vezes para US$ 6 bilhões em 2005, uma vez que as mesmas se tornaram grandes players internacionais, comprando ativos do Equador até o Sudão e a Síria.

Um estudo a ser divulgado nesta terça-feira sugere que os executivos do setor de petróleo e líderes governamentais entraram numa atividade frenética de compra global, em meio à crescente pressão para garantir suas necessidades de petróleo e gás para alimentar a expansão econômica.

O estudo da Harrison Lovegrove, empresa de assessoria corporativa com sede na Grã-Bretanha, e John S. Herold, firma de pesquisa dos EUA, é largamente visto como o mais amplo relatório sobre fusões e aquisições no setor de petróleo e gás. O estudo mostra que, no ano passado, as companhias de petróleo se disponibilizaram a pagar 54% a mais por aquisições na América do Norte, com os executivos apostando que os elevados preços do petróleo vieram para ficar. Os preços de aquisições no restante do mundo dispararam 350%.

Excluindo a antiga União Soviética, os preços fora da América do Norte deram um salto de 155%. Os preços mais altos ficaram com o Canadá, por causa de sua estabilidade política e ambiente fiscal favorável.

O relatório apurou que mais de 240 acordos foram fechados no mundo, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Boa parte da atividade envolveu companhias negociadas em bolsa. As transações incluíram a compra de US$ 20 bilhões da Unocal pela Chevron e a aquisição de US$ 36 bilhões da Burlington Resources pela ConocoPhilips.

As companhias que estão sendo compradas são sobretudo as de porte médio --muito grandes para conseguirem bom crescimento com modestos resultados de perfuração, mas não suficientemente grandes para competirem com companhias nacionais de petróleo ou se aventurarem em novo terreno duro. As companhias nacionais de petróleo também tiveram programas ativos de fusões e aquisições.

Os acordos envolvendo companhias estatais totalizaram US$ 30 bilhões no ano passado, triplicando o valor de 2004.

A consolidação de Moscou de seu poder sobre os ativos de energia da Rússia envolveu a compra da participação de 10% da Gazprom, o monopólio natural de gás, e a aquisição de US$ 13 bilhões da Sibneft pela Gazprom, entre outras. O valor dos acordos totalizou US$ 20 bilhões.

Apesar do boom do ano passado, os executivos dos maiores grupos de petróleo continuam a alegar publicamente que potenciais aquisições seriam atualmente muito dispendiosas. (Carola Hoyos)

Fonte: Financial Times

(Traduzido por Regina Cardeal)

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FT.COM: FUSÕES NO SETOR DE PETRÓLEO TRIPLICAM PARA US$ 160 BI EM 2005

Londres, 28 - O valor das fusões e aquisições no setor de petróleo e gás triplicou no ano passado para US$ 160 bilhões, o mais alto desde o boom de 1998, quando houve a fusão da Exxon e da Mobil, a BP comprou a Amoco e a Total adquiriu a PetroFina.

Os acordos envolvendo companhias de gás natural e petróleo da China, enquanto isto, devem crescer seis vezes para US$ 6 bilhões em 2005, uma vez que as mesmas se tornaram grandes players internacionais, comprando ativos do Equador até o Sudão e a Síria.

Um estudo a ser divulgado nesta terça-feira sugere que os executivos do setor de petróleo e líderes governamentais entraram numa atividade frenética de compra global, em meio à crescente pressão para garantir suas necessidades de petróleo e gás para alimentar a expansão econômica.

O estudo da Harrison Lovegrove, empresa de assessoria corporativa com sede na Grã-Bretanha, e John S. Herold, firma de pesquisa dos EUA, é largamente visto como o mais amplo relatório sobre fusões e aquisições no setor de petróleo e gás. O estudo mostra que, no ano passado, as companhias de petróleo se disponibilizaram a pagar 54% a mais por aquisições na América do Norte, com os executivos apostando que os elevados preços do petróleo vieram para ficar. Os preços de aquisições no restante do mundo dispararam 350%.

Excluindo a antiga União Soviética, os preços fora da América do Norte deram um salto de 155%. Os preços mais altos ficaram com o Canadá, por causa de sua estabilidade política e ambiente fiscal favorável.

O relatório apurou que mais de 240 acordos foram fechados no mundo, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Boa parte da atividade envolveu companhias negociadas em bolsa. As transações incluíram a compra de US$ 20 bilhões da Unocal pela Chevron e a aquisição de US$ 36 bilhões da Burlington Resources pela ConocoPhilips.

As companhias que estão sendo compradas são sobretudo as de porte médio --muito grandes para conseguirem bom crescimento com modestos resultados de perfuração, mas não suficientemente grandes para competirem com companhias nacionais de petróleo ou se aventurarem em novo terreno duro. As companhias nacionais de petróleo também tiveram programas ativos de fusões e aquisições.

Os acordos envolvendo companhias estatais totalizaram US$ 30 bilhões no ano passado, triplicando o valor de 2004.

A consolidação de Moscou de seu poder sobre os ativos de energia da Rússia envolveu a compra da participação de 10% da Gazprom, o monopólio natural de gás, e a aquisição de US$ 13 bilhões da Sibneft pela Gazprom, entre outras. O valor dos acordos totalizou US$ 20 bilhões.

Apesar do boom do ano passado, os executivos dos maiores grupos de petróleo continuam a alegar publicamente que potenciais aquisições seriam atualmente muito dispendiosas. (Carola Hoyos)

Fonte: Financial Times

(Traduzido por Regina Cardeal)

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FT.COM: FUSÕES NO SETOR DE PETRÓLEO TRIPLICAM PARA US$ 160 BI EM 2005

Londres, 28 - O valor das fusões e aquisições no setor de petróleo e gás triplicou no ano passado para US$ 160 bilhões, o mais alto desde o boom de 1998, quando houve a fusão da Exxon e da Mobil, a BP comprou a Amoco e a Total adquiriu a PetroFina.

Os acordos envolvendo companhias de gás natural e petróleo da China, enquanto isto, devem crescer seis vezes para US$ 6 bilhões em 2005, uma vez que as mesmas se tornaram grandes players internacionais, comprando ativos do Equador até o Sudão e a Síria.

Um estudo a ser divulgado nesta terça-feira sugere que os executivos do setor de petróleo e líderes governamentais entraram numa atividade frenética de compra global, em meio à crescente pressão para garantir suas necessidades de petróleo e gás para alimentar a expansão econômica.

O estudo da Harrison Lovegrove, empresa de assessoria corporativa com sede na Grã-Bretanha, e John S. Herold, firma de pesquisa dos EUA, é largamente visto como o mais amplo relatório sobre fusões e aquisições no setor de petróleo e gás. O estudo mostra que, no ano passado, as companhias de petróleo se disponibilizaram a pagar 54% a mais por aquisições na América do Norte, com os executivos apostando que os elevados preços do petróleo vieram para ficar. Os preços de aquisições no restante do mundo dispararam 350%.

Excluindo a antiga União Soviética, os preços fora da América do Norte deram um salto de 155%. Os preços mais altos ficaram com o Canadá, por causa de sua estabilidade política e ambiente fiscal favorável.

O relatório apurou que mais de 240 acordos foram fechados no mundo, um aumento de 40% em relação ao ano anterior. Boa parte da atividade envolveu companhias negociadas em bolsa. As transações incluíram a compra de US$ 20 bilhões da Unocal pela Chevron e a aquisição de US$ 36 bilhões da Burlington Resources pela ConocoPhilips.

As companhias que estão sendo compradas são sobretudo as de porte médio --muito grandes para conseguirem bom crescimento com modestos resultados de perfuração, mas não suficientemente grandes para competirem com companhias nacionais de petróleo ou se aventurarem em novo terreno duro. As companhias nacionais de petróleo também tiveram programas ativos de fusões e aquisições.

Os acordos envolvendo companhias estatais totalizaram US$ 30 bilhões no ano passado, triplicando o valor de 2004.

A consolidação de Moscou de seu poder sobre os ativos de energia da Rússia envolveu a compra da participação de 10% da Gazprom, o monopólio natural de gás, e a aquisição de US$ 13 bilhões da Sibneft pela Gazprom, entre outras. O valor dos acordos totalizou US$ 20 bilhões.

Apesar do boom do ano passado, os executivos dos maiores grupos de petróleo continuam a alegar publicamente que potenciais aquisições seriam atualmente muito dispendiosas. (Carola Hoyos)

Fonte: Financial Times

(Traduzido por Regina Cardeal)

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FIQUE DE OLHO: RESERVA DE UNITS DA EQUATORIAL ENERGIA COMEÇA HOJE

AE, São Paulo, 28 - Começa hoje o período de reserva, de apenas dois dias, das ações da Equatorial Energia. A empresa fará uma distribuição pública primária e secundária na forma de units - sendo que cada papel representa uma ação ordinária e duas preferenciais.

O prazo inicial era 22 de março, mas a companhia teve de republicar o prospecto preliminar da operação, para "corrigir determinados erros e incluir certas informações". Com isso, alterou a data para o início das reservas de units, mas manteve o término em 29 de março.

No varejo, o pedido mínimo é de R$ 1 mil e o máximo, de R$ 300 mil. Como de praxe, 10% das units serão direcionadas a este investidor.

O bookbuilding do lançamento será fechado no próximo dia 30 e os papéis começarão a negociar em 3 de abril na Bovespa, com Nível 2 de governança corporativa.

A Equatorial Energia é controladora e detentora de 65% das ações do capital votante da Companhia Energética do Maranhão (Cemar). Inicialmente, a colocação prevê a distribuição de 32,4 milhões de papéis, sendo 12,8 milhões em colocação primária e os 19,6 milhões restantes em secundária.

A faixa de preço sugerida para as units varia de R$ 11,75 a R$ 15,75, podendo ficar acima ou abaixo deste intervalo. Pelos dados fornecidos, a empresa deseja captar, em média, R$ 450 milhões. O Credit Suisse Brasil é o coordenador líder da operação, ao lado do Pactual.

Balanços - Estão previstas para hoje as divulgações dos balanços de 2005 da Bradespar, Celesc, Renar Maçãs e Cia Hering.
(Márcio Anaya e Ana Paula Ragazzi)

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FIQUE DE OLHO: RESERVA DE UNITS DA EQUATORIAL ENERGIA COMEÇA HOJE

AE, São Paulo, 28 - Começa hoje o período de reserva, de apenas dois dias, das ações da Equatorial Energia. A empresa fará uma distribuição pública primária e secundária na forma de units - sendo que cada papel representa uma ação ordinária e duas preferenciais.

O prazo inicial era 22 de março, mas a companhia teve de republicar o prospecto preliminar da operação, para "corrigir determinados erros e incluir certas informações". Com isso, alterou a data para o início das reservas de units, mas manteve o término em 29 de março.

No varejo, o pedido mínimo é de R$ 1 mil e o máximo, de R$ 300 mil. Como de praxe, 10% das units serão direcionadas a este investidor.

O bookbuilding do lançamento será fechado no próximo dia 30 e os papéis começarão a negociar em 3 de abril na Bovespa, com Nível 2 de governança corporativa.

A Equatorial Energia é controladora e detentora de 65% das ações do capital votante da Companhia Energética do Maranhão (Cemar). Inicialmente, a colocação prevê a distribuição de 32,4 milhões de papéis, sendo 12,8 milhões em colocação primária e os 19,6 milhões restantes em secundária.

A faixa de preço sugerida para as units varia de R$ 11,75 a R$ 15,75, podendo ficar acima ou abaixo deste intervalo. Pelos dados fornecidos, a empresa deseja captar, em média, R$ 450 milhões. O Credit Suisse Brasil é o coordenador líder da operação, ao lado do Pactual.

Balanços - Estão previstas para hoje as divulgações dos balanços de 2005 da Bradespar, Celesc, Renar Maçãs e Cia Hering.
(Márcio Anaya e Ana Paula Ragazzi)

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FIQUE DE OLHO: RESERVA DE UNITS DA EQUATORIAL ENERGIA COMEÇA HOJE

AE, São Paulo, 28 - Começa hoje o período de reserva, de apenas dois dias, das ações da Equatorial Energia. A empresa fará uma distribuição pública primária e secundária na forma de units - sendo que cada papel representa uma ação ordinária e duas preferenciais.

O prazo inicial era 22 de março, mas a companhia teve de republicar o prospecto preliminar da operação, para "corrigir determinados erros e incluir certas informações". Com isso, alterou a data para o início das reservas de units, mas manteve o término em 29 de março.

No varejo, o pedido mínimo é de R$ 1 mil e o máximo, de R$ 300 mil. Como de praxe, 10% das units serão direcionadas a este investidor.

O bookbuilding do lançamento será fechado no próximo dia 30 e os papéis começarão a negociar em 3 de abril na Bovespa, com Nível 2 de governança corporativa.

A Equatorial Energia é controladora e detentora de 65% das ações do capital votante da Companhia Energética do Maranhão (Cemar). Inicialmente, a colocação prevê a distribuição de 32,4 milhões de papéis, sendo 12,8 milhões em colocação primária e os 19,6 milhões restantes em secundária.

A faixa de preço sugerida para as units varia de R$ 11,75 a R$ 15,75, podendo ficar acima ou abaixo deste intervalo. Pelos dados fornecidos, a empresa deseja captar, em média, R$ 450 milhões. O Credit Suisse Brasil é o coordenador líder da operação, ao lado do Pactual.

Balanços - Estão previstas para hoje as divulgações dos balanços de 2005 da Bradespar, Celesc, Renar Maçãs e Cia Hering.
(Márcio Anaya e Ana Paula Ragazzi)

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TOP PICKS: MAIOR EXPOSIÇÃO AO MINÉRIO DE FERRO FAVORECE CSN, DIZ BES

São Paulo, 28 - A BES Securities substituiu Brasil Telecom S/A por CSN ON na sua lista de Top Picks desta semana. A corretora considera que o papel teve desempenho inferior aos demais ativos de siderurgia na semana passada. Além disso, a BES destaca a tendência de melhora nas vendas da empresa neste ano e, especialmente, a sua maior exposição ao minério de ferro, devido ao aumento da produção da mina de Casa da Pedra.

A Coinvalores revisou os preços-alvo de Duratex PN para R$ 54,00, e de Vale PNA para R$ 116,00. O preço de Gerdau PN foi colocado em revisão. As outras corretoras que participam da coluna Top Picks não fizeram alterações nesta semana. Confira a lista de recomendações:

ABN AMRO REAL Preço-alvo (R$)
Vale PNA 123,37
Copel PNB 23,53
Telemar Norte Leste PNA 109,50
Petrobras PN 49,30
Telesp ON 66,44
Prazo: 12 meses

ÁGORA SENIOR Preço-alvo (R$)
Gerdau PN 56,20
Usiminas PNA 101,68
Bradesco PN 106,42
Vale PNA 130,26
Petrobras PN 56,00
Prazo: dezembro/2006

BES SECURITIES Preço-alvo (R$)
AmBev PN 1.106,00
CPFL Energia ON 34,44
VCP PN 36,66
CSN ON 74,49
Sabesp ON 212,41
Prazo: dezembro/2006

BRADESCO CORRETORA Preço-alvo (R$)
Itaúsa PN 10,30
CSN ON 77,00
Vale PNA em revisão
Ambev PN 1.200,00
Petrobras PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

BRASCAN Preço-alvo (R$)
Gerdau PN em revisão
Brasil Telecom Operadora PN 18,54
Vale PNA 122,30
Usiminas PNA em revisão
Petrobras PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

COINVALORES Preço-alvo (R$)
Gerdau PN em revisão
Duratex PN 54,00
Vale PNA 116,00
AmBev PN 1.100,00
Petrobras PN 53,00
Prazo: dezembro/2006

FATOR CORRETORA Preço-alvo (R$)
Copel PNB 29,00
Petrobras PN 58,85
NET PN 1,45
Itaúsa PN 10,69
Telemar Norte Leste PNA 115,06
Prazo: dezembro/2006

GERAÇÃO FUTURO Preço-alvo
Petrobras PN 44,95
Caemi PN 5,09
WEG PN 10,64
Forjas Taurus PN 1,76
Gerdau PN 58,37
Prazo: dezembro/2006

PROSPER Preço-alvo (R$)
Cemig ON 110,00
Vale PNA 115,00
Confab PN 4,30
CSN ON 70,00
IdeiasNet ON 4,30
Prazo: dezembro/2006

SOCOPA Preço-alvo (R$)
Copel PNB 28,50
CCR 23,99
Petrobras ON 59,62
CSN ON 93,40
Ambev PN 1.310,69
Prazo: 12 meses

UNIBANCO Preço-alvo (R$)
Telesp PN 60,00
Petrobras PN em revisão
Cemig ON 110,24
Cteep PN 34,40
Gerdau PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

(Téo Takar)

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TOP PICKS: MAIOR EXPOSIÇÃO AO MINÉRIO DE FERRO FAVORECE CSN, DIZ BES

São Paulo, 28 - A BES Securities substituiu Brasil Telecom S/A por CSN ON na sua lista de Top Picks desta semana. A corretora considera que o papel teve desempenho inferior aos demais ativos de siderurgia na semana passada. Além disso, a BES destaca a tendência de melhora nas vendas da empresa neste ano e, especialmente, a sua maior exposição ao minério de ferro, devido ao aumento da produção da mina de Casa da Pedra.

A Coinvalores revisou os preços-alvo de Duratex PN para R$ 54,00, e de Vale PNA para R$ 116,00. O preço de Gerdau PN foi colocado em revisão. As outras corretoras que participam da coluna Top Picks não fizeram alterações nesta semana. Confira a lista de recomendações:

ABN AMRO REAL Preço-alvo (R$)
Vale PNA 123,37
Copel PNB 23,53
Telemar Norte Leste PNA 109,50
Petrobras PN 49,30
Telesp ON 66,44
Prazo: 12 meses

ÁGORA SENIOR Preço-alvo (R$)
Gerdau PN 56,20
Usiminas PNA 101,68
Bradesco PN 106,42
Vale PNA 130,26
Petrobras PN 56,00
Prazo: dezembro/2006

BES SECURITIES Preço-alvo (R$)
AmBev PN 1.106,00
CPFL Energia ON 34,44
VCP PN 36,66
CSN ON 74,49
Sabesp ON 212,41
Prazo: dezembro/2006

BRADESCO CORRETORA Preço-alvo (R$)
Itaúsa PN 10,30
CSN ON 77,00
Vale PNA em revisão
Ambev PN 1.200,00
Petrobras PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

BRASCAN Preço-alvo (R$)
Gerdau PN em revisão
Brasil Telecom Operadora PN 18,54
Vale PNA 122,30
Usiminas PNA em revisão
Petrobras PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

COINVALORES Preço-alvo (R$)
Gerdau PN em revisão
Duratex PN 54,00
Vale PNA 116,00
AmBev PN 1.100,00
Petrobras PN 53,00
Prazo: dezembro/2006

FATOR CORRETORA Preço-alvo (R$)
Copel PNB 29,00
Petrobras PN 58,85
NET PN 1,45
Itaúsa PN 10,69
Telemar Norte Leste PNA 115,06
Prazo: dezembro/2006

GERAÇÃO FUTURO Preço-alvo
Petrobras PN 44,95
Caemi PN 5,09
WEG PN 10,64
Forjas Taurus PN 1,76
Gerdau PN 58,37
Prazo: dezembro/2006

PROSPER Preço-alvo (R$)
Cemig ON 110,00
Vale PNA 115,00
Confab PN 4,30
CSN ON 70,00
IdeiasNet ON 4,30
Prazo: dezembro/2006

SOCOPA Preço-alvo (R$)
Copel PNB 28,50
CCR 23,99
Petrobras ON 59,62
CSN ON 93,40
Ambev PN 1.310,69
Prazo: 12 meses

UNIBANCO Preço-alvo (R$)
Telesp PN 60,00
Petrobras PN em revisão
Cemig ON 110,24
Cteep PN 34,40
Gerdau PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

(Téo Takar)

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TOP PICKS: MAIOR EXPOSIÇÃO AO MINÉRIO DE FERRO FAVORECE CSN, DIZ BES

São Paulo, 28 - A BES Securities substituiu Brasil Telecom S/A por CSN ON na sua lista de Top Picks desta semana. A corretora considera que o papel teve desempenho inferior aos demais ativos de siderurgia na semana passada. Além disso, a BES destaca a tendência de melhora nas vendas da empresa neste ano e, especialmente, a sua maior exposição ao minério de ferro, devido ao aumento da produção da mina de Casa da Pedra.

A Coinvalores revisou os preços-alvo de Duratex PN para R$ 54,00, e de Vale PNA para R$ 116,00. O preço de Gerdau PN foi colocado em revisão. As outras corretoras que participam da coluna Top Picks não fizeram alterações nesta semana. Confira a lista de recomendações:

ABN AMRO REAL Preço-alvo (R$)
Vale PNA 123,37
Copel PNB 23,53
Telemar Norte Leste PNA 109,50
Petrobras PN 49,30
Telesp ON 66,44
Prazo: 12 meses

ÁGORA SENIOR Preço-alvo (R$)
Gerdau PN 56,20
Usiminas PNA 101,68
Bradesco PN 106,42
Vale PNA 130,26
Petrobras PN 56,00
Prazo: dezembro/2006

BES SECURITIES Preço-alvo (R$)
AmBev PN 1.106,00
CPFL Energia ON 34,44
VCP PN 36,66
CSN ON 74,49
Sabesp ON 212,41
Prazo: dezembro/2006

BRADESCO CORRETORA Preço-alvo (R$)
Itaúsa PN 10,30
CSN ON 77,00
Vale PNA em revisão
Ambev PN 1.200,00
Petrobras PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

BRASCAN Preço-alvo (R$)
Gerdau PN em revisão
Brasil Telecom Operadora PN 18,54
Vale PNA 122,30
Usiminas PNA em revisão
Petrobras PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

COINVALORES Preço-alvo (R$)
Gerdau PN em revisão
Duratex PN 54,00
Vale PNA 116,00
AmBev PN 1.100,00
Petrobras PN 53,00
Prazo: dezembro/2006

FATOR CORRETORA Preço-alvo (R$)
Copel PNB 29,00
Petrobras PN 58,85
NET PN 1,45
Itaúsa PN 10,69
Telemar Norte Leste PNA 115,06
Prazo: dezembro/2006

GERAÇÃO FUTURO Preço-alvo
Petrobras PN 44,95
Caemi PN 5,09
WEG PN 10,64
Forjas Taurus PN 1,76
Gerdau PN 58,37
Prazo: dezembro/2006

PROSPER Preço-alvo (R$)
Cemig ON 110,00
Vale PNA 115,00
Confab PN 4,30
CSN ON 70,00
IdeiasNet ON 4,30
Prazo: dezembro/2006

SOCOPA Preço-alvo (R$)
Copel PNB 28,50
CCR 23,99
Petrobras ON 59,62
CSN ON 93,40
Ambev PN 1.310,69
Prazo: 12 meses

UNIBANCO Preço-alvo (R$)
Telesp PN 60,00
Petrobras PN em revisão
Cemig ON 110,24
Cteep PN 34,40
Gerdau PN em revisão
Prazo: dezembro/2006

(Téo Takar)

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Segunda-feira, Março 27, 2006

CENÁRIO SEMANAL: BOLSA ESPERA MUDANÇAS COM 1ª PRÉVIA DE NOVO IBOVESPA

AE, São Paulo, 27 - A semana é de ratificação de eventos importantes para Embraer, Vale do Rio Doce e Natura. Além disso, também abriga reunião do Federal Reserve, o Banco Central americano, que define, amanhã, os novos FED funds. Há alguns meses, as expectativas para as decisões sobre os juros dos Estados Unidos voltaram a ter força sobre o mercado, que ainda procura compreender os sinais do novo comandante da instituição, Bernanke. Na sexta-feira, a Bolsa paulista deverá divulgar a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa que será válida de maio a agosto.

Dia 31, a Embraer se reúne para aprovar reestruturação societária que resultará na pulverização do capital da aérea. O vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores da empresa, Antonio Luiz Pizarro Manso, afirmou que a reformulação deverá estar concluída entre 5 e 6 maio. Na mesma data, a incorporação da Caemi pela Vale deverá ser aprovada pelos acionistas das duas empresas. Ainda não há data para a concretização da medida.

No primeiro caso, a Nova Embraer terá apenas ações ON em circulação no Novo Mercado. No segundo, as ações da Caemi serão retiradas de circulação e incorporadas às da Vale. Além disso, a semana também poderá trazer a estréia das cotações unificadas do Grupo Vivo, companhia que também foi submetida a reestruturação.

Esses fatos, isoladamente, já conferirão alterações na próxima carteira do Ibovespa, que não contará mais com Caemi, Embraer ON e os vários papéis do Grupo Vivo. No entanto a primeira prévia da segunda carteira teórica do Ibovespa deverá trazer uma forte redução da participação das ações PN da Telemar no indicador. Depois de perder o posto de blue chip no portfólio atual, a tele deixou de liderar, também, o mercado de opções e vê seu volume financeiro murchar há meses. Pelo comportamento dos papéis no mercado, Telemar deve perder mais algumas posições e cair da 2ª colocação para a 4ª.

Quando a carteira atual começou a valer, os pesos eram: Petrobras PN (9,227%), Telemar PN (8,117%), Vale do Rio Doce PNA (8,095%) e Usiminas PNA (5,593%). Na carteira do índice de 24 de março, sexta-feira, as composições já estavam bem diferentes. Petrobras ainda liderava com folga, com 9,514%; mas seguida de Vale PNA (7,421%), Usiminas PN, 6,727% e, depois Telemar, despencando para 6,569%. Com a incorporação da Caemi, as ações da Vale deverão ganhar peso adicional, porém sem a força para superar Petrobras neste portfólio, avaliam profissionais.

Como em meses anteriores, há expectativa para que as ações de Perdigão e CCR passem a compor o principal índice da bolsa paulista. Em contrapartida, Cemig ON pode deixar o indicador. Todas as mudanças, avaliam operadores, poderão causar impactos maiores nas distribuições de pesos do IBRX-50.

Dia 29, os acionistas da Natura se reúnem para aprovar o desdobramento de ações da empresa na proporção de 1 para 5. Uma vez aprovada, a medida começa a valer já na sexta. O vice-presidente financeiro da Natura, David Uba, afirmou que o desdobramento visa reduzir o preço do lote padrão da ação que "estava muito caro". "Nosso lote está entre os três mais caros do IBrX-50." Isso, segundo ele, estava inibindo a participação de pessoas físicas no total de acionistas, cuja participação caiu muito desde o lançamento das ações em bolsa, quando responderam por 15,9%. A empresa não informou a posição atual das pessoas físicas. Na sexta-feira, Natura ON fechou cotada a R$ 123,81. Era voz comum no mercado a avaliação de que as ações da fabricante de cosméticos estavam muito encarteiradas. O processo poderá favorecer a liquidez e quem sabe representar um novo passo na história de sucesso desta ação na Bolsa. Os desdobramento já favoreceu o desempenho recente de Petrobras e de Itaú, como exemplos.

A temporada de balanços caminha para o final. Hoje, para após o encerramento do pregão, estão previstos os números de Copel e CSN. Amanhã saem Bradespar, Comgás, Celesc, Hering e Renar Maçãs. Sexta-feira a Embraer deve mostrar seus números.

Todos os eventos terão como pano de fundo o cenário político brasileiro, agitado por conta do ambiente eleitoral. É crescente a sensação no mercado de que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci deixará seu posto. Segundo analistas, a confirmação da saída poderá causar algum estresse no mercado em um primeiro momento, porém qualquer rumo só deverá ser definido quando for conhecido o nome do eventual substituto do ministro. "A saída de Palocci já está no preço. No entanto, não há consenso sobre quem assumiria o ministério", afirma um profissional.

Os nomes cotados, de acordo com o noticiário, seriam Aloísio Mercadante, Ciro Gomes, Guido Mantega, além do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Murilo Portugal e do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O fim do mês também marca o fim do período de desvinculação - ou seja, aqueles que desejarem concorrer nas eleições precisam abandonar cargos que eventualmente ocupem. Há expectativa para que Palocci, Henrique Meirelles e José Serra deixem suas atuais funções.

Conforme informou o correspondente da AE em Londres, João Caminoto, os investidores estrangeiros iniciam a semana mantendo-se cautelosos, mas calmos, em relação ao futuro de Palocci. Os ativos dos países emergentes registram poucos negócios nesta manhã nos mercados europeus, refletindo principalmente a cautela em torno da decisão amanhã do Fed sobre os juros nos Estados Unidos. A aposta é de um novo aumento de 25 pontos-base para a taxa; e a expectativa maior é pelas palavras do comunicado, que deverão sinalizar decisões futuras.

Estrategistas da city londrina consultados pela AE observaram que o noticiário no Brasil nos últimos dias em torno da permanência de Palocci tem sido contraditório e confuso, o que não permite se tirar conclusões sobre o tema. E as denúncias continuam. No fim de semana a Folha afirmou que verba publicitária da Nossa Caixa teria beneficiado aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O candidato à presidência do Brasil pelo PSDB afirmou que o fato não tem veracidade e que não vai investigar o caso.

O saldo negativo de capital estrangeiro na Bovespa em março até 22 está em R$ 503,526 milhões.

Seguem as expectativas para a continuidade das negociações globais em torno do reajuste do preço do minério de ferro. O Citigroup abandonou o tom negativo sobre os preços dos metais e voltou a falar em correção na casa dos 20%. A casa avalia que o crescimento global, a oferta limitada e a contínua demanda dos investidores devem manter os preços mais fortes por um período mais prolongado do que o inicialmente previsto.

A avaliação foi divulgada em relatório distribuído no fim de semana, que tratava das atuais negociações das produtores de minério BHP, Rio Tinto e Vale do Rio Doce com as siderúrgicas chinesas e japonesas. Mês passado, muitas casas reduziram suas expectativas para um reajuste inferior a 15%.

O Citigroup elevou também suas previsões para os preços de outras commodities e melhorou os ratings das mineradoras listadas na Austrália, que hoje sobem.

Semana passada, o presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, endureceu o discurso em relação à postura adotada pela China nas negociações. O executivo destacou que intervenção do governo chinês nas negociações sobre o reajuste do preço do minério de ferro "acende uma luz amarela" nas conversas sobre investimentos em conjunto com companhias chinesas. Segundo ele, a China vem dando um "péssimo exemplo" ao tentar interferir nas atuais negociações de preço entre siderúrgicas e mineradoras.

A semana ainda traz expectativa por alguma notícia vinda da Petrobras sobre aumento nos investimentos para os próximos 5 anos. Dia 29, o conselho de administração da espanhola Telefónica se reunirá para discutir a proposta de fusão com a Telefónica Móviles. No mesmo dia, o calendário corporativo prevê, ainda, para dia 29, a primeira reunião pública do Universo Online (UOL) com investidores e analistas sobre os resultados de 2005. A companhia fez uma estréia polêmica na Bolsa paulista, com relatórios de recomendação díspares por parte das corretoras dos dois coordenadores de sua colocação de ações; Pactual e Merrill Lynch.

Ainda conforme a agenda, a partir de 31 de março e até 30/6 os detentores de bônus do Banco do Brasil da série B, emitidos e distribuídos gratuitamente aos acionistas em junho de 1996, poderão subscrevê-los em ações ON, na proporção de um bônus para cada 1,043933 ação. O preço do exercício é R$ 8,50.

A sexta-feira 31/03 marca fim de trimestre e poderá conferir alguma volatilidade extra para as carteiras, pelo fechamento de exercício. A partir da próxima semana, o pregão regular da Bovespa voltará a funcionar a partir das 10h.

Nos EUA, o calendário de indicadores econômicos da semana tem como destaques a divulgação do PIB final do quarto trimestre (quinta-feira) e os dados de renda e gasto pessoal de fevereiro e o índice final de sentimento do consumidor norte-americano da Universidade de Michigan (sexta-feira).

OFERTAS: Dia 28 começa a reserva de apenas dois dias das units de Equatorial Energia. Os pedidos podem ser feitos até dia 29, o bookbuilding fecha dia 30 e as ações estréiam na Bolsa dia 3 de abril. Cada unit representará uma ação ordinária e duas ações preferenciais da companhia. Inicialmente, a colocação prevê a distribuição de 32,4 milhões de papéis. A faixa de preço sugerida varia de R$ 11,75 a R$ 15,75. Pelos dados fornecidos, a empresa deseja captar, em média, R$ 450 milhões. Os papéis serão listados no Nível 2 da Bovespa.

Dia 29 começa a reserva para as 7,9 milhões de papéis da Saraiva Livreiros e Editores. Os pedidos podem ser feitos até 7 de abril. O preço das ações, após coleta de intenções, será definido dia 11 . A oferta deverá somar cerca de R$ 200 milhões.

PAINEL DA SEMANA: O Ibovespa encerrou a semana de vencimento de opções sobre ações com perda de 1,2%. Não houve papéis de peso para o índice entre as principais altas e baixas do mercado.

O destaque entre as valorizações foram os papéis ordinários da Cosan, que avançaram 24,8% depois de expressivos 3.563 negócios. A empresa vive um cenário favorável, com a quebra da safra australiana e o desempenho das cotações do açúcar nos mercados internacionais. Segundo operadores, no início da semana, duas casas estrangeiras, Credit Suisse e Merrill Lynch fizeram call de compra para as ações da Cosan. Além disso está no mercado o boato de que a sucroalcooleira está para anunciar a compra de uma usina
em Ribeirão Preto, com capacidade de moagem de 4 milhões.

Na onda de valorização das construtoras, LIX da Cunha PN subiu 42,9%, com 577 negócios, e João Fortes ON valorizou 29,5%, com 607 operações. A João Fortes Engenharia (JFE), uma das maiores construtoras do Rio de Janeiro, está estudando uma oferta pública de ações para captar R$ 70 milhões e, portanto, dobrar o capital.

Entre as maiores perdas, estiveram as ações ON da OHL com baixa de 9,3% e 811 operações. As ações das concessionárias rodoviárias caíram hoje por causa das notícias relacionadas ao setor de concessão rodoviária e transporte nos últimos dois dias. O Unibanco sugeriu, em relatório, que o investidor reduza exposição nas ações de empresas de concessão rodoviária neste momento. O Ministério dos Transportes publicou portaria que suspende o processo de licitação do trecho da BR-116, entre Nova Petrópolis e Porto Alegre (conhecido como "Polão"), e a BR-386, entre Tabaí e Canoas (RS). A CCR tinha 60% de participação no consórcio vencedor da licitação do Polão , em 1998, processo que foi suspenso posteriormente. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o processo de licitação da linha 4 do Metrô, do qual a CCR pretendia participar.

As celulares também continuaram em queda, com destaque para o Grupo Vivo: Tele Norte celular PN -9,1%; Tele Leste Celular PN - 8,4%; Tele Sudeste Celular PN -7,6%; CRT Celular PN -7,3%; TCO PN -7%. As PN da Sadia perderam mais 6,7%, depois de 2.924 negócios e ainda reagindo a preocupações com a gripe aviária.
(Ana Paula Ragazzi)

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CENÁRIO SEMANAL: BOLSA ESPERA MUDANÇAS COM 1ª PRÉVIA DE NOVO IBOVESPA

AE, São Paulo, 27 - A semana é de ratificação de eventos importantes para Embraer, Vale do Rio Doce e Natura. Além disso, também abriga reunião do Federal Reserve, o Banco Central americano, que define, amanhã, os novos FED funds. Há alguns meses, as expectativas para as decisões sobre os juros dos Estados Unidos voltaram a ter força sobre o mercado, que ainda procura compreender os sinais do novo comandante da instituição, Bernanke. Na sexta-feira, a Bolsa paulista deverá divulgar a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa que será válida de maio a agosto.

Dia 31, a Embraer se reúne para aprovar reestruturação societária que resultará na pulverização do capital da aérea. O vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores da empresa, Antonio Luiz Pizarro Manso, afirmou que a reformulação deverá estar concluída entre 5 e 6 maio. Na mesma data, a incorporação da Caemi pela Vale deverá ser aprovada pelos acionistas das duas empresas. Ainda não há data para a concretização da medida.

No primeiro caso, a Nova Embraer terá apenas ações ON em circulação no Novo Mercado. No segundo, as ações da Caemi serão retiradas de circulação e incorporadas às da Vale. Além disso, a semana também poderá trazer a estréia das cotações unificadas do Grupo Vivo, companhia que também foi submetida a reestruturação.

Esses fatos, isoladamente, já conferirão alterações na próxima carteira do Ibovespa, que não contará mais com Caemi, Embraer ON e os vários papéis do Grupo Vivo. No entanto a primeira prévia da segunda carteira teórica do Ibovespa deverá trazer uma forte redução da participação das ações PN da Telemar no indicador. Depois de perder o posto de blue chip no portfólio atual, a tele deixou de liderar, também, o mercado de opções e vê seu volume financeiro murchar há meses. Pelo comportamento dos papéis no mercado, Telemar deve perder mais algumas posições e cair da 2ª colocação para a 4ª.

Quando a carteira atual começou a valer, os pesos eram: Petrobras PN (9,227%), Telemar PN (8,117%), Vale do Rio Doce PNA (8,095%) e Usiminas PNA (5,593%). Na carteira do índice de 24 de março, sexta-feira, as composições já estavam bem diferentes. Petrobras ainda liderava com folga, com 9,514%; mas seguida de Vale PNA (7,421%), Usiminas PN, 6,727% e, depois Telemar, despencando para 6,569%. Com a incorporação da Caemi, as ações da Vale deverão ganhar peso adicional, porém sem a força para superar Petrobras neste portfólio, avaliam profissionais.

Como em meses anteriores, há expectativa para que as ações de Perdigão e CCR passem a compor o principal índice da bolsa paulista. Em contrapartida, Cemig ON pode deixar o indicador. Todas as mudanças, avaliam operadores, poderão causar impactos maiores nas distribuições de pesos do IBRX-50.

Dia 29, os acionistas da Natura se reúnem para aprovar o desdobramento de ações da empresa na proporção de 1 para 5. Uma vez aprovada, a medida começa a valer já na sexta. O vice-presidente financeiro da Natura, David Uba, afirmou que o desdobramento visa reduzir o preço do lote padrão da ação que "estava muito caro". "Nosso lote está entre os três mais caros do IBrX-50." Isso, segundo ele, estava inibindo a participação de pessoas físicas no total de acionistas, cuja participação caiu muito desde o lançamento das ações em bolsa, quando responderam por 15,9%. A empresa não informou a posição atual das pessoas físicas. Na sexta-feira, Natura ON fechou cotada a R$ 123,81. Era voz comum no mercado a avaliação de que as ações da fabricante de cosméticos estavam muito encarteiradas. O processo poderá favorecer a liquidez e quem sabe representar um novo passo na história de sucesso desta ação na Bolsa. Os desdobramento já favoreceu o desempenho recente de Petrobras e de Itaú, como exemplos.

A temporada de balanços caminha para o final. Hoje, para após o encerramento do pregão, estão previstos os números de Copel e CSN. Amanhã saem Bradespar, Comgás, Celesc, Hering e Renar Maçãs. Sexta-feira a Embraer deve mostrar seus números.

Todos os eventos terão como pano de fundo o cenário político brasileiro, agitado por conta do ambiente eleitoral. É crescente a sensação no mercado de que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci deixará seu posto. Segundo analistas, a confirmação da saída poderá causar algum estresse no mercado em um primeiro momento, porém qualquer rumo só deverá ser definido quando for conhecido o nome do eventual substituto do ministro. "A saída de Palocci já está no preço. No entanto, não há consenso sobre quem assumiria o ministério", afirma um profissional.

Os nomes cotados, de acordo com o noticiário, seriam Aloísio Mercadante, Ciro Gomes, Guido Mantega, além do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Murilo Portugal e do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O fim do mês também marca o fim do período de desvinculação - ou seja, aqueles que desejarem concorrer nas eleições precisam abandonar cargos que eventualmente ocupem. Há expectativa para que Palocci, Henrique Meirelles e José Serra deixem suas atuais funções.

Conforme informou o correspondente da AE em Londres, João Caminoto, os investidores estrangeiros iniciam a semana mantendo-se cautelosos, mas calmos, em relação ao futuro de Palocci. Os ativos dos países emergentes registram poucos negócios nesta manhã nos mercados europeus, refletindo principalmente a cautela em torno da decisão amanhã do Fed sobre os juros nos Estados Unidos. A aposta é de um novo aumento de 25 pontos-base para a taxa; e a expectativa maior é pelas palavras do comunicado, que deverão sinalizar decisões futuras.

Estrategistas da city londrina consultados pela AE observaram que o noticiário no Brasil nos últimos dias em torno da permanência de Palocci tem sido contraditório e confuso, o que não permite se tirar conclusões sobre o tema. E as denúncias continuam. No fim de semana a Folha afirmou que verba publicitária da Nossa Caixa teria beneficiado aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O candidato à presidência do Brasil pelo PSDB afirmou que o fato não tem veracidade e que não vai investigar o caso.

O saldo negativo de capital estrangeiro na Bovespa em março até 22 está em R$ 503,526 milhões.

Seguem as expectativas para a continuidade das negociações globais em torno do reajuste do preço do minério de ferro. O Citigroup abandonou o tom negativo sobre os preços dos metais e voltou a falar em correção na casa dos 20%. A casa avalia que o crescimento global, a oferta limitada e a contínua demanda dos investidores devem manter os preços mais fortes por um período mais prolongado do que o inicialmente previsto.

A avaliação foi divulgada em relatório distribuído no fim de semana, que tratava das atuais negociações das produtores de minério BHP, Rio Tinto e Vale do Rio Doce com as siderúrgicas chinesas e japonesas. Mês passado, muitas casas reduziram suas expectativas para um reajuste inferior a 15%.

O Citigroup elevou também suas previsões para os preços de outras commodities e melhorou os ratings das mineradoras listadas na Austrália, que hoje sobem.

Semana passada, o presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, endureceu o discurso em relação à postura adotada pela China nas negociações. O executivo destacou que intervenção do governo chinês nas negociações sobre o reajuste do preço do minério de ferro "acende uma luz amarela" nas conversas sobre investimentos em conjunto com companhias chinesas. Segundo ele, a China vem dando um "péssimo exemplo" ao tentar interferir nas atuais negociações de preço entre siderúrgicas e mineradoras.

A semana ainda traz expectativa por alguma notícia vinda da Petrobras sobre aumento nos investimentos para os próximos 5 anos. Dia 29, o conselho de administração da espanhola Telefónica se reunirá para discutir a proposta de fusão com a Telefónica Móviles. No mesmo dia, o calendário corporativo prevê, ainda, para dia 29, a primeira reunião pública do Universo Online (UOL) com investidores e analistas sobre os resultados de 2005. A companhia fez uma estréia polêmica na Bolsa paulista, com relatórios de recomendação díspares por parte das corretoras dos dois coordenadores de sua colocação de ações; Pactual e Merrill Lynch.

Ainda conforme a agenda, a partir de 31 de março e até 30/6 os detentores de bônus do Banco do Brasil da série B, emitidos e distribuídos gratuitamente aos acionistas em junho de 1996, poderão subscrevê-los em ações ON, na proporção de um bônus para cada 1,043933 ação. O preço do exercício é R$ 8,50.

A sexta-feira 31/03 marca fim de trimestre e poderá conferir alguma volatilidade extra para as carteiras, pelo fechamento de exercício. A partir da próxima semana, o pregão regular da Bovespa voltará a funcionar a partir das 10h.

Nos EUA, o calendário de indicadores econômicos da semana tem como destaques a divulgação do PIB final do quarto trimestre (quinta-feira) e os dados de renda e gasto pessoal de fevereiro e o índice final de sentimento do consumidor norte-americano da Universidade de Michigan (sexta-feira).

OFERTAS: Dia 28 começa a reserva de apenas dois dias das units de Equatorial Energia. Os pedidos podem ser feitos até dia 29, o bookbuilding fecha dia 30 e as ações estréiam na Bolsa dia 3 de abril. Cada unit representará uma ação ordinária e duas ações preferenciais da companhia. Inicialmente, a colocação prevê a distribuição de 32,4 milhões de papéis. A faixa de preço sugerida varia de R$ 11,75 a R$ 15,75. Pelos dados fornecidos, a empresa deseja captar, em média, R$ 450 milhões. Os papéis serão listados no Nível 2 da Bovespa.

Dia 29 começa a reserva para as 7,9 milhões de papéis da Saraiva Livreiros e Editores. Os pedidos podem ser feitos até 7 de abril. O preço das ações, após coleta de intenções, será definido dia 11 . A oferta deverá somar cerca de R$ 200 milhões.

PAINEL DA SEMANA: O Ibovespa encerrou a semana de vencimento de opções sobre ações com perda de 1,2%. Não houve papéis de peso para o índice entre as principais altas e baixas do mercado.

O destaque entre as valorizações foram os papéis ordinários da Cosan, que avançaram 24,8% depois de expressivos 3.563 negócios. A empresa vive um cenário favorável, com a quebra da safra australiana e o desempenho das cotações do açúcar nos mercados internacionais. Segundo operadores, no início da semana, duas casas estrangeiras, Credit Suisse e Merrill Lynch fizeram call de compra para as ações da Cosan. Além disso está no mercado o boato de que a sucroalcooleira está para anunciar a compra de uma usina
em Ribeirão Preto, com capacidade de moagem de 4 milhões.

Na onda de valorização das construtoras, LIX da Cunha PN subiu 42,9%, com 577 negócios, e João Fortes ON valorizou 29,5%, com 607 operações. A João Fortes Engenharia (JFE), uma das maiores construtoras do Rio de Janeiro, está estudando uma oferta pública de ações para captar R$ 70 milhões e, portanto, dobrar o capital.

Entre as maiores perdas, estiveram as ações ON da OHL com baixa de 9,3% e 811 operações. As ações das concessionárias rodoviárias caíram hoje por causa das notícias relacionadas ao setor de concessão rodoviária e transporte nos últimos dois dias. O Unibanco sugeriu, em relatório, que o investidor reduza exposição nas ações de empresas de concessão rodoviária neste momento. O Ministério dos Transportes publicou portaria que suspende o processo de licitação do trecho da BR-116, entre Nova Petrópolis e Porto Alegre (conhecido como "Polão"), e a BR-386, entre Tabaí e Canoas (RS). A CCR tinha 60% de participação no consórcio vencedor da licitação do Polão , em 1998, processo que foi suspenso posteriormente. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o processo de licitação da linha 4 do Metrô, do qual a CCR pretendia participar.

As celulares também continuaram em queda, com destaque para o Grupo Vivo: Tele Norte celular PN -9,1%; Tele Leste Celular PN - 8,4%; Tele Sudeste Celular PN -7,6%; CRT Celular PN -7,3%; TCO PN -7%. As PN da Sadia perderam mais 6,7%, depois de 2.924 negócios e ainda reagindo a preocupações com a gripe aviária.
(Ana Paula Ragazzi)

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CENÁRIO SEMANAL: BOLSA ESPERA MUDANÇAS COM 1ª PRÉVIA DE NOVO IBOVESPA

AE, São Paulo, 27 - A semana é de ratificação de eventos importantes para Embraer, Vale do Rio Doce e Natura. Além disso, também abriga reunião do Federal Reserve, o Banco Central americano, que define, amanhã, os novos FED funds. Há alguns meses, as expectativas para as decisões sobre os juros dos Estados Unidos voltaram a ter força sobre o mercado, que ainda procura compreender os sinais do novo comandante da instituição, Bernanke. Na sexta-feira, a Bolsa paulista deverá divulgar a primeira prévia da carteira teórica do Ibovespa que será válida de maio a agosto.

Dia 31, a Embraer se reúne para aprovar reestruturação societária que resultará na pulverização do capital da aérea. O vice-presidente de Finanças e diretor de Relações com Investidores da empresa, Antonio Luiz Pizarro Manso, afirmou que a reformulação deverá estar concluída entre 5 e 6 maio. Na mesma data, a incorporação da Caemi pela Vale deverá ser aprovada pelos acionistas das duas empresas. Ainda não há data para a concretização da medida.

No primeiro caso, a Nova Embraer terá apenas ações ON em circulação no Novo Mercado. No segundo, as ações da Caemi serão retiradas de circulação e incorporadas às da Vale. Além disso, a semana também poderá trazer a estréia das cotações unificadas do Grupo Vivo, companhia que também foi submetida a reestruturação.

Esses fatos, isoladamente, já conferirão alterações na próxima carteira do Ibovespa, que não contará mais com Caemi, Embraer ON e os vários papéis do Grupo Vivo. No entanto a primeira prévia da segunda carteira teórica do Ibovespa deverá trazer uma forte redução da participação das ações PN da Telemar no indicador. Depois de perder o posto de blue chip no portfólio atual, a tele deixou de liderar, também, o mercado de opções e vê seu volume financeiro murchar há meses. Pelo comportamento dos papéis no mercado, Telemar deve perder mais algumas posições e cair da 2ª colocação para a 4ª.

Quando a carteira atual começou a valer, os pesos eram: Petrobras PN (9,227%), Telemar PN (8,117%), Vale do Rio Doce PNA (8,095%) e Usiminas PNA (5,593%). Na carteira do índice de 24 de março, sexta-feira, as composições já estavam bem diferentes. Petrobras ainda liderava com folga, com 9,514%; mas seguida de Vale PNA (7,421%), Usiminas PN, 6,727% e, depois Telemar, despencando para 6,569%. Com a incorporação da Caemi, as ações da Vale deverão ganhar peso adicional, porém sem a força para superar Petrobras neste portfólio, avaliam profissionais.

Como em meses anteriores, há expectativa para que as ações de Perdigão e CCR passem a compor o principal índice da bolsa paulista. Em contrapartida, Cemig ON pode deixar o indicador. Todas as mudanças, avaliam operadores, poderão causar impactos maiores nas distribuições de pesos do IBRX-50.

Dia 29, os acionistas da Natura se reúnem para aprovar o desdobramento de ações da empresa na proporção de 1 para 5. Uma vez aprovada, a medida começa a valer já na sexta. O vice-presidente financeiro da Natura, David Uba, afirmou que o desdobramento visa reduzir o preço do lote padrão da ação que "estava muito caro". "Nosso lote está entre os três mais caros do IBrX-50." Isso, segundo ele, estava inibindo a participação de pessoas físicas no total de acionistas, cuja participação caiu muito desde o lançamento das ações em bolsa, quando responderam por 15,9%. A empresa não informou a posição atual das pessoas físicas. Na sexta-feira, Natura ON fechou cotada a R$ 123,81. Era voz comum no mercado a avaliação de que as ações da fabricante de cosméticos estavam muito encarteiradas. O processo poderá favorecer a liquidez e quem sabe representar um novo passo na história de sucesso desta ação na Bolsa. Os desdobramento já favoreceu o desempenho recente de Petrobras e de Itaú, como exemplos.

A temporada de balanços caminha para o final. Hoje, para após o encerramento do pregão, estão previstos os números de Copel e CSN. Amanhã saem Bradespar, Comgás, Celesc, Hering e Renar Maçãs. Sexta-feira a Embraer deve mostrar seus números.

Todos os eventos terão como pano de fundo o cenário político brasileiro, agitado por conta do ambiente eleitoral. É crescente a sensação no mercado de que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci deixará seu posto. Segundo analistas, a confirmação da saída poderá causar algum estresse no mercado em um primeiro momento, porém qualquer rumo só deverá ser definido quando for conhecido o nome do eventual substituto do ministro. "A saída de Palocci já está no preço. No entanto, não há consenso sobre quem assumiria o ministério", afirma um profissional.

Os nomes cotados, de acordo com o noticiário, seriam Aloísio Mercadante, Ciro Gomes, Guido Mantega, além do secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Murilo Portugal e do ministro do Planejamento, Paulo Bernardo. O fim do mês também marca o fim do período de desvinculação - ou seja, aqueles que desejarem concorrer nas eleições precisam abandonar cargos que eventualmente ocupem. Há expectativa para que Palocci, Henrique Meirelles e José Serra deixem suas atuais funções.

Conforme informou o correspondente da AE em Londres, João Caminoto, os investidores estrangeiros iniciam a semana mantendo-se cautelosos, mas calmos, em relação ao futuro de Palocci. Os ativos dos países emergentes registram poucos negócios nesta manhã nos mercados europeus, refletindo principalmente a cautela em torno da decisão amanhã do Fed sobre os juros nos Estados Unidos. A aposta é de um novo aumento de 25 pontos-base para a taxa; e a expectativa maior é pelas palavras do comunicado, que deverão sinalizar decisões futuras.

Estrategistas da city londrina consultados pela AE observaram que o noticiário no Brasil nos últimos dias em torno da permanência de Palocci tem sido contraditório e confuso, o que não permite se tirar conclusões sobre o tema. E as denúncias continuam. No fim de semana a Folha afirmou que verba publicitária da Nossa Caixa teria beneficiado aliados do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O candidato à presidência do Brasil pelo PSDB afirmou que o fato não tem veracidade e que não vai investigar o caso.

O saldo negativo de capital estrangeiro na Bovespa em março até 22 está em R$ 503,526 milhões.

Seguem as expectativas para a continuidade das negociações globais em torno do reajuste do preço do minério de ferro. O Citigroup abandonou o tom negativo sobre os preços dos metais e voltou a falar em correção na casa dos 20%. A casa avalia que o crescimento global, a oferta limitada e a contínua demanda dos investidores devem manter os preços mais fortes por um período mais prolongado do que o inicialmente previsto.

A avaliação foi divulgada em relatório distribuído no fim de semana, que tratava das atuais negociações das produtores de minério BHP, Rio Tinto e Vale do Rio Doce com as siderúrgicas chinesas e japonesas. Mês passado, muitas casas reduziram suas expectativas para um reajuste inferior a 15%.

O Citigroup elevou também suas previsões para os preços de outras commodities e melhorou os ratings das mineradoras listadas na Austrália, que hoje sobem.

Semana passada, o presidente da Vale do Rio Doce, Roger Agnelli, endureceu o discurso em relação à postura adotada pela China nas negociações. O executivo destacou que intervenção do governo chinês nas negociações sobre o reajuste do preço do minério de ferro "acende uma luz amarela" nas conversas sobre investimentos em conjunto com companhias chinesas. Segundo ele, a China vem dando um "péssimo exemplo" ao tentar interferir nas atuais negociações de preço entre siderúrgicas e mineradoras.

A semana ainda traz expectativa por alguma notícia vinda da Petrobras sobre aumento nos investimentos para os próximos 5 anos. Dia 29, o conselho de administração da espanhola Telefónica se reunirá para discutir a proposta de fusão com a Telefónica Móviles. No mesmo dia, o calendário corporativo prevê, ainda, para dia 29, a primeira reunião pública do Universo Online (UOL) com investidores e analistas sobre os resultados de 2005. A companhia fez uma estréia polêmica na Bolsa paulista, com relatórios de recomendação díspares por parte das corretoras dos dois coordenadores de sua colocação de ações; Pactual e Merrill Lynch.

Ainda conforme a agenda, a partir de 31 de março e até 30/6 os detentores de bônus do Banco do Brasil da série B, emitidos e distribuídos gratuitamente aos acionistas em junho de 1996, poderão subscrevê-los em ações ON, na proporção de um bônus para cada 1,043933 ação. O preço do exercício é R$ 8,50.

A sexta-feira 31/03 marca fim de trimestre e poderá conferir alguma volatilidade extra para as carteiras, pelo fechamento de exercício. A partir da próxima semana, o pregão regular da Bovespa voltará a funcionar a partir das 10h.

Nos EUA, o calendário de indicadores econômicos da semana tem como destaques a divulgação do PIB final do quarto trimestre (quinta-feira) e os dados de renda e gasto pessoal de fevereiro e o índice final de sentimento do consumidor norte-americano da Universidade de Michigan (sexta-feira).

OFERTAS: Dia 28 começa a reserva de apenas dois dias das units de Equatorial Energia. Os pedidos podem ser feitos até dia 29, o bookbuilding fecha dia 30 e as ações estréiam na Bolsa dia 3 de abril. Cada unit representará uma ação ordinária e duas ações preferenciais da companhia. Inicialmente, a colocação prevê a distribuição de 32,4 milhões de papéis. A faixa de preço sugerida varia de R$ 11,75 a R$ 15,75. Pelos dados fornecidos, a empresa deseja captar, em média, R$ 450 milhões. Os papéis serão listados no Nível 2 da Bovespa.

Dia 29 começa a reserva para as 7,9 milhões de papéis da Saraiva Livreiros e Editores. Os pedidos podem ser feitos até 7 de abril. O preço das ações, após coleta de intenções, será definido dia 11 . A oferta deverá somar cerca de R$ 200 milhões.

PAINEL DA SEMANA: O Ibovespa encerrou a semana de vencimento de opções sobre ações com perda de 1,2%. Não houve papéis de peso para o índice entre as principais altas e baixas do mercado.

O destaque entre as valorizações foram os papéis ordinários da Cosan, que avançaram 24,8% depois de expressivos 3.563 negócios. A empresa vive um cenário favorável, com a quebra da safra australiana e o desempenho das cotações do açúcar nos mercados internacionais. Segundo operadores, no início da semana, duas casas estrangeiras, Credit Suisse e Merrill Lynch fizeram call de compra para as ações da Cosan. Além disso está no mercado o boato de que a sucroalcooleira está para anunciar a compra de uma usina
em Ribeirão Preto, com capacidade de moagem de 4 milhões.

Na onda de valorização das construtoras, LIX da Cunha PN subiu 42,9%, com 577 negócios, e João Fortes ON valorizou 29,5%, com 607 operações. A João Fortes Engenharia (JFE), uma das maiores construtoras do Rio de Janeiro, está estudando uma oferta pública de ações para captar R$ 70 milhões e, portanto, dobrar o capital.

Entre as maiores perdas, estiveram as ações ON da OHL com baixa de 9,3% e 811 operações. As ações das concessionárias rodoviárias caíram hoje por causa das notícias relacionadas ao setor de concessão rodoviária e transporte nos últimos dois dias. O Unibanco sugeriu, em relatório, que o investidor reduza exposição nas ações de empresas de concessão rodoviária neste momento. O Ministério dos Transportes publicou portaria que suspende o processo de licitação do trecho da BR-116, entre Nova Petrópolis e Porto Alegre (conhecido como "Polão"), e a BR-386, entre Tabaí e Canoas (RS). A CCR tinha 60% de participação no consórcio vencedor da licitação do Polão , em 1998, processo que foi suspenso posteriormente. O Tribunal de Contas do Estado (TCE) suspendeu o processo de licitação da linha 4 do Metrô, do qual a CCR pretendia participar.

As celulares também continuaram em queda, com destaque para o Grupo Vivo: Tele Norte celular PN -9,1%; Tele Leste Celular PN - 8,4%; Tele Sudeste Celular PN -7,6%; CRT Celular PN -7,3%; TCO PN -7%. As PN da Sadia perderam mais 6,7%, depois de 2.924 negócios e ainda reagindo a preocupações com a gripe aviária.
(Ana Paula Ragazzi)

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EXECUTIVO DO CREDIT SUISSE TEM PRISÃO PREVENTIVA PRORROGADA

São Paulo, 27 - O suíço Peter Schaffner, de 50 anos, teve a prisão preventiva prorrogada ontem à noite. Ele está há cinco dias sob custódia da Polícia Federal (PF) em São Paulo e seria liberado hoje. Schaffner terá de depor à Polícia Federal por suposto envio ilegal de dinheiro para outros países, por meio do escritório de representação da área de private bank do Credit Suisse no Brasil. Ele é responsável, na matriz da instituição, em Zurique, pelas atividades do banco no Brasil.

A prisão de Schaffner foi decretada pelo juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6.ª Vara Criminal, especializada em lavagem de dinheiro e crimes financeiros. A PF investiga o escritório do banco, localizado na capital paulista, por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Outros seis gerentes também são investigados, além de políticos que podem ter usado os serviços para remessas. A PF já cumpriu mandato de busca e apreensão no escritório em duas residências.
(AE)

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EXECUTIVO DO CREDIT SUISSE TEM PRISÃO PREVENTIVA PRORROGADA

São Paulo, 27 - O suíço Peter Schaffner, de 50 anos, teve a prisão preventiva prorrogada ontem à noite. Ele está há cinco dias sob custódia da Polícia Federal (PF) em São Paulo e seria liberado hoje. Schaffner terá de depor à Polícia Federal por suposto envio ilegal de dinheiro para outros países, por meio do escritório de representação da área de private bank do Credit Suisse no Brasil. Ele é responsável, na matriz da instituição, em Zurique, pelas atividades do banco no Brasil.

A prisão de Schaffner foi decretada pelo juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6.ª Vara Criminal, especializada em lavagem de dinheiro e crimes financeiros. A PF investiga o escritório do banco, localizado na capital paulista, por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Outros seis gerentes também são investigados, além de políticos que podem ter usado os serviços para remessas. A PF já cumpriu mandato de busca e apreensão no escritório em duas residências.
(AE)

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EXECUTIVO DO CREDIT SUISSE TEM PRISÃO PREVENTIVA PRORROGADA

São Paulo, 27 - O suíço Peter Schaffner, de 50 anos, teve a prisão preventiva prorrogada ontem à noite. Ele está há cinco dias sob custódia da Polícia Federal (PF) em São Paulo e seria liberado hoje. Schaffner terá de depor à Polícia Federal por suposto envio ilegal de dinheiro para outros países, por meio do escritório de representação da área de private bank do Credit Suisse no Brasil. Ele é responsável, na matriz da instituição, em Zurique, pelas atividades do banco no Brasil.

A prisão de Schaffner foi decretada pelo juiz Fausto Martin de Sanctis, da 6.ª Vara Criminal, especializada em lavagem de dinheiro e crimes financeiros. A PF investiga o escritório do banco, localizado na capital paulista, por evasão de divisas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. Outros seis gerentes também são investigados, além de políticos que podem ter usado os serviços para remessas. A PF já cumpriu mandato de busca e apreensão no escritório em duas residências.
(AE)

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MAGNESITA: RECEITA LÍQUIDA SOBE 11,4% EM 2005; LUCRO É DE R$ 88 MI

AE, São Paulo, 27 - A Magnesita publicou hoje na imprensa seu balanço sintético de 2005 informando que a receita líquida alcançou R$ 1,059 bilhão, com alta de 11,4% sobre os R$ 950,90 milhões do ano anterior. Segundo os dados consolidados, o lucro bruto da companhia teve uma ligeira queda, de R$ 396,16 milhões em 2004 para R$ 389,30 milhões. O resultado financeiro passou de R$ 1,48 milhão positivo em 2004 para R$ 13,38 milhões negativos no ano seguinte. O balanço informa ainda que o resultado operacional da empresa diminuiu 18,2%, totalizando R$ 124,88 milhões no ano passado, enquanto o lucro líquido foi reduzido na mesma proporção (18,1%), de R$ 107,58 milhões para R$ 88,03 milhões. Ao final do exercício, o patrimônio líquido da Magnesita era de R$ 668,35 milhões.
(Nelson Rocco)

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MAGNESITA: RECEITA LÍQUIDA SOBE 11,4% EM 2005; LUCRO É DE R$ 88 MI

AE, São Paulo, 27 - A Magnesita publicou hoje na imprensa seu balanço sintético de 2005 informando que a receita líquida alcançou R$ 1,059 bilhão, com alta de 11,4% sobre os R$ 950,90 milhões do ano anterior. Segundo os dados consolidados, o lucro bruto da companhia teve uma ligeira queda, de R$ 396,16 milhões em 2004 para R$ 389,30 milhões. O resultado financeiro passou de R$ 1,48 milhão positivo em 2004 para R$ 13,38 milhões negativos no ano seguinte. O balanço informa ainda que o resultado operacional da empresa diminuiu 18,2%, totalizando R$ 124,88 milhões no ano passado, enquanto o lucro líquido foi reduzido na mesma proporção (18,1%), de R$ 107,58 milhões para R$ 88,03 milhões. Ao final do exercício, o patrimônio líquido da Magnesita era de R$ 668,35 milhões.
(Nelson Rocco)

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MAGNESITA: RECEITA LÍQUIDA SOBE 11,4% EM 2005; LUCRO É DE R$ 88 MI

AE, São Paulo, 27 - A Magnesita publicou hoje na imprensa seu balanço sintético de 2005 informando que a receita líquida alcançou R$ 1,059 bilhão, com alta de 11,4% sobre os R$ 950,90 milhões do ano anterior. Segundo os dados consolidados, o lucro bruto da companhia teve uma ligeira queda, de R$ 396,16 milhões em 2004 para R$ 389,30 milhões. O resultado financeiro passou de R$ 1,48 milhão positivo em 2004 para R$ 13,38 milhões negativos no ano seguinte. O balanço informa ainda que o resultado operacional da empresa diminuiu 18,2%, totalizando R$ 124,88 milhões no ano passado, enquanto o lucro líquido foi reduzido na mesma proporção (18,1%), de R$ 107,58 milhões para R$ 88,03 milhões. Ao final do exercício, o patrimônio líquido da Magnesita era de R$ 668,35 milhões.
(Nelson Rocco)

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CITIGROUP VÊ ALTA DE 20% PARA MINÉRIO DE FERRO E ELEVA RECOMENDAÇÕES

AE, Nova York, 27 - O Citigroup abandonou o tom negativo sobre os preços dos metais, avaliando que o crescimento global, oferta limitada e a contínua demanda dos investidores devem manter os preços mais fortes por um período mais prolongado do que o inicialmente previsto. A avaliação foi divulgada em relatório distribuído no fim de semana, no qual o banco previu que as atuais negociações dos produtores de minério BHP, Rio Tinto e Vale do Rio Doce com as siderúrgicas chinesas e japonesas devem resultar em um aumento de 20%.

O banco elevou também suas previsões para os preços de outras commodities e melhorou os ratings das mineradoras listadas na Austrália. O banco norte-americano recomendou a compra das ações da Rio Tinto, Newcrest, Alumina, Minara, Portman e Macarthur Coal. As informações são da Dow Jones.
(Patricia Lara)

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CITIGROUP VÊ ALTA DE 20% PARA MINÉRIO DE FERRO E ELEVA RECOMENDAÇÕES

AE, Nova York, 27 - O Citigroup abandonou o tom negativo sobre os preços dos metais, avaliando que o crescimento global, oferta limitada e a contínua demanda dos investidores devem manter os preços mais fortes por um período mais prolongado do que o inicialmente previsto. A avaliação foi divulgada em relatório distribuído no fim de semana, no qual o banco previu que as atuais negociações dos produtores de minério BHP, Rio Tinto e Vale do Rio Doce com as siderúrgicas chinesas e japonesas devem resultar em um aumento de 20%.

O banco elevou também suas previsões para os preços de outras commodities e melhorou os ratings das mineradoras listadas na Austrália. O banco norte-americano recomendou a compra das ações da Rio Tinto, Newcrest, Alumina, Minara, Portman e Macarthur Coal. As informações são da Dow Jones.
(Patricia Lara)

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CITIGROUP VÊ ALTA DE 20% PARA MINÉRIO DE FERRO E ELEVA RECOMENDAÇÕES

AE, Nova York, 27 - O Citigroup abandonou o tom negativo sobre os preços dos metais, avaliando que o crescimento global, oferta limitada e a contínua demanda dos investidores devem manter os preços mais fortes por um período mais prolongado do que o inicialmente previsto. A avaliação foi divulgada em relatório distribuído no fim de semana, no qual o banco previu que as atuais negociações dos produtores de minério BHP, Rio Tinto e Vale do Rio Doce com as siderúrgicas chinesas e japonesas devem resultar em um aumento de 20%.

O banco elevou também suas previsões para os preços de outras commodities e melhorou os ratings das mineradoras listadas na Austrália. O banco norte-americano recomendou a compra das ações da Rio Tinto, Newcrest, Alumina, Minara, Portman e Macarthur Coal. As informações são da Dow Jones.
(Patricia Lara)

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ESPECIAL: SIDERURGIA E MINERAÇÃO LIDERAM IBOVESPA ENTRE 2002 E 2006

AE, São Paulo, 27 - Os setores que mais contribuíram para a forte alta do Ibovespa entre os anos eleitorais de 2002 e 2006 foram o siderúrgico e o de mineração. Na comparação entre os dias 20 de março de cada período, 11 das 20 ações que mais subiram eram desses segmentos, com destaque para Metalúrgica Gerdau (1.189%), Usiminas PNA (1.074%) e Caemi (1.005%). O principal índice da Bolsa paulista teve ganho de 170% no intervalo.

Na relação entre 16 de outubro de 2002, no piso da Bovespa naquele ano, e 20 de março último, estes segmentos dividem espaço com os bancos. Bradesco ON subiu 946%, Unibanco Unit teve ganho de 779% e Banco do Brasil valorizou 744%. A pesquisa, com base em números da Economática, inclui os 90 papéis com maior liquidez. A alta do Ibovespa nesse período foi de 354,6%.

Para os especialistas, a valorização das siderúrgicas e mineradoras ilustra bem o tipo de impulso que ditou a Bovespa nesses anos. O crescimento das economias da China e da Índia puxou a demanda por produtos básicos, e suas cotações dispararam. "2003 e 2004 foram dois períodos fantásticos para as empresas que comercializam commodities, que vinham de um clima global recessivo", disse Valmir Celestino, superintendente da Safra Asset Management. O gestor da Advalorem Reginaldo Alexandre lembra que estas companhias passaram por um forte processo de desalavancagem. "As ações caíram bem antes desse período, e um dos motivos foi a secura de crédito anterior, quando não conseguiam sequer rolar suas dívidas."

Já os bancos se beneficiaram do "melhor dos mundos", nas palavras de Lika Takahashi, analista-chefe da Fator Corretora: expansão do crédito e juros altos. Vale lembrar que, da mesma maneira que no caso das siderúrgicas, a base de comparação é baixa. Os bancos estão entre os setores mais afetados em Bolsa pelo estresse eleitoral de 2002 - então o espaço para recuperação era maior.

Numa visão geral, a maior alta do Ibovespa nos dois períodos analisados ficou por conta de Lojas Americanas, com valorização superior a 2.000%. Para Luiz Antonio Vaz das Neves, diretor da Planner Corretora, os papéis tiveram ajuda de recompras promovidas por seus controladores, do grupo GP Investimentos. Além disso, Alexandre, da Advalorem, conta que o crescimento da economia local verificado sempre privilegia os segmentos de consumo.

Na outra ponta desse levantamento, os dois setores mais vendidos entre 2002 e 2006 foram os de telefonia e energia elétrica. As ações se misturam na comparação março/março, período no qual o Ibovespa subiu 170%. Caíram papéis como Light (-58%), Embratel ON (-37%) e PN (-34,5%), Telesp Celular (-25,5%) e Brasil Telecom operadora PN (-2,1%). Copel e Eletrobrás subiram, mas pouco (22,5% e 23,7%, respectivamente, nas ON).

Já na relação outubro/março, quando a Bolsa subiu 354,6%, apenas Bombril PN fechou no negativo (-15,1%), mas as performances mais fracas ficaram novamente com as teles: Brasil Telecom Participações PN (+14,1%), Telesp Celular (+60%), Telemar Norte Leste (+111,9%), Tele Leste ( 117,3%) e Telemar PN (132,5%).

Em geral, os analistas dizem que as teles foram prejudicadas por uma perda de atratividade do setor em nível global. "Houve uma reavaliação mundial e já não se aposta mais na possibilidade de crescimento exponencial, vislumbrada anteriormente. Além disso, a concorrência e a atualização com novas tecnologias prejudicam as margens", disse Alexandre.

Lika, da Fator, lembra que no exterior houve muito investimento em tecnologias, como a 3G, que só agora estão surtindo algum efeito. No Brasil, as empresas também tiveram de fazer grandes aportes para cumprir as metas de universalização. As indecisões locais sobre o índice de correção de preços ainda afetaram o desempenho das ações de telecomunicações e, além disso, o segmento é famoso por conflitos societários e por um tratamento aos minoritários que não atende aos melhores requisitos de governança corporativa.

Quanto às elétricas, a lenta recuperação após os problemas com o apagão foi o motivo mais comentado.
(Aline Cury Zampieri)

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ESPECIAL: SIDERURGIA E MINERAÇÃO LIDERAM IBOVESPA ENTRE 2002 E 2006

AE, São Paulo, 27 - Os setores que mais contribuíram para a forte alta do Ibovespa entre os anos eleitorais de 2002 e 2006 foram o siderúrgico e o de mineração. Na comparação entre os dias 20 de março de cada período, 11 das 20 ações que mais subiram eram desses segmentos, com destaque para Metalúrgica Gerdau (1.189%), Usiminas PNA (1.074%) e Caemi (1.005%). O principal índice da Bolsa paulista teve ganho de 170% no intervalo.

Na relação entre 16 de outubro de 2002, no piso da Bovespa naquele ano, e 20 de março último, estes segmentos dividem espaço com os bancos. Bradesco ON subiu 946%, Unibanco Unit teve ganho de 779% e Banco do Brasil valorizou 744%. A pesquisa, com base em números da Economática, inclui os 90 papéis com maior liquidez. A alta do Ibovespa nesse período foi de 354,6%.

Para os especialistas, a valorização das siderúrgicas e mineradoras ilustra bem o tipo de impulso que ditou a Bovespa nesses anos. O crescimento das economias da China e da Índia puxou a demanda por produtos básicos, e suas cotações dispararam. "2003 e 2004 foram dois períodos fantásticos para as empresas que comercializam commodities, que vinham de um clima global recessivo", disse Valmir Celestino, superintendente da Safra Asset Management. O gestor da Advalorem Reginaldo Alexandre lembra que estas companhias passaram por um forte processo de desalavancagem. "As ações caíram bem antes desse período, e um dos motivos foi a secura de crédito anterior, quando não conseguiam sequer rolar suas dívidas."

Já os bancos se beneficiaram do "melhor dos mundos", nas palavras de Lika Takahashi, analista-chefe da Fator Corretora: expansão do crédito e juros altos. Vale lembrar que, da mesma maneira que no caso das siderúrgicas, a base de comparação é baixa. Os bancos estão entre os setores mais afetados em Bolsa pelo estresse eleitoral de 2002 - então o espaço para recuperação era maior.

Numa visão geral, a maior alta do Ibovespa nos dois períodos analisados ficou por conta de Lojas Americanas, com valorização superior a 2.000%. Para Luiz Antonio Vaz das Neves, diretor da Planner Corretora, os papéis tiveram ajuda de recompras promovidas por seus controladores, do grupo GP Investimentos. Além disso, Alexandre, da Advalorem, conta que o crescimento da economia local verificado sempre privilegia os segmentos de consumo.

Na outra ponta desse levantamento, os dois setores mais vendidos entre 2002 e 2006 foram os de telefonia e energia elétrica. As ações se misturam na comparação março/março, período no qual o Ibovespa subiu 170%. Caíram papéis como Light (-58%), Embratel ON (-37%) e PN (-34,5%), Telesp Celular (-25,5%) e Brasil Telecom operadora PN (-2,1%). Copel e Eletrobrás subiram, mas pouco (22,5% e 23,7%, respectivamente, nas ON).

Já na relação outubro/março, quando a Bolsa subiu 354,6%, apenas Bombril PN fechou no negativo (-15,1%), mas as performances mais fracas ficaram novamente com as teles: Brasil Telecom Participações PN (+14,1%), Telesp Celular (+60%), Telemar Norte Leste (+111,9%), Tele Leste ( 117,3%) e Telemar PN (132,5%).

Em geral, os analistas dizem que as teles foram prejudicadas por uma perda de atratividade do setor em nível global. "Houve uma reavaliação mundial e já não se aposta mais na possibilidade de crescimento exponencial, vislumbrada anteriormente. Além disso, a concorrência e a atualização com novas tecnologias prejudicam as margens", disse Alexandre.

Lika, da Fator, lembra que no exterior houve muito investimento em tecnologias, como a 3G, que só agora estão surtindo algum efeito. No Brasil, as empresas também tiveram de fazer grandes aportes para cumprir as metas de universalização. As indecisões locais sobre o índice de correção de preços ainda afetaram o desempenho das ações de telecomunicações e, além disso, o segmento é famoso por conflitos societários e por um tratamento aos minoritários que não atende aos melhores requisitos de governança corporativa.

Quanto às elétricas, a lenta recuperação após os problemas com o apagão foi o motivo mais comentado.
(Aline Cury Zampieri)

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ESPECIAL: SIDERURGIA E MINERAÇÃO LIDERAM IBOVESPA ENTRE 2002 E 2006

AE, São Paulo, 27 - Os setores que mais contribuíram para a forte alta do Ibovespa entre os anos eleitorais de 2002 e 2006 foram o siderúrgico e o de mineração. Na comparação entre os dias 20 de março de cada período, 11 das 20 ações que mais subiram eram desses segmentos, com destaque para Metalúrgica Gerdau (1.189%), Usiminas PNA (1.074%) e Caemi (1.005%). O principal índice da Bolsa paulista teve ganho de 170% no intervalo.

Na relação entre 16 de outubro de 2002, no piso da Bovespa naquele ano, e 20 de março último, estes segmentos dividem espaço com os bancos. Bradesco ON subiu 946%, Unibanco Unit teve ganho de 779% e Banco do Brasil valorizou 744%. A pesquisa, com base em números da Economática, inclui os 90 papéis com maior liquidez. A alta do Ibovespa nesse período foi de 354,6%.

Para os especialistas, a valorização das siderúrgicas e mineradoras ilustra bem o tipo de impulso que ditou a Bovespa nesses anos. O crescimento das economias da China e da Índia puxou a demanda por produtos básicos, e suas cotações dispararam. "2003 e 2004 foram dois períodos fantásticos para as empresas que comercializam commodities, que vinham de um clima global recessivo", disse Valmir Celestino, superintendente da Safra Asset Management. O gestor da Advalorem Reginaldo Alexandre lembra que estas companhias passaram por um forte processo de desalavancagem. "As ações caíram bem antes desse período, e um dos motivos foi a secura de crédito anterior, quando não conseguiam sequer rolar suas dívidas."

Já os bancos se beneficiaram do "melhor dos mundos", nas palavras de Lika Takahashi, analista-chefe da Fator Corretora: expansão do crédito e juros altos. Vale lembrar que, da mesma maneira que no caso das siderúrgicas, a base de comparação é baixa. Os bancos estão entre os setores mais afetados em Bolsa pelo estresse eleitoral de 2002 - então o espaço para recuperação era maior.

Numa visão geral, a maior alta do Ibovespa nos dois períodos analisados ficou por conta de Lojas Americanas, com valorização superior a 2.000%. Para Luiz Antonio Vaz das Neves, diretor da Planner Corretora, os papéis tiveram ajuda de recompras promovidas por seus controladores, do grupo GP Investimentos. Além disso, Alexandre, da Advalorem, conta que o crescimento da economia local verificado sempre privilegia os segmentos de consumo.

Na outra ponta desse levantamento, os dois setores mais vendidos entre 2002 e 2006 foram os de telefonia e energia elétrica. As ações se misturam na comparação março/março, período no qual o Ibovespa subiu 170%. Caíram papéis como Light (-58%), Embratel ON (-37%) e PN (-34,5%), Telesp Celular (-25,5%) e Brasil Telecom operadora PN (-2,1%). Copel e Eletrobrás subiram, mas pouco (22,5% e 23,7%, respectivamente, nas ON).

Já na relação outubro/março, quando a Bolsa subiu 354,6%, apenas Bombril PN fechou no negativo (-15,1%), mas as performances mais fracas ficaram novamente com as teles: Brasil Telecom Participações PN (+14,1%), Telesp Celular (+60%), Telemar Norte Leste (+111,9%), Tele Leste ( 117,3%) e Telemar PN (132,5%).

Em geral, os analistas dizem que as teles foram prejudicadas por uma perda de atratividade do setor em nível global. "Houve uma reavaliação mundial e já não se aposta mais na possibilidade de crescimento exponencial, vislumbrada anteriormente. Além disso, a concorrência e a atualização com novas tecnologias prejudicam as margens", disse Alexandre.

Lika, da Fator, lembra que no exterior houve muito investimento em tecnologias, como a 3G, que só agora estão surtindo algum efeito. No Brasil, as empresas também tiveram de fazer grandes aportes para cumprir as metas de universalização. As indecisões locais sobre o índice de correção de preços ainda afetaram o desempenho das ações de telecomunicações e, além disso, o segmento é famoso por conflitos societários e por um tratamento aos minoritários que não atende aos melhores requisitos de governança corporativa.

Quanto às elétricas, a lenta recuperação após os problemas com o apagão foi o motivo mais comentado.
(Aline Cury Zampieri)

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Sexta-feira, Março 24, 2006

Clubes de ações caem no gosto do investidor

São Paulo, 24 de Março de 2006 - Cresce a opção dos pequenos e médios investidores pelos chamados clubes de investimento. Só neste ano já foram criados 95 no País - até março somavam 1.394. Com 3 a 150 participantes, permitem maior inserção no mercado de ações. A gestão é das corretoras, que, junto com os investidores, estabelecem estatuto, número e valor de cotas. Os clubes cresceram a partir de 2002, com a campanha de popularização de ações da Bovespa.
Página C-7(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Lourdes Rodrigues)

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Clubes de ações caem no gosto do investidor

São Paulo, 24 de Março de 2006 - Cresce a opção dos pequenos e médios investidores pelos chamados clubes de investimento. Só neste ano já foram criados 95 no País - até março somavam 1.394. Com 3 a 150 participantes, permitem maior inserção no mercado de ações. A gestão é das corretoras, que, junto com os investidores, estabelecem estatuto, número e valor de cotas. Os clubes cresceram a partir de 2002, com a campanha de popularização de ações da Bovespa.
Página C-7(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Lourdes Rodrigues)

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Clubes de ações caem no gosto do investidor

São Paulo, 24 de Março de 2006 - Cresce a opção dos pequenos e médios investidores pelos chamados clubes de investimento. Só neste ano já foram criados 95 no País - até março somavam 1.394. Com 3 a 150 participantes, permitem maior inserção no mercado de ações. A gestão é das corretoras, que, junto com os investidores, estabelecem estatuto, número e valor de cotas. Os clubes cresceram a partir de 2002, com a campanha de popularização de ações da Bovespa.
Página C-7(Gazeta Mercantil/1ª Página - Pág. 1)(Lourdes Rodrigues)

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ÁSIA: FILIPINAS EM NOVA MÁXIMA; SIDERÚRGICAS SUSTENTAM ALTA DE TAIWAN

AE, Hong Kong, 24 - A Bolsa de Hong Kong fechou em baixa, com investidores cautelosos com a proximidade da reunião do Fed, na semana que vem. O índice Hang Seng terminou a sessão em queda de 0,4%. Na Coréia do Sul, o mercado foi sustentado por especulações de fusão no setor financeiro. O índice Kospi fechou em alta de 0,7%. Na China, as ações cederam com correção técnica dos ganhos registrados nos quatro pregões anteriores. O índice Xangai composto terminou o dia em baixa de 0,6%.

Em Cingapura, as ações fecharam em alta modesta, liderada por blue chips. O índice Strait Times subiu 0,2%. Em Taiwan, as ações de siderúrgicas sustentaram o mercado, com expectativas de elevação nos preços do aço durante o segundo trimestre. O índice composto da Bolsa de Taipé fechou com ganho de 0,2%. O índice caiu 2,3% esta semana. Nas Filipinas, o índice PSE estabeleceu nova máxima em sete anos, com compras de estrangeiros. O índice fechou em alta de 0,7%, em 2.208,13 pontos, melhor nível desde 27 de agosto de 1999. Em Bangcoc, na Tailândia, o índice composto subiu 0,2%.

O yuan caiu ante o dólar, influenciado pelo fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais moedas. No fim do dia, o dólar subia para 8,0300 yuans, de 8,0277 yuans ontem. O dólar oscilou entre 8,0310 yuans e 8,0285 yuans. As informações são da Dow Jones.
(Cynthia Decloedt)

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ÁSIA: FILIPINAS EM NOVA MÁXIMA; SIDERÚRGICAS SUSTENTAM ALTA DE TAIWAN

AE, Hong Kong, 24 - A Bolsa de Hong Kong fechou em baixa, com investidores cautelosos com a proximidade da reunião do Fed, na semana que vem. O índice Hang Seng terminou a sessão em queda de 0,4%. Na Coréia do Sul, o mercado foi sustentado por especulações de fusão no setor financeiro. O índice Kospi fechou em alta de 0,7%. Na China, as ações cederam com correção técnica dos ganhos registrados nos quatro pregões anteriores. O índice Xangai composto terminou o dia em baixa de 0,6%.

Em Cingapura, as ações fecharam em alta modesta, liderada por blue chips. O índice Strait Times subiu 0,2%. Em Taiwan, as ações de siderúrgicas sustentaram o mercado, com expectativas de elevação nos preços do aço durante o segundo trimestre. O índice composto da Bolsa de Taipé fechou com ganho de 0,2%. O índice caiu 2,3% esta semana. Nas Filipinas, o índice PSE estabeleceu nova máxima em sete anos, com compras de estrangeiros. O índice fechou em alta de 0,7%, em 2.208,13 pontos, melhor nível desde 27 de agosto de 1999. Em Bangcoc, na Tailândia, o índice composto subiu 0,2%.

O yuan caiu ante o dólar, influenciado pelo fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais moedas. No fim do dia, o dólar subia para 8,0300 yuans, de 8,0277 yuans ontem. O dólar oscilou entre 8,0310 yuans e 8,0285 yuans. As informações são da Dow Jones.
(Cynthia Decloedt)

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ÁSIA: FILIPINAS EM NOVA MÁXIMA; SIDERÚRGICAS SUSTENTAM ALTA DE TAIWAN

AE, Hong Kong, 24 - A Bolsa de Hong Kong fechou em baixa, com investidores cautelosos com a proximidade da reunião do Fed, na semana que vem. O índice Hang Seng terminou a sessão em queda de 0,4%. Na Coréia do Sul, o mercado foi sustentado por especulações de fusão no setor financeiro. O índice Kospi fechou em alta de 0,7%. Na China, as ações cederam com correção técnica dos ganhos registrados nos quatro pregões anteriores. O índice Xangai composto terminou o dia em baixa de 0,6%.

Em Cingapura, as ações fecharam em alta modesta, liderada por blue chips. O índice Strait Times subiu 0,2%. Em Taiwan, as ações de siderúrgicas sustentaram o mercado, com expectativas de elevação nos preços do aço durante o segundo trimestre. O índice composto da Bolsa de Taipé fechou com ganho de 0,2%. O índice caiu 2,3% esta semana. Nas Filipinas, o índice PSE estabeleceu nova máxima em sete anos, com compras de estrangeiros. O índice fechou em alta de 0,7%, em 2.208,13 pontos, melhor nível desde 27 de agosto de 1999. Em Bangcoc, na Tailândia, o índice composto subiu 0,2%.

O yuan caiu ante o dólar, influenciado pelo fortalecimento da moeda norte-americana ante as demais moedas. No fim do dia, o dólar subia para 8,0300 yuans, de 8,0277 yuans ontem. O dólar oscilou entre 8,0310 yuans e 8,0285 yuans. As informações são da Dow Jones.
(Cynthia Decloedt)

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BRASIL FERROVIAS: FUNCEF AVALIA POSSIBILIDADE DE DESISTIR DE VENDA

AE, São Paulo, 24 - A decisão da MRS Logística de abandonar a disputa pela Nova Brasil Ferrovias (BF), companhia que agrega os ativos de bitola larga que interligam o Centro-Oeste brasileiro ao Porto de Santos, pode abortar o processo de venda da companhia. Segundo Demosthenes Marques, diretor do fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), a decisão de não vender ainda é uma opção, especialmente se o preço oferecido não satisfizer os acionistas. "Não há nenhuma obrigação de vender os ativos agora. Só achamos que o momento é positivo", disse.

A América Latina Logística (ALL) foi a única empresa que entregou propostas tanto para a Nova Brasil Ferrovias quanto para a Novoeste Brasil. Em nota, a MRS afirmou que a desistência foi uma decisão dos controladores da empresa e que o "acordo de confidencialidade" impedia a empresa de expor as razões por não ter apresentado proposta pela BF. O mercado aponta duas razões: alto endividamento da Ferronorte ou a decisão dos acionistas da MRS de manterem foco em minério.

Mas, no mercado, outras justificativas começam a ser levantadas. Uma delas, segundo fontes ligadas à ferrovia, é a de que ALL e MRS teriam feito um acordo "de gaveta" para apenas uma empresa disputar a companhia, o que elevaria o poder de negociação da ALL e reduziria o preço da BF. No futuro, outra negociação poderia ser feita entre as duas. Segundo essa mesma fonte, às vésperas da entrega da proposta, a ALL teria se reunido com um grupo coreano (Asila) e pedido a desistência no negócio em troca de garantias no transporte até o Porto de Paranaguá. A intenção do grupo estrangeiro, porém, seria usar a ferrovia para atingir o Oceano Pacífico.

A análise das propostas (que incluem as outras três apresentadas para a Novoeste) poderá ser concluída este mês, segundo o diretor da Funcef. "Achamos que seja possível ainda em março definir quais empresas podem partir para a próxima fase do processo de venda", diz. A próxima etapa é a auditoria interna nas companhias.

As maiores chances de isso ocorrer estão na Novoeste. Além da ALL, estão na disputa a Empresa Ferroviária Oriental - ferrovia boliviana controlada pelo grupo americano Genesee & Wyoming, a Asian Latin American Marketing Center (Asila) - trading que representa sete empresas coreanas, e a chinesa Jianscsu Zhongye Steel Company, esta segundo a Revista Ferroviária.

Marques disse que as propostas podem ser alteradas, mesmo depois da apresentação. Negou que os fundos tenham o interesse em admitir concorrentes depois do prazo, mas afirmou que mudanças que tornem as propostas "mais interessantes" não são descartadas. Isso indicaria a permissão de combinações entre as empresas que lideram as ofertas com outras que possam fazer associações.

Essa condição do modelo negocial adotado pelos fundos de pensão poderá alterar muito as propostas apresentadas anteontem.

A razão desta tentativa é a necessidade de os fundos reduzirem as perdas. Os diretores dessas instituições falam em atenuar os prejuízos na Nova Brasil Ferrovias e na Novoeste Brasil. Desde a privatização, a Funcef e o fundo dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) injetaram mais de R$ 1 bilhão na companhia. O mercado não acredita que os fundos vão entregar a empresa a preço de banana.
(Agnaldo Brito e Renée Pereira)

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BRASIL FERROVIAS: FUNCEF AVALIA POSSIBILIDADE DE DESISTIR DE VENDA

AE, São Paulo, 24 - A decisão da MRS Logística de abandonar a disputa pela Nova Brasil Ferrovias (BF), companhia que agrega os ativos de bitola larga que interligam o Centro-Oeste brasileiro ao Porto de Santos, pode abortar o processo de venda da companhia. Segundo Demosthenes Marques, diretor do fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), a decisão de não vender ainda é uma opção, especialmente se o preço oferecido não satisfizer os acionistas. "Não há nenhuma obrigação de vender os ativos agora. Só achamos que o momento é positivo", disse.

A América Latina Logística (ALL) foi a única empresa que entregou propostas tanto para a Nova Brasil Ferrovias quanto para a Novoeste Brasil. Em nota, a MRS afirmou que a desistência foi uma decisão dos controladores da empresa e que o "acordo de confidencialidade" impedia a empresa de expor as razões por não ter apresentado proposta pela BF. O mercado aponta duas razões: alto endividamento da Ferronorte ou a decisão dos acionistas da MRS de manterem foco em minério.

Mas, no mercado, outras justificativas começam a ser levantadas. Uma delas, segundo fontes ligadas à ferrovia, é a de que ALL e MRS teriam feito um acordo "de gaveta" para apenas uma empresa disputar a companhia, o que elevaria o poder de negociação da ALL e reduziria o preço da BF. No futuro, outra negociação poderia ser feita entre as duas. Segundo essa mesma fonte, às vésperas da entrega da proposta, a ALL teria se reunido com um grupo coreano (Asila) e pedido a desistência no negócio em troca de garantias no transporte até o Porto de Paranaguá. A intenção do grupo estrangeiro, porém, seria usar a ferrovia para atingir o Oceano Pacífico.

A análise das propostas (que incluem as outras três apresentadas para a Novoeste) poderá ser concluída este mês, segundo o diretor da Funcef. "Achamos que seja possível ainda em março definir quais empresas podem partir para a próxima fase do processo de venda", diz. A próxima etapa é a auditoria interna nas companhias.

As maiores chances de isso ocorrer estão na Novoeste. Além da ALL, estão na disputa a Empresa Ferroviária Oriental - ferrovia boliviana controlada pelo grupo americano Genesee & Wyoming, a Asian Latin American Marketing Center (Asila) - trading que representa sete empresas coreanas, e a chinesa Jianscsu Zhongye Steel Company, esta segundo a Revista Ferroviária.

Marques disse que as propostas podem ser alteradas, mesmo depois da apresentação. Negou que os fundos tenham o interesse em admitir concorrentes depois do prazo, mas afirmou que mudanças que tornem as propostas "mais interessantes" não são descartadas. Isso indicaria a permissão de combinações entre as empresas que lideram as ofertas com outras que possam fazer associações.

Essa condição do modelo negocial adotado pelos fundos de pensão poderá alterar muito as propostas apresentadas anteontem.

A razão desta tentativa é a necessidade de os fundos reduzirem as perdas. Os diretores dessas instituições falam em atenuar os prejuízos na Nova Brasil Ferrovias e na Novoeste Brasil. Desde a privatização, a Funcef e o fundo dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) injetaram mais de R$ 1 bilhão na companhia. O mercado não acredita que os fundos vão entregar a empresa a preço de banana.
(Agnaldo Brito e Renée Pereira)

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AE, São Paulo, 24 - A decisão da MRS Logística de abandonar a disputa pela Nova Brasil Ferrovias (BF), companhia que agrega os ativos de bitola larga que interligam o Centro-Oeste brasileiro ao Porto de Santos, pode abortar o processo de venda da companhia. Segundo Demosthenes Marques, diretor do fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), a decisão de não vender ainda é uma opção, especialmente se o preço oferecido não satisfizer os acionistas. "Não há nenhuma obrigação de vender os ativos agora. Só achamos que o momento é positivo", disse.

A América Latina Logística (ALL) foi a única empresa que entregou propostas tanto para a Nova Brasil Ferrovias quanto para a Novoeste Brasil. Em nota, a MRS afirmou que a desistência foi uma decisão dos controladores da empresa e que o "acordo de confidencialidade" impedia a empresa de expor as razões por não ter apresentado proposta pela BF. O mercado aponta duas razões: alto endividamento da Ferronorte ou a decisão dos acionistas da MRS de manterem foco em minério.

Mas, no mercado, outras justificativas começam a ser levantadas. Uma delas, segundo fontes ligadas à ferrovia, é a de que ALL e MRS teriam feito um acordo "de gaveta" para apenas uma empresa disputar a companhia, o que elevaria o poder de negociação da ALL e reduziria o preço da BF. No futuro, outra negociação poderia ser feita entre as duas. Segundo essa mesma fonte, às vésperas da entrega da proposta, a ALL teria se reunido com um grupo coreano (Asila) e pedido a desistência no negócio em troca de garantias no transporte até o Porto de Paranaguá. A intenção do grupo estrangeiro, porém, seria usar a ferrovia para atingir o Oceano Pacífico.

A análise das propostas (que incluem as outras três apresentadas para a Novoeste) poderá ser concluída este mês, segundo o diretor da Funcef. "Achamos que seja possível ainda em março definir quais empresas podem partir para a próxima fase do processo de venda", diz. A próxima etapa é a auditoria interna nas companhias.

As maiores chances de isso ocorrer estão na Novoeste. Além da ALL, estão na disputa a Empresa Ferroviária Oriental - ferrovia boliviana controlada pelo grupo americano Genesee & Wyoming, a Asian Latin American Marketing Center (Asila) - trading que representa sete empresas coreanas, e a chinesa Jianscsu Zhongye Steel Company, esta segundo a Revista Ferroviária.

Marques disse que as propostas podem ser alteradas, mesmo depois da apresentação. Negou que os fundos tenham o interesse em admitir concorrentes depois do prazo, mas afirmou que mudanças que tornem as propostas "mais interessantes" não são descartadas. Isso indicaria a permissão de combinações entre as empresas que lideram as ofertas com outras que possam fazer associações.

Essa condição do modelo negocial adotado pelos fundos de pensão poderá alterar muito as propostas apresentadas anteontem.

A razão desta tentativa é a necessidade de os fundos reduzirem as perdas. Os diretores dessas instituições falam em atenuar os prejuízos na Nova Brasil Ferrovias e na Novoeste Brasil. Desde a privatização, a Funcef e o fundo dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) injetaram mais de R$ 1 bilhão na companhia. O mercado não acredita que os fundos vão entregar a empresa a preço de banana.
(Agnaldo Brito e Renée Pereira)

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AE, São Paulo, 24 - A decisão da MRS Logística de abandonar a disputa pela Nova Brasil Ferrovias (BF), companhia que agrega os ativos de bitola larga que interligam o Centro-Oeste brasileiro ao Porto de Santos, pode abortar o processo de venda da companhia. Segundo Demosthenes Marques, diretor do fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), a decisão de não vender ainda é uma opção, especialmente se o preço oferecido não satisfizer os acionistas. "Não há nenhuma obrigação de vender os ativos agora. Só achamos que o momento é positivo", disse.

A América Latina Logística (ALL) foi a única empresa que entregou propostas tanto para a Nova Brasil Ferrovias quanto para a Novoeste Brasil. Em nota, a MRS afirmou que a desistência foi uma decisão dos controladores da empresa e que o "acordo de confidencialidade" impedia a empresa de expor as razões por não ter apresentado proposta pela BF. O mercado aponta duas razões: alto endividamento da Ferronorte ou a decisão dos acionistas da MRS de manterem foco em minério.

Mas, no mercado, outras justificativas começam a ser levantadas. Uma delas, segundo fontes ligadas à ferrovia, é a de que ALL e MRS teriam feito um acordo "de gaveta" para apenas uma empresa disputar a companhia, o que elevaria o poder de negociação da ALL e reduziria o preço da BF. No futuro, outra negociação poderia ser feita entre as duas. Segundo essa mesma fonte, às vésperas da entrega da proposta, a ALL teria se reunido com um grupo coreano (Asila) e pedido a desistência no negócio em troca de garantias no transporte até o Porto de Paranaguá. A intenção do grupo estrangeiro, porém, seria usar a ferrovia para atingir o Oceano Pacífico.

A análise das propostas (que incluem as outras três apresentadas para a Novoeste) poderá ser concluída este mês, segundo o diretor da Funcef. "Achamos que seja possível ainda em março definir quais empresas podem partir para a próxima fase do processo de venda", diz. A próxima etapa é a auditoria interna nas companhias.

As maiores chances de isso ocorrer estão na Novoeste. Além da ALL, estão na disputa a Empresa Ferroviária Oriental - ferrovia boliviana controlada pelo grupo americano Genesee & Wyoming, a Asian Latin American Marketing Center (Asila) - trading que representa sete empresas coreanas, e a chinesa Jianscsu Zhongye Steel Company, esta segundo a Revista Ferroviária.

Marques disse que as propostas podem ser alteradas, mesmo depois da apresentação. Negou que os fundos tenham o interesse em admitir concorrentes depois do prazo, mas afirmou que mudanças que tornem as propostas "mais interessantes" não são descartadas. Isso indicaria a permissão de combinações entre as empresas que lideram as ofertas com outras que possam fazer associações.

Essa condição do modelo negocial adotado pelos fundos de pensão poderá alterar muito as propostas apresentadas anteontem.

A razão desta tentativa é a necessidade de os fundos reduzirem as perdas. Os diretores dessas instituições falam em atenuar os prejuízos na Nova Brasil Ferrovias e na Novoeste Brasil. Desde a privatização, a Funcef e o fundo dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) injetaram mais de R$ 1 bilhão na companhia. O mercado não acredita que os fundos vão entregar a empresa a preço de banana.
(Agnaldo Brito e Renée Pereira)

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BRASIL FERROVIAS: FUNCEF AVALIA POSSIBILIDADE DE DESISTIR DE VENDA

AE, São Paulo, 24 - A decisão da MRS Logística de abandonar a disputa pela Nova Brasil Ferrovias (BF), companhia que agrega os ativos de bitola larga que interligam o Centro-Oeste brasileiro ao Porto de Santos, pode abortar o processo de venda da companhia. Segundo Demosthenes Marques, diretor do fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), a decisão de não vender ainda é uma opção, especialmente se o preço oferecido não satisfizer os acionistas. "Não há nenhuma obrigação de vender os ativos agora. Só achamos que o momento é positivo", disse.

A América Latina Logística (ALL) foi a única empresa que entregou propostas tanto para a Nova Brasil Ferrovias quanto para a Novoeste Brasil. Em nota, a MRS afirmou que a desistência foi uma decisão dos controladores da empresa e que o "acordo de confidencialidade" impedia a empresa de expor as razões por não ter apresentado proposta pela BF. O mercado aponta duas razões: alto endividamento da Ferronorte ou a decisão dos acionistas da MRS de manterem foco em minério.

Mas, no mercado, outras justificativas começam a ser levantadas. Uma delas, segundo fontes ligadas à ferrovia, é a de que ALL e MRS teriam feito um acordo "de gaveta" para apenas uma empresa disputar a companhia, o que elevaria o poder de negociação da ALL e reduziria o preço da BF. No futuro, outra negociação poderia ser feita entre as duas. Segundo essa mesma fonte, às vésperas da entrega da proposta, a ALL teria se reunido com um grupo coreano (Asila) e pedido a desistência no negócio em troca de garantias no transporte até o Porto de Paranaguá. A intenção do grupo estrangeiro, porém, seria usar a ferrovia para atingir o Oceano Pacífico.

A análise das propostas (que incluem as outras três apresentadas para a Novoeste) poderá ser concluída este mês, segundo o diretor da Funcef. "Achamos que seja possível ainda em março definir quais empresas podem partir para a próxima fase do processo de venda", diz. A próxima etapa é a auditoria interna nas companhias.

As maiores chances de isso ocorrer estão na Novoeste. Além da ALL, estão na disputa a Empresa Ferroviária Oriental - ferrovia boliviana controlada pelo grupo americano Genesee & Wyoming, a Asian Latin American Marketing Center (Asila) - trading que representa sete empresas coreanas, e a chinesa Jianscsu Zhongye Steel Company, esta segundo a Revista Ferroviária.

Marques disse que as propostas podem ser alteradas, mesmo depois da apresentação. Negou que os fundos tenham o interesse em admitir concorrentes depois do prazo, mas afirmou que mudanças que tornem as propostas "mais interessantes" não são descartadas. Isso indicaria a permissão de combinações entre as empresas que lideram as ofertas com outras que possam fazer associações.

Essa condição do modelo negocial adotado pelos fundos de pensão poderá alterar muito as propostas apresentadas anteontem.

A razão desta tentativa é a necessidade de os fundos reduzirem as perdas. Os diretores dessas instituições falam em atenuar os prejuízos na Nova Brasil Ferrovias e na Novoeste Brasil. Desde a privatização, a Funcef e o fundo dos funcionários do Banco do Brasil (Previ) injetaram mais de R$ 1 bilhão na companhia. O mercado não acredita que os fundos vão entregar a empresa a preço de banana.
(Agnaldo Brito e Renée Pereira)

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BRASIL FERROVIAS: FUNCEF AVALIA POSSIBILIDADE DE DESISTIR DE VENDA

AE, São Paulo, 24 - A decisão da MRS Logística de abandonar a disputa pela Nova Brasil Ferrovias (BF), companhia que agrega os ativos de bitola larga que interligam o Centro-Oeste brasileiro ao Porto de Santos, pode abortar o processo de venda da companhia. Segundo Demosthenes Marques, diretor do fundo de pensão dos funcionários da Caixa Econômica Federal (Funcef), a decisão de não vender ainda é uma opção, especialmente se o preço oferecido não satisfizer os acionistas. "Não há nenhuma obrigação de vender os ativos agora. Só achamos que o momento é positivo", disse.

A América Latina Logística (ALL) foi a única empresa que entregou propostas tanto para a Nova Brasil Ferrovias quanto para a Novoeste Brasil. Em nota, a MRS afirmou que a desistência foi uma decisão dos controladores da empresa e que o "acordo de confidencialidade" impedia a empresa de expor as razões por não ter apresentado proposta pela BF. O mercado aponta duas razões: alto endividamento da Ferronorte ou a decisão dos acionistas da MRS de manterem foco em minério.

Mas, no mercado, outras justificativas começam a ser levantadas. Uma delas, segundo fontes ligadas à ferrovia, é a de que ALL e MRS teriam feito um acordo "de gaveta" para apenas uma empresa disputar a companhia, o que elevaria o poder de negociação da ALL e reduziria o preço da BF. No futuro, outra negociação poderia ser feita entre as duas. Segundo essa mesma fonte, às vésperas da entrega da proposta, a ALL teria se reunido com um grupo coreano (Asila) e pedido a desistência no negócio em troca de garantias no transporte até o Porto de Paranaguá. A intenção do grupo estrangeiro, porém, seria usar a ferrovia para atingir o Oceano Pacífico.

A análise das propostas (que incluem as outras três apresentadas para a Novoeste) poderá ser concluída este mês, segundo o diretor da Funcef. "Achamos que seja possível ainda em março definir quais empresas podem partir para a próxima fase do processo de venda", diz. A próxima etapa é a auditoria interna nas companhias.

As maiores chances de isso ocorrer estão na Novoeste. Além da ALL, estão na disputa a Empresa Ferroviária Oriental - ferrovia boliviana controlada pelo grupo americano Genesee & Wyoming, a Asian Latin American Marketing Center (Asila) - trading que representa sete empresas coreanas, e a chinesa Jianscsu Zhongye Steel Company, esta segundo a Revista Ferroviária.

Marques disse que as propostas podem ser alteradas, mesmo depois da apresentação. Negou que os fundos tenham o interesse em admitir concorrentes depois do prazo, mas afirmou que mudanças que tornem as propostas "mais interessantes" não são descartadas. Isso indicaria a permissão de combinações entre as empresas que lideram as ofertas com outras que possam fazer associaç